Edição 1814 . 6 de agosto de 2003

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Brasil
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Geral
Economia e Negócios
Guia
Artes e Espetáculos
Stephen Kanitz
Gustavo Franco
Diogo Mainardi
Roberto Pompeu de Toledo
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
Radar
Holofote
Contexto
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Veja essa
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Gente
Datas
VEJA Recomenda
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Cartas

"Receber a revista VEJA semanalmente também faz bem ao coração da família!"
Wilson Litter
Fátima do Sul, MS

 

 

Coração

Excelente a reportagem de capa "Com o coração nas mãos" (30 de julho). Sofri infarto aos 38 anos – com a devida colocação de duas pontes de safena – e hoje, decorridos dez anos e graças aos poucos cuidados, novamente terei de passar pelo mesmo procedimento da cirurgia de revascularização. Meus dois filhos já consultam cardiologista com regularidade, fazendo os exames necessários anualmente. Prevenção é a palavra-chave. Podem acreditar naquele que incorreu no mesmo erro duas vezes.
Francisco Angioletti
Florianópolis, SC

Com invasões do MST, reforma da Previdência, desemprego em alta, juros absurdos, Lulas, Dirceus e Paloccis, nós, brasileiros, necessitamos de excelente coração para os próximos anos.

Jorge Wagner

Ribeirão Preto, SP

Com tanta tecnologia, em breve poderemos calcular a intensidade de uma dor causada pela perda de uma paixão!

Claudio Moreira Bilu
Santos, SP

O teste proposto não considera fatores de risco importantes, notadamente o antecedente familiar de doença arterial coronariana e a obesidade, principalmente a de padrão central (concentração de gordura na região da cintura). Estudo recente de grupo do Incor-SP provou que, na população paulista, a obesidade central só perdeu para o tabagismo como fator de risco relativo para coronariopatia. Também não são considerados no teste fatores como stress e sedentarismo. Nada como uma avaliação médica específica para a determinação do "verdadeiro" risco cardíaco.

André Luiz Cruzes

Médico endocrinologista

Birigüi, SP

 

José Dirceu

Excelente a entrevista com o ministro José Dirceu (Amarelas, 30 de julho), principalmente pela inteligência da jornalista Thaís Oyama. Após lê-la, concluí que José Dirceu é ateu e candidato ao governo de São Paulo. Digo isso porque por duas vezes foi perguntado ao ministro se ele acreditava em Deus e ele não respondeu. Apenas disse que herdou os princípios éticos e morais de sua formação no catolicismo. Quem acredita em Deus responde sim àquela pergunta. Se ele não teve coragem de admitir que é ateu, suas pretensões políticas não estão tão indeterminadas assim.

Alexandre Vasconcelos de Sousa

Jaboatão dos Guararapes, PE


Ótima entrevista. Esclarece, e muito, a personalidade do ministro, inclusive o título: "De soldado a general". O ministro se diz um democrata e ao mesmo tempo ameaça o senador Suplicy de se tornar seu adversário político, caso este testemunhe a favor da senadora Heloísa Helena. Isso deixa claro que ele é um democrata, desde que todos façam o que ele manda. Típico de um general.

Dirceu Facchini

Americana, SP

 

Juízes

A reportagem "A república dos juízes" (30 de julho), de Alexandre Oltramari, é um marco na história da imprensa nacional. Com ela, ostenta-se uma análise pontual, precisa e destemida do único poder político que, escondendo-se por debaixo das togas, sob o manto da presunção de legalidade, não dá nenhuma satisfação aos cidadãos acerca de seus atos e suas contas. Para os profissionais da área do direito, que cotidianamente têm de explicar às pessoas leigas e honestas o porquê de seu direito violado estar demorando quase uma década para ser reparado, o porquê de, após recolher inúmeras taxas e juntar-se uma infinidade de documentos, o magistrado ter entendido por não julgar e o porquê de, numa estrutura arcaica, com pessoas despreparadas e tratamento indisfarçadamente hostil para com todos, profissionais muito bem pagos, num país miserável, resolverem que trabalharão menos ainda para tentar manter verdadeiros privilégios, injustificáveis, é um grande auxílio, embora cause desalento.

Luciano Anderson de Souza

Assessor do Tribunal de Ética da OAB/SP

São Paulo, SP

 

VEJA dá um exemplo à grande imprensa de que é preciso ouvir a voz da razão e da ética. Entre a indignação, a repugnância e o desalento, restou-me um fio de esperança de que a matéria em questão possa cair nas mãos de juízes de bom senso e sirva de bandeira na defesa de um mínimo de moralidade para que o Brasil continue a merecer a confiança internacional que ora experimenta.

Rufino Almeida

Belém, PA

 

Apesar da fina ironia contida na matéria, em relação às férias dos magistrados brasileiros, informo que os recessos de janeiro e julho são aplicados somente à Justiça estadual, e não gozados por todos os membros do Judiciário. Há um equívoco, portanto, nesse ponto, muito embora VEJA demonstre ter pleno conhecimento da diferença entre um juiz federal e um estadual, como demonstra ao relacionar a hierarquia de vencimentos nas respectivas carreiras. Aliás, a defesa da equiparação de vencimentos da magistratura estadual aos da federal, nos termos do escalonamento previsto no Artigo 93, inc. V, da Constituição Federal, não representaria um aumento de 20% nos vencimentos, como mencionou a prestigiosa revista, mas apenas a manutenção do atual sistema.

Vinícius Xavier Teixeira

Vitória, ES

 

João Pedro Stedile

Eu sinceramente não consigo entender, por mais que tente, como um louco varrido fugido do hospício como este senhor João Pedro Stedile (urgentemente necessitando de uma camisa-de-força) faz as ameaças que faz, incita ao crime centenas de pessoas, sufraga a baderna e a anarquia como ferramentas válidas de luta e ninguém em Brasília toma uma atitude dura para contê-lo. Defender o acesso à terra é uma coisa, semear o terror para obtê-lo é outra. Agora, como se fosse a coisa mais natural do mundo, Stedile promete liquidar os donos de terra, dando a entender que fará tudo o que estiver a seu alcance para tanto. Até quando seremos forçados a conviver com gente assim ("Stedile declara guerra", 30 de julho)?

Gustavo H.B. Alves Freire

Recife, PE

 

A bandeira brasileira carrega a inscrição "Ordem e Progresso". A Constituição garante o direito à propriedade. Se é assim, por que nossas instituições são desrespeitadas por grupos, e mesmo por autoridades, que, pelas ações ou falta delas, colocam setores da sociedade em rota de colisão? Até quando teremos de aturar essa situação de desmando e falta de autoridade?

Luis Carlos Caldeira Cavalcante

Araguaína, TO

 

VEJA Especial Jovens

Sou médica pediatra e hebiatra (de adolescentes). Quando recebi o especial Jovens (agosto de 2003) de VEJA, meus olhos brilharam. Cada matéria foi "degustada". Até as propagandas estavam "radicais". Já tenho planos de como utilizar os dados, até mesmo algumas das ilustrações, nos próximos cursos que coordenar – sou multiplicadora do Programa Saúde do Adolescente, Prosad. VEJA foi "animal"! Valeu. Foi "massa, beleza, detonou" !

Doutora Betinha Fernandes

Recife, PE

 

Maravilhosa a edição especial Jovens. Está simplesmente perfeita. Vou levá-la para a escola para mostrá-la a todos os meus amigos. O mais legal é que eu achava que, por eu ser um garoto do interior do Nordeste, seria diferente da maioria dos jovens dos grandes centros, o que não acontece. Foi fácil me encontrar diversas vezes ao ler a publicação. As reportagens provocaram inúmeras discussões aqui em casa. Isso comprova a qualidade da edição. Deveria haver uma revista VEJA para os jovens mensalmente. Parabéns a todos!

Márcio Adson, 16 anos

Currais Novos, RN

 

VEJA faz parte de minha família há muitos anos. Tenho exemplares em casa de 1989, quando eu tinha apenas 3 anos. Agora, orgulho-me muito de ver minha revista preferida dando atenção tão especial aos jovens. Foi a prova definitiva de que com certeza o Brasil ainda tem pessoas que acreditam no velho jargão: "Os jovens podem mudar o país!"

Aline Valdameri, 17 anos

Clevelândia, PR

 

VEJA mais parece aquele amigo que traduz, em forma de memoráveis textos, a compreensão que tanto necessitamos nessa fase da vida.

Christian Miguel da Silva, 15 anos

Chopinzinho, PR

 

Luiz Felipe de Alencastro

Muito pertinente o artigo "Brasil e Portugal" (Ponto de vista, 23 de julho). Ao contrário do que rezam os tratados de reciprocidade existentes há mais de vinte anos, o governo português, por meio de uma nova Lei de Imigração (DL 34/2003), vem promovendo a repatriação ou deportação de brasileiros. Estive em Portugal no último mês de maio para apurar denúncias de que mais de 1.800 brasileiros residentes naquele país foram deportados desde que a lei passou a ser aplicada. Acompanhei o presidente durante sua viagem, no início de julho, e, na ocasião, foram assinados três acordos sobre Facilitação de Circulação de Pessoas, Contratação Recíproca de Trabalhadores e Prevenção e Repressão do Tráfico Ilícito de Migrantes (que devem entrar em vigor em agosto). Por meio desses documentos, haverá a troca de informações sobre fluxo migratório, isenção de visto por até noventa dias em alguns casos, além do fato de os brasileiros em Portugal poderem regularizar sua situação imigratória, validar ou formalizar contratos de trabalho e receber um visto de trabalho.

Zulaiê Cobra

Deputada federal

Presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN)

São Paulo, SP

 

Claudio de Moura Castro

Tenho procurado em todas as oportunidades defender exatamente os pontos de vista que Claudio de Moura Castro coloca em seu artigo ("Os pobres nos cursos técnicos", Ponto de vista, 30 de julho). Fiz isso durante mais de seis anos no Proep e agora aqui no Centro Paula Souza, onde felizmente podemos dar grande contribuição a esse tema. Aliás, uma informação: o Paula Souza não é fundação, e sim uma autarquia de regime especial do governo do Estado de São Paulo.

Antonio Carlos G. de Oliveira

Assessor de planejamento

Centro Paula Souza

 

É lugar-comum mandar uma mensagem à redação comentando os pontos de vista do professor Claudio de Moura Castro. Cada vez que ele nos dirige seu pensamento, somos afortunadamente obrigados a ponderar e refletir sobre suas posições. Faltava no antigo governo, e continua faltando neste novo, mais Claudio de Moura Castro, se é que realmente almejamos chegar a uma sociedade igualitária e justa ainda neste século.

Roberto Fonseca

Bogotá, Colômbia

 

Cartas

Com a finalidade de esclarecer a senhora Evelynne Horrocks (Cartas, 30 de julho), não existe nenhuma convenção internacional que fale de reciprocidade. Tanto é assim que, dos 119 países que não exigem visto para os americanos, os Estados Unidos só facilitam a entrada em seu território para os países da Comunidade Européia, o Canadá e o Japão, num total de 21, e, justificadamente, da mesma maneira que fazem com o Brasil, endurecem com as outras 98 nações, as quais não praticam a reciprocidade porque entendem que o turista americano é um bom negócio.

Pedro Fortes

Vice-presidente da Associação Brasileira de Hotéis

Por e-mail (pfortes@riointernacional.com.br)

 

Na seção Cartas da edição 1 812 (23 de julho), VEJA publicou uma carta do senhor Carlos Lopes, de Cottage Grove, nos Estados Unidos. Ele informa que naquele país as contribuições para o plano de previdência suplementar são dedutíveis da base de cálculo do imposto de renda, que só será cobrado quando da percepção do provento na aposentadoria. E duvida que possa ser assim no Brasil. Gostaria de esclarecer que já é assim no Brasil, segundo o regulamento do IRPF. Todo valor pago a um plano de previdência complementar até o limite de 12% da renda anual é dedutível da base de cálculo do IR. E, assim como nos EUA, o IR será cobrado quando no gozo da aposentadoria.

Alfredo César Corrêa Rodríguez

Auditor fiscal da Previdência Social

Criciúma, SC

 

Palavra Cantada

Fiquei feliz ao abrir VEJA e ver a reportagem "O que tem na sopa do neném" (30 de julho), sobre a Palavra Cantada, de Paulo Tatit e Sandra Peres. Criamos nossos filhos ouvindo suas músicas e ainda hoje, já com 11 e 8 anos, eles continuam gostando e pedindo para tocá-las à noite, quando vão dormir. Recomendo sempre aos amigos que comprem seus CDs e estimulem seus filhos desde cedo a ouvir uma boa música.
Helen Manzano
Palmas, TO

 

Antonio Pizzonia

Quem desce é a Jaguar (Desce, 30 de julho). Ela acabou de demitir um futuro campeão mundial. Pizzonia sempre foi mais rápido que Mark Webber. Durante os treinos da pré-temporada, bateu o recorde da pista de Valencia, e quando era piloto de testes da Williams foi mais rápido que Montoya e Ralf várias vezes.
Paulo Ribeiro

Guaxupé, MG

 

Nova Zelândia

A jornalista Isabela Boscov, autora da reportagem "Maoris e melhores" (30 de julho), foi muito feliz em retratar algo que pude ver com meus próprios olhos. O que se pode observar na realidade é uma sociedade bem mais preparada intelectualmente para lidar com as diferenças e respeitá-las. O fato de a seleção de rúgbi dançar a haka é apenas mais um modo de expressar como a cultura maori é presente na sociedade. Outro exemplo são cursos para formar tecnólogos em arte maori, que qualquer pessoa pode fazer. Essa integração étnica deveria ser seguida por mais gente mundo afora. "Kia ora."
Thiago Linhares

São Luís, MA

 

Roberto Pompeu de Toledo

Gostaria de adicionar duas frases ao ensaio de Roberto Pompeu de Toledo ("Ao Brasil, com amor, desprezo ou escárnio", Ensaio, 30 de julho): "Pouca saúde e muita saúva, os males do Brasil são" (Mário de Andrade, em Macunaíma) e "Ou o Brasil acaba com a saúva, ou a saúva acaba com o Brasil!" (Saint-Hilaire, cronista francês).
Rafael de Oliveira Claudino
Belo Horizonte, MG

 

Polêmica química

A polêmica a respeito da molécula teobromina (Cartas, 30 de julho) parece centrada na definição da teobromina como alcalóide ou não. Não há uma definição universal para o vasto universo das substâncias heterocíclicas nitrogenadas, conhecidas como alcalóides. A mais aceita estabelece que essas sejam substâncias naturais, invariavelmente básicas, contendo um átomo de nitrogênio em um anel heterocíclico e que tenham sua origem a partir de aminoácidos. Estes seriam os alcalóides ditos verdadeiros. Portanto, nem toda substância natural contendo um átomo de nitrogênio com caráter básico é classificada como alcalóide típico, ou verdadeiro. A teobromina é uma substância heterocíclica aromática, apropriadamente classificada como uma 3,7-dimetilxantina, porém essa é também classificada como um pseudo-alcalóide por vários pesquisadores, pois tem sua origem a partir de aminoácidos, embora de forma indireta. Portanto, cada um dos missivistas tem sua parte de razão nessa questão.
Professor Carlos Roque Duarte Correia e Professora Raquel Marques Braga
Departamento de
química orgânica (Unicamp)
Campinas, SP

 

VEJA

Tenho 14 anos e há seis sou leitora dessa competente revista. Meus pais, leitores mais antigos, foram aqueles que abriram as portas da leitura para mim. Sempre que VEJA chegava, no domingo de manhã, eu tinha exclusividade sobre ela, podendo lê-la até decorar todos os assuntos. Assim, tomei gosto pela atividade de jornalista, dizendo a todos da família e a amigos que um dia trabalharei para VEJA. E esse continua sendo o meu sonho.
Vanessa Fogaça Prateano
Itapeva, SP

 

Contexto

Como criador do Dia do Brasil em Nova York, fiquei emocionado e agradecido pela sua divulgação na seção Contexto da edição 1812 ("O carnaval em Nova York, agora pela TV", 23 de julho). A celebração começou em 1985 (e não em 1984), como um estalo patriótico, pelo fim da ditadura militar. O alvará da prefeitura de NY foi concedido não para um Carnaval, uma parada ou uma simples feira, e sim para a comemoração do Dia da Independência do Brasil.
Jota Alves
Chapada dos Guimarães, MT

 

CORREÇÕES: O cantor e compositor Neil Young é canadense, e não americano (Veja essa, 30 de julho). * O crédito correto da foto publicada na página 50 da edição 1813 ("Stedile declara guerra", 30 de julho) é: Mauro Junior/Zero Hora. * O site correto da paulista Bianca Geocze é http://bih.blogger.com.br ("Meu querido blog" – VEJA Especial Jovens, agosto de 2003). * O preço das sandálias Havaianas indicado na reportagem "Mais caro lá fora" (30 de julho) é o praticado em Londres.

 
O protocolo da Bandeira Nacional
O leitor Celso José Sacchi, de Vila Velha, Espírito Santo, não gostou do que viu nos gabinetes de algumas autoridades de Brasília, mostrados na reportagem "Por dentro dos gabinetes" (23 de julho). "A Lei nº 5700 fixou regras para a colocação e o uso de bandeiras em diversas situações. Vamos respeitá-la ou mudá-la, pois é flagrante o erro de posicionamento das bandeiras no gabinete do ministro da Fazenda e no do presidente do Banco Central", escreveu. A lei citada pelo leitor, de 1º de setembro de 1971, fixou as regras e o Decreto nº 70274, de 9 de março de 1972, regulamentou o uso da bandeira. Nas normas do cerimonial público, a bandeira brasileira deve ser colocada "à direita de tribunas, púlpitos, mesas de reunião ou de trabalho (Art. 31-III)", o que não ocorre no gabinete das duas autoridades, onde o pavilhão nacional está à esquerda.

 

Cobras de estimação

Ao ler a matéria "Bichos diferentes" (Guia, 23 de julho), o leitor Leonardo Augusto Crespo, da AnimaisOnline.COM, empresa que "comercializa com autorização do Ibama filhotes legalizados de jibóia desde 2000", notou um deslize: "A foto da cobra exibida como sendo uma jibóia é, na verdade, uma salamanta-do-sudeste ou salamanta-do-cerrado (Epicrates cenchria crassus), serpente de coloração belíssima que sob a luz solar adquire um reflexo violáceo ao longo do corpo, fato que inspirou seu apelido de Rainbow Boa (Boa arco-íris)". Crespo deu outras informações sobre o bicho: "Uma jibóia atinge em cativeiro em média 2,3 metros, no caso das fêmeas, e 1,8 metro, no caso dos machos. É excepcionalmente raro que os animais ultrapassem esse tamanho, podendo chegar a, no máximo, 4,5 metros. Animais semi-adultos devem ser alimentados com ratos jovens a cada dez, doze dias. Já os adultos precisam ser alimentados com periodicidade de quinze dias, consumindo alguns ratos adultos de uma única vez". Quem quiser saber mais sobre o assunto pode consultar o site http://www.animaisonline.com.br.


Roberto Loffel
Jibóia Salamanta-do-cerrado

 

Ronaldinho Gaúcho é do Barça!

Nunca um equívoco provocou tamanho terremoto. Oitenta e oito leitores escreveram para a redação corrigindo a informação de que o atacante brasileiro Ronaldinho Gaúcho teria atraído 20 000 pessoas para o estádio do Barcelona no dia de sua apresentação "ao Real Madrid" (Sobe, 30 de julho). "Ronaldinho Gaúcho foi comprado por 33 milhões de dólares pelo Barcelona", escreveu de Tóquio, no Japão, o leitor Neil Nakandakari. "Ele se tornou o quarto 'R' brasileiro a fazer parte do time catalão", disse Fabio Arioza, de Mauá, em São Paulo, numa referência aos craques Romário, Rivaldo e Ronaldo, que também jogaram pelo clube catalão. Rogerio T. Vicente, de Barcelona, na Espanha, contou que seus amigos ficaram indignados com a notícia. "A rivalidade entre os dois times é tão grande quanto a que existe entre Palmeiras e Corinthians", escreveu. Saiba mais sobre a chegada de Ronaldinho Gaúcho ao time do Barcelona no site do clube: http://www.fcbarcelona.es.

 

 

 

 

 
 
 
 
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