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Cartas
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"Receber
a
revista VEJA semanalmente também faz bem ao coração
da família!"
Wilson
Litter
Fátima do Sul, MS |

Coração
Excelente a reportagem de capa "Com o coração nas
mãos" (30 de julho). Sofri infarto aos 38 anos com
a devida colocação de duas pontes de safena
e hoje, decorridos dez anos e graças aos poucos cuidados,
novamente terei de passar pelo mesmo procedimento da cirurgia de
revascularização. Meus dois filhos já consultam
cardiologista com regularidade, fazendo os exames necessários
anualmente. Prevenção é a palavra-chave. Podem
acreditar naquele que incorreu no mesmo erro duas vezes.
Francisco
Angioletti
Florianópolis, SC
Com
invasões do MST, reforma da Previdência, desemprego
em alta, juros absurdos, Lulas, Dirceus e Paloccis, nós,
brasileiros, necessitamos de excelente coração para
os próximos anos.
Jorge
Wagner
Ribeirão Preto, SP
Com
tanta tecnologia, em breve poderemos calcular a intensidade de uma
dor causada pela perda de uma paixão!
Claudio
Moreira Bilu
Santos, SP
O
teste proposto não considera fatores de risco importantes,
notadamente o antecedente familiar de doença arterial coronariana
e a obesidade, principalmente a de padrão central (concentração
de gordura na região da cintura). Estudo recente de grupo
do Incor-SP provou que, na população paulista, a obesidade
central só perdeu para o tabagismo como fator de risco relativo
para coronariopatia. Também não são considerados
no teste fatores como stress e sedentarismo. Nada como uma avaliação
médica específica para a determinação
do "verdadeiro" risco cardíaco.
André
Luiz Cruzes
Médico endocrinologista
Birigüi, SP
José
Dirceu
Excelente a entrevista com o ministro José Dirceu (Amarelas,
30 de julho), principalmente pela inteligência da jornalista
Thaís Oyama. Após lê-la, concluí que
José Dirceu é ateu e candidato ao governo de São
Paulo. Digo isso porque por duas vezes foi perguntado ao ministro
se ele acreditava em Deus e ele não respondeu. Apenas disse
que herdou os princípios éticos e morais de sua formação
no catolicismo. Quem acredita em Deus responde sim àquela
pergunta. Se ele não teve coragem de admitir que é
ateu, suas pretensões políticas não estão
tão indeterminadas assim.
Alexandre
Vasconcelos de Sousa
Jaboatão dos Guararapes, PE
Ótima
entrevista. Esclarece, e muito, a personalidade do ministro, inclusive
o título: "De soldado a general". O ministro se diz um democrata
e ao mesmo tempo ameaça o senador Suplicy de se tornar seu
adversário político, caso este testemunhe a favor
da senadora Heloísa Helena. Isso deixa claro que ele é
um democrata, desde que todos façam o que ele manda. Típico
de um general.
Dirceu
Facchini
Americana, SP
Juízes
A reportagem "A república dos juízes" (30 de julho),
de Alexandre Oltramari, é um marco na história da
imprensa nacional. Com ela, ostenta-se uma análise pontual,
precisa e destemida do único poder político que, escondendo-se
por debaixo das togas, sob o manto da presunção de
legalidade, não dá nenhuma satisfação
aos cidadãos acerca de seus atos e suas contas. Para os profissionais
da área do direito, que cotidianamente têm de explicar
às pessoas leigas e honestas o porquê de seu direito
violado estar demorando quase uma década para ser reparado,
o porquê de, após recolher inúmeras taxas e
juntar-se uma infinidade de documentos, o magistrado ter entendido
por não julgar e o porquê de, numa estrutura arcaica,
com pessoas despreparadas e tratamento indisfarçadamente
hostil para com todos, profissionais muito bem pagos, num país
miserável, resolverem que trabalharão menos ainda
para tentar manter verdadeiros privilégios, injustificáveis,
é um grande auxílio, embora cause desalento.
Luciano
Anderson de Souza
Assessor do Tribunal de Ética da OAB/SP
São Paulo, SP
VEJA dá um exemplo à grande imprensa de que é
preciso ouvir a voz da razão e da ética. Entre a indignação,
a repugnância e o desalento, restou-me um fio de esperança
de que a matéria em questão possa cair nas mãos
de juízes de bom senso e sirva de bandeira na defesa de um
mínimo de moralidade para que o Brasil continue a merecer
a confiança internacional que ora experimenta.
Rufino
Almeida
Belém, PA
Apesar da fina ironia contida na matéria, em relação
às férias dos magistrados brasileiros, informo que
os recessos de janeiro e julho são aplicados somente à
Justiça estadual, e não gozados por todos os membros
do Judiciário. Há um equívoco, portanto, nesse
ponto, muito embora VEJA demonstre ter pleno conhecimento da diferença
entre um juiz federal e um estadual, como demonstra ao relacionar
a hierarquia de vencimentos nas respectivas carreiras. Aliás,
a defesa da equiparação de vencimentos da magistratura
estadual aos da federal, nos termos do escalonamento previsto no
Artigo 93, inc. V, da Constituição Federal, não
representaria um aumento de 20% nos vencimentos, como mencionou
a prestigiosa revista, mas apenas a manutenção do
atual sistema.
Vinícius
Xavier Teixeira
Vitória, ES
João
Pedro Stedile
Eu sinceramente não consigo entender, por mais que tente,
como um louco varrido fugido do hospício como este senhor
João Pedro Stedile (urgentemente necessitando de uma camisa-de-força)
faz as ameaças que faz, incita ao crime centenas de pessoas,
sufraga a baderna e a anarquia como ferramentas válidas de
luta e ninguém em Brasília toma uma atitude dura para
contê-lo. Defender o acesso à terra é uma coisa,
semear o terror para obtê-lo é outra. Agora, como se
fosse a coisa mais natural do mundo, Stedile promete liquidar os
donos de terra, dando a entender que fará tudo o que estiver
a seu alcance para tanto. Até quando seremos forçados
a conviver com gente assim ("Stedile declara guerra", 30 de julho)?
Gustavo
H.B. Alves Freire
Recife, PE
A bandeira brasileira carrega a inscrição "Ordem e
Progresso". A Constituição garante o direito à
propriedade. Se é assim, por que nossas instituições
são desrespeitadas por grupos, e mesmo por autoridades, que,
pelas ações ou falta delas, colocam setores da sociedade
em rota de colisão? Até quando teremos de aturar essa
situação de desmando e falta de autoridade?
Luis
Carlos Caldeira Cavalcante
Araguaína, TO
VEJA
Especial Jovens
Sou médica pediatra e hebiatra (de adolescentes). Quando
recebi o especial Jovens (agosto de 2003) de VEJA, meus olhos
brilharam. Cada matéria foi "degustada". Até as propagandas
estavam "radicais". Já tenho planos de como utilizar os dados,
até mesmo algumas das ilustrações, nos próximos
cursos que coordenar sou multiplicadora do Programa Saúde
do Adolescente, Prosad. VEJA foi "animal"! Valeu. Foi "massa, beleza,
detonou" !
Doutora
Betinha Fernandes
Recife, PE
Maravilhosa a edição especial Jovens. Está
simplesmente perfeita. Vou levá-la para a escola para mostrá-la
a todos os meus amigos. O mais legal é que eu achava que,
por eu ser um garoto do interior do Nordeste, seria diferente da
maioria dos jovens dos grandes centros, o que não acontece.
Foi fácil me encontrar diversas vezes ao ler a publicação.
As reportagens provocaram inúmeras discussões aqui
em casa. Isso comprova a qualidade da edição. Deveria
haver uma revista VEJA para os jovens mensalmente. Parabéns
a todos!
Márcio
Adson, 16 anos
Currais Novos, RN
VEJA faz parte de minha família há muitos anos. Tenho
exemplares em casa de 1989, quando eu tinha apenas 3 anos. Agora,
orgulho-me muito de ver minha revista preferida dando atenção
tão especial aos jovens. Foi a prova definitiva de que com
certeza o Brasil ainda tem pessoas que acreditam no velho jargão:
"Os jovens podem mudar o país!"
Aline
Valdameri, 17 anos
Clevelândia, PR
VEJA mais parece aquele amigo que traduz, em forma de memoráveis
textos, a compreensão que tanto necessitamos nessa fase da
vida.
Christian
Miguel da Silva, 15 anos
Chopinzinho, PR
Luiz
Felipe de Alencastro
Muito pertinente o artigo "Brasil e Portugal" (Ponto de vista, 23
de julho). Ao contrário do que rezam os tratados de reciprocidade
existentes há mais de vinte anos, o governo português,
por meio de uma nova Lei de Imigração (DL 34/2003),
vem promovendo a repatriação ou deportação
de brasileiros. Estive em Portugal no último mês de
maio para apurar denúncias de que mais de 1.800 brasileiros
residentes naquele país foram deportados desde que a lei
passou a ser aplicada. Acompanhei o presidente durante sua viagem,
no início de julho, e, na ocasião, foram assinados
três acordos sobre Facilitação de Circulação
de Pessoas, Contratação Recíproca de
Trabalhadores e Prevenção e Repressão do Tráfico
Ilícito de Migrantes (que devem entrar em vigor em agosto).
Por meio desses documentos, haverá a troca de informações
sobre fluxo migratório, isenção de visto por
até noventa dias em alguns casos, além do fato de
os brasileiros em Portugal poderem regularizar sua situação
imigratória, validar ou formalizar contratos de trabalho
e receber um visto de trabalho.
Zulaiê
Cobra
Deputada federal
Presidente da Comissão de Relações Exteriores
e de Defesa Nacional (CREDN)
São Paulo, SP
Claudio
de Moura Castro
Tenho procurado em todas as oportunidades defender exatamente os
pontos de vista que Claudio de Moura Castro coloca em seu artigo
("Os pobres nos cursos técnicos", Ponto de vista, 30 de julho).
Fiz isso durante mais de seis anos no Proep e agora aqui no Centro
Paula Souza, onde felizmente podemos dar grande contribuição
a esse tema. Aliás, uma informação: o Paula
Souza não é fundação, e sim uma autarquia
de regime especial do governo do Estado de São Paulo.
Antonio
Carlos G. de Oliveira
Assessor de planejamento
Centro Paula Souza
É
lugar-comum mandar uma mensagem à redação comentando
os pontos de vista do professor Claudio de Moura Castro. Cada vez
que ele nos dirige seu pensamento, somos afortunadamente obrigados
a ponderar e refletir sobre suas posições. Faltava
no antigo governo, e continua faltando neste novo, mais Claudio
de Moura Castro, se é que realmente almejamos chegar a uma
sociedade igualitária e justa ainda neste século.
Roberto
Fonseca
Bogotá, Colômbia
Cartas
Com a finalidade de esclarecer a senhora Evelynne Horrocks (Cartas,
30 de julho), não existe nenhuma convenção
internacional que fale de reciprocidade. Tanto é assim que,
dos 119 países que não exigem visto para os americanos,
os Estados Unidos só facilitam a entrada em seu território
para os países da Comunidade Européia, o Canadá
e o Japão, num total de 21, e, justificadamente, da mesma
maneira que fazem com o Brasil, endurecem com as outras 98 nações,
as quais não praticam a reciprocidade porque entendem que
o turista americano é um bom negócio.
Pedro
Fortes
Vice-presidente da Associação Brasileira de Hotéis
Por e-mail (pfortes@riointernacional.com.br)
Na seção Cartas da edição 1 812 (23
de julho), VEJA publicou uma carta do senhor Carlos Lopes, de Cottage
Grove, nos Estados Unidos. Ele informa que naquele país as
contribuições para o plano de previdência suplementar
são dedutíveis da base de cálculo do imposto
de renda, que só será cobrado quando da percepção
do provento na aposentadoria. E duvida que possa ser assim no Brasil.
Gostaria de esclarecer que já é assim no Brasil, segundo
o regulamento do IRPF. Todo valor pago a um plano de previdência
complementar até o limite de 12% da renda anual é
dedutível da base de cálculo do IR. E, assim como
nos EUA, o IR será cobrado quando no gozo da aposentadoria.
Alfredo
César Corrêa Rodríguez
Auditor fiscal da Previdência Social
Criciúma, SC
Palavra
Cantada
Fiquei
feliz ao abrir VEJA e ver a reportagem "O que tem na sopa do neném"
(30 de julho), sobre a Palavra Cantada, de Paulo Tatit e Sandra
Peres. Criamos nossos filhos ouvindo suas músicas e ainda
hoje, já com 11 e 8 anos, eles continuam gostando e pedindo
para tocá-las à noite, quando vão dormir. Recomendo
sempre aos amigos que comprem seus CDs e estimulem seus filhos desde
cedo a ouvir uma boa música.
Helen
Manzano
Palmas,
TO
Antonio
Pizzonia
Quem
desce é a Jaguar (Desce, 30 de julho). Ela acabou de demitir
um futuro campeão mundial. Pizzonia sempre foi mais rápido
que Mark Webber. Durante os treinos da pré-temporada, bateu
o recorde da pista de Valencia, e quando era piloto de testes da
Williams foi mais rápido que Montoya e Ralf várias
vezes.
Paulo Ribeiro
Guaxupé,
MG
Nova
Zelândia
A
jornalista Isabela Boscov, autora da reportagem "Maoris e melhores"
(30 de julho), foi muito feliz em retratar algo que pude ver com
meus próprios olhos. O que se pode observar na realidade
é uma sociedade bem mais preparada intelectualmente para
lidar com as diferenças e respeitá-las. O fato de
a seleção de rúgbi dançar a haka
é apenas mais um modo de expressar como a cultura maori é
presente na sociedade. Outro exemplo são cursos para formar
tecnólogos em arte maori, que qualquer pessoa pode fazer.
Essa integração étnica deveria ser seguida
por mais gente mundo afora. "Kia ora."
Thiago Linhares
São
Luís, MA
Roberto
Pompeu de Toledo
Gostaria
de adicionar duas frases ao ensaio de Roberto Pompeu de Toledo ("Ao
Brasil, com amor, desprezo ou escárnio", Ensaio, 30 de julho):
"Pouca saúde e muita saúva, os males do Brasil são"
(Mário de Andrade, em Macunaíma) e "Ou o Brasil
acaba com a saúva, ou a saúva acaba com o Brasil!"
(Saint-Hilaire, cronista francês).
Rafael
de Oliveira Claudino
Belo
Horizonte, MG
Polêmica
química
A
polêmica a respeito da molécula teobromina (Cartas,
30 de julho) parece centrada na definição da teobromina
como alcalóide ou não. Não há uma definição
universal para o vasto universo das substâncias heterocíclicas
nitrogenadas, conhecidas como alcalóides. A mais aceita estabelece
que essas sejam substâncias naturais, invariavelmente básicas,
contendo um átomo de nitrogênio em um anel heterocíclico
e que tenham sua origem a partir de aminoácidos. Estes seriam
os alcalóides ditos verdadeiros. Portanto, nem toda substância
natural contendo um átomo de nitrogênio com caráter
básico é classificada como alcalóide típico,
ou verdadeiro. A teobromina é uma substância heterocíclica
aromática, apropriadamente classificada como uma 3,7-dimetilxantina,
porém essa é também classificada como um pseudo-alcalóide
por vários pesquisadores, pois tem sua origem a partir de
aminoácidos, embora de forma indireta. Portanto, cada um
dos missivistas tem sua parte de razão nessa questão.
Professor
Carlos Roque Duarte Correia e Professora Raquel Marques Braga
Departamento
de química
orgânica (Unicamp)
Campinas,
SP
VEJA
Tenho 14 anos e há seis sou leitora dessa competente revista.
Meus pais, leitores mais antigos, foram aqueles que abriram as portas
da leitura para mim. Sempre que VEJA chegava, no domingo de manhã,
eu tinha exclusividade sobre ela, podendo lê-la até
decorar todos os assuntos. Assim, tomei gosto pela atividade de
jornalista, dizendo a todos da família e a amigos que um
dia trabalharei para VEJA. E esse continua sendo o meu sonho.
Vanessa
Fogaça Prateano
Itapeva,
SP
Contexto
Como criador do Dia do Brasil em Nova York, fiquei emocionado e
agradecido pela sua divulgação na seção
Contexto da edição 1812 ("O carnaval em Nova York,
agora pela TV", 23 de julho). A celebração começou
em 1985 (e não em 1984), como um estalo patriótico,
pelo fim da ditadura militar. O alvará da prefeitura de NY
foi concedido não para um Carnaval, uma parada ou uma simples
feira, e sim para a comemoração do Dia da Independência
do Brasil.
Jota
Alves
Chapada
dos Guimarães, MT
CORREÇÕES: O cantor e compositor
Neil Young é canadense, e não americano (Veja essa,
30 de julho). * O crédito correto da foto publicada
na página 50 da edição 1813 ("Stedile declara
guerra", 30 de julho) é: Mauro Junior/Zero Hora. *
O site correto da paulista Bianca Geocze é
http://bih.blogger.com.br
("Meu querido blog" VEJA Especial Jovens, agosto de
2003). * O preço das sandálias Havaianas indicado
na reportagem "Mais caro lá fora" (30 de julho) é
o praticado em Londres.
| O
protocolo da Bandeira Nacional |
O
leitor Celso José Sacchi, de Vila Velha, Espírito
Santo, não gostou do que viu nos gabinetes de algumas
autoridades de Brasília, mostrados na reportagem
"Por dentro dos gabinetes" (23 de julho). "A Lei nº
5700 fixou regras para a colocação e o uso
de bandeiras em diversas situações. Vamos
respeitá-la ou mudá-la, pois é flagrante
o erro de posicionamento das bandeiras no gabinete do
ministro da Fazenda e no do presidente do Banco Central",
escreveu. A lei citada pelo leitor, de 1º de setembro
de 1971, fixou as regras e o Decreto nº 70274, de
9 de março de 1972, regulamentou o uso da bandeira.
Nas normas do cerimonial público, a bandeira brasileira
deve ser colocada "à direita de tribunas, púlpitos,
mesas de reunião ou de trabalho (Art. 31-III)",
o que não ocorre no gabinete das duas autoridades,
onde o pavilhão nacional está à esquerda.
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| Cobras
de estimação |
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Ao
ler a matéria "Bichos diferentes" (Guia, 23 de
julho), o leitor Leonardo Augusto Crespo, da AnimaisOnline.COM,
empresa que "comercializa com autorização
do Ibama filhotes legalizados de jibóia desde
2000", notou um deslize: "A foto da cobra exibida como
sendo uma jibóia é, na verdade, uma salamanta-do-sudeste
ou salamanta-do-cerrado (Epicrates cenchria crassus),
serpente de coloração belíssima
que sob a luz solar adquire um reflexo violáceo
ao longo do corpo, fato que inspirou seu apelido de
Rainbow Boa (Boa arco-íris)". Crespo deu
outras informações sobre o bicho: "Uma
jibóia atinge em cativeiro em média 2,3
metros, no caso das fêmeas, e 1,8 metro, no caso
dos machos. É excepcionalmente raro que os animais
ultrapassem esse tamanho, podendo chegar a, no máximo,
4,5 metros. Animais semi-adultos devem ser alimentados
com ratos jovens a cada dez, doze dias. Já os
adultos precisam ser alimentados com periodicidade de
quinze dias, consumindo alguns ratos adultos de uma
única vez". Quem quiser saber mais sobre o assunto
pode consultar o site http://www.animaisonline.com.br.
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Roberto Loffel
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| Jibóia |
Salamanta-do-cerrado |
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| Ronaldinho
Gaúcho é do Barça! |
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Nunca
um equívoco provocou tamanho terremoto. Oitenta
e oito leitores escreveram para a redação
corrigindo a informação de que o atacante
brasileiro Ronaldinho Gaúcho teria atraído
20 000 pessoas para o estádio do Barcelona no
dia de sua apresentação "ao Real Madrid"
(Sobe, 30 de julho). "Ronaldinho Gaúcho foi comprado
por 33 milhões de dólares pelo Barcelona",
escreveu de Tóquio, no Japão, o leitor
Neil Nakandakari. "Ele se tornou o quarto 'R' brasileiro
a fazer parte do time catalão", disse Fabio Arioza,
de Mauá, em São Paulo, numa referência
aos craques Romário, Rivaldo e Ronaldo, que também
jogaram pelo clube catalão. Rogerio T. Vicente,
de Barcelona, na Espanha, contou que seus amigos ficaram
indignados com a notícia. "A rivalidade entre
os dois times é tão grande quanto a que
existe entre Palmeiras e Corinthians", escreveu. Saiba
mais sobre a chegada de Ronaldinho Gaúcho ao
time do Barcelona no site do clube: http://www.fcbarcelona.es.
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