|
|
Carta
ao leitor
O
ranking de VEJA
Claudio Rossi
 |
|
Valladares, Graieb, Isabela, Marthe e Martins:
quase uma
centena de entrevistas para formular a lista |
A
lista dos quarenta artistas mais poderosos do Brasil, publicada
nesta edição, consumiu três meses de trabalho
da editoria de Artes e Espetáculos. Sob a coordenação
do editor Carlos Graieb, os repórteres encarregados de cobrir
as áreas de televisão, música, literatura e
cinema entrevistaram quase uma centena de profissionais, entre atores,
cantores, escritores, diretores, produtores, empresários
e publicitários. A busca era por dados que, devidamente cruzados
e analisados, fornecessem ao leitor de VEJA um retrato fiel da elite
que dá as cartas no mundo artístico brasileiro. Como
nem sempre é de interesse dos diretamente envolvidos divulgar
certas informações, especialmente aquelas que se referem
a números, foi preciso checar exaustivamente cada detalhe
apurado, para que não houvesse erros que comprometessem a
colocação de cada um dentro da lista. Os critérios
que resultaram nos quarenta nomes e respectivas posições
estão explicados na reportagem que começa na página
94.
Rankings de artistas são uma tradição no jornalismo
americano. Há vários anos, revistas como People,
Entertainment Weekly e Forbes publicam periodicamente
listas que dão conta do tamanho da fama, do dinheiro e da
influência das estrelas que compõem o lado mais glamouroso
da indústria do entretenimento, um ramo importante da economia
dos Estados Unidos. É uma forma de dar objetividade a um
mundo tisnado pela subjetividade. Ao se adotarem parâmetros
concretos para avaliar e classificar os artistas, são deixadas
de lado as simpatias e as antipatias que, um pouco por distorção
e muito pela própria natureza do ofício, colorem as
críticas jornalísticas.
|