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De
bem com as bijuterias
Ciete Silvério
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O
uso de bijuterias e jóias ajuda a dar um realce no visual,
mas quem sente irritação na pele, coceira ou chega
até a ficar com pequenas bolhas d'água deve procurar
um especialista. Segundo levantamento da Sociedade Brasileira de
Dermatologia (SBD), a alergia a metais como níquel, cobalto
e cromo é mais corriqueira do que se imagina. Nem ouro e
prata escapam, embora com incidência mais rara. Num estudo
com 967 pessoas, 25% se mostraram suscetíveis a reações
alérgicas desencadeadas pelo níquel. "Nas pessoas
mais sensíveis, a insistência no uso pode provocar
irritações em outras partes do corpo, não só
no local de contato", alerta a dermatologista Susana Lu Chen Wu,
do Grupo Brasileiro de Estudo do departamento especializado em alergias
dermatológicas da SBD. A solução é identificar
a sensibilidade a determinado material por meio de um teste com
trinta substâncias. Se a alergia for somente ao níquel,
por exemplo, pode-se optar por artefatos sem ele. Outro recurso
é o emprego de reagentes para detectar se uma peça
contém ou não o metal causador do problema.
De
olho neles
Bia Albuquerque
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Uma pesquisa do Instituto Sodexho em onze países, incluindo
o Brasil, traçou o perfil dos hábitos alimentares
de pessoas entre 5 e 17 anos de idade. Conclusão: a garotada
cada vez mais só come o que lhe dá vontade. Nos anos
60, apenas 24,6% se enquadravam nessa categoria. Em 2000, essa turma
foi para 86,4%, reflexo de uma atitude frouxa dos pais, segundo
os especialistas.
BOA NOTÍCIA
Médico
a distância
Testada
e desenvolvida no Instituto do Coração de São
Paulo, em parceria com a indústria Siemens, uma estação
móvel de telemedicina poderá estar em breve disponível
na rede hospitalar. Permite um diagnóstico mais rápido
e dinâmico com um kit de computador, monitor e câmara
de vídeo, que pode ser conectada ao Incor via internet, permitindo
ao médico monitorar os sinais vitais do paciente a distância.
"O aparelho aumenta as chances de detectar precocemente alguma alteração
no quadro do indivíduo", diz o médico Umberto Tachinardi,
do Incor.
MÁ
NOTÍCIA
Risco
de derrame
Mais
uma na conta pesada do stress, esse vilão da vida moderna.
O novo risco comprovado agora é o de derrame. Em um estudo
publicado na revista Stroke, da Associação
Americana do Coração, pesquisadores compararam a pressão
arterial em descanso de 2.303 homens
finlandeses de meia-idade com medições feitas uma
semana mais tarde, antes de um teste de resistência física.
Sob essa situação de stress, os homens que apresentaram
pressão sanguínea acima da média tiveram um
risco de derrame 72% maior.
Para
contar no bar: Viagra,
a marca do milhão
Atrás
apenas dos Estados Unidos, Inglaterra e Alemanha, o Brasil tornou-se
o quarto maior comprador de Viagra, a pílula azul que resolve
a impotência de oito em cada dez homens com problemas de ereção.
Os consumidores masculinos daqui, principalmente aqueles com mais
de 40 anos de idade e os idosos, fizeram o país subir no
ranking de venda e já estão comprando 1 milhão
de comprimidos por mês. A crescente popularidade fez com que
o remédio deixasse de ser importado e passasse a ser produzido
em São Paulo na fábrica da Pfizer, que espera exportar
a droga para os países vizinhos do Brasil, em breve.
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