
estasemana
colunas
seções
arquivoVEJA
 |
 |
| (conteúdo
exclusivo para assinantes VEJA ou UOL) |
 |
Crie
seu grupo

|
|
O
TERROR DOS APOSENTADOS
Dida Sampaio/Ag. Estado
 |
A possibilidade de o secretário da Receita, Everardo Maciel,
substituir o ministro Roberto Brant no comando da Previdência provocou
uma primeira reação negativa entre os idosos. Segundo o
presidente da Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas,
João Rezende Lima, a troca seria uma notícia ruim para os
associados. Eles não esquecem a batalha de Everardo para evitar
a correção da tabela do imposto de renda. A medida transformou
em contribuintes 2 milhões de aposentados que estavam na faixa
da isenção.
UM
BRINDE DE 6.400 REAIS
Claudio Rossi
 |
O charme que Marta Suplicy levou para a prefeitura de São
Paulo pode ser conferido não apenas em seus tailleurs de grifes
como Valentino. Há outros comportamentos igualmente requintados.
Um exemplo: em outubro, Marta e seu namorado, Luis Favre, foram jantar
com o empresário Ivo Rosset, dono da Valisère. Para a refeição,
Rosset levou de casa dois vinhos especiais: o Le Pin, safra 1988, que
custa 3.500 reais na importadora, e o branco
Montrachet DRC 1985, que sai por 2.900.
DESPROPORÇÃO
EMPRESARIAL
Claudio Rossi
 |
Numa conversa recente com amigos, o presidente da Federação
das Indústrias do Estado de São Paulo, Horácio
Lafer Piva, reclamava da desproporção entre seu peso
econômico e o poder político dentro da Confederação
Nacional da Indústria. As empresas paulistas são responsáveis
por 42% do PIB industrial do país. Apesar disso, um voto da Fiesp
na eleição para a presidência da CNI, prevista para
ocorrer ainda neste mês, tem o mesmo peso que o das outras 26 federações.
CONVERSA
SOBRE O CAIXA
Silvio Ribeiro/AE
 |
O ex-diretor do Banco do Brasil Ricardo Sérgio de Oliveira
fala uma vez por mês com o candidato tucano José Serra. Numa
dessas conversas, discorreram sobre o perfil ideal do encarregado de arrecadar
fundos para a campanha. Ricardo Sérgio sugeriu a Serra que fugisse
da idéia de formar um comitê gestor do dinheiro. Melhor seria
entregar a tarefa a um homem só. Outro alerta do amigo: é
arriscado delegar a tarefa a alguém renomado, mas ingênuo.
Quem sobrou? Ele.

Foto de Cezar Diniz/AE |
Editado
por Sérgio Ruiz Luz. Colaboraram Amauri Segalla, Anna Cecília
Junqueira, Ricardo Mendonça e Sheila Grecco
|
|
 |