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Edição 1 741 - 6 de março de 2002
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"Controlar a ansiedade, ter um plano de estudo e dedicar-se às matérias, tudo isso faz parte do bom desempenho na hora do vestibular."
Yamara Nascimento Ribeiro
Vitória, ES

Educação

Parabéns, VEJA, por mostrar que vestibular hoje não é só decoreba, mas conhecimentos gerais e visão crítica do mundo ("Por que eles foram os primeiros", 27 de fevereiro). Quem lê com certeza sobressairá em qualquer teste seletivo. Leitura é cultura!
Tatieli Maola Pinotti Mendonça
Curitiba, PR

O sucesso desses jovens brasileiros mostra que família estruturada, seriedade e objetividade são os caminhos para um futuro vitorioso.
Jorge Wagner
Ribeirão Preto, SP

A família pode propiciar o máximo e a escola pode ser a melhor, mas, se o aluno não mantiver disciplina e determinação, de nada adiantará. A família sempre foi o maior suporte de sustentação do ser humano, assim como a escola continua sendo a norteadora de futuros profissionais e empreendedores. Mas o ser humano em sua individualidade continua a ser detentor do próprio destino.
Nertaly Rocha Júnior
Goiatuba, GO
nertaly@ulbra.br

Lucas Mendes é fruto de uma árvore sadia. "O que se planta se colhe". Parabéns aos pais, Telma e Maurício.
Vera Luísa Gomes Garcia e Silva
Uberlândia, MG

Tenho 18 anos e faço faculdade de comércio exterior na UEMS. Morei em Goiatuba e fui colega do Lucas, estudávamos na mesma escola. Conheço sua família, e creio ainda não ter visto educação de melhor qualidade: a que ele recebeu em casa. Nossa escola era boa, um exemplo, mas acredito, mais que tudo, no esforço pessoal e na família.
Augusto Mesquita
Ponta Porã, MS

"Provado e aprovado" é o que podemos dizer sobre os conselhos para passar nos melhores vestibulares. Nossa filha, com 16 anos, garantiu vaga em cinco universidades: duas federais (UFSCar e UFSC, 1º lugar em engenharia de produção elétrica), duas estaduais (UEL, 2º lugar em administração; UEPG, 1º lugar em engenharia de alimentos – ambos em julho de 2001, antes de completar o 3º ano do ensino médio) e uma particular (PUC-Curitiba, 2º lugar em engenharia de produção). Gostaríamos de destacar o conselho número 2: "Leia livros, revistas...", pois nossa assinatura de VEJA deu-se graças à sugestão do professor de redação. Ao viajar para prestar os vestibulares, nossa filha Miriana sempre levou a última edição da revista. Obrigada, vocês estão informando e formando nossos jovens.
Mariana Davantel Boscardin
Apucarana, PR

 

José Serra

VEJA está de parabéns pela excelente entrevista com o candidato José Serra (Amarelas, 27 de fevereiro). Finalmente surgiu um candidato sério, com plano de metas, planejamento, raciocínio lógico a respeito dos problemas brasileiros. Pode não ter carisma junto à população, mas sem dúvida alguma é o melhor candidato, com muito mais preparo que os outros.
Anibal Desoz

Santos, SP

Que diferença dos outros candidatos! Serra é homem correto, com os pés no chão. Não votar nele seria uma grande temeridade.
Antonio Carlos Vianna Braga
Vitória, ES

Se carisma e simpatia ganhassem eleição, teríamos um apresentador de televisão (Silvio Santos) no Planalto. Precisamos de um candidato sério, que nos represente e dê continuidade ao programa de governo FHC. Sem inflação e lutando contra a corrupção.
Maria Helena Monteiro
São Paulo, SP

 

Roseana Sarney

Parabenizo VEJA pela brilhante reportagem "O fantasma do Maranhão" (27 de fevereiro). Em poucas palavras conseguiu dizer tudo. Há dezoito anos convivo com a situação deplorável deste Estado. Ao chegar aqui, logo de cara estranhei que quase não se percebe a classe média, são todos pobres e uns poucos, muito poucos, ricos. São quarenta anos de hegemonia Sarney e não avançamos quase nada, considerando os números nacionais.
Maria Arlinda Reis de M. Freitas
São Luís, MA

Belíssima a reportagem "O fantasma do Maranhão". Ainda bem que temos jornalistas com a categoria do senhor Maurício Lima. Cumprimento-o por sua independência e investigação.
Arnaldo Francelino de Moura
Palmas, TO

 

Luiz Felipe de Alencastro

Simplesmente maravilhoso o artigo de Luiz Felipe de Alencastro ("Os negros e a política de cotas", 27 de fevereiro). Ele nos mostrou quanto é importante a política de cotas, que tantas críticas vem recebendo de alguns setores da sociedade. Sua exposição dos fatos históricos que marcaram a adoção dessas políticas em países com maior apreço pela eqüidade das raças nos mostra que temos pessoas realmente preocupadas com a verdadeira igualdade entre os homens.
Lander das Dores Silva
Belo Horizonte, MG

A não-discriminação racial é mandamento constitucional, não podendo o Estado nem o cidadão praticar a positiva em relação a uns e a negativa em relação a outros. O Ponto de vista "Os negros e a política de cotas" bem descreve portarias ministeriais que agridem, pelo menos, os incisos II (cidadania) e III (dignidade da pessoa humana) do Artigo 1º, além dos artigos 5º (igualdade de todos perante a lei), 7º, XXX (proibição de critério de admissão em emprego por motivo de sexo e cor), Artigo 19, III (impossibilidade de o Estado criar distinções entre brasileiros ou preferências entre si). A Lei Estadual nº 3708/2001-RJ, ao fixar cota mínima de 40% das vagas destinadas aos negros nas universidades estaduais do Rio de Janeiro, contrariou ainda mais os artigos 206, I (igualdade de condições para o acesso à escola), e 208, V (garantia de acesso à universidade com base exclusiva na capacidade do candidato).
Carlos René de Oliveira
Brasília, DF

 

Tabaco

Vício nenhum será vencido no âmbito de uma sociedade. A questão é individual e depende da consciência de cada pessoa sobre o valor de seu corpo e da intensidade de seu amor-próprio ("O vício resiste a tudo", 27 de fevereiro).
Joelson Gonçalves da Silva
Brasília, DF

 

Roberto Pompeu de Toledo

Mais uma vez Roberto Pompeu de Toledo me fascinou com sua forma equilibrada de misturar as palavras, transformando-as num texto agradável de ser lido e apreciado ("Saudade do televizinho", Ensaio, 27 de fevereiro). Suas palavras são a constatação do óbvio, que ninguém quer enxergar. Principalmente os pais, que procuram incansavelmente por uma receita mágica que lhes possibilite substituir a atenção dos filhos (leia-se família toda) à televisão. A questão agora não é procurar uma receita mágica. Resta o velho bom senso. Cada família tem de estar consciente da importância da televisão em nossa vida e criar hábitos que permitam uma convivência harmoniosa sem a necessidade de regras e normas que nunca satisfazem a maioria. É difícil e muito subjetivo, mas ninguém disse que era fácil. É só mais um desafio ao próprio ser que criou a situação.
Paulo Carneiro
Curitiba, PR

 

Televisão

Gostaria de comentar a "overdose" de Big Brother Brasil a que a Rede Globo tem submetido os telespectadores. Além do programa em si ser de péssimo gosto (aqui me refiro à idéia original do reality show), chega a ser deprimente a luta desesperada da emissora pela audiência. Sinto um processo de idiotização do povo em andamento e me pergunto: onde vamos parar? ("A guerrilha contra a líder", 27 de fevereiro).
Hélvio A. Suica Mota
Aracaju, SE

 

Veja essa

Jamais afirmei que "o PT já era um partido de centro-esquerda" (Veja essa, 27 de fevereiro). O que declarei e reafirmo é que o PT, desde 1995, vem propondo e fazendo alianças de centro, com base em um programa de centro-esquerda.
José Dirceu
Presidente nacional do PT
São Paulo, SP

 

Jader Barbalho

Citado na reportagem "O escândalo não está nas algemas" (27 de fevereiro), gostaria de prestar a seguinte informação: a Ordem dos Advogados do Brasil é a única entidade da sociedade civil a manter comissões de defesa dos direitos humanos em suas 27 seccionais, cobrindo todo o território brasileiro. Por intermédio dessas comissões, a OAB presta assistência jurídica gratuita a milhares de homens, mulheres e crianças vítimas da violência, do preconceito e da intolerância. Infelizmente, não foi para falar deles que fui procurado pela imprensa, mas sim do ex-senador Jader Barbalho. Sendo assim, manifestei o que penso do instituto da prisão preventiva, e em nenhum momento a entidade que presido emitiu nota oficial a respeito. Ao contrário, estamos roucos de denunciar, em notas e pronunciamentos públicos, os desmandos dos mais poderosos sobre os ernanis e marias que diariamente são algemados e espancados nas delegacias. Mesmo assim, continuaremos a fazê-lo, pois acreditamos que um dia seremos ouvidos. E publicados.
Rubens Approbato Machado
Presidente nacional da OAB
Brasília, DF

A frase a mim imputada não se refere de modo algum ao meu entendimento sobre a prisão preventiva ou qualquer outra forma de prisão. Foi esclarecido ao repórter que a origem histórica da prisão se fundamentou naquela de há muito superada concepção religiosa de "crime = pecado". Meu entendimento e o do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais, do qual sou diretor, conforme os mais atuais estudos criminológicos, apontam em sentido exatamente oposto. A prisão deve ocorrer somente em casos extremos, nos quais a liberdade do acusado ou condenado coloca em risco ou traz comprovado perigo ao convívio social.
Maurício Zanoide de Moraes
São Paulo, SP

 

Diogo Mainardi

Como leitor assíduo da coluna de Diogo Mainardi e admirador de seu texto conciso, tomo a liberdade de discordar e repelir, com veemência, referências injustas à "cafajestice" de quem se filia ao PPB. Em seu artigo "Fora, Romário" (27 de fevereiro), ele foi no mínimo infeliz ao reclamar que o atleta teria demonstrado, "mais uma vez, que sua cafajestice não é só de fachada, ao se filiar ao PPB". Meu partido, o PPB, conta sim com homens que procuram honrar a desacreditada vida pública.
Deputado Severino Cavalcanti
Primeiro-secretário da Câmara dos Deputados
Brasília, DF

 

Gente

Luana Piovani não foi madrinha de bateria do Salgueiro. Ela foi passista. O Salgueiro não tem madrinha de bateria (Gente, 20 de fevereiro).
Mônica Sanches
São Paulo, SP

 

 

CORREÇÕES: Na reportagem "Saudades do Brasil" (6 de fevereiro), o correto seria dizer que Maurício de Nassau presenteou o rei da Dinamarca, Frederico III, com quadros do pintor holandês Albert Eckhout. Na nota "Acomode-se" (Para usar, 13 de fevereiro), publicamos incorretamente o nome da empresa Escriba. Diferentemente do que foi publicado em "Pelos palcos do mundo" (20 de fevereiro), o chanceler Gerhard Schroeder é chefe do governo alemão. O chefe de Estado é o presidente Johannes Rau. A foto publicada na nota "O que estou lendo" ("Guia", 27 de fevereiro) é de Hélio Lima, ex-presidente da American Express, e não de Hélio Magalhães, atual presidente da empresa. Na nota sobre o teste de DNA destinado a identificar a paternidade do filho da cantora Gloria Trevi (Datas, 27 de fevereiro), o correto é Supremo, e não Superior Tribunal Federal.

 

ROMÁRIO NA VEJA ON-LINE


O artigo "Fora, Romário", de Diogo Mainardi (27 de fevereiro), que condenou uma eventual convocação do baixinho para a Copa do Mundo de 2002, provocou grande polêmica entre os leitores. Dezenas deles concordaram com o autor, achando que o jogador já passou da idade. O grupo pró-Romário contra-atacou, sugerindo a VEJA "desconvocar" Mainardi. O assunto acabou transbordando das páginas da revista para sua versão eletrônica na internet, na qual a discussão prosseguiu ao longo de toda a semana passada, na seção Fórum, que abriga semanalmente debates sobre o tema mais polêmico da edição impressa. Um resumo das cartas dos leitores de VEJA e uma mostra da opinião dos internautas podem ser vistos na seção
Palavra do Leitor.

 

A CORRIDA AO TOPO DO EMPIRE STATE

André Penner
Empire State: 86 andares até o observatório


A leitora Lívia Tavares enviou e-mail à redação em que questiona uma informação publicada na seção Datas (13 de fevereiro). "VEJA disse que o edifício Empire State tem 86 andares. Eu acredito que sejam 102", escreveu. O Empire State Building, o prédio mais alto de Nova York, com 443 metros, tem 102 andares – ao menos na versão mais aceita. O site oficial do edifício (http://www.esbnyc.com), no entanto, fala em 103, já que o espaço em que começa a "agulha" do topo é computado como mais um andar. Algumas pessoas consideram apenas os primeiros 86 pavimentos, e a partir daí, na parte do prédio que fica acima do observatório, passam a contar a altura em pés, não mais em pisos. No caso específico da nota publicada em VEJA, a tradicional competição, batizada de corrida ao topo do Empire State Building, vai até o 86º andar, onde fica o observatório aberto ao público. O acesso dali para cima é restrito.

 

VINTE E DOIS ANOS DE FARDA


A idade do capitão Diógenes Viegas Dalle Lucca causou polêmica entre os leitores. "Na entrevista (Amarelas, 6 de fevereiro), chamou minha atenção o fato de o experiente capitão Diógenes Viegas Dalle Lucca ter completado 22 anos na polícia. Será que ele entrou na corporação aos 15 anos? Ou a idade dele não é 37 anos", questionou Abidias Ribeiro da Cruz. Outros nove leitores ficaram com a mesma pulga atrás da orelha. É o próprio Dalle Lucca quem explica: "Até 1990, a Academia de Polícia Militar do Barro Branco tinha o saudoso curso preparatório de formação de oficiais. Durante dois anos eram lecionadas todas as matérias do 2º grau e mais algumas disciplinas profissionalizantes, preparando o aluno para o curso de formação de oficiais (CFO)", diz. Aos 15 anos, disputando uma das trinta vagas com 5.246 candidatos no concurso de 1979, Dalle Lucca passou nesse vestibular e em 1º de fevereiro de 1980 iniciou o ano letivo na Academia do Barro Branco. Em 1982, terminado o preparatório, teve matrícula garantida no CFO, curso de nível superior com duração, na época, de três anos. "Em 15 de dezembro de 1984 fui declarado aspirante a oficial da Polícia Militar", informa. O capitão Dalle Lucca, que comanda o Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) da polícia paulista, está realmente há 22 anos na corporação.



 
 
   
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