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Edição 1 737 - 6 de fevereiro de 2002
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Crédito com cor local

Cartão do Bompreço é sucesso no Nordeste

A saturação do eixo Rio–São Paulo levou a indústria de cartões de crédito a se internar no Brasil em busca de novos clientes. As estatísticas mostram o aumento da aceitação dessa forma de pagamento em estabelecimentos no Norte e no Nordeste do país, onde até bem pouco tempo atrás o dinheiro de plástico era novidade. Nessas regiões, hoje ele é utilizado em um número 32% maior de lojas do que em 1998, segundo a Credicard. Outra singularidade dessa parte do país está na alta porcentagem da população que possui cartão de crédito. O número chega a 46%, contra 34% no Sudeste. O que as empresas tradicionais, como a MasterCard e a Visa, não esperavam era encontrar nessas regiões um concorrente nacional já fortemente estabelecido.

O cartão HiperCard, do Grupo Bompreço, aceito em mais de 50.000 lojas da Bahia ao Maranhão, detém 40% do mercado local. Seu público atinge 1,8 milhão de consumidores. Concebido há 32 anos como cartão de fidelidade do grupo, o HiperCard evoluiu para o de crédito nos anos 80. "A aceitação foi aumentando, o que levou vários lojistas a nos procurar para que o cartão fosse usado também no comércio", conta Raymundo de Almeida, diretor do Bompreço. Ele lembra que até há pouco tempo o Norte e o Nordeste não eram considerados áreas valiosas para as grandes operadoras do mercado. O Bompreço aproveitou essa lacuna e investiu em um cartão que admite clientes com renda a partir de apenas 300 reais. Além disso, não cobra anuidade. Da mesma forma que seus competidores maiores, oferece vantagens, como seguros e títulos de capitalização. A receita do grupo com o HiperCard chegou a 170 milhões de reais entre janeiro e setembro do ano passado. A batalha dos grandes contra esse renitente competidor local promete ser dura.

 
 
   
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