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Home  »  Revistas  »  Edição 2146 / 6 de janeiro de 2010


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Leitor

Assuntos mais comentados
Retrospectiva 2009
Especial 2010
Sean Goldman
Diogo Mainardi
A Semana (Corrupção)

 

Especial 2010

Cumprimento VEJA pelas 62 páginas de um amplo painel dos produtos, ideias e posturas que a partir de 2010 começarão a delinear mais claramente um cotidiano baseado na economia limpa.
Bartolomeu Felix de Morais
Paulista, PE

Sigo desconfiando que a hidroeletricidade não seja tão boa quanto se propaga e a eólica não tão cara quanto mostram os quadros. Por ter seus custos e impactos mais fáceis de apurar, esta sai mal na foto injustamente. A meu ver, a emissão de gás do efeito estufa causada pela energia eólica não tem como ser semelhante à das hidrelétricas, que decompõem a matéria orgânica das áreas alagadas, entre outras coisas. Perda de biodiversidade, de terras férteis, deslocamento de populações, mudança no regime dos rios – por mais que se gaste com tais impactos, colocando-os numa embalagem para presente, eles não deixam de acontecer e têm um valor difícil de ser mensurado ("O vento tem a resposta", 30 de dezembro).
Antonio Cavalcanti da Matta Ribeiro
Guarulhos, SP

Obrigado pela edição Especial 2010, principalmente pelas fotos apresentadas. São todas obras-primas.
Francisco Carlos Bernardi
São Paulo, SP

Time Life Pictures /Getty Images

Svante Arrhenius, físico sueco (1859-1927):
alerta, já no século XIX, para o risco de a emissão
de dióxido de carbono na atmosfera elevar a
temperatura média do planeta de maneira dramática
"É necessária uma nova era de crescimento econômico, mas de um crescimento convincente e ao mesmo tempo duradouro do ponto de vista social e ambiental."
Afranio Reis
Rodrigues Primo
Resende, RJ

 

 

Carta ao Leitor

Meus parabéns à Editora Abril e a VEJA pelas iniciativas a favor do clima do mundo, lançando revistas com papel certificado, substituindo a tinta da capa por um material não agressivo e embalando as revistas em sacos plásticos biodegradáveis. Eu agradeço, o planeta Terra agradece. Tomara que todos sigam o exemplo da Editora Abril.
Francisco Martins
São Gonçalo, RJ

 

Carta do Editor

A lúcida Carta do Editor (30 de dezembro) enfatiza a necessidade de mudanças e reformas estruturais, situação que se apresenta neste ano eleitoral, com a oportunidade inestimável de alternância no poder nas esferas legislativa e executiva. Que o eleitor pense nisso, relembre os escândalos políticos e reflita sobre a observação de Eça de Queiroz: "Os políticos e as fraldas devem ser mudados frequentemente e pela mesma razão".
Sergio Sued José Giudice
Campos do Jordão, SP

 

Retrospectiva 2009

O Brasil desponta como paraíso de terroristas, assassinos internacionais e políticos golpistas. É uma afronta a acolhida por parlamentares do PT, do PCdoB e do PSOL ao assassino/terrorista Cesare Battisti. Que venham os terroristas, assassinos e golpistas, pois aqui terão a cobertura do ministro da Justiça, de  parlamentares aloprados, do Itamaraty e do próprio presidente da República. Basta dizerem que os crimes praticados em seu país foram políticos, em prol da esquerda. Mas, caso vocês sejam jornalistas estrangeiros dizendo verdades, correrão o risco de ser deportados ("Bem-vindo, terrorista!", 30 de dezembro).
Edson Ferreira de Oliveira
Belo Horizonte, MG

VEJA mais uma vez emociona seus leitores com as belas lembranças das pessoas de bem e as inúmeras lambanças dos políticos de sempre.
Jorge Jossi Wagner
Ribeirão Preto, SP

VEJA é uma revista séria, indispensável. Mas desta vez me fez chorar de tanto rir ("Comigo ninguém pode", 30 de dezembro).
João Alderney Pires
Por e-mail

Não consigo entender como um semanário com a repercussão de VEJA faz um resumo do ano de 2009 e não tece sequer uma linha a respeito da conquista do Brasileirão pelo Flamengo. Marcus Villa Costa
Por e-mail

 

A Semana

Alguns afirmam que o povo brasileiro não merece os políticos que tem. Mas quem elegeu o senhor José Roberto Arruda governador de Brasília e reconduziu ao Senado o falecido senhor Antônio Carlos Magalhães, depois de ambos terem renunciado ao mandato pela patifaria da violação do painel do Senado? E quem elegeu senador o ex-presidente Collor, depois do impeachment? E quem reelegeu Lula presidente da República, depois do mensalão ("Entre a máfia e a máfia", 30 de dezembro)?
Eduardo Roberto da Silva
Natal, RN

Seria cômica, se não fosse lamentável, a memória do eleitor brasileiro, que vende seu voto em troca de mixaria e se vê no direito de cobrar uma atitude enérgica que venha a desfazer seu erro na urna eleitoral. Gostaria de alertar os amigos que irão às urnas em 2010 para o fato de que é mais fácil eleger do que brigar por impeachment depois. Então, evitem fazer bobagem na urna eletrônica.
Kleber Augusto Domingos
Por e-mail

 

Diogo Mainardi

Dei boas risadas ao ler "A chapa cabocla" (30 de dezembro). Cumprimento o competente articulista pelas verdades ditas com muito humor. Que Serra e Marina juntos iriam fazer muita água rolar é um fato, mas ganhariam a eleição?
Maria Dilma Ponte de Brito
Parnaíba, PI

A chapa cabocla implodiria a estrutura arcaica que sustenta a vida política brasileira. Ela iniciaria uma nova era. Quem sabe, além da economia estável, teríamos mais justiça social, preservação ambiental etc.
Herberto Mattos de Oliveira Filho
Ribeirão Pires, SP

 

J.R. Guzzo

O artigo "Primeira classe" (23 de dezembro) reproduz a realidade do acéfalo Judiciá-rio brasileiro e suas esdrúxulas resoluções. Culpar a legislação vigente pelas famigeradas aberrações jurídicas é fácil. Muito difícil é compreender por que bêbados ao volante atropelam e matam mas não ficam presos. Entretanto, e sem apologia, os presídios estão repletos de criminosos que cometeram delitos insignificantes em relação à vida. Na verdade, os juízes não se consideram apenas sábios, mas legítimos "irmãos" de Deus, ou seja, tudo é permitido a eles, exceto punições.
Luís Santos
Curitiba, PR

 

 

Lei Rouanet

Em vez de centralizar o poder de decisão nas mãos do estado, a reforma da Lei Rouanet vai democratizar o acesso a recursos públicos, baseada agora em critérios transparentes para aprovação de projetos a serem financiados. O objetivo é diminuir distorções que tornam a lei conhecida publicamente, como o fato de que 3% dos proponentes captam mais da metade de todo o dinheiro público para a cultura e os altos custos de intermediação feita com dinheiro do contribuinte. O novo Fundo Nacional de Cultura (FNC), hoje exclusivamente gerido pelo governo federal, passará a ter uma gestão compartilhada com artistas e empresários. Além disso, contaremos com uma rede de especialistas independentes que fará a análise dos projetos, seguindo o bom exemplo de instituições como a Capes, o CNPq e a Fapesp. O projeto deseja inverter o cenário atual, no qual 95% dos recursos que financiam a Cultura são pagos pelo contribuinte e apenas 5% vêm do setor privado. O verdadeiro investimento privado em cultura deve aumentar, assim como a presença de recursos públicos do novo fundo ("O estado quer ser crítico de arte", 23 de dezembro).
Alfredo Manevy
Secretário executivo do Ministério da Cultura
Brasília, DF

 

 

Suplicy

A seção Gente ("Vem aí o sungão 2010", 30 de dezembro) contém imprecisões. Não me coloquei como candidato à Presidência em 2010.
Eduardo Suplicy
Senador
Brasília, DF

 

Para se corresponder com a redação de VEJA: as cartas para VEJA devem trazer a assinatura, o endereço, o número da cédula de identidade e o telefone do autor. -Enviar para: Diretor de Redação, VEJA – Caixa Postal 11079 – CEP 05422-970 – São Paulo – SP; Fax: (11) 3037-5638; e-mail: veja@abril.com.br.

Por motivos de espaço ou clareza, as cartas poderão ser publicadas resumidamente. Só poderão ser publicadas na edição imediatamente seguinte as cartas que chegarem à redação até a qua-ta-feira de cada semana.

 

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