Esta
edição de VEJA apresenta, no total, 240 páginas. Destas, 121 são
de reportagens, entrevistas e artigos, quarenta acima da média. As 119
restantes são de publicidade um recorde em edições
regulares da revista. São números que impressionam e nos enchem
de orgulho. Para além de refletir o bom momento da economia brasileira,
demonstram o grau de credibilidade, amplitude e prestígio da maior e mais
influente revista do país.
Esse
prestígio pode ser medido de outras formas. Antes de mais nada, pela qualidade
dos seus leitores. Eles formam um contingente de quase 1 milhão de assinantes
e cerca de 200 000 compradores em bancas e supermercados. Nos pontos-de-venda
espalhados de norte a sul do Brasil, a circulação de VEJA é
o dobro da soma da de todas as outras revistas semanais de informação,
de acordo com os dados mais recentes do Instituto Verificador de Circulação
(IVC). A qualidade e a quantidade de leitores de VEJA atraem, é claro,
um grande número de anunciantes igualmente qualificados. Juntos, leitores
e anunciantes são a base material da independência, isenção
e liberdade de expressão do jornalismo da revista. Os assinantes, os leitores
de banca e os anunciantes impulsionam VEJA em sua missão primordial de
servir ao Brasil.
Como não poderia
deixar de ser, o cardápio editorial desta semana é ainda mais diversificado
do que o usual. Traz desde as últimas peripécias subterrâneas
do senador Renan Calheiros até a extraordinária expansão
dos cartões de crédito e débito no país. VEJA também
responde a dezenas de dúvidas a respeito da TV digital, uma novidade que
está para entrar em todos os lares brasileiros, revela a imponência
dos templos-espetáculo e explica como a medicina encara as doenças
ligadas às emoções. A extensa variedade de assuntos cobertos
habitualmente por VEJA, aliada à sua credibilidade, transformou a revista
numa referência nacional. Não é por outra razão que,
na pesquisa de 2007 da Associação Brasileira de Anunciantes, feita
em parceria com a Top Brands Consultoria e Gestão de marcas, a revista
sobe de 40% para 45% em citações espontâneas, ficando atrás
apenas de OMO, Coca-Cola e Visa como uma das marcas mais conhecidas e respeitadas
do país.