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Juntos
na lama
Jagger e McCartney são
um
fiasco de vendas
Notórios
rivais na década de 60, Mick Jagger e Paul McCartney uniram-se
no infortúnio na semana passada. Goddess in the Doorway e
Driving Rain, novos CDs do rolling stone e do ex-beatle, respectivamente,
disputam o título inglório de maior fiasco da temporada.
O disco de Jagger vendeu míseras 954 cópias em seu primeiro
dia nas lojas da Inglaterra. A muito custo, graças a uma milionária
campanha de marketing, terminou a semana passada no 44º posto das
paradas daquele país. Já o trabalho de McCartney debutou
bem e logo em seguida encalhou. Na última sexta-feira, seu disco
não estava sequer entre os 75 mais vendidos. Do outro lado do Atlântico,
as coisas não transcorreram melhor. Jagger vendeu 68.000 cópias
nos Estados Unidos e McCartney, 66.000. Números pífios para
dois ícones do rock. É difícil explicar esse desempenho
no caso de Driving Rain. O disco não tem nada de novo, mas
também não é ruim. Já Goddess in the Doorway
merece a sua sina. É ruim, ruim, ruim. Jagger soa desenxabido.
E nem se percebe que gente como Lenny Kravitz e Bono Vox participa de
algumas faixas. São 56 minutos de música, mas nenhuma "satisfaction".
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