Guia
Medidas contra invasores
Segundo os especialistas,
um conjunto de procedimentos simples pode ajudar a bloquear
o acesso de gente estranha às informações
armazenadas em laptops e celulares
Ilustração
Junião
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Desativar o Bluetooth
Comentário:
o dispositivo, que permite a troca de dados entre aparelhos
por meio de uma rede sem fio, costuma ficar ativado sempre
que o laptop ou o celular está ligado. O problema é
que, num raio de até 100 metros, uma pessoa pode ter
fácil acesso aos arquivos de outra. Daí ser
indicado acionar o Bluetooth apenas quando se for de fato
usá-lo
Criar
senhas
Comentário:
sistemas operacionais, como o Windows, oferecem um
bom mecanismo para dificultar o acesso indevido a dados pessoais.
Eles permitem criar senhas para a visualização
e a cópia dos arquivos
*#06#
Comentário:
quando se digita esse código no celular, aparece um
número correspondente ao registro do aparelho na operadora.
Só ele garante o bloqueio da linha e do próprio
telefone, caso seja roubado
"Meu dinheiro
de volta"
Os especialistas
indicam como proceder em duas situações inesperadas
(e não raras) de roubo de cartão de crédito
Situação:
a administradora prometeu,
mas não bloqueou o cartão e o ladrão
gastou à vontade
O
que fazer: ao se pedir o bloqueio, é recomendável
cobrar o número do protocolo, nem sempre fornecido
espontaneamente. Isso ajuda a recuperar o dinheiro gasto pelo
ladrão caso a operadora tenha falhado no cancelamento
do cartão. Outro procedimento útil é
registrar o fato num boletim de ocorrência mais
uma prova a favor de quem teve o cartão roubado
Situação:
a administradora se recusa
a devolver o dinheiro gasto pelo ladrão
O
que fazer: entrar com uma ação num órgão
de defesa do consumidor. A resolução vem em
cerca de duas semanas. Outra opção é
recorrer à Justiça comum. A lei permite pedir
até o dobro da quantia roubada mas o processo
dura, na melhor hipótese, dois meses
Lailson Santos
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PREJUÍZO NO CARTÃO
A administradora
Claudia Carvalho, 36 anos, caiu no conto do ladrão.
Depois que sua carteira com o cartão de crédito
desapareceu, ela recebeu um telefonema de alguém
que dizia tê-la encontrado e prometia a devolução
para o dia seguinte. Iludida, Claudia esperou mais do
que devia para fazer o bloqueio um erro básico.
Foi o tempo de o ladrão usar o cartão
à vontade. "Consegui reaver a quantia
perdida, mas sofri à toa"
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Com reportagem de Camilla Costa e Renata Betti