BUSCA

Busca avançada      
FALE CONOSCO
Escreva para VEJA
Para anunciar
Abril SAC
Publicidade
REVISTAS
VEJA
Edição 2085

5 de novembro de 2008
ver capa
NESTA EDIÇÃO
Índice
SEÇÕES
Carta ao Leitor
Entrevista
Stephen Kanitz
Leitor
Millôr
Blogosfera
PANORAMA
Imagem da Semana
Holofote
SobeDesce
Conversa
Números
Datas
Radar
Veja Essa
 

Leitor

Assuntos mais comentados

Fernanda Young (Entrevista) — 42
Eleições 2008 — 33
Lya Luft — 21
Guia (telemarketing) — 17
O assassinato de Eloá — 16

Beleza perfeita

Adorei a reportagem sobre beleza ("A perfeição é possível?", 29 de outubro). As pessoas buscam a beleza "perfeita" nos consultórios dos cirurgiões plásticos e saem de lá, não raro, mais feias, porque não levam em consideração a harmonia de seus traços. Parabéns pela excelente matéria. VEJA nos traz reportagens caprichadíssimas e bastante esclarecedoras.
Fernanda Cordeiro Gazola
Por e-mail

Muito interessante o software do engenheiro israelense Tommer Leyvand, da Universidade de Tel-Aviv. Infelizmente, nem todos têm a sorte de nascer com a beleza quase perfeita da Sandy e precisam recorrer à cirurgia plástica para mudar o que não agrada.
Corina Gomes
Por e-mail

A beleza não é só o alimento para o corpo, mas também para o espírito. Embora a perfeição seja o caminho de todo ser humano, precisamos saber seus limites, dentro da nossa finitude.
Isaac Soares de Lima
Maceió, AL

O que me espanta é alguém acreditar que exista um padrão de beleza universal. Insinuar que Gisele Bündchen e Claudia Raia poderiam ficar mais lindas é uma piada de mau gosto.
Expedito Sandro de Barros Silva
João Pessoa, PB

"Não devemos nos promover por nossos atributos físicos nem ter nossa sensualidade medida em mililitros de silicone. Uma mulher de verdade não se faz dessa maneira."
Bruna Perussello
Curitiba, PR

Susan Walsh/AP
OS LIMITES DA BELEZA
Angelina Jolie: o rosto mais bonito do mundo não precisa ser perfeito

 

Fernanda Young

Nunca li uma entrevista de Fernanda Young que não fosse interessante, deliciosa mesmo. Pela sua franqueza e também pela maneira delicada com que costuma reagir à abordagem de questões polêmicas ou até mesmo a perguntas invasivas. Pode até ser uma estratégia de marketing pessoal, o fato é que funciona – ela transmite simpatia, bom humor e uma instigante sinceridade (Entrevista, 29 de outubro).
Vera Lúcia Aves
São Paulo, SP

Amei a entrevista que VEJA fez com Fernanda Young. O título e a foto dela me chamaram atenção. Ainda não conhecia a Fernanda, nunca tinha ouvido falar dela. De cara percebi que se tratava de alguém que, como eu, fala sem ter muita noção do que vai acontecer ou, às vezes, até tendo noção, mas sem ligar a mínima. Uma pessoa autêntica!
Kesia Tamara
Campinas, SP

Admitir nossas fraquezas publicamente e lidar de forma sarcástica com o cotidiano é um ato de coragem, é se libertar das amarras impostas pelas pessoas que estão a nosso lado e que o tempo todo nos julgam, esquecendo-se de olhar para o próprio umbigo. Fernanda Young é invejável!
Libia Mara Angelo Felipe
Vitória, ES

 

Eleições 2008

Vimos nestas eleições a resposta que o eleitor brasileiro deu aos políticos: um não ao deboche e às baixarias. Não foi desta vez que o povo foi o eleitor de curral que tanto esperavam. Aqui, em Belém, demos uma espanada no barbalhismo corrupto, que se ufana de dizer que tem o apoio incondicional do amigo Lula. Afinal, perguntamos, onde anda a tão falada preferência popular de 80% do presidente?
Raymundo S. Monteiro Filho
Belém, PA

Apesar do alto índice de abstenção, o pleito realizado no Rio de Janeiro foi uma verdadeira vitória da democracia. Nunca uma eleição foi tão disputada, nunca as propostas para a cidade foram tão discutidas pelos candidatos. Foram oito debates em todos os meios de comunicação, e a população pôde conhecer bem o que pretendia cada candidato.
Antonio Carlos Araujo Dias
Rio de Janeiro, RJ

A raiva, o obscurantismo, o mau humor, a mentira, a bazófia, o oportunismo, as agressões verbais e o preconceito perderam vez definitivamente. Os que apenas atacaram, como Alckmin e Marta, receberam a mensagem da população desta maravilhosa São Paulo, cidade que, apesar de dura, tem muito amor e humor para dar.
Maria Cecília Centurion
São Paulo, SP

Depois da expressiva e inquestionável vitória de Gilberto Kassab por 60,72% dos votos válidos, sugiro à senhora Marta Suplicy que tenha sentimentos mais honrados quando se expressar sobre o povo brasileiro. Um conselho, Marta: relaxe e não goze!
Elisa Horn
Balneário Camboriu, SC

 

O assassinato de Eloá

Não vi ninguém enaltecer os atos de amizade, humanidade, desprendimento e coragem (mesmo que inconseqüente, talvez pela pouca idade) que a menina Nayara demonstrou ao voltar ao cativeiro, no seqüestro de Santo André. Que Nossa Senhora continue a iluminá-la ("As tintas do inferno", 29 de outubro).
Carlos Moura
Brasília, DF

Até agora não consigo entender como os pais de uma criança como a Eloá permitiram que ela começasse um relacionamento, aos 12 anos, com um homem de 19. Com certeza, esses pais omissos têm grande parcela de responsabilidade nessa tragédia de Santo André.
Cláudius Soares
Canoas, RS

 

Lya Luft

Felizmente, não é a primeira nem será a última vez em que Lya Luft consegue expressar a indignação de milhares de brasileiros como eu. Querida ex-professora, obrigada por fazer da sua voz a nossa. Continue, por favor, falando por nós, questionando os absurdos que nós, simples mortais, não conseguimos entender ("As bolsas e as vidas", 29 de outubro).
Norma Linck
Recife, PE

Mal reconheci a escritora nesse seu texto. Acostumei-me com sua sensibilidade, sensatez e sabedoria, especialmente quando ela fala de comportamentos, atitudes ou da psicologia e da vida. Entretanto, sua aventura pela economia me deixou preocupado, quase desapontado. Estranha ela que bilhões ou trilhões saiam dos governos (na verdade, da própria sociedade) para irrigar umas relativamente poucas instituições financeiras, enquanto milhões, talvez bilhões, de pessoas não são socorridas da fome nem da miséria ou da morte prematura. Esquece a articulista que atrás das poucas instituições financeiras estão também milhões ou bilhões de pessoas. Se todos forem arruinados, a miséria se potencializará ainda mais. Repetindo Abraham Lincoln: "Não ajudarás os pobres se arruinares os ricos".
José Assis Simões Utsch
Curitiba, PR

 

Telemarketing

Os esclarecimentos sobre as mudanças da legislação que regulamentará os call centers a partir de 1º de dezembro foram excelentes ("Disque 0800. E espere...", 29 de outubro). Esperamos que as novas regras sejam realmente cumpridas. Afinal, o cliente merece respeito!
Maria Dilma Ponte de Brito
Parnaíba, PI

 

Espionagem

A entrevista publicada por VEJA com o deputado Marcelo Itajiba ("‘O diretor da Abin mentiu ao Congresso’", 22 de outubro) revela precipitação do ilustre parlamentar que preside a CPI das Escutas Telefônicas Clandestinas, na medida em que, independentemente de críticas procedentes a respeito do uso abusivo e indiscriminado de medidas que invadem a privacidade e que constituem a razão de ser da referida CPI, faz juízo de valor precipitado em relação ao meu cliente Daniel Dantas. O fato é que ele não foi sequer julgado e, ainda assim, foi tratado pelo parlamentar como se fosse criminoso, afirmação que se repudia por revelar açodamento e desrespeito à Constituição, às leis da República e, sobretudo, à garantia do devido processo legal.
Nélio Machado
Rio de Janeiro, RJ

 

Para se corresponder com a redação de VEJA: as cartas para VEJA devem trazer a assinatura, o endereço, o número da cédula de identidade e o telefone do autor. Enviar para: Diretor de Redação, VEJA – Caixa Postal 11079 – CEP 05422-970 – São Paulo – SP;
Fax:
(11) 3037-5638; e-mail: veja@abril.com.br.

Por motivos de espaço ou clareza, as cartas poderão ser publicadas resumidamente. Só poderão ser publicadas na edição imediatamente seguinte as cartas que chegarem à redação até a quarta-feira de cada semana.

 



Publicidade
 
Publicidade

 
  VEJA | Veja São Paulo | Veja Rio | Expediente | Fale conosco | Anuncie | Newsletter |