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Cartas
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"A
reportagem sobre os transgênicos é esclarecedora.
Agora, sim, posso dizer que sou a favor dos transgênicos.
Obrigado por esse alívio."
Everaldo Santos Silva
Amargosa, BA
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Transgênicos
O
velho ditado "Não tenhas medo do fato científico,
mas da versão do fato político" enquadra-se na abordagem
do tema "transgênicos". As ciências médicas estudam,
verificam e demonstram com evidências, mas a versão
dos fatos é mais discutida e comentada, dificultando o avanço
tecnológico. A reportagem "Transgênicos Os grãos
que assustam" (29 de outubro) é brilhante, pois elucida os
fatos científicos e coíbe a versão do fato.
Parabéns.
Professor doutor Durval Ribas-Filho
Presidente da Associação Brasileira de Nutrologia
www.abdnutrologia.com.br
O Greenpeace
lamenta a reportagem. A matéria trilha o caminho da defesa
da transgenia sem levar em conta opiniões e estudos científicos
contrários à liberação das culturas
transgênicas da forma irresponsável como ela vem sendo
feita no Brasil e no mundo. É bastante reducionista colocar
de um lado os pró-transgênicos como defensores da razão
e do bom senso e do outro os ambientalistas como sendo "ecoxiitas"
e "barulhentos". Também temos a lamentar com veemência
as insinuações de má-fé feitas pela
reportagem ao trabalho realizado pela organização.
O Greenpeace há 32 anos tem se notabilizado pela irrestrita
defesa do meio ambiente e por sua atuação não
violenta como base de sua existência, não tendo jamais
tomado parte em manifestações violentas nem contra
pessoas. Quanto à citação sobre a doutora Marijane
Lisboa, uma ex-profissional do Greenpeace que hoje ocupa posição
de importância no Ministério do Meio Ambiente, a reportagem
se mostra leviana e irresponsável. O fato de ter trabalhado
no Greenpeace, ao invés de desabonador, é na verdade
evidência de que a profissional carrega consigo conhecimento
suficiente sobre a temática ambiental, a ponto de fazer jus
a um convite para compor a equipe governamental. O artigo de VEJA
é tendencioso e carente de informação. Infelizmente,
não contribui para a formação da opinião
pública.
Frank Guggenheim
Diretor executivo do Greenpeace Brasil
www.greenpeace.org.br
São Paulo, SP
VEJA
mostra mais uma vez por que é a revista escolhida pela maioria
dos leitores brasileiros. A reportagem retrata fielmente a situação
absurda em que se encontra o debate sobre a biotecnologia no Brasil
e esclarece com brilhantismo que a ciência sempre ajudou o
homem. A pergunta que fica é a seguinte: por que temos de
dar as costas, agora, ao que dizem os cientistas?
Leonardo Vilela
Deputado federal (PP-GO)
Brasília, DF
Lucidez
e informação precisa são os ingredientes da
reportagem. Muito se tem falado da transgenia, mas poucos têm
analisado sua repercussão no campo comercial, científico,
médico com isenção de ânimo e sem filigranas
interpretativas. Parabenizo a revista VEJA pelos importantes esclarecimentos
à sociedade brasileira, mostrando que é possível
fazer da imprensa um veículo útil para os brasileiros.
Nelson Marquezelli
Deputado federal (PTB-SP)
Brasília, DF
McDonald's
Com
relação à nota "Tempos difíceis" (Holofote,
29 de outubro), gostaria de fazer os seguintes esclarecimentos:
1) As vendas mundiais da McDonald's Corp. fecharam o terceiro trimestre
do ano com crescimento de 10,8% sobre igual período do ano
passado. Nos últimos seis meses, as cotações
da empresa saltaram de um patamar em torno de 16 dólares
para cerca de 24 dólares por ação; 2) O McDonald's
Brasil projeta para 2003 faturamento semelhante ao do ano passado
(1,7 bilhão de reais), quando crescemos 6,25%. Nosso desempenho
em 2003, é importante destacar, será muito superior
à média do varejo, que acumula queda média
de 7% no ano; 3) O processo de escolha do novo presidente do McDonald's
Brasil está sendo conduzido pela empresa. Ainda não
foi definido o nome, mas não será um americano; 4)
É incorreta a informação de que "alguns franqueadores
ganharam o direito de reduzir o aluguel que pagam das lojas". O
STJ determinou que um único franqueado terá direito
a pagar o aluguel mínimo durante disputa judicial com o McDonald's
Brasil. Até o momento, os tribunais deram ganho de causa
à empresa em oito das nove ações referentes
à cobrança de aluguéis.
Marcel Fleischmann
Presidente do McDonald's Brasil
Barueri, SP
Eleições
Com
relação à reportagem "Paz, amor e guerra" (29
de outubro), gostaria de exercer meu direito de fazer as seguintes
considerações: 1) Minha decisão política,
e entusiasmado empenho pessoal, para que o PL viesse a se coligar
com o PT foi feita durante o governo de FHC; 2) Na época
em que fui vítima de falsas denúncias (em 1995, requentadas
em 2001), o governo era do PSDB, o presidente da Câmara era
Aécio Neves, também do PSDB, e o corregedor da Câmara
era o deputado Barbosa Neto, do PMDB, partido também aliado
ao governo tucano; 3) Em nenhum momento a Corregedoria da Câmara
concluiu por pedir minha cassação. Durante o processo,
apresentei provas documentais de minha inocência e a inexistência
de conta bancária no exterior. A Mesa da Câmara, na
época, seguiu a recomendação do corregedor
e, com uma única abstenção e nenhum voto contra,
decidiu pelo arquivamento das denúncias.
Luiz Antônio de Medeiros
Deputado federal (PL-SP)
Brasília, DF
Foi
com indignação que li a citação de meu
nome na reportagem. Fui procurado pelo repórter de VEJA,
por intermédio da assessoria de imprensa do MTE, para falar
dos bastidores da campanha do então candidato Lula. Como
não fiz parte da equipe de campanha do presidente Luiz Inácio
Lula da Silva, recusei-me a atender ao pedido de entrevista. Durante
o processo eleitoral de 2002, participei da coordenação
de campanha do candidato ao Senado Federal por São Paulo
Aloizio Mercadante. Estranho ainda o teor da matéria, publicada
no exato momento em que a CUT e a Força Sindical realizam
a mais bem-sucedida campanha salarial unificada de sua história.
Além disso, as duas centrais estão atuando em grande
sintonia no Fórum Nacional do Trabalho, que prepara a reforma
sindical e trabalhista brasileira.
Osvaldo Martines Bargas
Secretário de Relações do Trabalho do MTE e
coordenador-geral do Fórum Nacional do Trabalho
Brasília, DF
Diante
de matéria publicada por VEJA em sua edição
1.826, a Central Única dos Trabalhadores
vem a público manifestar o seguinte: Por decisão de
sua 10ª Plenária Nacional, a CUT decidiu encaminhar
seu apoio à candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva
à Presidência da República. Em momento algum
a CUT pautou sua ação, de dirigentes e assessores,
por esquemas subterrâneos de ataque à imagem de candidatos
adversários e sindicalistas de outras centrais sindicais
ou qualquer outra iniciativa que não fosse a legítima
defesa de sua posição política. A CUT contesta
as informações da reportagem de VEJA que lhe atribuem
ações de espionagem contra outras candidaturas e nega
que tenha profissionalizado qualquer pessoa com esse fim.
Luiz Marinho
Presidente nacional da CUT
São Paulo, SP
Turismo
A
reportagem "Tem de gostar muito do Brasil" (22 de outubro), apesar
do título, fala de quanto a cultura brasileira encanta os
estrangeiros que nos visitam. Em pesquisa realizada pela Embratur,
96,12% dos turistas que vieram ao Brasil no ano passado se disseram
dispostos a voltar; 65,34% já tinham vindo ao país
anteriormente.
Eduardo Sanovicz
Presidente da Embratur
www.embratur.gov.br
Cartas
Na
seção Cartas da edição 1.826
(29 de outubro) foi publicado o comentário do doutor Caio
Moreira, sobre o tratamento de bursite do presidente Lula com as
aplicações de acupuntura feitas pelo senhor Gu Hanghu.
Na verdade, sua declaração foi infeliz e injusta.
Quando o presidente sofreu a queda e rompeu um tendão no
ombro, o ortopedista e eu fomos consultados, e lhe foi indicada
a realização na Semana Santa de cirurgia com a finalidade
de reconstituir o tendão rompido. O plano era o seguinte:
primeiro se faria a cirurgia, e no pós-operatório
eu aplicaria a acupuntura para atenuar dor e inflamação.
Porém, o presidente Lula, com medo de anestesia, cancelou
a cirurgia e resolveu fazer a acupuntura em Brasília para
alívio da dor porque outros procedimentos não tiveram
sucesso.
Doutor Hong Jin Pai
Vice-presidente da Sociedade Médica Brasileira de Acupuntura
Por e-mail
CORREÇÕES:.As
calorias do McLanche Feliz (bebida pequena, fritas pequenas e sanduíche)
nos Estados Unidos variam de 560 a 680, e não 1 100, como
foi publicado na reportagem "Magro
e rápido" (15 de outubro). .As
crianças brancas são cerca de 60% do total da população
abaixo de 15 anos de idade nos Estados Unidos, e não 13%,
como foi publicado na reportagem "A
beleza e a força dos latinos" (15 de outubro).
O nome do bancário Adam Nusbaum foi escrito
incorretamente na matéria "O
melhor para cada silhueta" (Especial VEJA Homem,
outubro de 2003). O nome da atriz que fez topless
na novela Celebridade (Veja
essa, 22 de outubro) é Juliana Paes, e não
Juliana Paes Leme. A sigla da extinta LBA significa
Legião Brasileira de Assistência, e não Legião
Brasileira da Boa Vontade ("Vem
aí mais um nome", 22 de outubro).
| Internautas
na Alca |
Diferentemente
do que foi publicado na seção A Voz do Internauta
(VEJA
on-line, 22 de outubro), o texto que corresponde
à opinião do leitor Félix José
Ximenes Ávila, de Fortaleza, Ceará, é:
"Acho a atitude do Brasil correta. Por que deve aderir
à Alca? Por que não liderar o bloco de comércio
do continente?" E o comentário sobre a Alca feito
pelo leitor Noval Benaion Mello, do Rio de Janeiro, é:
"O fortalecimento do Mercosul e o apoio à Associação
Latino-Americana de Integração podem ser
alternativas mais interessantes para nós que a
adesão à Alca". |
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