
estasemana
colunas
seções
arquivoVEJA
 |
 |
| (conteúdo
exclusivo para assinantes VEJA ou UOL) |
 |
Crie
seu grupo

|
|
Morreram:
o
ator espanhol Francisco Rabal, que trabalhou com alguns dos principais
diretores de seu país, como Luis Buñuel (em A Bela da
Tarde, Viridiana e Nazarín), Carlos Saura (Goya)
e Pedro Almodóvar (Ata-me), além do brasileiro Glauber
Rocha (Cabeças Cortadas) e dos italianos Luchino Visconti
e Michelangelo Antonioni. Esteve em cerca de 200 filmes e ganhou o prêmio
de melhor ator no Festival de Cannes, em 1984, pela participação
em Os Santos Inocentes. Ele voltava de um festival de cinema em
Montreal, no Canadá, onde havia recebido um prêmio, quando
se sentiu mal no vôo Londres-Madri. O avião fez um pouso
de emergência em Bordeaux, na França. Dia 29, de insuficiência
respiratória. Aos 75 anos.
o empresário inglês da Fórmula
1 Ken Tyrrell, fundador da escuderia Tyrrell e responsável
pelo lançamento da carreira de Jackie Stewart, piloto escocês
tricampeão mundial. Dirigiu a equipe Tyrrell de 1970 a 1988, tendo
conquistado 33 vitórias em 491 GPs. Dia 25, de câncer no
pâncreas, aos 77 anos, em Surrey, Inglaterra.
o empresário Charles Borer, ex-presidente
do clube Botafogo por dois mandatos, entre 1976 e 1981. Sua passagem pelo
time carioca foi polêmica por ter dado a palavra final na venda
da sede General Severiano à Companhia Vale do Rio Doce. A partir
daí, Borer ficou com a fama de ser responsável pela decadência
do time. Dia 28, de câncer, aos 72 anos, no Rio de Janeiro.
o sindicalista boliviano Juan Lechín,
um dos mais conhecidos líderes populares da Bolívia. Foi
representante da categoria dos mineiros, dirigente da Central Operária
Boliviana e lançou o Partido Revolucionário de Esquerda
Nacional. No poder, foi ministro de Estado e vice-presidente do governo
Paz Estenssoro, de 1952 a 1956. Exilou-se e esteve preso por dez vezes.
Dia 27, de problemas cardíacos, aos 89 anos, em La Paz.
o ator francês Philippe Léotard,
membro-fundador do Théatre du Soleil e atuante em mais de setenta
filmes, com destaque para Domicílio Conjugal, de François
Truffaut, e o musical Les Misérables. Foi autor de poesias
e de uma obra autobiográfica, na qual há destaque para sua
dependência de álcool e drogas. Dia 25, de insuficiência
respiratória, aos 60 anos, em Paris.
Multadas:
as empresas de papel higiênico Klabin Kimberly, Santher e
Melhoramentos pelo Ministério da Justiça. O valor foi
de 2 milhões de reais para cada fabricante, por terem reduzido
o conteúdo dos rolos de 40 para 30 metros sem diminuir o preço
dos produtos. Dia 29, em Brasília.
Selmy Yassuda
 |
| O
humorista Chico Anysio: internado no Rio |
Internado:
o humorista Chico Anysio, com pneumonia, no Hospital Samaritano,
transferido do Hospital Miguel Couto, em Campo Grande (MS), onde ficou
em observação por dois dias. Ele acompanhava a mulher, Malga
de Paula, que mantém negócios no município sul-mato-grossense.
Dia 30, no Rio de Janeiro.
Concedida:
a liberdade condicional para a ex-presidente sérvio-bósnia
Biljana Plavsic, que responde a acusações de genocídio
no Tribunal Penal Internacional para a antiga Iugoslávia. Ela se
entregou à corte, espontaneamente, em janeiro. Dia 29, em Haia,
Holanda.
Robson de Freitas
 |
| Caetano
Veloso: instrumentos roubados |
Roubado:
um caminhão com os instrumentos musicais e equipamentos de
palco do compositor e cantor Caetano Veloso, avaliados em cerca
de 200.000 reais. A carga ia para o Aeroporto Internacional Tom Jobim,
no Rio, com destino a Fortaleza, onde o artista tinha espetáculo
programado. O veículo foi interceptado na Avenida Brasil por quatro
homens armados. Indignado, Caetano fez um texto de protesto e anunciou
que vai votar no petista Luís Inácio Lula da Silva para
a Presidência da República. No dia seguinte ao assalto, o
caminhão foi encontrado com a carga, abandonado em um local próximo.
Dia 29, no Rio.
Ricardo Stuckert
 |
| Sérgio
Naya: recorde em indenização |
Condenado:
o ex-deputado e empreiteiro Sérgio Naya a pagar indenização
de 4,39 milhões de reais à família de Sérgio
Ricardo Martins de Almeida, ex-moradora de uma cobertura no prédio
Palace II, que desabou em fevereiro de 1998. Foi a maior indenização
já fixada até agora. A empregada do casal, Dulce Moreira
Coelho, também receberá compensação, por danos
morais, de 540.000 reais. A decisão foi da juíza Rosana
Navega Chagas, que considerou a conduta de Naya "gravíssima" por
pôr em risco a vida e a integridade da família. Dia 30, no
Rio.
AP
 |
| Maurren
Maggi: medalhas para a brasileira em Pequim |
Conquistou:
uma medalha de ouro e outra de prata a atleta brasileira Maurren Maggi,
nas olimpíadas universitárias disputadas na China, na semana
que passou. Ela venceu a prova de salto em distância, com a marca
de 6,83 metros, e chegou em segundo lugar nos 100 metros com barreiras,
com 13s13, atrás da chinesa Su Yiping, que fez 12s95. Dia 28, em
Pequim.
|
MUSA
ADOLESCENTE
AP
 |
Reuters
 |
| Aaliyah
e a lista da People: muito sucesso |
Vítima
de um acidente de avião no último sábado, quando
viajava entre as Bahamas e Miami, a cantora americana Aaliyah
preparava-se para firmar sua carreira artística depois de
assinar contrato para participar da seqüência do filme
Matrix. Além disso, em outubro, a edição
da revista Teen People, destinada ao público adolescente,
ia estampá-la na capa como integrante de uma lista de gente
sexy. Após gravar um videocliple, ela viajava em um bimotor,
em cujo acidente morreram outras oito pessoas. Aaliyah deixou três
discos bem-sucedidos de rhythm and blues gravados, nada mau para
uma carreira de cantora que teve início aos 11 anos de idade,
em Las Vegas. Aos 14, ela lançou seu primeiro álbum,
que vendeu 1 milhão de cópias. O segundo pulou para
a marca de 2 milhões. Aaliyah é pouco conhecida no
Brasil, mas dois filmes já exibidos aqui mostraram seu trabalho:
Dr. Dolittle, trilha sonora, e Romeu Tem que Morrer, elenco.
|
|

HÉLICE QUEBRADA
Ricardo Benichio
 |
|
Acidente com Rolim teve peça rompida |
As
investigações sobre a queda do helicóptero
que matou o comandante Rolim Amaro, presidente da TAM, e a gerente
comercial da empresa, Patrícia dos Santos Silva, estão
na reta final. O acidente ocorreu há dois meses em Fortuna
Guazú, a 340 quilômetros de Assunção,
no Paraguai. Na semana passada, o Dirección Nacional de Aeronáutica
Civil (Dinac), departamento da Aeronáutica do Paraguai, revelou
a VEJA os primeiros resultados das análises. O relatório
final vai divulgar que uma das hélices do R44 vermelho quebrou
e deixou a máquina fora de controle. A peça foi encontrada
pelos peritos a 75 metros dos destroços. A suspeita é
de que ela se tenha rompido por causa da força dos ventos,
que chegavam a 105 quilômetros por hora no local da queda
naquele dia. De acordo com o gerente do Dinac, Aquiles León
Gonzalez, as investigações caminham para descartar
três hipóteses levantadas na época. São
elas:
O tanque estava vazio. Segundo a perícia,
mais da metade do reservatório estava cheia de combustível.
A gerente Patrícia estava pilotando
a aeronave. A perícia encontrou fios de cabelo dela no banco
dos passageiros.
O helicóptero foi atingido por tiros.
Não foram localizados os projéteis.
Nesta semana, o aparelho será enviado à NTSB, a agência
federal americana responsável pela segurança dos transportes.
O órgão deve informar dentro de quinze dias o que
causou o rompimento da hélice, e as conclusões saem
em um mês.
|
|
|
 |