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"Nossa
língua ainda é uma das mais belas do mundo, e o dicionário
Houaiss mostrará isso."
Nilson
Figueiredo
São Paulo, SP
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Houaiss
Congratulações
pela relevante reportagem sobre o Houaiss, um marco na história
da ciência-arte de elaborar dicionários ("O poder da palavra",
29 de agosto). Até que enfim deixamos de ser o país de um
dicionário só!
Francisco Gomes de Matos
Recife, PE
Efusivos
cumprimentos pela profundidade e precisão na abordagem de um assunto
tão expressivo e lamentavelmente esquecido por quase todos os veículos
de comunicação. O jornalista Silvio Ferraz reforçou
com muita propriedade o papel de VEJA na cultura brasileira com uma consistência
que, nos dias de hoje, está quase apagada pela superficialidade
com que os temas atuais têm sido tratados.
Jorge D. Fragoso Filho
haa.jdf@terra.com.br
Sou assinante
de VEJA há quase um ano e não lembro quando foi a última
vez que uma matéria me entusiasmou tanto. Sinto-me gratificado
pelo trabalho dos pesquisadores.
Ricardo Graça Graminhani
Campinas, SP
Digno de
celebração o dicionário Houaiss, pela coragem
e pela fé dos autores e do editor, mesmo num país com o
potencial máximo de 26 milhões de leitores no universo de
170 milhões de habitantes, conforme pesquisa para o Sindicato Nacional
dos Editores de Livros. Apesar da grande exclusão, temos um dos
três mais completos dicionários do mundo.
Widson Schwartz
Londrina, PR
O português
é um idioma minucioso, com vocábulos polissêmicos,
rico em termos e simbologias. Ao definirmos palavras com sinônimos
estamos limitando a imensidão de significados. Acredito que o dicionário
Houaiss tenha dado a devida importância a todos os termos,
enfatizando a grandeza poética de cada um.
Danielle Soares
Belém, PA
|
O
MAGO E O APAGÃO
Até
a semana passada 190 comentários de leitores sobre a entrevista
com o "mago" Paulo Coelho (Amarelas, 22 de agosto)
haviam chegado à redação. Dezessete deles tinham
a mesma preocupação: o apagão. Eles escreveram
pedindo a Coelho que reconsidere sua decisão de não
mais praticar a mágica e fazer chover, para acabar com a
estiagem, afastando de vez a ameaça do apagão. "Uma
pena que Paulo Coelho esteja com preguiça de fazer chover.
Ele poderia ao mesmo tempo acabar com a seca do Nordeste, com o
racionamento de água e luz e ainda ser eleito o homem do
século", escreveu o paraibano Fábio de Barros, de
João Pessoa. Benedita Marques Araujo perguntou, indignada:
"A gente aqui no maior sufoco, ameaça de apagão, corte
de energia, multas, e o homem não quer fazer chover?". Para
José Assis Simões Utsch, Paulo Coelho "é um
impatriota, pois, tendo o poder de fazer chover, não o faz
sob a alegação de que não vale a pena gastar
tanta energia". Diante do poder declarado do mago, Ricardo Felipe
sugere que, em vez de concorrer a uma vaga na Academia Brasileira
de Letras, ele pleiteie uma cadeira na Agência Nacional de
Energia Elétrica.
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