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Edição 1 716 - 5 de setembro de 2001
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"Nossa língua ainda é uma das mais belas do mundo, e o dicionário Houaiss mostrará isso."
Nilson Figueiredo
São Paulo, SP

 

Houaiss

Congratulações pela relevante reportagem sobre o Houaiss, um marco na história da ciência-arte de elaborar dicionários ("O poder da palavra", 29 de agosto). Até que enfim deixamos de ser o país de um dicionário só!
Francisco Gomes de Matos

Recife, PE

Efusivos cumprimentos pela profundidade e precisão na abordagem de um assunto tão expressivo e lamentavelmente esquecido por quase todos os veículos de comunicação. O jornalista Silvio Ferraz reforçou com muita propriedade o papel de VEJA na cultura brasileira com uma consistência que, nos dias de hoje, está quase apagada pela superficialidade com que os temas atuais têm sido tratados.
Jorge D. Fragoso Filho
haa.jdf@terra.com.br

Sou assinante de VEJA há quase um ano e não lembro quando foi a última vez que uma matéria me entusiasmou tanto. Sinto-me gratificado pelo trabalho dos pesquisadores.
Ricardo Graça Graminhani

Campinas, SP

Digno de celebração o dicionário Houaiss, pela coragem e pela fé dos autores e do editor, mesmo num país com o potencial máximo de 26 milhões de leitores no universo de 170 milhões de habitantes, conforme pesquisa para o Sindicato Nacional dos Editores de Livros. Apesar da grande exclusão, temos um dos três mais completos dicionários do mundo.
Widson Schwartz
Londrina, PR

O português é um idioma minucioso, com vocábulos polissêmicos, rico em termos e simbologias. Ao definirmos palavras com sinônimos estamos limitando a imensidão de significados. Acredito que o dicionário Houaiss tenha dado a devida importância a todos os termos, enfatizando a grandeza poética de cada um.
Danielle Soares
Belém, PA

 

O MAGO E O APAGÃO

Até a semana passada 190 comentários de leitores sobre a entrevista com o "mago" Paulo Coelho (Amarelas, 22 de agosto) haviam chegado à redação. Dezessete deles tinham a mesma preocupação: o apagão. Eles escreveram pedindo a Coelho que reconsidere sua decisão de não mais praticar a mágica e fazer chover, para acabar com a estiagem, afastando de vez a ameaça do apagão. "Uma pena que Paulo Coelho esteja com preguiça de fazer chover. Ele poderia ao mesmo tempo acabar com a seca do Nordeste, com o racionamento de água e luz e ainda ser eleito o homem do século", escreveu o paraibano Fábio de Barros, de João Pessoa. Benedita Marques Araujo perguntou, indignada: "A gente aqui no maior sufoco, ameaça de apagão, corte de energia, multas, e o homem não quer fazer chover?". Para José Assis Simões Utsch, Paulo Coelho "é um impatriota, pois, tendo o poder de fazer chover, não o faz sob a alegação de que não vale a pena gastar tanta energia". Diante do poder declarado do mago, Ricardo Felipe sugere que, em vez de concorrer a uma vaga na Academia Brasileira de Letras, ele pleiteie uma cadeira na Agência Nacional de Energia Elétrica.

 

 
 
   
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