Edição 1963 . 5 de julho de 2006

Índice
Millôr
Stephen Kanitz
Diogo Mainardi
André Petry
Roberto Pompeu de Toledo
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
Radar
Holofote
Contexto
Datas
Veja.com
Veja essa
VEJA Recomenda
Os livros mais vendidos
 
 

Cartas

 
"Os cuidados precoces com a saúde
física e mental constituem a fórmula
para uma juventude prolongada."
Hugo Lins Coelho
Recife, PE

Corpo e mente

Vários problemas de saúde são de origem psicossomática, mas muitos médicos ignoram esse fato e não orientam o paciente a buscar ajuda especializada. Quem perde com isso é o próprio paciente, que vai atrás de tratamentos paliativos, e a causa do problema acaba não sendo tratada. Avanços nos estudos da relação corpo e mente à parte, as pessoas precisam se conscientizar de quanto desequilíbrios emocionais podem afetar a saúde e prestar mais atenção aos sinais que o corpo dá, até para ajudar na melhora de sua saúde. VEJA deu importante contribuição ao tratar com destaque um assunto tão importante ("Quando o cérebro é o médico... e o monstro", 28 de junho).
Mariana Busanelli
Jundiaí, SP

A Associação Brasileira de Medicina Psicossomática (ABMP) cumprimenta VEJA pela excelente reportagem sobre corpo e mente, particularmente pela forma esclarecedora com que tratou o tema, tornando-o acessível à comunidade em geral. O movimento psicossomático surgiu no mundo no início do século XX (no Brasil há quarenta anos), visando a resgatar princípios da medicina hipocrática, em que se busca olhar o ser humano em sua integralidade, considerando não apenas aspectos biológicos no processo do adoecer, como também suas inter-relações psicossociais.
Wilson de Oliveira Jr.
Presidente da ABMP
Recife, PE

Como presidente do Comitê Multidisciplinar de Medicina Psicossomática da Associação Paulista de Medicina (APM) e diretor da Associação Brasileira de Medicina Psicossomática, Regional São Paulo (ABMP-SP), quero cumprimentar VEJA pela excelente reportagem, uma das melhores já publicadas em uma revista semanal. Tanto pela precisão e pelo rigor técnico das informações quanto pela maneira simples e bem explicada com que abordou temas tão importantes e presentes na vida de todas as pessoas, mas nem sempre fáceis de entender e lidar. Aproveito para divulgar aos profissionais das diversas áreas da saúde que a APM está aberta a todos os que quiserem se aprofundar nesse tema tão fascinante, assim como a ABMP-SP, que oferece regularmente o curso de formação em psicossomática. Maiores informações podem ser obtidas pelo site www.psicossomatica-sp.org.br.
Artur Zular
Presidente do Comitê Multidisciplinar de Medicina Psicossomática da APM e diretor da ABMP-SP
São Paulo, SP

Eu gostaria de cumprimentá-los por abordar esse tema tão corriqueiro na prática da psicologia clínica, e acredito que meus alunos e pacientes vão aproveitar a reportagem imensamente. Gostaria apenas de esclarecer, sobre a terapia cognitivo-comportamental, que, além de ser uma abordagem bastante atual, com reconhecimento de sua eficácia e segurança provindo de pesquisas científicas ao redor do mundo, esse processo psicoterapêutico é tão profundo quanto outras terapias. Assim, é injusto acreditar que uma abordagem psicológica é mais profunda do que outras, pois na verdade cada terapia possui base em correntes filosóficas distintas, que direcionam as nossas intervenções clínicas.
Armando Ribeiro das Neves Neto
Supervisor clínico de terapia cognitivo-comportamental da USP e Unifesp
São Paulo, SP

 

Paul Johnson

As afirmações do historiador inglês Paul Johnson (Amarelas, 28 de junho) foram bastante coerentes e corajosas, condenando o marxismo. Realmente, a ideologia comunista foi um dos males que assolaram a humanidade no século passado. Se o comunismo não tivesse sido imposto ao mundo, pela força, por mais de setenta anos, nosso planeta seria outro, muito melhor e diferente.
Pedro Cândido Ferreira Filho
Belo Horizonte, MG

Entrevistas como essa mexem com a nossa imaginação. Paul Johnson defende que a criatividade é hoje a arma mais poderosa para o progresso das nações. Podemos parafrasear Peter Drucker, o pai da administração, quando afirma que inteligência, criatividade (pensar coisas) e conhecimento são atributos indispensáveis. Mas só a eficácia, por meio da inovação (fazer coisas novas), pode transformá-las em resultados.
Emanuel Leite
Por e-mail

 

Lulismo

Lula é realmente esperto. Sabe que sua imagem com o povo simples permanece intocável. Porém, devemos pensar que o povo simples não se encontra apenas nas áreas pobres. Faço psicologia, e em uma conversa com colegas de sala me espantei ao ver que pessoas que supostamente deveriam ter senso crítico e conhecimento da situação atual elevados compactuam totalmente com a gestão de Lula, e ainda acham que todas as acusações não passam de "intrigas da elite" ("Morre o petismo, nasce o lulismo", 28 de junho).
Pedro de Falco Fernandes
Uberlândia, MG

Credito a total responsabilidade por isso ao Congresso Nacional. Quando o presidente do Conselho de Ética da Câmara dos Deputados declara que "temos o pior Congresso", é sinal de que as coisas já estão mais do que preocupantes. O Congresso é a expressão do cenário político brasileiro, e seu descrédito faz com que a população tenha de acreditar num "salvador da pátria".
Marcelo Ricardo Kerscher
Joinville, SC

A reportagem sobre o lulismo é precisa e necessária, pois a sociedade brasileira tem de estar atenta a eventuais guinadas na democracia. O lulismo é um fenômeno complexo e ainda não está totalmente estabelecido. Por enquanto, é um embrião concebido no melancólico encerramento da CPI dos Correios, mas vai nascer em um eventual segundo mandato de Lula.
Marcus de Medeiros Matsushita
Marília, SP

O advento do lulismo é mais uma das vertentes nefastas da política brasileira.
Júlio Cézar Jatobá Rosa
Juazeiro, BA

 

Copa 2006

Sobre a reportagem "Os melhores reservas do mundo" (28 de junho), acredito que de mágico nesta Copa, na seleção brasileira, só resta o banco de reservas. Robinho, Cicinho e Juninho Pernambucano conferem graça e leveza a um futebol chato, feio e, por que não dizer?, pesado.
Vivian Lima Carvalho
São Paulo, SP

Nem bola de cristal poderia prever melhor as seleções que se destacariam na Copa do Mundo. Indiretamente, vocês acertaram em cheio no Guia da Copa as oito seleções classificadas para as quartas-de-final, que foram exatamente aquelas que vocês ressaltaram em cada um dos oito grupos. Até os segundos lugares de França e Ucrânia na primeira fase foram corrigidos pelas vitórias obtidas por essas duas seleções nas oitavas-de-final. Belo trabalho, que mostra que até mesmo em esportes VEJA é 10!
Gilberto Soares Albuquerque
Campos dos Goytacazes, RJ

Será que só eu fico estarrecida com a imbecilidade que toma conta do brasileiro na época da Copa? Eu gostaria de poder vestir verde-e-amarelo e esvoaçar a bandeira por razões mais nobres. É incrível que apenas o futebol seja motivo de mobilização nacional.
Rita de Cássia
Curitiba, PR

 

Cambistas na Copa

Sobre a reportagem "Mercado negro" (28 de junho), esclareço que não sou empresário de turismo, e sim dono de uma empresa de marketing esportivo, sem nenhuma relação com venda de ingressos para a Copa do Mundo. O ingresso em poder de Renato Bahia foi comprado por mim pelas vias legais e cedido a ele gratuitamente, sensibilizado que fiquei com a promessa que fez ao filho de levá-lo à Copa se só tirasse notas 10 na escola.
Alberto Belotti
Colônia, Alemanha

Quero cumprimentar VEJA pelo excelente trabalho referente à matéria "Mercado negro". Eu e meus dois filhos compramos passagens para a Alemanha em outubro de 2005 e desde então estamos tentando conseguir os ingressos. Chegamos a ficar quatro horas ininterruptas na internet e nada. O que me deixou muito triste é que, uma hora antes da partida Brasil x Croácia, um italiano tinha um punhado de ingressos da CBF, calculo que uns trinta ou mais. Comprei três a 350 euros cada um. Depois de muito negociar, ele me disse: "Eu tenho quantos você quiser, mas custam 600 euros". Os meus ingressos foram os de número 1898185 e subseqüentes, todos da nossa consagrada CBF.
João Begalli Neto
Apucarana, PR

Em referência à matéria "Mercado negro", temos a esclarecer: 1) Renato Bahia escreve uma coluna para este jornal unicamente durante a Copa do Mundo, como colaborador; 2) tendo em vista os fatos relatados por VEJA, que mostraram um comportamento, por parte do citado colaborador, não condizente com os valores e com a tradição do jornal, o Diário de Natal suspendeu, imediatamente, a colaboração do senhor Renato Bahia.
Osair Vasconcelos
Diretor de redação
Natal, RN

 

Arte

Sou admirador das pinturas de Gustav Klimt e fiquei emocionado com a reportagem "É dourado. E vale ouro" (28 de junho), sobre a venda da obra O Retrato de Adele Bloch-Bauer I. O fato de o quadro se tornar o mais caro do mundo é merecido, porém valeu muito mais ter lido a trajetória da pintura. O preço pago pela obra é insignificante se comparado a cada vida levada de maneira desumana, leviana e desonrosa pelos nazistas. Adele nos observa com olhar triste e melancólico, como se implorasse pelo retorno de uma era de glamour extinta, como se esperasse o retorno do marido, que fugiu às pressas. Pálida, luxuosa, repleta de desejos, ícone e terrivelmente viva. Sugiro que todos vejam mais duas grandes obras de Klimt: O Beijo e a imponente deusa da medicina Hygeia.
Tarcizio Dellevedove Junior
Presidente Prudente, SP

 

Lya Luft

É bastante interessante saber que, num mundo tão apressado e ocupado, ainda existem pessoas que sabem o valor da verdadeira amizade. Meus parabéns, Lya Luft ("Ensaio sobre a amizade", Ponto de vista, 28 de junho)!
Stone Sam
Natal, RN  

Ler o "Ensaio sobre a amizade", de Lya Luft, me fez refletir sobre como é bom ter e poder ser amigo. A mensagem é tocante. Foi como estar no lugar certo, com a pessoa certa, ouvindo aquela palavra amiga. Que possamos, mesmo sem uma razão especial, homenagear a amizade, sempre, ouvindo a voz que vem do coração, seja como for.
Alípio da Silva
São Paulo, SP  

Ao ler o texto, lembrei-me de pessoas especiais – os amigos presentes e os amigos distantes, pelo tempo, pelas diferenças e pela falta de "adubo" – e senti imensa saudade daqueles que não estão comigo para o que der e vier, despertei da minha própria indiferença e pretendo pegar meu regador e cuidar de todo o meu jardim. Obrigada, Lya.
Sandra Martins
Lins, SP

 

Diogo Mainardi

Faço aniversário dia 3 de julho e sinto-me presenteada antecipadamente por VEJA e Diogo Mainardi com o texto "Minha vida de Coiote" (28 de junho), metáfora perfeita para expressar sentimentos como indignação, impotência e revolta. Diogo, obrigada pela máscara do Coiote. E, se na próxima eleição não houver motivos para comemoração, caio no abismo junto com você.
Lívia Levindo Brasil
Salvador, BA  

Excelente a analogia do Coiote Mainardi e do Papa-Léguas Lula. Mas, para a infelicidade da minoria racional do Brasil, creio que esse Coiote vai ficar por muito tempo correndo atrás dessa "besta primária, um oportunista microcéfalo perfeitamente adaptado ao seu meio", que nada viu e nunca sabe de nada.
Afonso Vieira
Tangará da Serra, MT  

Torço por você, Coiote! Mesmo incrédula nessa vitória contra "nosso" Papa-Léguas, siga, Diogo!
Cíntia Franken
Farroupilha, RS  

Como sempre faço, ao abrir a edição 1 962 de VEJA fui direto para a coluna de Diogo Mainardi. Durante a leitura, notei que estava diante de uma pequena obra-prima do colunismo político. Ao ler a última e genial frase, não tive dúvida: a comparação de Lula com o Papa-Léguas foi a mais divertida metáfora da crise que eu já li, e a coluna foi a melhor que o genial Mainardi escreveu, pelo menos até agora. Com a cara preta de pólvora, eu digo: obrigado, Coiote!
Rodrigo Flores
Concórdia, SC  

Obrigada, Diogo Mainardi, por me fazer rolar de rir. Mesmo que eu tenha de cair junto com você, cairei de alma lavada. Brilhante como sempre a sua coluna. Nós, coiotes, temos a nosso favor dois valores fundamentais: a perseverança e a persistência. Não desistimos com facilidade, e não concordo com Chuck Jones quando ele define o Coiote como fanático. Eu o acho, antes de tudo, um bravo!
Rosaura G. Lima Grespan
Indaiatuba, SP

 

Varig

A Varig é uma empresa privada. Quebrou. Um consórcio é uma empresa privada. Quebra. Perguntar não ofende. Se o governo vai buscar os passageiros da Varig que estão fora do país, por que não ressarce, também, os que perdem seus direitos quando uma empresa privada quebra? O princípio é o mesmo. O Procon é para todos. Para quem vai passear em outro país também. Eu não fui para fora do país. Por que vou pagar, com meus impostos, a volta deles por terem feito negócio com uma empresa que quebrou?
Jonas Barbosa Leite Filho
Curitiba, PR

 

VEJA

Há exatamente um ano, recebi como presente de aniversário uma assinatura de VEJA. Achei a idéia fenomenal e fiquei muito contente em poder acompanhar o que vem acontecendo no Brasil. Vivo aqui na Alemanha há quase 22 anos, como músico de uma importante orquestra sinfônica e professor numa universidade. VEJA vem trazendo um pouco de Brasil para minha vida. Depois de ler tanta pouca-vergonha por parte de um governo corrupto e sem nenhuma base moral, quase preferi ficar sem informação. Que tristeza, que pouca-vergonha. Hoje na Alemanha, com o Mundial de futebol, há mais bandeiras brasileiras pelas ruas que alemãs. Parece que os alemães têm mais orgulho de ser brasileiros do que eu. Mesmo assim sou muito grato pelo presente e espero que prorroguem minha assinatura. Caso contrário, eu mesmo me presentearei. Um pouco de amor-próprio e masoquismo. Quero parabenizar a Editora Abril pelo importante trabalho que vem fazendo. Um jornalismo de muita competência e qualidade.
Marcos Fregnani-Martins
Bamberg, Alemanha

 

Carta ao leitor

A carta ao leitor "O juiz está de olho", da edição de 28 de junho, exalta a vigilância que o TSE vem exercendo sobre os atos do presidente-candidato que tentam burlar a legislação eleitoral. É ótimo que assim seja e é assim que tem de ser. Contudo, no atual caso do aumento do funcionalismo civil, há que separar o joio do trigo. Refiro-me, especificamente, ao reajuste dos funcionários do BC. Esse reajuste estava decidido desde outubro de 2005, fruto de acordo formal firmado entre o funcionalismo, a direção do Bacen e o governo (Ministério do Planejamento e Casa Civil), a vigorar a partir de janeiro de 2006 e a ser pago em duas parcelas, a primeira de 6% e a segunda de 4%, esta a partir de junho de 2006.
Renato Braga Villela
Niterói, RJ

 

Holofote

A nota publicada na seção Holofote ("Cartilha anti-Dantas", 28 de junho) registra a informação de que eu "comandaria" os fundos Previ, Petros e Funcef. Já expressei publicamente meu ponto de vista: os fundos de previdência complementar devem ser geridos sob a ótica exclusiva dos interesses dos trabalhadores. Felizmente, ao contrário de períodos anteriores da história dos fundos de pensão, em que prevaleciam comandos externos, políticos ou financeiros, hoje esses três fundos citados são confiados a técnicos e geridos de maneira transparente. Dizer que eu comando os fundos, embora me enobreça, não corresponde à verdade, e desmerece a capacidade de todo o conjunto de gestores desses fundos de pensão.
Luiz Gushiken
Chefe do Núcleo de Assuntos Estratégicos
Brasília, DF  

A diretoria executiva dos fundos de pensão Previ, Petros e Funcef manifesta sua indignação diante da insinuação de que as fundações são "comandadas por Luiz Gushiken", assim como a de terem feito mau uso do dinheiro das aposentadorias em função da produção de cartilha que explica o caso BrasilTelecom. A intenção dos fundos com a elaboração e distribuição desse material foi mostrar as práticas do Opportunity enquanto gestor, além de apontar os danos causados por essa instituição às fundações. O documento tem como objetivo esclarecer aos associados e à sociedade a real situação da companhia a partir do momento em que passou a ser controlada pelos fundos de pensão, em 2005. O investimento feito nesse tipo de publicação de nenhuma forma compromete o desempenho dos fundos ("Cartilha anti-Dantas", 28 de junho).
Guilherme Lacerda, presidente da Funcef
Sérgio Rosa, presidente da Previ
Wagner Oliveira, presidente da Petros
Brasília, DF

 

Heloísa Helena

Como réquiem à verdade, venho esclarecer que a frase a mim atribuída (N.R.: pela ex-sogra do leitor) na reportagem "Candidata arretada", publicada na página 68, linhas 14ª a 20ª, na edição 1 959 (7 de junho), é mentirosa, o que a mim não causa nenhuma surpresa.
Stanley de Carvalho
Maceió, AL

 

Quiabo

A matéria "Silvinho quiabo" (Cartas, 28 de junho) contém um pequeno erro no fim da segunda coluna: "... uma caixa de 40 quilos da leguminosa...". O quiabo é uma hortaliça da família das malváceas.
Flavio Dias
Engenheiro agrônomo
Recife, PE

CORREÇÕES: A média das notas dos leitores para o jogador Ronaldinho Gaúcho foi apontada como 5,5 no quadro "O Brasil na primeira fase" ("Veja.com", 28 de junho, página 39). A média correta do jogador é 6,56.

 

ITABORAÍ E SÃO GONÇALO

A reportagem "Os vôos da reeleição" (21 de junho) diz que o presidente Lula foi a São Gonçalo lançar a pedra fundamental do pólo petroquímico do Rio de Janeiro. O leitor Flávio de Abreu Radamarker, arquiteto e urbanista de Itaboraí, corrige: "O lançamento citado ocorreu na cidade de Itaboraí. As construções que aparecem ao fundo são as ruínas do Convento de São Boaventura (1660), cronologicamente a quinta construção conventual da Ordem Franciscana no Brasil". O convento está situado no distrito de Porto das Caixas, em Itaboraí, cidade vizinha de São Gonçalo, confirma Elma Moraes, que também mora naquele município. Mariana Abuzaid Soffe Gevaerd, de Niterói, diz que "a cidade de São Gonçalo fica a apenas trinta minutos do Rio de Janeiro (a 25 quilômetros)", não estando, portanto, no interior do estado, mas na região metropolitana da capital.

 

AS OITO SELEÇÕES DO GUIA DA COPA

Guia da Copa: destaque para as oito seleções finalistas

O leitor Gilberto Soares Albuquerque, de Campos dos Goytacazes, no estado do Rio, escreveu para lembrar que o Guia da Copa de VEJA acertou "indiretamente" as oito seleções mais fortes nos campos da Alemanha (veja a carta do leitor acima). Ele se refere ao fato de VEJA não ter respeitado os cabeças-de-chave oficiais, abrindo as matérias das chaves do Guia com Brasil, Inglaterra, Alemanha, França, Argentina, Itália, como a Fifa estabeleceu, mas trocando Espanha e México por Ucrânia e Portugal. Com isso, as oito seleções que restaram dentro da competição para as quartas-de-final são exatamente as que aparecem no Guia da Copa como as mais fortes da competição.

 
 
 
 
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