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Cartas
 | "Os
cuidados precoces com a saúde física e mental constituem a fórmula para
uma juventude prolongada." Hugo Lins Coelho
Recife, PE | Corpo
e mente Vários problemas de
saúde são de origem psicossomática, mas muitos médicos
ignoram esse fato e não orientam o paciente a buscar ajuda especializada.
Quem perde com isso é o próprio paciente, que vai atrás de
tratamentos paliativos, e a causa do problema acaba não sendo tratada.
Avanços nos estudos da relação corpo e mente à parte,
as pessoas precisam se conscientizar de quanto desequilíbrios emocionais
podem afetar a saúde e prestar mais atenção aos sinais que
o corpo dá, até para ajudar na melhora de sua saúde. VEJA
deu importante contribuição ao tratar com destaque um assunto tão
importante ("Quando o cérebro é o médico... e o monstro",
28 de junho). Mariana Busanelli Jundiaí, SP
A Associação Brasileira de Medicina Psicossomática (ABMP)
cumprimenta VEJA pela excelente reportagem sobre corpo e mente, particularmente
pela forma esclarecedora com que tratou o tema, tornando-o acessível à
comunidade em geral. O movimento psicossomático surgiu no mundo no início
do século XX (no Brasil há quarenta anos), visando a resgatar princípios
da medicina hipocrática, em que se busca olhar o ser humano em sua integralidade,
considerando não apenas aspectos biológicos no processo do adoecer,
como também suas inter-relações psicossociais. Wilson
de Oliveira Jr. Presidente da ABMP Recife, PE
Como presidente do Comitê Multidisciplinar de Medicina Psicossomática
da Associação Paulista de Medicina (APM) e diretor da Associação
Brasileira de Medicina Psicossomática, Regional São Paulo (ABMP-SP),
quero cumprimentar VEJA pela excelente reportagem, uma das melhores já
publicadas em uma revista semanal. Tanto pela precisão e pelo rigor técnico
das informações quanto pela maneira simples e bem explicada com
que abordou temas tão importantes e presentes na vida de todas as pessoas,
mas nem sempre fáceis de entender e lidar. Aproveito para divulgar aos
profissionais das diversas áreas da saúde que a APM está
aberta a todos os que quiserem se aprofundar nesse tema tão fascinante,
assim como a ABMP-SP, que oferece regularmente o curso de formação
em psicossomática. Maiores informações podem ser obtidas
pelo site www.psicossomatica-sp.org.br. Artur Zular Presidente
do Comitê Multidisciplinar de Medicina Psicossomática da APM e diretor
da ABMP-SP São Paulo, SP
Eu gostaria de cumprimentá-los por abordar esse tema tão corriqueiro
na prática da psicologia clínica, e acredito que meus alunos e pacientes
vão aproveitar a reportagem imensamente. Gostaria apenas de esclarecer,
sobre a terapia cognitivo-comportamental, que, além de ser uma abordagem
bastante atual, com reconhecimento de sua eficácia e segurança provindo
de pesquisas científicas ao redor do mundo, esse processo psicoterapêutico
é tão profundo quanto outras terapias. Assim, é injusto acreditar
que uma abordagem psicológica é mais profunda do que outras, pois
na verdade cada terapia possui base em correntes filosóficas distintas,
que direcionam as nossas intervenções clínicas. Armando
Ribeiro das Neves Neto Supervisor clínico de terapia cognitivo-comportamental
da USP e Unifesp São Paulo, SP
Paul Johnson As afirmações
do historiador inglês Paul Johnson (Amarelas, 28 de junho) foram bastante
coerentes e corajosas, condenando o marxismo. Realmente, a ideologia comunista
foi um dos males que assolaram a humanidade no século passado. Se o comunismo
não tivesse sido imposto ao mundo, pela força, por mais de setenta
anos, nosso planeta seria outro, muito melhor e diferente. Pedro Cândido
Ferreira Filho Belo Horizonte, MG
Entrevistas como essa mexem com a nossa imaginação. Paul Johnson
defende que a criatividade é hoje a arma mais poderosa para o progresso
das nações. Podemos parafrasear Peter Drucker, o pai da administração,
quando afirma que inteligência, criatividade (pensar coisas) e conhecimento
são atributos indispensáveis. Mas só a eficácia, por
meio da inovação (fazer coisas novas), pode transformá-las
em resultados. Emanuel Leite Por e-mail
Lulismo
Lula é realmente esperto. Sabe que sua imagem com o povo simples permanece
intocável. Porém, devemos pensar que o povo simples não se
encontra apenas nas áreas pobres. Faço psicologia, e em uma conversa
com colegas de sala me espantei ao ver que pessoas que supostamente deveriam ter
senso crítico e conhecimento da situação atual elevados compactuam
totalmente com a gestão de Lula, e ainda acham que todas as acusações
não passam de "intrigas da elite" ("Morre o petismo, nasce o lulismo",
28 de junho). Pedro de Falco Fernandes Uberlândia, MG
Credito a total responsabilidade por isso
ao Congresso Nacional. Quando o presidente do Conselho de Ética da Câmara
dos Deputados declara que "temos o pior Congresso", é sinal de que as coisas
já estão mais do que preocupantes. O Congresso é a expressão
do cenário político brasileiro, e seu descrédito faz com
que a população tenha de acreditar num "salvador da pátria".
Marcelo Ricardo Kerscher Joinville, SC
A reportagem sobre o lulismo é precisa e necessária, pois a sociedade
brasileira tem de estar atenta a eventuais guinadas na democracia. O lulismo é
um fenômeno complexo e ainda não está totalmente estabelecido.
Por enquanto, é um embrião concebido no melancólico encerramento
da CPI dos Correios, mas vai nascer em um eventual segundo mandato de Lula.
Marcus de Medeiros Matsushita Marília, SP
O advento do lulismo é mais uma das vertentes nefastas da política
brasileira. Júlio Cézar Jatobá Rosa Juazeiro,
BA Copa 2006
Sobre a reportagem "Os melhores reservas
do mundo" (28 de junho), acredito que de mágico nesta Copa, na seleção
brasileira, só resta o banco de reservas. Robinho, Cicinho e Juninho Pernambucano
conferem graça e leveza a um futebol chato, feio e, por que não
dizer?, pesado. Vivian Lima Carvalho São Paulo, SP
Nem bola de cristal poderia
prever melhor as seleções que se destacariam na Copa do Mundo. Indiretamente,
vocês acertaram em cheio no Guia da Copa as oito seleções
classificadas para as quartas-de-final, que foram exatamente aquelas que vocês
ressaltaram em cada um dos oito grupos. Até os segundos lugares de França
e Ucrânia na primeira fase foram corrigidos pelas vitórias obtidas
por essas duas seleções nas oitavas-de-final. Belo trabalho, que
mostra que até mesmo em esportes VEJA é 10! Gilberto Soares
Albuquerque Campos dos Goytacazes, RJ
Será que só eu fico estarrecida com a imbecilidade que toma conta
do brasileiro na época da Copa? Eu gostaria de poder vestir verde-e-amarelo
e esvoaçar a bandeira por razões mais nobres. É incrível
que apenas o futebol seja motivo de mobilização nacional. Rita
de Cássia Curitiba, PR
Cambistas na Copa Sobre a reportagem
"Mercado negro" (28 de junho), esclareço que não sou empresário
de turismo, e sim dono de uma empresa de marketing esportivo, sem nenhuma relação
com venda de ingressos para a Copa do Mundo. O ingresso em poder de Renato Bahia
foi comprado por mim pelas vias legais e cedido a ele gratuitamente, sensibilizado
que fiquei com a promessa que fez ao filho de levá-lo à Copa se
só tirasse notas 10 na escola. Alberto Belotti Colônia,
Alemanha Quero cumprimentar VEJA
pelo excelente trabalho referente à matéria "Mercado negro". Eu
e meus dois filhos compramos passagens para a Alemanha em outubro de 2005 e desde
então estamos tentando conseguir os ingressos. Chegamos a ficar quatro
horas ininterruptas na internet e nada. O que me deixou muito triste é
que, uma hora antes da partida Brasil x Croácia, um italiano tinha um punhado
de ingressos da CBF, calculo que uns trinta ou mais. Comprei três a 350
euros cada um. Depois de muito negociar, ele me disse: "Eu tenho quantos você
quiser, mas custam 600 euros". Os meus ingressos foram os de número 1898185
e subseqüentes, todos da nossa consagrada CBF. João Begalli
Neto Apucarana, PR Em referência
à matéria "Mercado negro", temos a esclarecer: 1) Renato Bahia escreve
uma coluna para este jornal unicamente durante a Copa do Mundo, como colaborador;
2) tendo em vista os fatos relatados por VEJA, que mostraram um comportamento,
por parte do citado colaborador, não condizente com os valores e com a
tradição do jornal, o Diário de Natal suspendeu, imediatamente,
a colaboração do senhor Renato Bahia. Osair Vasconcelos
Diretor de redação Natal, RN Arte
Sou admirador das pinturas de Gustav Klimt
e fiquei emocionado com a reportagem "É dourado. E vale ouro" (28 de junho),
sobre a venda da obra O Retrato de Adele Bloch-Bauer I. O fato de o quadro
se tornar o mais caro do mundo é merecido, porém valeu muito mais
ter lido a trajetória da pintura. O preço pago pela obra é
insignificante se comparado a cada vida levada de maneira desumana, leviana e
desonrosa pelos nazistas. Adele nos observa com olhar triste e melancólico,
como se implorasse pelo retorno de uma era de glamour extinta, como se esperasse
o retorno do marido, que fugiu às pressas. Pálida, luxuosa, repleta
de desejos, ícone e terrivelmente viva. Sugiro que todos vejam mais duas
grandes obras de Klimt: O Beijo e a imponente deusa da medicina Hygeia.
Tarcizio Dellevedove Junior Presidente Prudente, SP
Lya Luft É
bastante interessante saber que, num mundo tão apressado e ocupado, ainda
existem pessoas que sabem o valor da verdadeira amizade. Meus parabéns,
Lya Luft ("Ensaio sobre a amizade", Ponto de vista, 28 de junho)! Stone
Sam Natal, RN Ler
o "Ensaio sobre a amizade", de Lya Luft, me fez refletir sobre como é bom
ter e poder ser amigo. A mensagem é tocante. Foi como estar no lugar certo,
com a pessoa certa, ouvindo aquela palavra amiga. Que possamos, mesmo sem uma
razão especial, homenagear a amizade, sempre, ouvindo a voz que vem do
coração, seja como for. Alípio da Silva São
Paulo, SP Ao ler o texto, lembrei-me
de pessoas especiais os amigos presentes e os amigos distantes, pelo tempo,
pelas diferenças e pela falta de "adubo" e senti imensa saudade
daqueles que não estão comigo para o que der e vier, despertei da
minha própria indiferença e pretendo pegar meu regador e cuidar
de todo o meu jardim. Obrigada, Lya. Sandra Martins Lins, SP
Diogo Mainardi
Faço aniversário dia 3 de julho e sinto-me presenteada antecipadamente
por VEJA e Diogo Mainardi com o texto "Minha vida de Coiote" (28 de junho), metáfora
perfeita para expressar sentimentos como indignação, impotência
e revolta. Diogo, obrigada pela máscara do Coiote. E, se na próxima
eleição não houver motivos para comemoração,
caio no abismo junto com você. Lívia Levindo Brasil
Salvador, BA Excelente a analogia
do Coiote Mainardi e do Papa-Léguas Lula. Mas, para a infelicidade da minoria
racional do Brasil, creio que esse Coiote vai ficar por muito tempo correndo atrás
dessa "besta primária, um oportunista microcéfalo perfeitamente
adaptado ao seu meio", que nada viu e nunca sabe de nada. Afonso Vieira
Tangará da Serra, MT
Torço por você, Coiote! Mesmo incrédula nessa vitória
contra "nosso" Papa-Léguas, siga, Diogo! Cíntia Franken
Farroupilha, RS Como sempre
faço, ao abrir a edição 1 962 de VEJA fui direto para a coluna
de Diogo Mainardi. Durante a leitura, notei que estava diante de uma pequena obra-prima
do colunismo político. Ao ler a última e genial frase, não
tive dúvida: a comparação de Lula com o Papa-Léguas
foi a mais divertida metáfora da crise que eu já li, e a coluna
foi a melhor que o genial Mainardi escreveu, pelo menos até agora. Com
a cara preta de pólvora, eu digo: obrigado, Coiote! Rodrigo Flores
Concórdia, SC Obrigada,
Diogo Mainardi, por me fazer rolar de rir. Mesmo que eu tenha de cair junto com
você, cairei de alma lavada. Brilhante como sempre a sua coluna. Nós,
coiotes, temos a nosso favor dois valores fundamentais: a perseverança
e a persistência. Não desistimos com facilidade, e não concordo
com Chuck Jones quando ele define o Coiote como fanático. Eu o acho, antes
de tudo, um bravo! Rosaura G. Lima Grespan Indaiatuba, SP
Varig A Varig é uma empresa privada.
Quebrou. Um consórcio é uma empresa privada. Quebra. Perguntar não
ofende. Se o governo vai buscar os passageiros da Varig que estão fora
do país, por que não ressarce, também, os que perdem seus
direitos quando uma empresa privada quebra? O princípio é o mesmo.
O Procon é para todos. Para quem vai passear em outro país também.
Eu não fui para fora do país. Por que vou pagar, com meus impostos,
a volta deles por terem feito negócio com uma empresa que quebrou? Jonas
Barbosa Leite Filho Curitiba, PR
VEJA Há exatamente um ano, recebi
como presente de aniversário uma assinatura de VEJA. Achei a idéia
fenomenal e fiquei muito contente em poder acompanhar o que vem acontecendo no
Brasil. Vivo aqui na Alemanha há quase 22 anos, como músico de uma
importante orquestra sinfônica e professor numa universidade. VEJA vem trazendo
um pouco de Brasil para minha vida. Depois de ler tanta pouca-vergonha por parte
de um governo corrupto e sem nenhuma base moral, quase preferi ficar sem informação.
Que tristeza, que pouca-vergonha. Hoje na Alemanha, com o Mundial de futebol,
há mais bandeiras brasileiras pelas ruas que alemãs. Parece que
os alemães têm mais orgulho de ser brasileiros do que eu. Mesmo assim
sou muito grato pelo presente e espero que prorroguem minha assinatura. Caso contrário,
eu mesmo me presentearei. Um pouco de amor-próprio e masoquismo. Quero
parabenizar a Editora Abril pelo importante trabalho que vem fazendo. Um jornalismo
de muita competência e qualidade. Marcos Fregnani-Martins Bamberg,
Alemanha Carta ao leitor
A carta ao leitor "O juiz está de
olho", da edição de 28 de junho, exalta a vigilância que o
TSE vem exercendo sobre os atos do presidente-candidato que tentam burlar a legislação
eleitoral. É ótimo que assim seja e é assim que tem de ser.
Contudo, no atual caso do aumento do funcionalismo civil, há que separar
o joio do trigo. Refiro-me, especificamente, ao reajuste dos funcionários
do BC. Esse reajuste estava decidido desde outubro de 2005, fruto de acordo formal
firmado entre o funcionalismo, a direção do Bacen e o governo (Ministério
do Planejamento e Casa Civil), a vigorar a partir de janeiro de 2006 e a ser pago
em duas parcelas, a primeira de 6% e a segunda de 4%, esta a partir de junho de
2006. Renato Braga Villela Niterói, RJ
Holofote
A nota publicada na seção Holofote ("Cartilha anti-Dantas", 28 de
junho) registra a informação de que eu "comandaria" os fundos Previ,
Petros e Funcef. Já expressei publicamente meu ponto de vista: os fundos
de previdência complementar devem ser geridos sob a ótica exclusiva
dos interesses dos trabalhadores. Felizmente, ao contrário de períodos
anteriores da história dos fundos de pensão, em que prevaleciam
comandos externos, políticos ou financeiros, hoje esses três fundos
citados são confiados a técnicos e geridos de maneira transparente.
Dizer que eu comando os fundos, embora me enobreça, não corresponde
à verdade, e desmerece a capacidade de todo o conjunto de gestores desses
fundos de pensão. Luiz Gushiken Chefe do Núcleo de
Assuntos Estratégicos Brasília, DF
A diretoria executiva dos fundos de pensão Previ, Petros e Funcef manifesta
sua indignação diante da insinuação de que as fundações
são "comandadas por Luiz Gushiken", assim como a de terem feito mau uso
do dinheiro das aposentadorias em função da produção
de cartilha que explica o caso BrasilTelecom. A intenção dos fundos
com a elaboração e distribuição desse material foi
mostrar as práticas do Opportunity enquanto gestor, além de apontar
os danos causados por essa instituição às fundações.
O documento tem como objetivo esclarecer aos associados e à sociedade a
real situação da companhia a partir do momento em que passou a ser
controlada pelos fundos de pensão, em 2005. O investimento feito nesse
tipo de publicação de nenhuma forma compromete o desempenho dos
fundos ("Cartilha anti-Dantas", 28 de junho). Guilherme Lacerda, presidente
da Funcef Sérgio Rosa, presidente da Previ Wagner Oliveira,
presidente da Petros Brasília, DF
Heloísa Helena Como réquiem
à verdade, venho esclarecer que a frase a mim atribuída (N.R.:
pela ex-sogra do leitor) na reportagem "Candidata arretada", publicada na
página 68, linhas 14ª a 20ª, na edição 1 959 (7
de junho), é mentirosa, o que a mim não causa nenhuma surpresa.
Stanley de Carvalho Maceió, AL
Quiabo A matéria "Silvinho quiabo"
(Cartas, 28 de junho) contém um pequeno erro no fim da segunda coluna:
"... uma caixa de 40 quilos da leguminosa...". O quiabo é uma hortaliça
da família das malváceas. Flavio Dias Engenheiro
agrônomo Recife, PE
CORREÇÕES: A média
das notas dos leitores para o jogador Ronaldinho Gaúcho foi apontada como
5,5 no quadro "O Brasil na primeira fase" ("Veja.com", 28 de junho, página
39). A média correta do jogador é 6,56.
| ITABORAÍ E SÃO
GONÇALO A
reportagem "Os vôos da reeleição" (21 de junho) diz que o
presidente Lula foi a São Gonçalo lançar a pedra fundamental
do pólo petroquímico do Rio de Janeiro. O leitor Flávio de
Abreu Radamarker, arquiteto e urbanista de Itaboraí, corrige: "O lançamento
citado ocorreu na cidade de Itaboraí. As construções que
aparecem ao fundo são as ruínas do Convento de São Boaventura
(1660), cronologicamente a quinta construção conventual da Ordem
Franciscana no Brasil". O convento está situado no distrito de Porto das
Caixas, em Itaboraí, cidade vizinha de São Gonçalo, confirma
Elma Moraes, que também mora naquele município. Mariana Abuzaid
Soffe Gevaerd, de Niterói, diz que "a cidade de São Gonçalo
fica a apenas trinta minutos do Rio de Janeiro (a 25 quilômetros)", não
estando, portanto, no interior do estado, mas na região metropolitana da
capital. | |
| AS OITO SELEÇÕES
DO GUIA DA COPA
 | | Guia
da Copa: destaque para as oito seleções finalistas |
O
leitor Gilberto Soares Albuquerque, de Campos dos Goytacazes, no estado do Rio,
escreveu para lembrar que o Guia da Copa de VEJA acertou "indiretamente"
as oito seleções mais fortes nos campos da Alemanha (veja
a carta do leitor acima). Ele se refere ao fato de VEJA não ter
respeitado os cabeças-de-chave oficiais, abrindo as matérias das
chaves do Guia com Brasil, Inglaterra, Alemanha, França, Argentina,
Itália, como a Fifa estabeleceu, mas trocando Espanha e México por
Ucrânia e Portugal. Com isso, as oito seleções que restaram
dentro da competição para as quartas-de-final são exatamente
as que aparecem no Guia da Copa como as mais fortes da competição.
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