|
|
|
Edição
1 656 -5/7/2000
|
|
|
Os juízes de linha do venerado torneio de tênis de Wimbledon receberam uma orientação insólita na semana passada: ater-se rigorosamente às jogadas e não às pernas e demais atributos da loirinha russa Anna Kournikova. Sem nunca ter ganho um torneio, Kournikova, 19 anos, amealhou no ano passado 10 milhões de dólares (quase tudo em publicidade) e é a atleta mais acessada na internet. Tudo graças à beleza, infinitamente superior à qualidade de seus voleios. Em Wimbledon, foi eliminada no segundo jogo.
|
AP![]() |
| Fabíloa: nadando para Sydney |
Reinstalada nos Estados Unidos, onde mora há seis anos
e de onde parte para Sydney em agosto, a paulista Fabíola
Molina, 25, ainda se belisca para acreditar que é
a primeira nadadora brasileira a se classificar para as Olimpíadas
desde 1988. A classificação foi raspando
o comitê do Brasil resolveu relevar os 2 centésimos
de segundo que faltaram para ela atingir a marca exigida.
Nem os pais da moça punham fé. "Eles não
compraram ingresso e agora estão correndo atrás",
conta Fabíola, que é formada em teatro e quer
trabalhar em televisão quando parar de competir.
![]() |
| Madonna na ilha grega: barraca compartilhada |
Sem maquiagem, cabelo preso num rabinho, barrigão de seis
meses à mostra e evidentemente fora de forma (para alívio
das invejosas, que nunca suportaram toda aquela malhação),
a cantora Madonna, 42 anos, diverte-se em família no
verão europeu. Em família mesmo. Numa ilhazinha grega, compartilham
a mesma barraca o pai do bebê, o diretor de cinema inglês
Guy Ritchie, a filhinha de 3 anos de Madonna, Lourdes, e o
pai dela, o personal trainer cubano-americano Carlos León.
Isso mesmo: em vez de interromper as férias para que León
visse a filha, Madonna, modernamente, optou por levá-lo a
reboque.
Abaixo o heróiPara a crítica britânica, não resta dúvida: Hollywood tem birra com a Inglaterra e Mel Gibson é sua irritante personificação. Primeiro foi Coração Valente, em que uma carnificina recíproca virou cruzada dos bonzinhos escoceses contra os ingleses do mal. Agora, em O Patriota, ele transforma em herói sem mácula da luta contra desalmados ingleses um personagem da guerra da independência americana, Francis Marion, uma espécie de bandeirante do Hemisfério Norte. A bronca é atribuída às raízes do ator. Na Austrália, onde ele foi criado, falar mal dos ingleses é esporte nacional. |
Columbia Tristar![]() |
| Gibson: sempre contra os ingleses |
Editado por
Lizia Bydlowski.
Colaboraram Adriana Carranca e Ronaldo França