Publicidade
buscas
cidades PROGRAME-SE
Edição 1 754 - 5 de junho de 2002
Cartas

estasemana
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Índice
Seções
Brasil
Internacional
Geral
Economia e Negócios
Guia
Artes e Espetáculos

colunas
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Stephen Kanitz
Gustavo Franco
Diogo Mainardi
Roberto Pompeu de Toledo

seções
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Carta ao leitor
Entrevista

Cartas
Radar
Holofote
Contexto
Veja essa
Arc
Gente
Datas

Para usar
VEJA on-line
VEJA Recomenda
Os livros mais vendidos

arquivoVEJA
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Arquivo 1997-2002
Reportagens de capa
2000|2001|2002
Entrevistas
2000|2001|2002
Busca somente texto
96|97|98|99|00|01|02


Crie seu grupo




 
"VEJA exibiu a real face da globalização por meio de um jornalismo dinâmico e prudente."
Marcelo Marcos Rodrigues Leite Filho
Olinda, PE

 

Globalização

A reportagem de capa de VEJA mostra de forma clara as dificuldades encontradas com a globalização. Isoladas, as nações não têm a mesma força do conjunto. No entanto, resolver as questões globais é uma tarefa que impõe imensos desafios aos governos. Entre eles, universalizar o desenvolvimento, conciliar a expansão empresarial com a geração de empregos e compatibilizar o crescimento econômico com a preservação ambiental. Superadas essas dificuldades, a globalização trará os benefícios esperados ("Globalização: há o que comemorar?", 29 de maio).
Roberto Szabunia
Joinville, SC

Os 350 bilhões de dólares que as nações ricas gastam por ano para proteger seus agricultores afetam centenas de milhões de camponeses no mundo inteiro e inviabilizam aquela que seria a alternativa mais natural para o desenvolvimento de muitos países.
Jorge A. Nurkin
São Paulo, SP

Quem mais teme a globalização nos países subdesenvolvidos como o Brasil são as oligarquias locais, incapazes de manter seu poder e domínio ante uma oligarquia mundial muito mais competitiva.
Alvaro Antunes
Curitiba, PR

Os problemas da globalização seriam amenizados se tanto os países desenvolvidos quanto os em desenvolvimento parassem de buscar retorno imediato dos investimentos, deixassem de ser egocentrados e hedonistas e levassem a ética e os padrões morais em consideração.
Luiz Paulo de Oliveira Infante
Londrina, PR

A globalização é a nova força motora da humanidade. Cumpre estabelecer em todas as áreas as bases para uma globalização solidária, situando-a dentro de um contexto amplo, benéfico e repartitivo, que contemple o homem como pessoa em qualquer lugar onde ele viva.
João Hélio Rocha
Nova Friburgo, RJ

O chamado Terceiro Mundo não tem o que comemorar. A globalização só evidenciou nossas limitações diante do Primeiro Mundo, que sempre praticou uma política excludente.
Antônio José dos Anjos Brito
Salvador, BA

Não temos escolha se não quisermos perder o bonde. Sou funcionário de uma multinacional poderosa e recebo um salário vergonhoso. No entanto, não posso largar o emprego, pois não tenho poupança nem ações no mercado. Temos de agüentar. Prosperidade econômica é para a próxima geração.
Atsushi Matsuguma
Petrópolis, RJ

O prêmio Nobel de Economia Joseph Stiglitz condena o unilateralismo dos Estados Unidos e sua postura autoritária com relação ao desrespeito à soberania dos países pobres. Muitos avanços ocorreram com a globalização, porém a liderança intolerante do senhor George W. Bush vem causando verdadeiros estragos, principalmente para nós, abaixo da linha do Equador.
Ângela Luiza S. Bonacci
Pindamonhangaba, SP

 

Sharon Franquemont

Fiquei muito feliz e satisfeito ao ver, nas Páginas Amarelas de VEJA (29 de maio), a muito bem conduzida entrevista com a psicóloga americana Sharon Franquemont, abordando o tema da intuição. Mais feliz ainda em saber que o tema já é matéria do curso de psicologia da Universidade John F. Kennedy, na Califórnia. A intuição é de extrema valia para nossas decisões e condutas na vida. Tendo-a como aliada fiel da razão, poderemos alçar altos vôos no transcorrer de nossa vida.
Doutor Edson F. Nascimento
Ribeirão Preto, SP

Sharon Franquemont deixou claro que não adianta querer compreender tudo apenas com o intelecto. É necessário recorrer concomitantemente à ajuda das emoções e da criatividade, pois não podemos desperdiçar uma nova e atraente forma de inteligência que permanece ociosa em favor do conhecimento racional: a intuição.
Hugo Lins B. Coelho
Recife, PE

Estatística bem simples revelará que o valor da intuição é função do conhecimento e experiência subjacentes. Nos meios esclarecidos e intelectualmente honestos, sempre se considerou infantilidade a afirmação de Sócrates de que nascemos sabendo – o que seria o fundamento da intuição. A "descoberta" feita por Sharon Franquemont é a da antiquíssima receita da popularidade fácil: incitar a proceder irresponsavelmente. As afirmações que ela atribui a Richard Strauss e Giacomo Puccini significam que eles conheciam o valor publicitário da mistificação – do mesmo modo que nosso Guimarães Rosa a propósito de seu conto A Terceira Margem do Rio. Em vez de ser elogio, o que a autora diz do povo brasileiro significa: "É um dos mais atrasados do mundo".
Angelo R. Rabello
rabellooleg@bol.com.br

 

Claudio de Moura Castro

Profundamente lúcido o artigo de Claudio de Moura Castro sobre a enxurrada de informações que sufoca e desmotiva os estudantes, sem, contudo, ampliar-lhes a visão de mundo. Os educadores precisam tomar conhecimento da nova ordem que norteia os empregadores em sintonia com os tempos atuais. As vagas dessas empresas não são mais preenchidas pelos candidatos cujo currículo é avaliado em quilogramas ("Naufrágio curricular", Ponto de vista, 29 de maio).
Carla Grimm
São Gabriel do Oeste, MS

De forma simples, Claudio de Moura Castro esclareceu perfeitamente a razão principal da falta de conhecimento dos estudantes brasileiros: a estagnação do sistema educacional. Esta faz com que os alunos apenas decorem e não apliquem na prática os conhecimentos adquiridos, o que é uma lástima.
Fábio Pacheco
Porto Alegre, RS

Como estudante do terceiro ano do ensino médio, sinto-me muitas vezes submetido à sufocante necessidade de reter uma imensa gama de conhecimentos, freqüentemente supérfluos. É importante também criticar o conteúdo programático dos exames vestibulares, que exigem de aspirantes a engenheiro informações de biologia úteis apenas, profissionalmente, a candidatos aos cursos da área de saúde.
Conrado Paiva Meira de Oliveira
Recife, PE

O ponto de vista de Claudio de Moura é excelente por mostrar a realidade de uma forma mais clara ao referir-se à educação. Acho que a maioria dos estudantes se limita a decorar fórmulas e textos para atingir um objetivo único, ou seja, ser aprovado em testes.
Richard Rocha Lima
Porto Velho, RO

Fiquei maravilhado por perceber que existem pessoas preocupadas com o rumo apressado que a vida moderna impõe à educação; e chocado por esse texto ter servido de espelho para mim, pois sou professor e acabo de notar que até então estava repetindo um método exaustivo que sufoca com superficiais "exatidões" o exercício de pensar.
Luis Carlos dos Santos Patricio
Niterói, RJ

 

Radar

É assustadora e preocupante a falta de capacidade administrativa do PT e de seus integrantes. Com tantos problemas a ser resolvidos na cidade de São Paulo, dona Marta Suplicy pretende gastar o dinheiro do contribuinte com a pintura eleitoreira dos caminhões de lixo. Como sugestão, poderia também ser pintada a cara dos paulistanos. De palhaço... ("Só falta a estrela", 29 de maio).
Eduardo Augusto de Campos
Indaiatuba, SP

 

Arc

Como o Arc, eu também não entendo por que tanto fuzuê em torno das eleições e, o que é pior, tão cedo. Eles poderiam iniciar a propaganda eleitoral uma semana antes do pleito. Só assim não haveria a possibilidade de tudo mudar tão de repente ("Arc e as pesquisas eleitorais", 29 de maio).
Guilherme Gevaerd Silvestrin Pontes
Florianópolis, SC

 

Sucessão

Com relação à reportagem "O V da vitória. A vitória do marketing" (29 de maio), segundo a qual os tucanos associam o candidato Lula ao risco de transformar o Brasil numa Argentina, vejo o contrário. Lula poderá mirar-se no presidente Roosevelt e, por meio de uma política de "boa vizinhança", ajudar a Argentina a transformar-se num Brasil.
Manoel Messias Pinheiro Santos
Brasília, DF

Inteligentíssima a escolha de Rita Camata (PMDB-ES) para a vaga de vice na chapa de José Serra à Presidência. Mulher, jovem, madura, parlamentar das mais combativas e atuantes na Câmara dos Deputados, musa da Constituinte de 1988, redatora do Estatuto da Criança e do Adolescente, curiosa dos temas sociais, Rita em boa hora dá charme, brilho e leveza a uma dobradinha antes morna e sem sal, em que pese o preparo técnico de Serra. Trata-se de a Bela e a Fera em versão tupiniquim. Que venha o horário eleitoral ("Estranha no ninho tucano", 29 de maio).
Gustavo Henrique de B. Alves Freire
Recife, PE

 

Santa Catarina

Escolhi Florianópolis para morar há cerca de dois anos. Não poderia ter feito melhor! O Estado de Santa Catarina enche de orgulho até mesmo a nós, migrantes, que nos encantamos com esta gente, esta terra. Aqui, neste pedacinho de Brasil, dá até para dizer que "este é um país sério". Pena que os outros Estados do Brasil não tenham a mesma postura dos (agora) nossos governantes daqui ("Onde as coisas dão certo", 29 de maio).
Maria Cristina Azevedo
Florianópolis, SC

Excelente a reportagem sobre Santa Catarina. Em meio a tantas notícias ruins, enfim novidades muito positivas de um Brasil que dá certo. Comparo Santa Catarina àquele filho de uma grande família que deu certo. Aquele que sempre estudou, começou a trabalhar cedo, não fuma, não bebe e sempre cumpre suas obrigações.
Tadeu Knoth
Salvador, BA

Sou mineiro e queria cumprimentar os governantes catarinenses, que transformaram o Estado de Santa Catarina numa potência nacional, provando que a educação é o principal meio para o desenvolvimento de um povo. Vamos seguir esse exemplo e tornar o Brasil um país melhor.
Marcelo Resende Ceruli
Bom Despacho, MG

Quem conhece a gênese e o desenvolvimento dos aglomerados industriais de Santa Catarina sabe que, se ostentamos bons índices de desenvolvimento industrial, isso não tem nada a ver com continuidade administrativa, reinados etc. Uma explicação bem-humorada pode ser a de que Santa Catarina é um dos Estados onde o governo menos atrapalhou.
Nelson Casarotto Filho
Florianópolis, SC

Sempre me achei suspeito ao falar de Santa Catarina, minha terra natal. A reportagem de VEJA, no entanto, veio me trazer, além de satisfação, a certeza de que meus olhos não estavam exagerando ou vendo coisas que só existiam nos ideais bairristas dos prepotentes e gananciosos. A todos que me questionam, principalmente sobre a região do Vale do Rio do Peixe, que infelizmente ficou à margem da reportagem, eu digo: "Ali se vive!" E vejo que não exagerei.
Eduardo Grígolo
Jundiaí, SP

Moro em Florianópolis há quase cinco anos. Estou entre os inúmeros paulistas que migraram com a expectativa de uma vida melhor, mais tranqüila, a tão sonhada qualidade de vida. Hoje, devido à superpopulação, os recursos básicos estão se tornando cada vez mais escassos. A Lagoa da Conceição, cartão-postal da cidade, está morrendo, imunda. Em determinados pontos, o cheiro é insuportável.
Carolina Passeggio
Florianópolis, SC

 

Aviação

Sobre a reportagem "Aviso salvador" (29 de maio), que descreve o sistema eletrônico de aviso de colisão com o terreno (EGPWS), gostaria de informar que toda a frota da Gol, hoje composta de quinze aeronaves 737-700/800, possui esse sistema de prevenção.
Amauri Montandon Capuzzo
Belo Horizonte, MG

 

Beleza

Sou médico-cirurgião há catorze anos. Nunca vi tanta besteira como esses colegas que se autopromovem com aplicações de substâncias experimentais. Tanto dinheiro despendido em tamanha bobagem! Deviam empregar seus conhecimentos para salvar vidas, a verdadeira função da medicina ("Faça o que eu faço", 29 de maio).
Glauco Heitor Tellini
Amparo, SP

 

Drogas

Parabéns a VEJA pela matéria "'Tá a fim?' 'Não, tô fora!'" (29 de maio). Na maioria dos casos, os que fazem uso de drogas não têm um bom relacionamento com a família e buscam nelas o que gostariam de receber no lar. Mas nem todas essas pessoas se encaixam nessa regra. Há exceções, como os jovens que têm tudo o que desejam mas, não satisfeitos, ainda buscam mais. É bom saber que existem jovens com bons princípios e valores morais que não pensam em entrar nessa "droga"!
Tatieli Maola
Pinotti Mendonça
Curitiba, PR

 

TEM MARMELADA?

A nota "A escola da Ferrari" (22 de maio) lembrou algumas "tramóias" ocorridas em Copas do Mundo de Futebol. Os leitores Manoel Amâncio Feitosa Ramos, de Xique-Xique, Bahia, e Marcio Maia, de Belo Horizonte, fizeram um alerta. "VEJA se esqueceu da maior marmelada de todas as Copas: aquela protagonizada por argentinos e peruanos, em 1978, na Argentina. Aquilo, sim, foi uma vergonha!", escreveu Maia. Naquele Mundial, Brasil e Polônia jogaram horas antes de Argentina e Peru. Os brasileiros venceram com folga, por 3 a 1, e só ficariam fora da final se a Argentina vencesse o Peru por uma diferença de quatro gols. Na ocasião, levantou-se a suspeita de que os peruanos entregaram o jogo para os donos da casa, que venceram por 6 a 0, conseguindo um saldo de gols maior que o dos brasileiros. Com isso, a Argentina se classificou para a final e venceu o campeonato jogando contra a Holanda. O Brasil, então dirigido pelo técnico Cláudio Coutinho, terminou como o "campeão moral" daquela Copa, depois de vencer a Itália na disputa pelo terceiro lugar.



NEM OLYMPIKUS NEM DIADORA

A leitora Jane Cleia de Castro, da capital pernambucana, "fã de carteirinha" de Gustavo Kuerten, o Guga, espantou-se ao ver a foto que ilustrou uma nota da coluna "O que estou lendo" (Guia, 29 de maio). "Gente, o Guga não é mais patrocinado pela Diadora, e sim pela Olympikus!", escreveu. Na verdade, Guga aparece na foto vestindo um uniforme da equipe brasileira de tênis que participou da Olimpíada de Sydney – apenas o discreto calçado tem a logomarca da Diadora. O tenista, que em setembro de 2000 ainda era patrocinado pela empresa italiana, não pôde expor no uniforme a marca de seu patrocinador. O regulamento dos Jogos e o contrato do Comitê Olímpico Brasileiro com a Olympikus impediam isso. Se ganhasse alguma medalha – Guga caiu nas quartas-de-final, diante do russo Yevgeny Kafelnikov –, o atleta brasileiro teria de aparecer no pódio vestido com o material cedido pela Olympikus, fornecedora oficial do COB.



COMEÇOU A COPA

Dezenas de leitores contataram a redação para perguntar se a revista editaria um número especial sobre a Copa do Mundo do Japão e Coréia. "Quando vocês farão a revista especial sobre a Copa?", indagou Giovanni Lecena Santi, de Caxias do Sul, Rio Grande do Sul. "Esperei por essa revista durante todo o mês de maio e não a recebi", lamentou José Fábio Herculano de Lima, de Salvador. "Estava ansioso, aguardando a edição especial desta Copa, mas ela não veio", escreveu Adelirio Rinaldi, de Joinville, Santa Catarina. Rogéria Magalhães, de Viçosa, Minas Gerais, alertou: "Estamos na semana de estréia da Copa do Mundo!". No lugar de uma edição especial, VEJA optou por criar uma seção semanal (VEJA na Copa), para oferecer aos leitores informações diferenciadas sobre os personagens do Mundial deste ano. Para manter os leitores informados sobre tudo o que ocorre nos jogos, VEJA preparou, em parceria com a revista Placar, uma página na internet. O site, com notícias atualizadas sobre os participantes do torneio, curiosidades, resultados e muitas novidades, está à disposição dos internautas.



 
 
   
  voltar
   
  NOTÍCIAS DIÁRIAS