BUSCA

Busca avançada      
FALE CONOSCO
Escreva para VEJA
Para anunciar
Abril SAC
Publicidade
REVISTAS
VEJA
Edição 2050

5 de março de 2008
ver capa
NESTA EDIÇÃO
Índice
COLUNAS
André Petry
Lya Luft
Diogo Mainardi
Millôr
Roberto Pompeu de Toledo
SEÇÕES
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
VEJA.com
Holofote
Contexto
Radar
Veja essa
Gente
Datas
Auto-retrato
VEJA Recomenda
Os livros mais vendidos
 

Guia
Mais perto da casa própria

O mais difícil no momento de financiar a compra de uma
casa é encarar a matemática e chegar à melhor fórmula
possível entre tantos fatores. quanto dar de entrada,
quanto comprometer do salário com a dívida e o tempo
para pagar são apenas alguns de uma lista bem maior.


Monica Weinberg

 

Xandó Pereira
O casal Luiz e Viviane Wolfovitch se mudou para o novo apartamento na semana passada: seis anos de financiamento

A pedido de VEJA, o economista Mauricio Visconti, consultor em financiamentos imobiliários, pôs-se a fazer contas, tendo como ponto de partida três níveis de renda e imóveis de três faixas de preço. Chegou a sete simulações de financiamento nas quais a lógica é sempre a mesma: nenhuma alternativa seria muito vantajosa ao bolso do comprador – e outros especialistas consultados concordam com isso. As condições para financiar um imóvel, de um modo geral, nunca foram tão boas. Nos últimos dois anos, as taxas de juros caíram algo como 20%, e a duração máxima dos financiamentos passou de uma média de 28 para os atuais trinta anos. Diante disso, vale a pena prestar atenção na matemática do economista – cujas contas e comentários seguem ao lado – e, se for o caso, ir ao banco mais bem informado.

 

 

Ficou mais fácil financiar

A comparação entre as condições de um financiamento há uma década e hoje

 

 

 
Publicidade






 

Publicidade

 

 
  VEJA | Veja São Paulo | Veja Rio | Expediente | Fale conosco | Anuncie | Newsletter |