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Edição 1 788 - 5 de fevereiro de 2003
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"Admirável a maneira como VEJA jogou luz em um assunto que as pessoas insistem em manter na escuridão: o diabetes."
Fabio Pando
São Paulo, SP

 

Diabetes

Quero cumprimentar VEJA pela reportagem sobre o diabetes. Muito esclarecedora e educativa no que diz respeito à prevenção. Uma matéria simples e completa, que serve de alerta para o crescimento exponencial dessa doença tão avassaladora ("Diabetes – o inimigo oculto", 29 de janeiro).
Alexandre Arnaldo Sonntag
Porto Alegre, RS

Acredito ser interessante salientar que em 90% dos pacientes portadores de diabetes tipo 2 há resistência à ação da insulina. Nesse grupo, após a falência do tratamento inicial, com dieta alimentar e exercício, devemos acrescentar medicamentos sensibilizadores de insulina, que já existem no mercado. Ao utilizá-los, poderemos manter bom controle do diabetes e adiar o início do tratamento com insulina por vários anos.
Saulo Cavalcanti da Silva
Vice-presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes
Belo Horizonte, MG

Muito bom o alerta sobre essa doença, que ataca sorrateiramente. Tenho um filho adolescente e descobri dois anos atrás que ele é portador desse terrível mal. Graças a Deus está conseguindo manter o controle da doença e do temperamento, pois, além da atividade física (pratica futebol), cuida da alimentação, o que é mais complicado, com toda a dificuldade que temos para encontrar em supermercados produtos realmente diet, fato que já manifestei às grandes redes.
Wanderley Ferreira da Silva
São Paulo, SP

Foi mostrado no quadro "Os sintomas do diabetes", na página 78, que as infecções gengivais são sintoma do diabetes. Isso está absolutamente certo. Além disso, a literatura científica mundial vem apontando que as infecções gengivais mais avançadas, as periodontites, quando não tratadas, dificultam o controle glicêmico do paciente diabético. Alguns estudos científicos mostraram que pacientes com periodontite têm mais dificuldade para manter a taxa de glicose no sangue em níveis baixos.
José Henrique Villaça
Cirurgião-dentista mestre em periodontia
Por e-mail

 

Heloísa Helena

É bem verdade que a senadora Heloísa Helena não vai conseguir mudar o mundo, até porque mesmo as grandes potências têm seus deslumbrados, seus fanfarrões e seus fantoches no poder. Fica, porém, a grande lição dessa guerreira – e que falta a quase todo brasileiro: civismo e amor à pátria (Amarelas, 29 de janeiro).
Paulo Roberto Ciccarino
Curitiba, PR

A senadora Heloísa Helena, em guerra com seus colegas de partido, procura se apresentar como grande mártir petista. Continua preferindo deixar a história passar por ela, rejeitando a aparentemente sincera evolução do hoje presidente Lula, e permanece agarrada a corporativismos e idéias mais que ultrapassadas. É inevitável que acabe falando sozinha. O Brasil precisa de políticos com mais senso de realidade e menos propensão a distribuir "tabefes" e ameaçar oponentes com espátulas.
Hugo Dart
Rio de Janeiro, RJ

Durante o mandato de senador, que exerci por dezoito meses, convivi diariamente com a senadora Heloísa Helena. Jamais, pessoalmente, a terceiros ou ocupando a tribuna, referiu-se Heloísa Helena com críticas ao meu comportamento ou com comentários desabonadores do meu caráter. Suas palavras estridentes e ofensivas, proferidas no plenário após a perda de meu mandato, em nada a ajudaram pela falsidade de seu conteúdo.
Luiz Estevão de Oliveira Neto
Brasília, DF

Veja também
Outras opiniões sobre a entrevista com Heloísa Helena

 

Moda

A São Paulo Alpargatas é controlada pela holding Camargo Corrêa S.A., que comprou a participação do Bradesco na empresa, aumentando sua participação no capital votante de 38,59% para 61, 26%. A holding controla várias companhias (entre elas a construtora Camargo Corrêa) e detém algumas participações estratégicas em indústrias como a São Paulo Alpargatas, fabricante das sandálias Havaianas. O grupo Camargo Corrêa é um conglomerado de atuação diversificada, com forte presença na área de engenharia e construção, onde está sua origem. Mas também atua na fabricação de cimento, na indústria têxtil, no meio ambiente, na geração e distribuição de energia e em concessões rodoviárias ("Surfistas de butique", 29 de janeiro).
Mauricio Esposito
Assessoria de imprensa do grupo Camargo Corrêa
mauricio@maquina.inf.br

 

Previdência social

A propósito da reportagem de capa da edição 1.786 desta prestigiada publicação, sob o pejorativo título "Ninguém quer largar o osso" (22 de janeiro), a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) considera despropositada a tentativa de atiçar a opinião pública contra algumas categorias profissionais, tratando de demonizá-las como se dali adviessem todos os problemas nacionais. Sabe-se que os recursos originariamente destinados à Previdência têm sido sistematicamente mal administrados e desviados para outros fins. A AMB tem plena consciência de que o sistema previdenciário requer modificações. Por isso tem defendido um rigoroso e integral processo de auditagem no sistema. É preciso confirmar se o déficit é questão de modelo ou de gestão. Porque, neste caso, por mais profunda que fosse a reforma, ela não solucionaria o problema.
Claudio Baldino Maciel
Presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros
Brasília, DF

 

Stephen Kanitz

Sobre o brilhante artigo "Executivos e empresários" (Ponto de vista, 29 de janeiro), a respeito dos administradores profissionais, gostaria de destacar que o controle de empresas por quem tem somente 17% das ações mostra a necessidade de as companhias efetivamente adotarem a governança corporativa, tendo em seus conselhos de administração e fiscal representantes dos acionistas não controladores minoritários, a fim exatamente de poder interagir com a empresa e assim minimizar os problemas citados no referido artigo, agregando valor ao ativo ação, e por conseqüência aos acionistas.
Waldir Luiz Corrêa
Presidente da Associação Nacional de Investidores do Mercado de Capitais (Animec)
São Paulo, SP

 

Globalização

O discurso de Lula é perfeito. Causa boa impressão ao mundo. Entretanto, deve deixar o palanque de lado, arregaçar as mangas e começar a fazer tudo o que foi dito, pois o povo já está cansado de esperar ("O elo entre dois mundos", 29 de janeiro).
Antonio Auggusto João
São Paulo, SP

 

Luiz Gushiken

Estive com o curinga de Lula numa missão da Fundação Christiano Ottoni/UFMG para conhecer o famoso sistema de gestão japonês em 1993. Naquela época eu pensava que ele fosse um petista radical. A missão era composta basicamente de executivos de grandes empresas. Luiz Gushiken foi aplaudido de pé nas três únicas vezes em que falou para o grupo. Se ele continuou a atualizar-se sobre a arte da gestão, com certeza poderá ajudar o Brasil a ser mais competente, íntegro e solidário ("O curinga de Lula", 29 de janeiro).
João Martins da Silva
Presidente do Instituto Brasileiro de Educação
para a Transformação Social
www.ibets.org.br

 

Diversão

A reportagem "A revolução do conforto" (29 de janeiro), sobre a melhoria das salas de cinema, estava ótima. As modificações feitas nas salas de projeção são evidentes, e não somente nas salas, mas principalmente na projeção e na sonorização. O que me aborrece, e com certeza não só a mim, é a falta de estrutura dos cinemas para receber deficientes físicos. Tenho um irmão deficiente físico de 13 anos que gosta muito de ir ao cinema, mas está se tornando impossível oferecer a ele essa diversão.
Júlia Bortoluzzi Heemann
Porto Alegre, RS

 

Diogo Mainardi

Sua coluna é a última coisa que leio na revista VEJA. Faço mais ou menos a mesma coisa quando como nhá benta: deixo a base por último, sempre com um pouco de recheio. Afinal, é a mais gostosa. O senhor, através da sua linguagem sagaz, ferina, cruel e corajosamente verdadeira, me mostra que não sou louca sozinha.
Marcia Guimarães
Londrina, PR

 

Música

A devoção do senhor Kaplan à Segunda Sinfonia de Mahler é uma evidência vistosa da superioridade intelectiva da música erudita, cuja complexidade transcendente é capaz de assolar, nos espíritos minimamente elevados, as sóbrias renitências da razão, para dar lugar aos caprichos da sensibilidade artística ("O maestro da Segunda", 29 de janeiro).
José Soares de Lima Neto
Curitiba, PR

 

Charutos

Na reportagem "Cubano ou paraguaio?" (8 de janeiro), a imagem do charuto que é identificado no texto como Romeo y Julieta é na realidade um Punch.
Augusto Carvalhal da Silva
Pelotas, RS

 

 

ARCO-E-FLECHA

A nota "Esporte por conta própria" (Guia, 15 de janeiro) citou o arco-e-flecha entre as atividades que dão liberdade ao atleta para escolher os horários mais adequados para treinar. A leitora Cláudia Ávila, do Rio de Janeiro, havia meses procurava um curso de arco-e-flecha para praticar. A nota de VEJA aumentou o interesse da carioca pelo esporte. Cláudia e todos os que quiserem informações sobre a prática da modalidade, presente nos Jogos Olímpicos desde 1900, podem visitar na internet endereços sobre esse esporte. Confira alguns abaixo.

Veja também
Da internet
Federação Paulista de Tiro com Arco
Federação Carioca de Tiro com Arco (e-mail)
Federação Internacional de Tiro com Arco (Fita)
Comitê Olímpico Internacional



A ILHA DO CAJU É MARANHENSE

A reportagem "A descoberta do Maranhão" (29 de janeiro) citou a Ilha do Caju, que fica no delta do Rio Parnaíba – um labirinto de rios e ilhas, com cinco braços desaguando no oceano, na divisa do Maranhão com o Piauí. O leitor Raimundo Nonato Monteiro, nascido em Araioses, no Maranhão, e radicado em Brasília, leu a reportagem e fez um desabafo: "Até que enfim alguém falou corretamente sobre o delta, pois sempre informam que a Ilha do Caju pertence a Parnaíba, Piauí". Muita gente realmente confunde a localização da ilha. É o caso do leitor Renato Chaves, de Belém do Pará, que escreveu para a redação insistindo na confusão. A Ilha do Caju, embora esteja no delta que leva o nome da cidade piauiense de Parnaíba, fica em sua porção maranhense, no município de Araioses.

 

 
 
   
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