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Gustavo Poloni



Propaganda disfarçada de música

Você baixa um arquivo do Napster (www.napster.com), o site que transformou a troca gratuita de música digital em uma febre planetária, e... surpresa! No meio da música, ouve-se uma propaganda em seu micro. A novidade partiu da banda canadense Barenaked Ladies (www.bnlmusic.com), que espalhou pela rede arquivos de divulgação de seu álbum, camuflados como músicas do grupo. Uma boa idéia ou sabotagem? Como se sabe, o site é odiado pelas gravadoras, que o acusam de pirataria por violar a lei de direitos autorais – o julgamento começa nesta semana nos Estados Unidos. Em contrapartida, os usuários se mobilizam. O Save Napster (www.savenapster.com) convoca os internautas a buscar saídas para manter o site, no caso de uma derrota nos tribunais.

 

Para maiores de 2 aninhos

É isso mesmo: crianças de 2 anos também têm vez na internet. A Nestlé, gigantona da indústria de alimentos e fortíssima na preferência dos consumidores mirins, criou um endereço para crianças de 2 a 12 anos. É o site do iogurte Chambinho (www.chambinho.com.br). Suas páginas foram desenvolvidas com o apoio de pedagogos e trazem desenhos animados, imagens para colorir, dicas para montar brinquedos e joguinhos. Não podiam faltar, é lógico, informações institucionais da empresa.

 

 

Muito além das páginas

Rogerio Voltan


De Susan Segal, responsável pela América Latina no Chase Capital Partners (www.chasecapital.com), sobre o humor dos investidores em relação à internet:
"O mercado está mais racional. Nunca fez sentido uma empresa como a livraria Amazon.com valer sozinha mais que toda a indústria de livros dos Estados Unidos."
"Sabe-se que há certa dose de manipulação nas estatísticas sobre audiência de sites na internet. Por isso, as auditorias são fundamentais para aumentar a credibilidade do mercado latino-mericano."
"O número de páginas visitadas e de visitantes é importante para avaliar uma empresa pontocom. Mais importante ainda é saber como isso será transformado em dinheiro."

 

Guru do marketing

A décima edição do livro Administração de Marketing, de Philip Kotler, a bíblia dos profissionais de marketing, acaba de ser lançada no Brasil. Para comemorar a nova edição, que traz como grande mote a internet, a editora Prentice Hall (www.prenhall.com) está preparando uma versão eletrônica do livro. No endereço, que deve estrear em novembro, estarão disponíveis exercícios para alunos de publicidade baseados em fundamentos do livro. Já os professores encontrarão apresentações para ajudá-los nas aulas.

 

 

Veteranos do telejornal

Paulo Mendes/divulgação/TV Cultura


Chegou a vez de a America Online (www.americaonline.com.br) eleger a âncora de seu programa de notícias na internet. A contratação da jornalista Mona Dorf, que já conduziu o programa Opinião Nacional, na TV Cultura, e o SPTV, na Globo, está na reta final. Com essa tacada, a AOL segue as pegadas dos concorrentes. O Universo Online (www.uol.com.br) saiu na frente, contratando o jornalista Paulo Henrique Amorim. O portal Terra (www.terra.com.br) foi buscar Lillian Witte Fibe. Será uma disputa de veteranos pela audiência.

 

Brasil fica para depois

A versão beta do novo sistema operacional da Apple (www.apple.com.br), o Mac OS X, é a coqueluche do momento entre os fãs dos computadores Macintosh. Uma das novidades do sistema operacional é sua capacidade de realizar multitarefas, a exemplo do que já faz o Windows, da Microsoft (www.microsoft.com.br), nos PCs. O programa ganhou também um visual mais atraente, com uma barra de ícones usados para disparar os programas. O chato da história é que o software só está sendo vendido, por 30 dólares, nos Estados Unidos – e, o que é pior, apenas para residentes do país. Europa e Japão serão os próximos a conhecer o Mac OS X. Não há previsão de data para seu desembarque no Brasil.

 

 

 

 
Claudio Rossi

O estudante brasileiro faz a festa no portal de educação Patavina.com (www.patavina.com). Além de informações sobre cursos e vestibulares, entre outros assuntos, o shopping do endereço traz promoções para quem freqüenta as salas de aula. Ao todo são mais de trinta produtos com preços especiais. A lista inclui cursos on-line, passagens aéreas e programas para computador que podem ser comprados com até 70% de desconto. Para fazer a compra, o internauta tem de provar, com comprovantes de matrícula e carnês de mensalidade, que ainda é estudante.

 

O laboratório de testes da Internet Security Systems (www.iss.net), empresa de segurança de redes e internet, mantém de prontidão nos Estados Unidos, 24 horas por dia, uma equipe de caçadores de hackers e prevenção contra invasões virtuais. É a X-Force. O serviço está disponível para as empresas brasileiras por meio do escritório local da ISS. A um aviso deles, os caçadores da matriz entram imediatamente em ação, monitorando o site sob ataque, rastreando os piratas e desenvolvendo antídotos capazes de fortalecer as defesas da vítima.

 

Saudade, pão de queijo e feijoada


O brasileiro que mora no exterior sabe o quanto dói a falta de uma feijoada acompanhada de caipirinha. É para esses saudosos brasileiros que nasceu o My Country Brazil (www.mycountrybrazil.com). O site é uma loja virtual que vende produtos nacionais típicos. Só para quem está no exterior. Ao todo, são mais de 3.000 itens – de alimentos a livros e CDs, incluindo bebidas e roupas. As entregas são feitas pela Federal Express (www.fedex.com), que tem uma parceria com o site. O preço do imposto e do frete é calculado automaticamente. Há também o cuidado de respeitar as leis locais. Se você estiver no Afeganistão e tentar comprar uma garrafa de cachaça, será avisado de que bebida alcoólica é proibido naquele país.

 

www.checkauto.com.br

O Check@uto se propõe a facilitar a vida de quem vai comprar carro usado. Por 6,50 reais, pode-se pesquisar a situação do veículo e descobrir, por exemplo, se ele está no Cadastro Nacional de Veículos Roubados ou se tem multas registradas no departamento de trânsito. De fato, essas informações são fornecidas de graça pelos órgãos públicos, mas não pela internet – apenas no balcão do departamento de trânsito ou, em alguns casos, por telefone. Um software, especialmente desenvolvido para o site, verifica se o número do chassi confere com o modelo do carro. Enquanto os órgãos públicos não chegam à rede, quem quiser desfrutar essa comodidade tem de pagar.

 

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