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Esporte
sem riscos
Nellie Solitrenick
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Boa parte das atividades físicas individuais requer equipamentos
que precisam ser escolhidos e usados com cuidado. Para prevenir lesões,
o ortopedista Rogério Teixeira da Silva, da Universidade Federal
de São Paulo, recomenda alguns cuidados:
Tênis Raquetes leves podem provocar tendinite no cotovelo.
O ideal é que pesem entre 280 e 310 gramas.
Corrida O tênis precisa ter sistema de amortecimento
de impacto. Quem corre mais de 6 quilômetros por dia deve trocá-lo
a cada seis meses.
Ciclismo Banco alto faz as pernas se esticarem, o que reduz
a probabilidade de problemas na articulação dos joelhos.

Veja também |
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Carona
para a bicicleta
Bicicletas
podem provocar multas de até 191 reais e perda de 7 pontos na carteira
para quem não as transporta segundo as normas do Conselho Nacional
de Trânsito. A ciclista Adriana Nascimento, campeã de mountain
bike, faz algumas observações sobre os principais tipos
de suporte:
Fotos Pedro Zolnerkevic
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Modelos
traseiros balançam e
podem arranhar a lataria. As rodas não devem extrapolar a
largura do veículo. Ocultar placa e lanternas é
falta gravíssima
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Suportes
de teto são um perigo para os distraídos na hora de
entrar na garagem. Os modelos nos quais a roda dianteira é
retirada são mais estáveis |
Conforto
portátil
Divulgação
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| Produto
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Futon
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Colchão
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| Espessura
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15
cm |
20
cm |
| Preço
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940
reais |
500
reais |
| Garantia
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5
anos |
até
10 anos |
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É cada vez mais comum ver por aí o futon, colchão
de algodão e fibras com látex que pode ser enrolado e guardado.
A ortopedista Kelly Stefani, do Hospital Osvaldo Cruz, diz que esse tipo
de colchão não prejudica a coluna. Confira as diferenças
entre um futon e um colchão de espuma.
O
sonho pré-fabricado
Divulgação
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Casas
pré-moldadas de madeira são ecologicamente corretas porque
são feitas com um consumo de energia menor do que o despendido
na construção de uma unidade de alvenaria. Mas a regra só
vale se a madeira for certificada, retirada de áreas de reflorestamento
ou extraída sob o controle do Ibama. Outra vantagem das pré-fabricadas
é que elas custam cerca de 30% menos que as casas de tijolos, além
de ter o tempo de construção abreviado. A desvantagem é
que são menos flexíveis na hora de reformar, como observa
o professor Luiz Reinaldo de Azevedo, do Departamento de Engenharia Civil
da Universidade de São Paulo.

Veja também |
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Ecologia
no estacionamento
Empresas
ecologicamente corretas estão adotando uma nova medida em favor
da natureza: nos estacionamentos próximos a gramados ou jardins,
é proibido parar os veículos com o escapamento virado para
as plantas. Segundo Eliana Azevedo, diretora da Associação
Nacional de Paisagismo, os gases do carro carregam fuligem e ácidos
que corroem e enfraquecem os vegetais. "Isso atrofia o desenvolvimento
da planta e facilita o aparecimento de doenças e pragas", explica.
Os gases deixam as folhas das plantas amareladas e com manchas. Isso pode
ser fatal para algumas espécies.
Montagem com foto de Rogério Montenegro



Veja também |
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BOA
NOTÍCIA
Os
bebês e os peixes
Claudio Pinheiro
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Ácidos graxos presentes em peixes e frutos do mar reduzem
os riscos de parto prematuro ou de bebês de baixo peso. Um
estudo realizado por professores de dois centros médicos
dinamarqueses especializados em acompanhamento de gestação
avaliou 8 729 mulheres. Entre as que nunca comiam peixe, 7,1% deram
à luz bebês abaixo do peso ideal. No grupo das gestantes
que consumiam pelo menos 15 gramas uma vez por semana, a porcentagem
encontrada foi de 1,9%.
MÁ
NOTÍCIA
Com
hora para nascer
O
número de partos com hora marcada nos Estados Unidos praticamente
dobrou na última década, segundo estudo feito pelo
Centro Nacional de Estatísticas de Saúde, em Hyatsville.
A taxa já chega a 25% dos nascimentos e preocupa os médicos
americanos. No Brasil, esse índice é mais que 30%,
considerado o maior do mundo. Essa forma de parto deveria ser utilizada
apenas nos casos de risco para a mãe ou para o bebê
ou quando a gravidez ultrapassasse as 42 semanas normais. Deveria.
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Pesquisa
de clima
Na
hora de negociar a mudança de emprego, a maior parte dos
profissionais costuma concentrar as preocupações em
fatores concretos, como o cargo, o salário e os benefícios.
Os especialistas em recursos humanos chamam a atenção,
no entanto, para a necessidade de conhecer melhor o ambiente e a
cultura da empresa antes de aceitar o convite. "Encontrar um lugar
com o qual se tem afinidade de estilo não é fácil,
e isso pesa muito para quem quer alcançar bom desempenho",
afirma Karin Parodi, diretora da consultoria Career Center. Ela
está habituada a ouvir reclamações de pessoas
que se decepcionaram com o novo trabalho ao deparar com um clima
muito formal, hierarquizado, burocrático, competitivo ou
com chefes autoritários. A saída é fazer uma
boa pesquisa sobre a companhia antes de tomar a decisão.
Consultores de RH e ex-funcionários são a melhor fonte
nesse tipo de sondagem. Outra boa oportunidade para colher informações
é a própria entrevista. Para entender melhor a cultura
corporativa, o candidato pode e deve fazer perguntas como "O que
aconteceu com o ocupante anterior do cargo?", "Por quanto tempo
as pessoas costumam trabalhar aqui?" e "O que a empresa valoriza
em seus funcionários?".
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E-mail:
parausar@abril.com.br
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