Publicidade
buscas
cidades PROGRAME-SE
Edição 1 805 - 4 de junho de 2003
Holofote

estasemana
Índice
Seções
Brasil
Geral
Economia e Negócios
Guia
Artes e Espetáculos

colunas
Stephen Kanitz
Sérgio Abranches
Diogo Mainardi
Roberto Pompeu de Toledo

seções
Carta ao leitor
Entrevista

Cartas
Radar
Holofote
Contexto
Veja essa
Arc
Gente
VEJA on-line
Datas
VEJA Recomenda
Os livros mais vendidos

arquivoVEJA
Arquivo 1997-2003
Reportagens de capa
2000|01|02|03
Entrevistas
2000|01|02|03


 

A MISÉRIA EM SÃO PAULO

Denio Hurtado/AE


A secretária da Ação Social de São Paulo, Maria Helena Guimarães, decidiu realizar um levantamento para dimensionar a miséria paulista. Maria Helena cruzou dados disponíveis e descobriu que o Estado mais rico do Brasil tem 3,4 milhões de pessoas vivendo com apenas um salário mínimo por mês. O número representa 15% do total dos miseráveis brasileiros. A idéia da secretária é reunir as estatísticas numa rede informatizada para controlar com mais eficiência a distribuição de benefícios sociais.

 

NA VAGA DE RITA CAMATA

Lula Marques


A senadora Patrícia Gomes, do Ceará, trabalha forte para ocupar um espaço que ficou vazio com a saída do Congresso da deputada Rita Camata. Alguns engraçadinhos dizem que, na ausência de Rita, ela se tornou a nova musa da casa. Mas não é essa sua briga. Rita dedicava-se como ninguém aos assuntos ligados à criança. Patrícia Gomes já se tornou presidente da Frente Parlamentar de Defesa da Criança e promete passar a ser a maior referência sobre o assunto no Parlamento.

 

RICA AOS 14 ANOS

Gui Paganini


O mundo da moda costuma transformar garotinhas em celebridades. Com apenas 14 anos de idade e cinco meses de carreira, a mineira Liliane Ferrarezi acaba de fechar um contrato de 500.000 reais com a Ford Model's de Nova York. Liliane já desfilou para grandes grifes, como Prada e Calvin Klein, e estrelou uma campanha publicitária da Gap. A menina faz tanto sucesso que recentemente foi eleita por especialistas uma das cinqüenta modelos mais bonitas do mundo.

 

PARA QUE SERVE O CLUBE DE PARIS?

Germano Luders


Nos anos 80, um quarto da dívida externa brasileira se referia a empréstimos contraídos junto ao Tesouro de outros países. Os pagamentos eram negociados no Clube de Paris, organização que reúne credores e devedores. As viagens ao Clube de Paris do então secretário internacional da Fazenda Sérgio Amaral, responsável pelas negociações, viravam notícia. Hoje, como só 3% da dívida externa se refere a empréstimos entre nações, o Clube perdeu importância e sumiu do noticiário.


 

Editado por Amauri Segalla.
Colaboraram Camila Antunes,
José Eduardo Costa e Monica Weinberg


 
 

   
  voltar
   
  NOTÍCIAS DIÁRIAS