BUSCA

Busca avançada      
FALE CONOSCO
Escreva para VEJA
Para anunciar
Abril SAC
ACESSO LIVRE
Conheça as seções e áreas de VEJA.com
com acesso liberado
REVISTAS
VEJA
Edição 2002

4 de abril de 2007
ver capa
NESTA EDIÇÃO
Índice
COLUNAS
Millôr
Stephen Kanitz
André Petry
Diogo Mainardi
Roberto Pompeu de Toledo
SEÇÕES
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
Radar
Holofote
Contexto
Datas
Gente
Auto-retrato
Veja essa
VEJA.com
VEJA Recomenda
Os livros mais vendidos
Publicidade
 

Holofote

Fábio Portela

INCENTIVO EXTRA

Niels Andrea/AE


Em janeiro, a Ford comprou a Troller, fabricante de jipes instalada no Ceará. Pagou uma fortuna por uma fábrica cheia de dívidas que produz 100 veículos por mês. Mas o negócio contou com um atrativo: a Troller tinha um generoso pacote de incentivos fiscais. A Ford herdou as isenções e convenceu o governo federal a estendê-las para sua fábrica em Camaçari, na Bahia. Animado, o presidente da empresa, Marcos Oliveira, resolveu que os 2,2 bilhões de reais que a Ford investirá no Brasil até 2011 serão aplicados integralmente no Nordeste.

 

FESTA NA ROÇA

Dida Sampaio/AE


Está decidido como será paga a dívida de 6 bilhões de reais que os agricultores têm com os produtores de insumos agrícolas. O valor será refinanciado em cinco anos com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). Para isso, os agricultores terão de criar, com dinheiro próprio, um fundo de aval correspondente a 10% do valor da dívida. Os credores, por sua vez, abrem mão de 20% do que têm para receber. O pai da idéia é Blairo Maggi, governador de Mato Grosso e magnata da soja.

 

ROYALTIES NO GARIMPO

Wilson Dias/ABR


O ministro de Minas e Energia, Silas Rondeau, sonha anunciar no segundo semestre a retomada da exploração do garimpo de Serra Pelada, fechado quinze anos atrás. O direito de lavra será concedido a 45.000 antigos garimpeiros. Estudos indicam que ainda há 20 toneladas de ouro por lá, avaliadas em 1 bilhão de reais. Como o minério está a 200 metros de profundidade, é impossível retirá-lo com as mãos. Os garimpeiros planejam arrendar a área a uma grande mineradora e passar a viver de royalties.

 

UM ACORDO DA CHINA

Paulo Liebert/AE


Será homologado pelo governo um acordo feito entre a Abrinq, a Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos, e a sua correspondente na China. Pelo tratado, único no mundo, os chineses, que já dominam 40% do mercado nacional de brinquedos, se comprometem a limitar suas exportações para o Brasil aos patamares atuais, renunciando a novas fatias de mercado. A costura foi feita pelo presidente da Abrinq, Synésio Batista da Costa.

 



Foto Rafael Campos

Com reportagem de Heloisa Joly, José Edward e Mariana Borrasca



  VEJA | Veja São Paulo | Veja Rio | Expediente | Fale conosco | Anuncie | Newsletter |