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A
cadeira da rapidinha
André Valentim
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A onda da massagem rapidinha, aquela feita em cerca
de quinze minutos numa cadeira especial, espalha-se
pelo Brasil. Lojas especializadas e academias de ginástica
somam-se agora a grandes empresas que já colocaram
o serviço à disposição
de seus funcionários durante o expediente,
como Unibanco, Merck, Johnson & Johnson e Nestlé.
O objetivo é prevenir problemas de saúde
e tornar o ambiente de trabalho mais agradável
e produtivo. Basta sentar-se na cadeira, apoiar o
rosto numa almofada, repousar braços e pernas
num apoio acolchoado e desfrutar a sessão,
que, para particulares, varia de 15 a 25 reais. "A
cadeira é levemente reclinada para amenizar
o efeito da ação da gravidade sobre
a coluna", explica o massoterapeuta Celso Amil, da
Relaxe Express, que atende executivos da Avenida Paulista,
centro financeiro de São Paulo. Ele emprega
a técnica trigger-point, útil
em problemas como LER, a lesão por esforço
repetitivo. O Instituto Pierre Berjeaut-Overstress,
também em São Paulo, enfatiza mais a
overstress, para as tensões do ombro
e da região lombar. Outra técnica muito
procurada é a japonesa shiatsu.
BOA
NOTÍCIA
Otimismo,
prova dos 9
Quem é otimista e esperançoso corre
risco menor de ter derrame. Pesquisa conduzida por
Glenn V. Ostir, da Universidade do Texas, nos EUA,
analisou a influência do bem-estar emocional
nesse tipo de problema. Para isso, recrutou cerca
de 2.500 pessoas com 65 anos ou mais. Os indivíduos
que tinham uma visão mais positiva da vida
apresentaram risco reduzido de derrame. Para cada
sim a questões como "eu sou feliz", houve uma
queda de 41% na probabilidade de o mal ocorrer entre
os homens e de 18% entre as mulheres.
MÁ
NOTÍCIA
Horizonte
sombrio
As mortes provocadas pelo câncer podem dobrar
em vinte anos, segundo as estimativas de uma das maiores
autoridades internacionais no assunto, o ex-chefe
do programa de câncer da Organização
Mundial de Saúde, Karol Sikora. Os novos casos
da doença subiriam de 10 para 20 milhões
por ano e o de mortes, de 6 para 12 milhões.
Os números vieram à tona durante uma
conferência em Londres, na semana passada. Os
maus hábitos, de fumar e de alimentação,
foram apontados como grandes culpados no avanço
da doença.
Vítimas
da piada
Um
ambiente de trabalho sem humor vira um túmulo
em vida, mas piadinhas grosseiras, inoportunas ou
preconceituosas podem virar empecilho para o crescimento
profissional do autor. "A empresa exige postura e
quem se caracteriza por ser o engraçadinho
da organização corre o risco de se ver
preterido na hora da promoção", aconselha
o consultor empresarial Simon Franco, da Simon Franco/TMP
Worldwide. Eis as recomendações dele:
Se houver algum tipo de problema a ser resolvido com
um colega, trate disso diretamente, não com
comentários mordazes ou zombarias.
Jamais brinque com o peso ou a aparência de
alguém. Também evite falar sobre aspectos
sensíveis da vida dos colegas. É sempre
de mau gosto e pode deixar a pessoa constrangida.
Tome cuidado especial ao fazer graçolas com
subordinados. Eles raramente terão a liberdade
de devolver o troco ao chefe e podem levar muito a
sério o que era apenas uma galhofa.
Não se esqueça de que, em geral, quem
adora fazer pilhéria com os outros não
se sente nada confortável quando as piadinhas
o têm como alvo. Pense nisso antes de ridicularizar
seu colega.
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