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Edição 2102

4 de março de 2009
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Assuntos mais comentados
Política e corrupção (capa) - 152
Roberto Pompeu de Toledo - 10
Diogo Mainardi - 9
Camille Paglia (Entrevista) - 9
Caso Paula Oliveira - 8

Corruptos e milionários

Já na semana anterior, VEJA surpreendeu com a maravilhosa e oportuna entrevista com Jarbas Vasconcelos. Agora, com a reportagem "Basta de folia com o dinheiro público" (25 de fevereiro), trouxe a certeza de que continuará lutando pela ética nesse nosso desacreditado universo parlamentar, tão rico em corrupção, falcatruas e negociatas.
Maria Thereza Rezende Teixeira
Rio de Janeiro, RJ

A existência da corrupção tornou-se um dado inescapável da nossa realidade. No Brasil há um ambiente favorável à corrupção, a ponto de se ver espalhado um clima de tolerância. As autoridades brasileiras perderam o senso de ética e responsabilidade. E o pior de tudo não é o dinheiro roubado, é o ladrão solto.
Jaqueline Guimarães Rodrigues
Petrolina, PE

Cristiano Mariz

As Amarelas mais comentadas
A entrevista com Jarbas Vasconcelos motivou 649 leitores a escrever para a redação, um recorde na história de VEJA


Se os senadores Pedro Simon (PMDB-RS) e Marco Maciel (DEM-PE) e o deputado federal Raul Jungmann (PPS-PE), que apoiaram Jarbas Vasconcelos, levantassem uma bandeira conclamando a população para os primeiros passos sugeridos por VEJA para reverter a degradação política, estaríamos contribuindo para livrar o Brasil dos vícios da política.
Idmar Ferreira Leitão
Vila Velha, ES

A paixão que os políticos têm pelo dinheiro público é fruto da impunidade que campeia nos poderes Legislativo e Executivo.
Jorge Jossi Wagner
Ribeirão Preto, SP

"Estou muito feliz com a entrevista com o senador Jarbas Vasconcelos (Amarelas, 18 de fevereiro). Sugiro que o tema seja tratado à exaustão, para desmascarar os bandidos travestidos de políticos em Brasília e no resto da nação."
José de Castro Jr.
Manaus, AM

 

Crise global

Fantástica a reportagem "Os rostos da crise" (25 de fevereiro), sobre os principais vilões da crise econômica mundial. VEJA mostrou que mesmo no capitalismo é necessária a fiscalização do poder público, não sendo prescindível a atuação do estado em nome da liberdade a qualquer custo.
Gelson de Moraes
Campinas, SP

 

Camille Paglia

Atingida por um raio, possivelmente enviado por entidades baianas, Camille Paglia se apaixonou por Daniela Mercury a ponto de afirmar que ela tem grande conhecimento sobre folclore, grupos étnicos brasileiros e história da Bahia (Amarelas, 25 de fevereiro). Será que a intelectual americana leu as entrevistas em que a cantora, e agora "pensadora", baiana afirmou que é uma "branquinha de alma negra"? Como somos digeríveis, não? Axé, Camille. E volte sempre.
Diógenes Moura
Por e-mail

 

Caso Paula Oliveira

A notícia de que uma brasileira havia sido brutalmente atacada na Suíça me deixou horrorizada. Hoje, eu me sinto envergonhada de ver como nós, brasileiros, fomos expostos ao ridículo ("Sim, era tudo mentira", 25 de fevereiro). Lamento que Paula sofra de lúpus, mas lamento mais ainda que estejam usando essa enfermidade para justificar um caso bárbaro como esse.
Marisa P.
Hannover, Alemanha

 

Corruptos e milionários 2

Apoio integralmente a lista de sugestões dadas por VEJA na reportagem, para que iniciemos o processo de tirar este país do caos moral a que estamos submetidos. Políticos como Jarbas Vasconcelos e VEJA, cada vez mais indispensáveis.
Ary Silveira Bueno
Santo André, SP

A reportagem trouxe sugestões para estancar parte da malandragem e da corrupção reinantes na política brasileira. Difícil mesmo é imaginar que a esmagadora maioria jamais votará contra seus interesses, pois seria como ratos declinando-se de vigiar o paiol de milho.
José Silva
Cajamar, SP

 

Lya Luft

Parabéns a essa maravilhosa escritora. Não poderia deixar de cumprimentá-la pelo brilhante artigo "Eu acredito em Obama" (25 de fevereiro). Como Lya Luft, vejo uma luz no fim do túnel, ainda que tênue. Torço para que esta luz aumente enquanto é tempo. Ou estou mais deslumbrada que a escritora? Tomara que não.
Anaíde Lemes de Carvalho
Uberlândia, MG

 

Diogo Mainardi

É bastante otimismo afirmar que "em 2010 Lula sairá de cima de nós. A imensa carga de irracionalidade com a qual ele acometeu a política poderá ser abatida". Quando ele sair sentiremos mais o efeito de toda essa irracionalidade e levaremos anos até nos livrar dela.
Juraci Ribeiro Mosso
Belém, PA

No segundo semestre deste ano, a Confederação Nacional de Transportes e o Instituto Sensus, que se notabilizaram por divulgar pesquisas de popularidade presidencial, realizadas principalmente entre recebedores do Bolsa Família, divulgarão um levantamento mostrando que a candidatura de Mãe Dilma não está decolando. Voltarão então os esforços da nossa diligente classe política na busca de uma maneira de legitimar um terceiro mandato para o nosso desinteressado presidente. Então, ninguém pode garantir que em 2010 estaremos livres dessa praga.
Nestor Rodrigues Pereira Filho
São Paulo, SP

 

Presídios

O problema prisional brasileiro jamais será resolvido com o encarceramento, terceirizado ou não, pelos motivos que todos estão cansados de saber, sendo a superlotação o principal deles. Se querem terceirizar, convoquem firmas que já dominem a técnica das prisões virtuais e ponham na rua essa multidão de criminosos pés-de-chinelo. Eles saem sabendo que estão sob liberdade eletronicamente vigiada, que estão livres para procurar um emprego decente e voltar ao convívio da família, mas sabendo que a alternativa, em caso de transgressão, é a volta à carceragem maldita, que deve ser reservada para quem merece.
Carlos Roberto Cabral
Rio de Janeiro, RJ

 

Delegado José Magalhães

Não concordo com os meios empregados pelo delegado baiano José Magalhães para fazer valer a ordem. É inaceitável que no estado democrático de direito existam autoridades que queiram se sobrepor às leis, criando o seu próprio regramento legal. Não pode o delegado ignorar a existência da Constituição Federal e dos direitos fundamentais dos encarcerados.
Kelson Araújo Albuquerque
Sobral, CE



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