BUSCA

Busca avançada      
FALE CONOSCO
Escreva para VEJA
Para anunciar
Abril SAC
Publicidade
REVISTAS
VEJA
Edição 2089

3 de dezembro de 2008
ver capa
NESTA EDIÇÃO
Índice
SEÇÕES
Carta ao Leitor
Entrevista
Stephen Kanitz
Leitor
Millôr
Blogosfera
PANORAMA
Imagem da Semana
Holofote
SobeDesce
Conversa
Números
Datas
Radar
Veja Essa
 

Leitor

Assuntos mais comentados
Eunice Durham (Entrevista) - 61
Caso Isabella (capa) - 60
Veja Essa - 17
Trabalho (Guia) - 13
O guru da ioga - 11

Caso Isabella

Tiago Queiroz/AE
Quarto vazio
Ana Carolina Oliveira, mãe de Isabella: terapia "para não enlouquecer", depois do assassinato da filha

Infelizmente, a maior prisão, a prisão perpétua da dor, é de Ana Carolina Oliveira, mãe da menina Isabella.
Stella Cavalcanti
Rio de Janeiro, RJ

Quero cumprimentar VEJA pela reportagem sobre o casal Nardoni ("A vida atrás das grades", 26 de novembro). Essa revista conceituada e com credibilidade junto ao povo brasileiro mostrou a realidade em que vive esse casal, em total desapego e falta de arrependimento pelo crime que cometeu. Creiam que esse crime não ficará impune, pois, assim como eu, vários brasileiros estão cansados de ver nossas crianças ser vítimas de supostos seres humanos.
Leda dos Santos Ferreira
Rio das Ostras, RJ

Qual é a lógica para um marmanjão como Alexandre Nardoni gozar de mordomias dignas de um spa? Um paralelo com a mãe de Isabella é inevitável: Ana Carolina se arrasta para sobreviver por meio de terapia para superar a dor da perda da filha, assassinada cruelmente. Busca, na batalha do trabalho cotidiano, escapar da violenta dor que desabou sobre ela.
Ângela Luiza S. Bonacci
São Paulo, SP

Excelente a reportagem sobre o caso Isabella, pois nós, brasileiros, à espera de justiça, ficamos mais aliviados em saber que, pelo menos neste caso, ela está sendo feita. O pai de Alexandre Nardoni está pagando pelo excesso de proteção e mimos que deu ao filho.
Vera Lúcia Lopes
Vinhedo, SP

Realmente, a declaração de Ana Carolina Oliveira toca todos os corações, principalmente o das mães que já perderam um filho. O tempo não faz passar a dor, mas ocupá-lo, mesmo sem rumo, chorar pelas lembranças, ser religiosa e fingir que superamos é o caminho para o que não tem volta.
Sônia Maria Carvalho Castro Prata Rocha
Uberaba, MG

No Brasil, qualquer prisão, antes de transitar em julgado a sentença penal condenatória, constitui medida de exceção, independentemente da gravidade do delito imputado. Mas parece que a garantia constitucional não vem sendo observada em relação ao casal Nardoni.
Adalberto Alves de Matos
Barra do Garças, MT

 

Eunice Durham

Como educadora, compartilho com Eunice Durham a idéia de que as instituições de ensino superior devem preparar para o mercado de trabalho. Embora a formação de pesquisadores e pensadores seja importante, um país em desenvolvimento não pode se dar ao luxo de ver a formação das futuras gerações de trabalhadores confinada a uma "torre de marfim" como muitas vezes aparentam ser as universidades, preocupadas em "formar cidadãos" (Entrevista, 26 de novembro).
Professora doutora Lia C. Duarte
Diretora da Fatec Ourinhos
Ourinhos, SP

A entrevista com a professora Eunice Durham é bem oportuna, pois mostra claramente a hipocrisia que há nos cursos de pedagogia que ensinam teorias dos papas da educação, como Piaget, Vygotsky, Paulo Freire, entre outros, sem promover a real inserção do candidato a professor na prática diária do seu ofício. Lamentavelmente, o ensino superior brasileiro não acordou para a realidade: estamos entre os piores em educação no mundo e sem um prêmio Nobel sequer.
Jean Carlos Costa Soares
Geógrafo e professor
Parnaíba, PI

Digo aos meus alunos: quando o médico erra, o paciente morre na hora. Mas o mau professor aleija para o resto da vida.
Almir Vicentini
Professor
São Paulo, SP

 

Guru da ioga

O que causa a proliferação de "falsos gurus" é a busca incessante por um amparo que nos traga equilíbrio e harmonia para o corpo e a mente. No desespero dessa busca, e na falta de fé em si mesmos, os seguidores das mais variadas religiões ou filosofias de vida acabam virando presas fáceis de armadilhas, prévia e intencionalmente armadas, à fragilidade humana. O perigo começa quando inocentes "fiéis", distantes dos mínimos princípios de confiança em seus próprios poderes, passam a endeusar um homem comum – um homem, aparentemente, acima do bem e do mal –, transformando-o em "santo". Um "santo do pau oco" ("O guru do laxante", 26 de novembro).
Mirna Machado
Atibaia, SP

 

Trabalho

A seção Guia ("Procuram-se novos especialistas", 26 de novembro) que tratou de novas profissões, como arquiteto da informação e analista de palavra-chave, relacionou-as aos profissionais da ciência da computação, mas elas estão mais ligadas à área de ciência da informação, que se divide entre biblioteconomia, arquivologia e museologia. A biblioteconomia é com certeza a mais indicada para suprir essa nova demanda, já que o bibliotecário é hoje um mediador da informação, trabalhando com diversos suportes e mídias com o intuito de facilitar a vida dos usuários.
Marcos Henrique Lemertz
Bragança Paulista, SP

 

Veja Essa

De onde surgiu toda a arrogância de Cristiano Ronaldo (Veja Essa, 26 de novembro)? Seria da sua rápida ascensão à fama? Ou da sua falta de maturidade? Não sabemos, mas de uma coisa podemos ter certeza: ele não foi a primeira e não será a última sensação jovem do futebol. Mas, enquanto ainda é, vamos ver se relembra um pouco a educação que seus pais lhe devem ter dado.
Érika Mandú
São Paulo, SP

 

Cidades

Em relação à reportagem "Cidades fora do mapa" (19 de novembro), registramos nossa inconformidade diante de um retrato infiel à realidade dos municípios gaúchos de Forquetinha e Coqueiro Baixo. Realmente, somos cidades fora do mapa: fora do mapa da fome, do mapa do analfabetismo, do mapa da miséria, do desemprego, da insegurança pública, da poluição e dos congestionamentos urbanos, fora do mapa da ausência de saúde pública, da desatenção à criança e ao idoso. E, com muito orgulho, somos "cidades de primeira": entre 2001 e 2006, o produto interno bruto (PIB) per capita de nossas localidades cresceu acima da média brasileira; os gastos com pessoal ("batalhão de servidores públicos") em Coqueiro Baixo correspondem a 25% das receitas correntes líquidas e em Forquetinha, a 34%; a mortalidade infantil, nos dois municípios, foi de zero no ano de 2006; o sistema de ensino atende a totalidade das crianças em idade escolar; é garantido o acesso aos serviços públicos de saúde de forma gratuita a toda a população; e o desenvolvimento das comunidades preserva as diferentes culturas que as constituíram e respeita o meio ambiente. Como conclui a reportagem, é preciso separar o joio do trigo.
Lauri Gisch
Prefeito de Forquetinha
Forquetinha, RS
Veríssimo Caumo
Prefeito de Coqueiro Baixo
Coqueiro Baixo, RS

Correção: a foto publicada na reportagem "Sob o signo do mau humor" (26 de novembro) como sendo de Theodor Adorno é, na verdade, de Max Horkheimer, outro dos expoentes da chamada Escola de Frankfurt. Adorno é o que aparece na foto ao lado.

Peter Hillebrecht/AP

 

Para se corresponder com a redação de VEJA: as cartas para VEJA devem trazer a assinatura, o endereço, o número da cédula de identidade e o telefone do autor. Enviar para: Diretor de Redação, VEJA – Caixa Postal 11079 – CEP 05422-970 – São Paulo – SP;
Fax:
(11) 3037-5638; e-mail: veja@abril.com.br.

Por motivos de espaço ou clareza, as cartas poderão ser publicadas resumidamente. Só poderão ser publicadas na edição imediatamente seguinte as cartas que chegarem à redação até a quarta-feira de cada semana.

 



Publicidade
 
Publicidade

 
  VEJA | Veja São Paulo | Veja Rio | Expediente | Fale conosco | Anuncie | Newsletter |