Edição 1831 . 3 de dezembro de 2003

Índice
Brasil
Internacional
Geral
Economia e Negócios
Guia
Artes e Espetáculos
Claudio de Moura Castro
Sérgio Abranches
Diogo Mainardi
Roberto Pompeu de Toledo
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
Radar
Holofote
Contexto
VEJA on-line
Veja essa
Gente
Datas
VEJA Recomenda
Os livros mais vendidos
 
 

Gente

Celebridades ao vento


Fotos Reginaldo Teixeira
xeira
Malu e Carolina antes e durante o vento: a longa abriu, a micro nem se abalou

Discreta profissional, Malu Mader foi traída por um vento que lhe levantou a saia e deixou à mostra uma nesga de calcinha – por sinal, recatadíssima. O pé-de-vento aconteceu na gravação de um comercial que Malu, celebridade de verdade na vida real e celebridade um pouco forçada na novela Celebridade, estrela como... celebridade. A seu lado, Carolina Dieckmann, de sainha tão reduzida que o vento nem abalou. Na ficção, o futuro reserva momentos gilbertobraguistas para a personagem de Malu, Maria Clara: ela vai perder tudo depois de um golpe da maquiavélica Laura (Cláudia Abreu). Ainda por cima, quase pior que ficar pobre, terá o cabelo cortado na altura do ombro.

 

Dauphine versus Rolls-Royce

Em passagem por São Paulo, o mitológico campeão de xadrez Anatoly Karpov esteve na Febem do Tatuapé para uma simultânea com dez dos garotos que têm aprendido o jogo por lá. Um pouco antes da partida, o russo deu uma canja com o governador Geraldo Alckmin. "Só ensaiamos alguns lances. Ele, muito fidalgo, interrompeu antes que tudo se complicasse", conta o governador, que aprendeu a jogar com seu pai, disputou campeonatos e participou até de um clube epistolar (as partidas eram pelo correio). Comparando o nível da dupla a carros, como será que ficaria? "Um Dauphine 1958 contra um Rolls-Royce, com certeza", define Alckmin, humilde.

 

Fazendo o bem e retoques também

Meio brasileira (nasceu na Alemanha, mas morou em São Paulo até os 13 anos), a rainha Silvia da Suécia, 59 anos, passou uma temporada repleta de atividades no Brasil. Durante quase duas semanas, desdobrou-se com elegância no papel benemerente e protocolar adequado à sua condição: promoveu sua organização pró-infância, alimentou carpas com o presidente Lula, ajoelhou-se na terra para plantar mudinha em escola. No penúltimo dia, dedicou-se a fazer um pouco de bem a si mesma. Primeiro, foi retocar a muito bem conservada figura na clínica da dermatologista Lígia Kogos, sua médica há cinco anos. Depois, umas comprinhas: artesanato e biquínis para as filhas.

 

Certinha em momento sexy

J. R. Duran
Alessandra: expondo o resultado de ginástica com chopinho


Depois do fim da novela O Beijo do Vampiro, em maio, Flávia Alessandra tomou chá-de-sumiço – foi cuidar da filha Giulia, de 3 anos, e namorar o advogado Ricardo Brajterman. Agora, ressurge em duas frentes. No Sítio do Pica-Pau Amarelo, ela será a recatada caipira Branca Flor, toda certinha, como a própria atriz. Na próxima edição da revista Freeze ela aparece assim, sensual, contrariando (mas sem exageros) a imagem bem-comportada. Aos 29 anos, Flávia, 1,67 metro de altura, 51 impecabilíssimos quilos, diz que faz ginástica, sim, mas sem exageros. "É só porque me preocupo com a saúde", jura. "E nem por isso vou deixar de tomar meu chopinho."

 

 

Salvo pelo pulo

Poucas pessoas, num momento de pânico, conseguem ser tão metódicas e racionais quanto o brasiliense Fernando Ivan Santos Ostrowski, 18 anos. Preso em um incêndio no 5º andar do prédio em que mora em uma universidade de Moscou, ele planejou exatamente como escaparia – e escapou, com duas vértebras fissuradas, o pulso quebrado e a clavícula deslocada. Do hospital onde está internado por três semanas Ivan falou a VEJA:

Veja – Como você se salvou do incêndio?
Ivan –
Estava dormindo quando um dos meus colegas de quarto, um palestino, me acordou gritando "Fogo, fogo, Ivan". Pela fumaça percebi que não daria para ir pela escada, porque teria de descer 210 degraus.

Veja – Você contou?
Ivan –
Já tinha contado, por curiosidade. Eu demorava um minuto e dez segundos para chegar lá embaixo.

Veja – Aí resolveu pular a janela?
Ivan –
Antes de pular, lembrei de jogar uma mala que eu tinha com documentos, dinheiro, óculos escuros, algumas camisetas e um celular. Passei para fora do prédio e mirei uma faixa de grama, porque se caísse mais adiante me arrebentaria no asfalto. Eu me esforcei também para cair do lado esquerdo, já que sou destro, e para não bater a cabeça nem o nariz.

Veja – Por que você resolveu estudar na Universidade da Amizade dos Povos (ex-Patrice Lumumba)?
Ivan –
Sempre tive vontade de estudar fora do Brasil. Fiquei sabendo dessa universidade e, como tenho raízes russas, me interessei. Li na internet que ela formava terroristas, mas não é verdade. Não estou aqui por questão ideológica. Minha crença não é nos homens, mas em Deus.

Veja – Você gosta da escola?
Ivan –
Bastante. Vou fazer direito internacional. Só devo voltar ao Brasil nas férias, no meio do ano que vem.

 

Editado por Lizia Bydlowski.
Colaboraram Bel Moherdaui, Marcella Centofanti e Roberta Salomone

 
 
 
 
topo voltar