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Holofote
Felipe Patury
• O
NÓ GÓRDIO MARANHENSE
Ricardo Stuckert
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O governador do Maranhão, José Reinaldo, deu um golpe
de mestre no presidente do Senado, José Sarney. Há
um mês, disse ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva
que escolheu o deputado Sarney Filho para sucedê-lo.
O anúncio deixou Sarney pai de mãos atadas. A senadora
Roseana, sua filha, também quer ser candidata, mas é
inimiga de José Reinaldo. O anúncio constrange Sarney,
que terá de trabalhar contra o filho se preferir Roseana.
Por isso, já surgiram apostas de que o candidato do clã
ao governo do Maranhão não será um dos irmãos.
• UM
MATARAZZO NA MATARAZZO
Itamar Miranda/AE
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O empresário Andrea Matarazzo deixou há oito
anos as indústrias da família para fazer política.
Presidiu a Companhia Energética de São Paulo no governo
Mário Covas, foi ministro da Comunicação Institucional
e embaixador em Roma no governo Fernando Henrique Cardoso. Neste
mês, reassumiu a Matarazzo Holding, uma cisão do complexo
empresarial fundado pelo conde Francisco Matarazzo no século
XIX. Sob a Matarazzo Holding, estão duas indústrias
de plásticos industriais que faturam 200 milhões de
reais por ano.
• O
TESTE DO FUNERAL
Vidal Cavalcante/AE
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O empresário José Victor Oliva, aquele que
dominava a noite paulistana na década de 80 e foi casado
com a Hortência do basquete, inventou uma fórmula curiosa
para recrutar estagiários para seu Banco de Eventos, que
promove seminários, feiras e congêneres. Os candidatos
são orientados a escrever em inglês uma redação
sobre como deveria ser o velório de Oliva. Aqueles que escrevem
os textos mais criativos acabam contratados. Quando as idéias
são muito boas, o empresário incorpora algumas delas
ao roteiro que escreveu para o próprio funeral.
• BRASIL,
BOM E BARATO
Divulgação
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A filial brasileira da Gedas, o braço de informática
da Volkswagen, venceu a disputa com a Índia e o Leste Europeu
para sediar as exportações da empresa, hoje feitas
pela matriz alemã. A Gedas concluiu que o Brasil tem a melhor
combinação de bons engenheiros e baixos custos. Os
alemães pretendem elevar o faturamento da filial brasileira
para 300 milhões de reais em 2006, três vezes mais
do que a previsão para este ano. A tarefa foi entregue ao
diretor executivo no Brasil, Alexander Schmitz-Kohlitz.
Com reportagem de Camila Antunes,
Heloísa Joly, Juliana Linhares e Sandra Brasil
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