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Gente
Era bailarino, agora
é rei do Camboja
Reuters
 | | Sihamoni
no trono: coroação depois
de mais de vinte anos de
ausência |
Com
o porte aprumado e os gestos elegantes de quem pratica balé clássico
desde os 5 anos, trajes dourados, cabeça raspada e um certo ar de Yul Brinner
em O Rei e Eu, Norodon Sihamoni, 51 anos, assumiu o trono
do Camboja numa cerimônia em que foi ungido, banhado e literalmente carregado.
Sihamoni sucede ao pai, Sihanouk, 81 anos, que abdicou duas semanas atrás,
depois de sobreviver a seis décadas de colonialismo, guerra, comunismo
e um regime genocida. O novo rei é solteiro, mora em Paris há mais
de vinte anos ganhando a vida como bailarino e coreógrafo e era quase desconhecido
no Camboja. "Temo não desempenhar muito bem esta grande missão por
falta de experiência", declarou, modestamente.
Descolada
por um dia Daniel
Klajmic/Revista Trip
 | | Sandy:
entre gravações e shows, aulas para o segundo vestibular |
Nunca
se viu uma Sandy como esta de moletom velhinho e rasgado, descalça,
tipo menina descolada. É tudo pose, claro, para a próxima edição
da revista Trip, que providenciou o figurino. Aos 21 anos, Sandy continua
muito bem-arrumadinha, compenetrada e estudiosa: aumentou a carga das aulas particulares
que vem tomando para prestar vestibular (o segundo) no fim do mês. Sandy
entrou em psicologia em 2001, mas nunca chegou a cursar, por falta de tempo. Agora
vai tentar letras em duas faculdades de Campinas, confiando em poder ter tempo
para encarar pelo menos algumas matérias por semestre. "Tenho facilidade
para aprender línguas e acho que vai ser útil para minha carreira",
diz. Divulgação/TV
Globo
 | | Tânia,
a caráter: curso intensivo de samba no pé |
Enfim,
de corpo inteiro
Na
sua primeira fase em Senhora do Destino, a fogosa Nalva era um tipo raro:
a passista de escola de samba que só aparecia da cintura para cima. Por
quê? Ela não sambava nada. "Só conseguia me chacoalhar", reconhece
a paulistíssima atriz Tânia Kalil. Dotada do equipamento básico
e posta em treinamento intensivo aulas três vezes por semana no Rio
de Janeiro, onde trabalha, e mais uma em São Paulo, onde mora o marido,
o cantor Jair de Oliveira , Tânia voltou à cena bem mais amaciada.
"Ela tinha dificuldades na marcação do tempo, mas melhorou muito",
elogia Solange Ferreira, rainha da bateria da Vai-Vai e sua professora em São
Paulo. Tem
brasileiro no Metropolitan Marco
Pinto
 | | Herchcovitch:
vestidos de látex viram peças de museu |
Aninhado no Metropolitan Museum de Nova York, o Costume Institute promove algumas
das mais badaladas exposições de moda do planeta. A próxima,
em dezembro, tem a natureza como tema e dois brasileiros, que mostrarão
seus estilos bem diversos ao lado de estrelas como Yves Saint Laurent e Yohji
Yamamoto. De Alexandre Herchcovitch serão exibidos dois vestidos
confeccionados em látex, um material difícil do qual ele extrai
leveza e, claro, sensualidade. De Carlos Miele estará exposto um body de
couro assessorado por um imenso cocar. Folclórico? Que nada. "É
uma ponte entre artesanato e tecnologia, modernidade e primitivo", teoriza Miele. Vida
nova, guarda-roupa novo
Marco
Pinto
 | | Belfort
e Joana: da Feiticeira, só o silicone |
Lembram
da Feiticeira e suas roupinhas mínimas? Pois só sobraram daquela
fase a barriga de fora (com razão: são seis meses de gravidez),
assim mesmo num desfile de moda, e os seios turbinados por próteses de
320 mililitros de silicone mas devidamente cobertos. Cabelos mais escuros
e maquiagem leve, a neo-evangélica Joana Prado faz entrevistas para
um programa de TV e cuida da parte financeira da academia de ginástica
do marido, o lutador de vale-tudo Vítor Belfort. "Não me
sinto mais a Feiticeira. Agora sou esposa e mãe", diz Joana, que vendeu
em um bazar todo o antigo e exíguo guarda-roupa.
Editado por Lizia Bydlowski. Colaboraram
Bel Moherdaui, Roberta Salomone e Sandra Brasil
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