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Cartas
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"Gostei
muito dessa entrevista. E achei-a oportuna, ao contrário
do que disseram alguns. A jornalista Mônica falou quase
tudo o que a gente gostaria de dizer."
Sonia Marli Abdalla Jordão
Por
e-mail
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Leonardo da Vinci
Parabéns a VEJA e ao jornalista
Jerônimo Teixeira pela incrível reportagem "A modernidade
de Leonardo da Vinci" (27 de outubro). Fiquei mais uma vez maravilhada
ao ler sobre a "obra" desse gênio que depois de 500 anos ainda
nos surpreende. Como o próprio título de capa diz,
é um enigma mesmo o gênio Leonardo da Vinci.
Angela Hermanny A.B. dos Santos
Vitória, ES
Da Vinci é o maior exemplo
de que o ser humano é capaz de usar sua inteligência
e criatividade em prol da humanidade.
Rodrigo Paes Lima
Goiânia, GO
Leonardo da Vinci, cuja genialidade
eclética continua a fascinar gerações, foi,
sem dúvida, essencial para a evolução humana.
Mila Dessaune
Cachoeiro de Itapemirim, ES
É difícil entender
como alguém pôde ter tantas capacidades artísticas
e intelectuais e se destacar em todas. Como disse Freud: "Leonardo
acordou cedo demais na escuridão, enquanto os outros continuavam
a dormir".
Juliana Severgnini
Carazinho, RS
Sou diretora de um colégio
no bairro de Pirituba, em São Paulo, onde cerca de 500 alunos
do ensino fundamental ao médio e seus professores trabalharam
durante meses em um projeto que resultou na mostra cultural realizada
no sábado, dia 23 de outubro. A mostra teve por objetivo
explorar toda a genialidade de Leonardo da Vinci. Os visitantes
ficaram surpresos ao perceber quanto esse gênio multifacetado
pôde ser estudado e explorado de formas tão diferentes.
Parabéns à equipe de VEJA pela excelente reportagem
sobre a fantástica figura de Leonardo da Vinci.
Duda Lopes
São Paulo, SP
Numa matéria no mínimo
instigante, VEJA nos presenteia com uma síntese do que representa
até hoje esse que é um dos maiores gênios da
humanidade. Sublime!
Christian Miguel da Silva
La Paz, Baixa Califórnia Sul, México
Mônica Dallari
VEJA define Mônica Dallari
(Amarelas, 27 de outubro), namorada do senador Eduardo Suplicy,
como sendo "uma morena bonita, esbelta, gentil e educada". Parabéns,
senador! O senhor merece mesmo ser feliz com essa legítima
"anti-Marta".
Guilherme Morais
São Paulo, SP
Muito lúcida a entrevista
da namorada do senador Suplicy, ao contrário da petulância
de Marta para com o ex-marido. Marta pertence a um grupo de pessoas
acostumadas a tratar seres humanos como coisas descartáveis
e já começa a pagar caro por isso.
Anoel Azeredo
São Bernardo do Campo, SP
Que falta de sorte do senador
Eduardo Suplicy. Livrou-se da pena de morte, mas ganhou prisão
perpétua. Que mania essas mulheres têm de dizer como
ele deve agir.
Nancy Tavares
São Paulo, SP
Que fez o senador Eduardo Suplicy
a Deus para ter de suportar Mônica Dallari? Não bastou
Marta?
Dóris Abreu
Por e-mail
Mônica Dallari, até
então desconhecida para a maioria dos brasileiros, entra
agora para o rol das celebridades, graças a sua entrevista
e a todo o veneno que despejou em suas respostas. Falou com desenvoltura
da vida particular da candidata Marta Suplicy e de seu marido, com
a intenção clara de prejudicar a imagem já
tão antipatizada da prefeita, com opiniões e comentários
que deveria ter guardado para si. É uma exposição
que qualquer pessoa sem maiores interesses dispensa, seja porque
pode estar sendo tremendamente injusta, seja porque tem o mínimo
de educação.
Ana Elisa de Carvalho Melo
São Paulo, SP
Uma mulher inteligente não
tece jamais comentários públicos sobre as ex-companheiras
do homem que está a seu lado e, muito menos, sobre seus novos
pares. Há, sempre, um ranço de despeito e insegurança.
Maria das Graças Targino
Teresina, PI
As respostas de Mônica
foram uma tentativa de tornar Marta antipática perante o
público. Ao fazer isso, Mônica também afetou
negativamente a imagem de Suplicy. Como pode ser inseguro e fraco
alguém que construiu uma carreira política sólida,
baseada em princípios humanitários e conduta honesta?
Ciomara Gouvea
São Paulo, SP
Que bom! Um ser humano culto,
educado, sensível, honesto, gentil, enfim, admirável
encontrou uma mulher que realmente o merece. Sejam felizes, Mônica
e Eduardo Suplicy, e que a música Blowin' in the Wind
role solta por aí.
Ângela Marisa Franco
Londrina, PR
Firme, opinativa, franca, digna nos posicionamentos,
Monica mostrou que exerce sua liberdade de pensamento sem agressividade,
com argumentos e serenidade. Foi assim que vi essa mulher elegante
e bonita nas páginas amarelas de VEJA. Fiquei contente ao
constatar que o senador Suplicy, a quem sempre admirei pela sinceridade,
está em tão boa companhia.
Sônia Machiavelli Corrêa
Neves
Franca, SP
Excelente a entrevista. Amor é respeito.
Citando Renato Russo: "A Mônica ensinava para o Eduardo coisas
sobre o céu, a terra, a água e o mar... E todo mundo
diz que ele a completa, e vice-versa, que nem feijão com
arroz...".
Marta Maria de
Araújo
Santo André, SP
Radar
Em relação à nota "Transportes,
um ministério que não anda", publicada pela seção
Radar (27 de outubro), cumpre esclarecer que o ministro dos Transportes,
Alfredo Nascimento, tem a total confiança do presidente Luiz
Inácio Lula da Silva e vem trabalhando em sintonia com o
ministro-chefe da Casa Civil, José Dirceu.
Telma Feher
Assessoria Especial da Casa Civil da Presidência da República
Brasília, DF
Vende-se uma CPI
Indignação, repulsa e nojo foi
o que senti ao ler a reportagem "Vende-se uma CPI" (27 de outubro).
A comunidade política brasileira, que há muito não
tem a confiança da população, precisa, se quiser
demonstrar um mínimo de seriedade e dignidade, utilizar esse
evento para promover um expurgo radical dessa espécie de
político de suas bases partidárias, não só
no Rio de Janeiro, mas em todo o Brasil e em todas as esferas de
poder, sob pena de serem todos considerados "farinha do mesmo saco".
César Cássio Cardoso
Mineiros, GO
Até quando o povo brasileiro vai aguardar
sentado que algo seja feito? A culpa da situação do
Brasil é nossa, do povo, de mais ninguém. Vivemos
num país mal-acabado e não estamos fazendo muita coisa
para resolver de fato os problemas. Não acredito que aguardar
por soluções a longo prazo seja o caso aqui. Talvez
a longo prazo não haja volta.
José Eduardo Manassero
São Paulo, SP
Em relação às denúncias
de extorsão praticada pelo deputado federal André
Luiz, informo que enviei os ofícios em anexo aos presidentes
nacional e estadual do PMDB e ao presidente da Câmara dos
Deputados. Essas são as medidas que me cabia tomar em repúdio
à citação indevida de meu nome em tão
lamentável episódio.
Senador Sérgio Cabral
Brasília, DF
A reportagem "Vende-se uma CPI" afirma erroneamente
que eu me hospedava na casa do deputado federal André Luiz
(PMDB-RJ) em Brasília e que faço parte de seu grupo
político. Cumpre esclarecer que em nenhum momento freqüentei
nenhuma das residências do citado parlamentar, não
tenho contato social com o mesmo nem participo ou participei de
grupo político integrado pelo deputado. Cumpre esclarecer
que o meu relacionamento com o deputado André Luiz limitou-se
sempre a questões político-partidárias em vista
dos cargos que exerci na Assembléia Legislativa do Estado
do Rio de Janeiro.
Deputado Paulo Melo
Rio de Janeiro, RJ
Eleições
O único programa sobre a fome notável
no governo do PT até o momento é a fome pelo poder.
Mesmo que isso signifique aceitar apoio do "nefasto" senhor Paulo
Maluf. A que ponto chegou o PT ("'Dona Marta' e o 'nefasto'", 27
de outubro).
Rozeinaldo Massini
Curitiba, PR
Resido em Barcelona há dois anos e
tenho procurado me distanciar das questões políticas
da minha cidade de São Paulo, mas, ao tomar conhecimento
da matéria de VEJA sobre o andamento da campanha para o segundo
turno das eleições, acabei me revoltando e prontamente
resolvi, para desabafar, escrever este e-mail, pois é inacreditável
como a candidata Marta Suplicy teve a coragem de receber o apoio
do diametralmente contrário Paulo Maluf. Morri de rir com
a composição da dupla MARLUF, cujas anedotas reverberaram
aqui em nossa comunidade brasileira.
Julian Carax Gonçalvez
Barcelona, Espanha
Marta Suplicy está mais para lobo do
que para chapeuzinho. Afinal, ela é PT. E desde quando o
PT é melhor que Paulo Maluf? No mínimo, são
todos iguais.
Zizi Rafeal
Boynton Beach, Flórida, EUA
O prazer espúrio de ser aficionado
de briga de galo implica a assunção dos riscos. E
não condiz com um publicitário do gabarito de Duda
Mendonça, que trabalha para o petismo a peso de ouro, ser
flagrado numa atividade mal dita lúdica e que é notoriamente
ilegal. Sujada a barra em Jacarepaguá, embora desacorçoado,
Duda deveria ter assumido o problema e não contar, depois
de tentar uma carteirada, com o apadrinhamento do ministro da Justiça
para livrar sua cara.
Pedro Luís de Campos Vergueiro
São Paulo, SP
Rosinha e Garotinho resolveram partir para
um tudo ou nada sem limites. Com uma filosofia de Robin Hood de
Chicago na cabeça e um suposto apoio divino, o casal desembarcou
com todos os ajudantes em Campos, decidido a mostrar para o Brasil
quem é que manda no Estado do Rio de Janeiro. Verdadeiros
cruzados de uma maneira de fazer política que explora a miséria
popular em troca de votos, eles parecem estar acima da lei e da
ordem. Na terra da goiabada, a família Garotinho transformou
um pudim numa grande marmelada ("Sem limites", 27 de outubro).
Wilson Gordon Parker
Nova Friburgo, RJ
André Petry
Quantas atrocidades acontecem em nome de Deus!
O STF pretende condenar mães de fetos anencéfalos
ao sofrimento de ter de carregar em seu ventre por nove meses vidas
condenadas à morte em 100% dos casos. Acho que o Estado brasileiro
não é laico! Se o fosse, não poderia conviver
com o grande crucifixo que se posiciona em lugar de destaque no
plenário do STF e da mesma forma na Câmara e no Senado
("Sem aborto. Com dor", 27 de outubro).
Luisa Accioly
Porto Seguro, BA
O Supremo Tribunal Federal está sendo
injustamente atacado por ter cassado a liminar que autorizava o
aborto de fetos sem cérebro. A Suprema Corte apenas reafirmou
que não lhe cabe criar normas legais, e sim aplicá-las
aos fatos concretos. O vilão dessa história é
outro: o Poder Legislativo federal, omisso, que prefere confortavelmente
torrar o meu, o seu, o nosso dinheiro com discussões sobre
a reeleição dos presidentes da Câmara e do Senado
em vez de enfrentar temas espinhosos e importantes como esse.
Adriano Aparecido Bruno
Bauru, SP
Cobra
Cumprimento VEJA pela reportagem que diz respeito
às ilegalidades praticadas pela empresa Cobra, vez que retrata
a realidade vivida por vários entes públicos, em todas
as esferas da administração pública. Vale ressaltar
que realmente a Cobra tem formalizado contratos com entes públicos
sem licitação. Isso também ocorreu em Uberlândia
(MG) no ano de 2003, quando formalizou um contrato com o município,
no valor de 6 milhões de reais, para fornecimento de computadores,
impressoras e softwares. Só que no caso de Uberlândia
existe uma agravante. Os preços dos produtos repassados ao
município pela Cobra foram cerca de 22,8% (vinte e dois vírgula
oito por cento) mais altos do que o valor que ela contratou com
a Itautec. Não há dúvida de que a empresa é
uma intermediária de luxo. Por fim, informo que essa "ilegalidade"
praticada pela Cobra já está sendo questionada em
juízo por uma ação civil pública ajuizada
pela Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio
Público da Comarca de Uberlândia autos nº
702.03.095.914-3
, pretendendo a declaração da ilegalidade do
ato e a responsabilização dos envolvidos.
Luiz Henrique Acquaro Borsari
Promotor de Justiça
Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público
Uberlândia, MG
Diogo Mainardi
Mainardi foi muito feliz quando disse no texto
"Sem medo de meter medo" (27 de outubro) que "o problema do país
não é falta de escolas, mas o que se ensina dentro
delas". É difícil para uma sociedade democrática
funcionar satisfatoriamente se o povo não tem instrução
adequada. A educação é essencial para o pleno
desenvolvimento das potencialidades do cidadão. O mínimo
de escolaridade é um dos direitos sociais, fundamentais e
humanos, ainda não cumpridos com qualidade no Brasil. Precisamos
mudar isso!
Manoel Juvêncio Freire
Natal, RN
Pela primeira vez concordo integralmente com
Mainardi. Depois que o presidente Lula se aliou com as piores oligarquias
do país, o PT vem se desfigurando de cima para baixo. Apesar
de não concordar em quase nada com a senadora Heloísa
Helena e os deputados Babá e Luciana Genro, não posso
deixar de registrar, eles ao menos mantiveram a honra da palavra.
Sandro Ferreira
Ponta Grossa, PR
O colunista Diogo Mainardi não poderia
ter escrito nada melhor a respeito da opinião do PT sobre
seus eleitores. Parabéns!
Cleci Bruni
Por e-mail
Stephen Kanitz
Tenho 57 anos, já fiz minha escolha
há vinte anos, mas acabo de me matricular num curso de dança
de salão perto da minha casa, depois que li "A escolha de
seu par" (Ponto de vista, 27 de outubro). Nunca mais vou deixar
uma mulher bonita frustrada, como aconteceu no último domingo,
quando, ao ser puxado para dançar, recusei apavorado. Enfim,
minha mulher vai ter o dançarino com que sempre sonhou!
Josué Fermon
Brasília, DF
Fico feliz em ver um homem inteligente e influente
chamar a atenção das pessoas para uma prática
tão saudável como a dança de salão,
que tem a possibilidade de resgatar valores entre um homem e uma
mulher como o cavalheirismo, a gentileza e a educação.
Uma observação: as pessoas consideravam a dança
de salão uma submissão da mulher porque não
tinham a sensibilidade para perceber que nela há uma troca
em que o homem conduz e faz tudo para a dama, porque ela quer e
deixa, pois isso faz parte de uma relação de companheirismo
em que ambos saem ganhando.
Cida Maia
Maringá, PR
Gostaria de cumprimentar Stephen Kanitz pela
sensibilidade e precisão dos comentários. Como profissional
do ramo, há quinze anos atuando em uma cidade que desconhecia
alguns códigos da dança de salão e que hoje
é referência nacional, sinto-me duplamente satisfeito:
como professor e como dançarino.
Edson Nunes
Florianópolis, SC
Cardiopatia e esportes
Na reportagem a respeito de Washington, centroavante
do Atlético Paranaense ("Coração valente",
20 de outubro), há uma incorreção. O camaronês
Marc-Vivien Foe não morreu de infarto do miocárdio.
Na realidade, a necropsia diagnosticou que a causa da morte súbita
foi cardiomiopatia hipertrófica. A autópsia realizada
no jogador húngaro Miklos Feher, do Benfica, não tinha
mostrado doença arterial coronária. Vale ressaltar
que a principal causa de morte súbita em atletas é
a cardiomiopatia hipertrófica.
Edmundo Arteaga
Médico cardiologista do Instituto do Coração
do Hospital das Clínicas da FMUSP e pesquisador da cardiomiopatia
hipertrófica
São Paulo, SP
Existem várias causas de morte súbita,
e o infarto do miocárdio não está entre as
mais comuns na faixa etária mais jovem. Comumente a morte
súbita é causada por doenças como a cardiomiopatia
hipertrófica ou a displasia arritmogênica de ventrículo
direito. Os fatores de risco são completamente diferentes,
os métodos de diagnósticos são diferentes,
a prevenção e o tratamento também o são.
O diabetes melito, por exemplo, não é fator de risco
para essas doenças que citei. Ambas são, na verdade,
geneticamente determinadas (ou seja, cuidado com a história
familiar).
Leandro Ioschpe Zimerman
Cardiologista e responsável pelo setor de arritmias cardíacas
dos Hospitais de Clínicas de Porto Alegre e Santa Casa de
Misericórdia
Porto Alegre, RS
Yara Baumgart
Na qualidade de filhos da senhora Baumgart,
gostaríamos de nos manifestar em relação à
entrevista publicada em VEJA, nas páginas amarelas, e às
cartas relativas à referida entrevista. A revista perdeu
uma excelente oportunidade de mostrar uma senhora que é empresária,
filha, esposa, mãe e avó extremamente consciente desses
papéis, ligada a preocupações de ordem filosóficas
(formada em filosofia pela PUC-SP), artísticas e de responsabilidade
social. Talvez isso tenha ocorrido por parte da inabilidade da entrevistadora
de vossa revista, que pode, eventualmente, não ter conduzido
adequadamente a entrevista, seja por preconceitos evidenciados nas
próprias perguntas formuladas, seja por deduções
errôneas sobre algumas respostas. Seria importante que vosso
redator-chefe tivesse mais critérios na edição
da matéria para que a mesma seguisse fielmente as intenções
das cargas semânticas e ideológicas das palavras. Evidenciou-se
a intenção de levar a entrevista para o lado jocoso:
"Diz que é fluente em cinco idiomas..." Muitas coisas pertinentes
que foram ditas por nossa mãe não foram selecionadas
para publicação. Em nosso entender, essa espécie
de jornalismo não é séria, além de não
condizer com a imagem que tínhamos da revista. Aconselhamos
aos redatores maior critério nesse sentido, para que não
aconteça com a revista VEJA o que aconteceu com a nossa mãe:
ser ridicularizada sem razão objetiva para tanto.
"O meio é a mensagem."
Marshall Mac Luhan
Nosso conforto é saber que as pessoas
que têm o privilégio da convivência com a nossa
mãe sabem que a entrevista não retratou sua realidade.
Cristina, Beatriz, Karin e Otto Baumgart
São Paulo, SP
Olá, Juliana. Acabei de receber a matéria.
Gostei muito, sou eu. Volto no começo de novembro e quero
almoçar com você para conversarmos. Beijos.
Yara Baumgart
Dubai, Emirados Árabes Unidos
CORREÇÕES: Na nota "Para
garantir conforto a bordo" desta edição de VEJA, o
valor dos pacotes de cruzeiro no navio Pacific partem de 340 dólares,
e não de 179 dólares, como publicado.
Diferentemente do que afirma a nota "Ao gosto do freguês"
(Radar, 27 de outubro), a Nike produz, sim, o Nike Shox em vários
tamanhos, do infantil ao adulto, além de oferecer produtos
com cores específicas para as linhas feminina, infantil e
masculina.


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As sobrancelhas da Mona Lisa
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| Mona Lisa e Madonna
Benois: sobrancelhas raspadas |
O leitor Waldir Mussi, de Curitiba, pergunta:
"Na reportagem 'Plástica polêmica' (16
de setembro de 1998), VEJA nos informa que a perda das
sobrancelhas da Mona Lisa se deveu ao 'uso de um solvente
muito forte por um restaurador desastrado'. Agora, a
revista nos informa que a Mona Lisa 'teria as sobrancelhas
raspadas conforme a moda da época'. Qual a informação
correta?". Há várias versões para
a ausência de sobrancelhas no quadro de Da Vinci.
Algumas muito exóticas, como a do médico
espanhol Julio Cruz y Hermida, que no livro A Gioconda
Vista por um Médico atribui o fenômeno
a uma alopecia, mal que faz cair todos os pêlos
do corpo. Muito popular, mas pouco acreditada, é
a história de que numa restauração
do século XVII ela teria perdido os pêlos
pela ação de um restaurador descuidado.
O fato de Giorgio Vasari (1511-1574) ter feito referências
às sobrancelhas de Mona Lisa no livroVidas
dos Grandes Pintores, Escultores e Arquitetos Italianos
deu gás a essa versão, que no entanto
é desmentida por Donald Sassoon. Em Mona Lisa
A História da Pintura Mais Famosa do Mundo,
Sassoon informa que Vasari escreveu a obra sem nunca
ter visto a pintura original. E atribui a ausência
de pêlos sobre os olhos à moda da Renascença,
que assim o exigia. Tanto em pinturas de personagens
de seu tempo, como a Mona Lisa, quanto em quadros
da virgem com o menino, como a Madonna Benois,
pode-se notar na obra de Leonardo da Vinci vários
exemplos de sobrolhos desguarnecidos de pêlos.
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O Samu é 192
Na
nota "Colisão sem traumas", o Guia (6 de outubro)
recomenda que em caso de colisão no trânsito
com vítimas se deve avisar o resgate, ligando
para o telefone 193. O leitor Marco Hermeto lembra que
o governo federal criou o Serviço de Atendimento
Móvel de Urgência para socorro em situações
de emergência médica, incluindo atendimento
a vítimas de acidentes de trânsito. O telefone
do Samu é o 192 e já está valendo
para muitos municípios brasileiros. "Este é
o serviço-padrão para atendimento, controlado
via rádio por médicos e efetuado por profissionais
da área de saúde devidamente capacitados
para tal. Se necessário, um médico será
enviado ao local", lembra Hermeto.
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