BUSCA

Busca avançada      
FALE CONOSCO
Escreva para VEJA
Para anunciar
Abril SAC
ACESSO LIVRE
Conheça as seções e áreas de VEJA.com
com acesso liberado
REVISTAS
VEJA
Edição 2028

3 de outubro de 2007
ver capa
NESTA EDIÇÃO
Índice
COLUNAS
Stephen Kanitz
Millôr
André Petry
Diogo Mainardi
Roberto Pompeu de Toledo
SEÇÕES
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
VEJA.com
Holofote
Contexto
Radar
Veja essa
Gente
Datas
VEJA Recomenda
Os livros mais vendidos
Publicidade
 

Gente

Mauricio Nahas/Nova


Em defesa do naturalismo

ALINNE MORAES, 24 anos, é uma espécie de resposta divina às dúvidas ontológicas masculinas – se ela existe, tudo vale a pena. É difícil acreditar que tenha passado dois anos longe da TV que a descobriu, mas agora está de volta, em Duas Caras, a nova novela do horário nobre da Globo. Ela se preparou para o papel de Sílvia com suprema tranqüilidade: leu a sinopse, deu uma conferida no figurino e se jogou. "A obra é aberta. Minha única busca é pelo naturalismo", esclarece. A confiança vem do período dedicado ao aprimoramento das artes cênicas. E também, claro, do poder da estarrecedora forma física, que mantém com três horas diárias de balé e que exibe na revista Nova. "A beleza só ajuda. Lido muito bem com ela", declara, com naturalístico esplendor.

 
Shaun Curry/AFP

Camilla de cera é derretida

Demorou um bocado de tempo para o efeito Diana amainar e o Museu Madame Tussaud finalmente inaugurar uma estátua de CAMILLA, a mulher do príncipe Charles. Do ponto de vista dela, valeu a pena esperar: a sua versão de cera parece ter derretido vários centímetros, especialmente nos quadris. "Nunca mudamos nada. As medidas foram tiradas em junho e a estátua as segue fielmente", garante um porta-voz do museu. Camilla passou uma hora sendo medida (em mais de 400 pontos) e fotografada sobre uma plataforma giratória. Também doou os sapatos e a carteira. O conjunto azul-claro, da estilista Anna Valentine, é réplica de um modelo que já usou várias vezes – em escala evidentemente mais avantajada.

 

 

Ensaio para tirar a roupa

 
Fotos Caetano Barreira/Argosfoto

Ver DANIELLA CICARELLI à vontade, com pouca roupa, não é exatamente uma novidade para a maioria das pessoas com acesso à internet. A diferença é que durante a apresentação do 13º VMB, a premiação musical da MTV, ela fez por querer: tirou o microvestido rosa André Lima e ficou de microvestido preto Adriana Degreas. Ensaiou cinco vezes a coreografia mais segura para que nada não planejado ficasse de fora. "Levei na brincadeira porque, se bancasse a sensual, ia cair no riso", diz Daniella, que jura não possuir uma única célula sexy – "Quando tento, fico ridícula". Daniella também brinca com a maratona de duas horas e meia entrando e saindo no palco: "Pus em ação o combo apresentadora, modelo e atleta".

 

Campanha de roupas, perceberam?

 

Reuters

A foto acima ajuda ou atrapalha no combate à anorexia? A francesa ISABELLE CARO, 27 anos, aspirante a atriz, acha que ajuda. "Embora meu corpo cause repugnância", diz, ela aceitou se despir diante do rei da foto publicitária escandalosa, o italiano Oliviero Toscani, para "mostrar às jovens quanto essa doença é perigosa". Especialistas nesse distúrbio psíquico acreditam o contrário: mulheres anoréxicas vêem um corpo devastado como o de Isabelle – 1,65 metro, 31 quilos – e acham lindo. As fotos foram tiradas para promover uma marca de roupas. Isabelle sofre de anorexia desde os 13 anos, resultado de "uma infância muito difícil", que contará em detalhes num livro que promete publicar "em breve".

 

A descoberta do pé-de-valsa

De pé no acelerador para pé-de-valsa foram muitos e esforçados passos. Na primeira eliminatória masculina da quinta temporada de Dancing with the Stars, um dos campeões de audiência da rede americana ABC, o piloto HELIO CASTRONEVES, assumido cabo de vassoura, ficou com a mais alta pontuação. Nada de talento inato de brasileiro para o gingado – durante uma semana, ele treinou quatro horas por dia com sua parceira, a dançarina JULIENNE HOUGH. "Antes, o máximo que eu arriscava eram uns passos de lambada", conta Castroneves, que está impressionado com a repercussão. "Estou sendo mais reconhecido na rua do que quando ganhei as 500 Milhas de Indianápolis."

Editado por Lizia Bydlowski. Colaboraram Laura Ming e Suzana Villaverde

  VEJA | Veja São Paulo | Veja Rio | Expediente | Fale conosco | Anuncie | Newsletter |