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Edição 1 758 - 3 de julho de 2002
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"É fantástico viver numa época em que a ciência nos brinda com notícias tão positivas."
Jorge Wagner
Ribeirão Preto, SP

 

Super-remédios

A reportagem "A era dos super-remédios" (26 de junho), além de mostrar como a indústria farmacêutica trabalha para melhorar a qualidade de vida das pessoas, esclarece ao público leigo a importância da pesquisa, dos altos investimentos e dos grandes lançamentos. A indústria investe pesado em desenvolvimento não somente de seus produtos mas também de sua preparada e orgulhosa mão-de-obra.
Lina Celia Lott Peixoto Domenici
Belo Horizonte, MG

A matéria mostrou de forma completa e vasta como as novas tecnologias estão aumentando a eficiência dos medicamentos e, simultaneamente, inflando os lucros dos laboratórios.
George Sena
União dos Palmares, AL

É bom saber do grande avanço da biotecnologia na fabricação de medicamentos de última geração, pois isso devolve a esperança a milhões de pessoas. Parabéns a Anna Paula Buchalla pela belíssima reportagem e à equipe de VEJA pelos conhecimentos acrescentados aos leitores.
Hanna Carolina Martins de Oliveira
Belo Horizonte, MG

Parabéns pela reportagem que nos esclarece (e de certa forma tranqüiliza) sobre os avanços e as conquistas da indústria farmacêutica. Porém, acredito que a verdadeira vitória se dará quando a população de classe baixa tiver acesso a esses super-remédios sem a necessidade de optar: os remédios ou a comida?
Ricardo Denti Junior
Frederico Westphalen, RS

A indústria farmacêutica é excepcional devido a seus avanços, lucros e conquistas. É imprescindível a aliança entre super-remédios e preço, para que toda a população consiga usufruir esse benefício.
Luciano Fabricio
Natal, RN

O alívio de problemas como dores crônicas, disfunção erétil, diabetes, câncer de mama e de pulmão, osteoporose e outras patologias merece ser festejado. Mas o que pensar da falta de investimentos em "super-remédios" contra diversas doenças infecciosas que ainda atingem grande parte da humanidade, como a tuberculose, cujos esquemas terapêuticos, demorados e repletos de efeitos colaterais, são um incentivo ao abandono do tratamento por parte dos pacientes? Como a própria reportagem de VEJA enfatiza, os tais "super-remédios" são capazes de gerar lucros que "superam em muito o investimento" para sua criação. Talvez esteja aí a solução para equacionar esse dilema: parte da arrecadação com a venda do Viagra sendo usada no desenvolvimento de drogas contra doenças infecciosas.
Marcello Jardim Ribeiro
Belém, PA

 

Michael Dell

Sinto-me extremamente motivado para ir além em meus negócios depois de ler o relato desse ás da informática. Ele mostra que a fórmula do sucesso é sentir-se satisfeito com o trabalho, pois, dessa forma, produz-se muito mais (Amarelas, 26 de junho).
Thiago Hausner de Macêdo
Pedralva, MG

Michael Dell está certo em alguns pontos da entrevista a VEJA. Em outros, discordo um pouco. O Brasil pode ser uma plataforma de exportação, mas acho que só o será se acabar com alguns fatores: a miséria, a violência, o contrabando de mercadorias, a mão-de-obra precária e, o principal, a falta de investimentos. Quanto a seu depoimento: "Querer ser milionário não é um bom objetivo na vida. Meu conselho é: ache aquilo que você ama fazer", considero corretíssimo. Quem acredita que dinheiro cai do céu está muito enganado. Só se ganha dinheiro com muito suor e sacrifício.
Nilson de Assis Cei
São Paulo, SP

O Brasil certamente é um mercado com ótimas perspectivas de crescimento. Tem uma população enorme e grande potencial para se industrializar ainda mais. Acho que o senhor Dell não tem lido os últimos números daquele "banquinho" americano que sempre coloca o país como de alto risco para investimentos. Como podemos nos sujeitar a isso?
Paulo Martins
São Paulo, SP

 

Partidos

É incrível como o PT arranja desculpas quando a corrupção é descoberta dentro de seus domínios. É o Ministério Público, são promotores, a polícia, testemunhas, evidências e provas, tudo em conluio com o governo para prejudicar o PT. Imagine se eles chegarem ao poder. Todos vão poder fazer o que bem entender, pois o corporativismo vai imperar ("O dinheiro de Santo André", 26 de junho).
Carlos Mesquita Neiva de Melo
Recife, PE

Que denúncia mais deslavada essa agora contra o PT! Ponho também minha mão no fogo por José Dirceu e o finado Celso Daniel – que irmão ele tem! Absurdo acreditar que o partido que simboliza para a maioria dos eleitores ser o guardião da ética e da honestidade se envolva de forma tão inocente com cobrança de propina. Qual nada, surrealista demais.
Lafaiete Luiz do Nascimento
Guará, DF

 

Tocantins

Histórica, oportuna e independente a reportagem "Descoberta a bancada da pesada" (26 de junho), pois aqui no Tocantins, enquanto o Estado flagela, essa turma rouba as verbas e as autoridades se calam. O cheque do troco da propina está pré-datado para 6 de outubro de 2002.
Arnaldo F. de Moura
Palmas, TO

 

Turismo

Internacional, mas nem tanto. Freqüento semanalmente o aeroporto Salgado Filho ("Também tem avião", 26 de junho). Indiscutível a beleza da edificação. E aí acabam as semelhanças com os similares internacionais citados. Aqui, para se ter uma idéia da administração da Infraero, não existe serviço de guarda-volumes. Já preenchi várias fichas de reclamação. Para quem precisa ter acesso a pé, as calçadas são irregulares, as pistas ficam empoçadas quando chove e os "banhos" nos incautos passageiros são freqüentes e inevitáveis. As portas eletrônicas vivem sendo reguladas, as dos sanitários, idem, e todas as semanas há mictórios interditados.
Luiz Antonio de Araujo Silva
Porto Alegre, RS

 

Copa do Mundo

Perfeita a reportagem "A vitória de Felipão" (26 de junho), mas continuo achando que o título de torcedor número 1 ainda cai bem, "sim", sobre o velho "Lobo dos gramados". Aliás, a paixão de Zagallo pela seleção está acima de todos nós, com todo o respeito aos 170 milhões de "treinadores". Parabéns, Felipão, rumo ao Penta!
Vladimir Moreto
Batatais, SP

Cartas

Diogo Mainardi

Diogo Mainardi é deliciosamente conciso, direto e provocador. Considero-o um dos mais fiéis discípulos da verve peculiar de Voltaire, nestes dias em que o marasmo e a imbecilidade grassam neste país. Considero-me patriota, mas abomino terminantemente as patriotadas. Um viva à liberdade de idéias e à sensatez das opiniões ("A nossa bandeira", 26 de junho).
Sandro H. Mariano
Araxá, MG

Diogo Mainardi levou quase duas semanas para encontrar um modo de se redimir diante dos brasileiros que não gostaram de seus comentários no artigo "O hino só atrapalha" (12 de junho). Ele disfarçou bem, mas todos viram que o novo artigo ("A nossa bandeira") foi um pedido de perdão; então vamos perdoá-lo.
Lucas E. Walker
Campo Grande, MS

 

Solteiros

É muito bom saber que existem pessoas interessadas no bem-estar dos solteiros, criando pacotes para eles ("Só para solteiros", 26 de junho). Sentir-se sozinho em uma viagem é uma situação horrível. Conhecer pessoas aumenta a possibilidade de novas amizades ou até de novos romances. As agências deveriam fazer mais propaganda desses pacotes turísticos.
Sarah Muller
Ribeirão Preto, SP

 

Super-remédios

A exemplo do que ocorre com outros inibidores de PDE5 (fosfodiesterase 5) atualmente disponíveis, é contra-indicada a administração conjunta com nitratos (medicamentos utilizados principalmente no tratamento de infarto do miocárdio e angina) ("A era dos super-remédios", 26 de junho).
Devaney Baccarin

Diretor de assuntos corporativos Eli Lilly do Brasil

 

Giorgio Armani

Com referência à frase de Giorgio Armani publicada em Veja essa da edição de 26 de junho, temos a esclarecer que Giorgio Armani foi presenteado com jeans e óculos escuros falsos pelo repórter da Russia's NTV Television, e não que estava vestindo um jeans Armani falsificado, como publicado.
Elizabeth Gavião
Diretora de marketing Giorgio Armani Brasil
São Paulo, SP

 

Segurança

É deprimente saber que homens que passaram a vida se dedicando aos estudos e ao trabalho são obrigados a viver enclausurados ("Eles querem guarda-costas", 26 de junho).
Jordano Lopes
Belo Horizonte, MG

 

 

CORREÇÕES: Em "Verde dentro de casa" (Para usar, 26 de junho), as fotos do lírio da paz gigante e da samambaia estão trocadas. Na reportagem "Como e por que eles venceram" (3 de abril) foram usados os termos agência e empresa em referência à Mundcoop, o que pode dar margem a interpretações erradas. Na verdade, a Mundcoop é uma cooperativa de trabalho formada por ex-funcionários de empresa estatal participantes do primeiro plano de demissão voluntária do Brasil.

 

NO OESTE SELVAGEM

Os leitores Sérgio Gino, de Maringá, Paraná, e Fabio Carvalho, de Fortaleza, Ceará, apontaram um escorregão na nota sobre o filme Ardida como Pimenta (VEJA Recomenda, 26 de junho), que atribui ao xerife Wild Bill Hickok a responsabilidade pela montagem do célebre Wild West Show. "Este famoso show foi organizado em 1883 por Buffalo Bill, nome que tornou conhecido William Frederick Cody (1846-1917)", corrigiu Carvalho. Gino aproveitou para lembrar: "Wild Bill, chefão de Deadwood, se envolveu com Calamity Jane. Em 1876, Wild Bill foi assassinado quando jogava pôquer num saloon. O desconhecido Jack McCall o matou. Anos depois, Calamity foi convencida por Buffalo Bill a se exibir em seu show, criado para mostrar ao mundo civilizado os campeões do Oeste Selvagem. Mas ela não ficou muito tempo por lá, retornou ao Oeste para morrer, corroída pela bebida, aos 52 anos".

 
Veja também
Buffalo Bill (em inglês)



 
 
   
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