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Caroline Von Tuempling/Getty Images![]() |
Desde
que a legislação brasileira impôs restrições
ao consumo de bebidas alcoólicas pelos motoristas, no ano passado, os bons
e velhos drinques especialmente os não alcoólicos
foram reinseridos nos cardápios. Nos últimos meses, com a chegada
do calor, eles estão em alta nos bares e restaurantes do país.
Há os clássicos, que se mantêm intactos ao longo dos
anos, caso do bloody mary, do dry martini e da piña colada. Outros drinques
vão e vêm, ao sabor da estação. Nesta temporada,
ingredientes refrescantes, como água de coco, capim-santo e sagu, foram
incorporados às receitas. Entre as novidades, estão a frutinha chinesa
goji berry e o destilado japonês shochu. "Embora também seja
feito à base de arroz, como o saquê, o shochu é visto como
uma nova vodca só que menos calórica e com sabor mais suave",
diz Danni Camilo, responsável pela carta de drinques do restaurante Miam
Miam, do Rio de Janeiro. O preparo dos coquetéis requer pouco aparato,
mas exige critério na escolha dos ingredientes. O creme de leite, por exemplo,
muito usado em drinques no passado, caiu em desuso. "Ele é pesado
e não combina com frutas cítricas", explica o barman Derivan
Ferreira de Souza, do Shaker Club, em São Paulo. "Nas estações
quentes também é bom evitar bebidas com alto teor alcoólico",
diz. A pedido de VEJA, barmen ensinam como fazer e servir um
drinque em casa.
Fotos Frederico de Souza, Pedro Rubens, Tadeu Brunelli,
Gustavo Camilo e Oscar Cabral
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