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VIAGEM
Escritórios
para viagem
Muitas
coisas podem dar errado em uma viagem de negócios.
A reunião se revela infrutífera, o cliente não
aprova o produto ou os sócios não chegam a um
acordo. Executivos não se assustam com essas possibilidades.
O que os mais experientes não toleram, porém,
é o maior de todos os contratempos: o extravio da bagagem,
com os documentos indispensáveis para o propósito
da viagem e a roupa que permitiria sobreviver alguns dias
fora de casa. O antídoto para transtornos como esse
é uma mala pequena o suficiente para embarcar como
bagagem de mão e ao mesmo tempo com espaço para
pôr roupas para dois ou três dias e os materiais
de trabalho. Além de estar sempre à vista, essa
mala, que pode ser carregada a bordo de qualquer avião,
economiza tempo de espera na esteira de bagagens. Os modelos
que fazem mais sucesso entre os executivos vacinados contra
o extravio de malas têm compartimentos para notebook,
papéis, canetas e disquetes separados das roupas.
Pelas normas internacionais, aceitas pelo Departamento de
Aviação Civil, o peso da bagagem de mão
não pode ultrapassar 5 quilos, e a soma das medidas
do comprimento, da largura e da altura não deve ser
superior a 115 centímetros. Em aviões pequenos
ou lotados, quem chega por último corre o risco de
ter de despachar a mala mesmo que ela esteja de acordo com
a norma. Para esses casos, o viajante mais prevenido sempre
tem uma pasta menor, para o laptop, as agendas e os documentos.
Os viajantes inveterados Lúcio Rodrigues e Bebel Enge,
autores do Manual do Turista Brasileiro, fazem algumas
recomendações específicas sobre a bagagem:
Não leve spray, pinça, canivete, tesourinha
nem alicate de unha, que são proibidos a bordo.
Prefira roupas de microfibra (no calor) e lã (no inverno),
pois elas amassam menos.
Leve sempre creme dental, perfume e xampu nas menores embalagens
disponíveis. Isso pode fazer toda a diferença
na hora de fechar a mala.
Foto Pedro Rubens



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