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Cartas
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"A continuar assim, o Senado se
transformará no Pavilhão 1, e a
Câmara, no Pavilhão 2, e haverá
horário para visita e banho de
sol de suas excelências."
Oscar Roberto Jr.
São Paulo, SP |
Sanguessugas
Tão acostumados ficamos
a receber notícias de malversação de dinheiro
público neste país que estamos desenvolvendo a incapacidade
de enxergar os malefícios indiretos da corrupção.
No caso das ambulâncias, é preciso que a nação
se dê conta de que as práticas escabrosas, tão
bem relatadas por VEJA, estão inviabilizando o maior projeto
de saúde pública do mundo, que é o SUS ("Era
pior do que se pensava", 26 de julho).
José Elias Aiex Neto
Médico
Foz do Iguaçu, PR
Senti que a sala de minha casa
era como uma delegacia, onde eu olhava as fotos tentando identificar
se algum daqueles marginais já me havia feito de vítima.
O pior de tudo foi concluir que, ao longo dos anos, ao menos uma
meia dúzia deles, por muitas vezes, me roubou a esperança
e que só posso puni-los se todas as outras vítimas
também o quiserem. Acorda, meu país!
Oséias Luiz Ferreira
Cuiabá, MT
VEJA, em duas semanas, tornou-se
retratista oficial dos modelos mais requisitados nas passarelas
da safadeza. O Brasil Fashion Week Político mostrou, assim,
as últimas tendências da moda da corrupção,
com os modelitos que serão usados na pizzaria Brasil. Mais
uma vez o brasileiro, louco por moda corrupta, pergunta: quanto
tempo ainda resta de desfile e quando acontecerá o próximo?
Mauro Xavier Biazi
Guarapuava, PR
Enquanto o chefe do Poder Executivo
legisla, por meio de medidas provisórias, os membros do Legislativo,
que têm o dever institucional de legislar e fiscalizar, estão
agenciando e gerenciando o fluxo de recursos orçamentários.
Este realmente é o país das contradições!
Adalberto Alves de Matos
Barra do Garças, MT
Enfim, a esperança venceu
o medo. A nova onda (espero que permanente) de investigações
acompanhada de uma verdadeira caça a corruptos e corruptores
se instalou no país, não por iniciativa do governo,
mas de uma parcela cada vez maior de cidadãos e órgãos
da imprensa, a exemplo de VEJA, que de maneira corajosa e imparcial
vêm revelando as facetas de um governo corrupto e que, pelo
menos a mim, nunca enganou.
Yuri Carvalho
Lauro de Freitas, BA
Vergonhoso é um adjetivo
muito brando para essa corja de parlamentares desprezíveis,
corruptos, indignos dos eleitores que neles confiaram e que infestam
o Congresso Nacional "como cupins". VEJA foi muito feliz em empregar
a analogia entre esses vis "representantes do povo" e um cupinzeiro
subterrâneo, porque agem à sorrelfa. Lamentável
é a "democracia" brasileira, com sua lei eleitoral que impõe
pesadas penas aos cidadãos de bem que deixam de votar, porém
trata com brandura e benevolência esses cupins profissionais,
facilitando-lhes o registro de candidatura para novas falcatruas.
William de A. Bernardes
Campo Grande, MS
Que diferença têm
esses caras que dizem defender o povo se comparados aos bandidos
comuns? A diferença é que eles não vão
para a cadeia, não são algemados e muito menos entram
no camburão. Outra diferença é que a arma utilizada
por eles, e que mata mais do que as escopetas, os revólveres,
os AR-15, é o dinheiro público que poderia ser empregado
em saúde, salvando crianças que estão morrendo
por falta de atendimento e alimentação.
Romario Mendes Vargas
Brasília, DF
Olhando indignado para as fotos
dos sanguessugas, cheguei à seguinte conclusão: este
é o verdadeiro PCC, Partido dos Canalhas Corruptos. Que vergonha,
hein? O PCC dos presídios já está muito preocupado
com a concorrência.
Carlos Alberto Normando
Fortaleza, CE
Na edição de 26
de julho, meu nome foi incluído na reportagem "Máfia
dos sanguessugas A lista da vergonha" como um dos responsáveis
pela indicação da senhora Maria da Penha Lino para
o Ministério da Saúde, juntamente com o deputado José
Divino, do PMDB do Rio de Janeiro. Ao contrário do que afirmou
à Justiça o senhor Luiz Antônio Vedoin, jamais
indiquei a senhora Maria da Penha Lino para qualquer posto, uma
vez que somente a conheci, assim como todos os brasileiros, por
meio dos veículos de comunicação, durante a
divulgação da Operação Sanguessuga,
realizada pela Polícia Federal em maio deste ano. Quem de
fato indicou a senhora Maria da Penha Lino foi o deputado José
Divino (PMDB-RJ) juntamente com a liderança da Câmara,
como é de praxe.
Ney Suassuna
Senador
Brasília, DF
Cartas
Fui surpreendido pela reportagem
"Era pior do que se pensava", envolvendo meu nome no período
em que exerci mandato parlamentar na Câmara dos Deputados
(de 1998 a 2002). Sem a possibilidade de defesa, pois o processo
corre em sigilo de Justiça, quero desmentir qualquer intermediação
com prefeitos em troca de benefícios ou negociações
com a empresa citada. Eu me posicionarei tão logo tenha acesso
às informações contidas no depoimento. Desde
já quero dizer que estou com a consciência tranqüila
de que a verdade sempre prevalecerá e não abrirei
mão da luta em defesa da minha honra.
Emerson Kapaz
São Paulo, SP
Parlamentares investigados
Em razão da reportagem
"Museu vivo do Código Penal" (12 de julho), esclareço
que não existe no Supremo Tribunal Federal nenhum processo
criminal contra mim. Existe um inquérito que é mera
peça administrativa (pois não houve sequer denúncia
do Ministério Público) e que trata rigorosamente do
mesmo objeto e causa já julgados pela Justiça comum
e na Justiça Eleitoral. Em todas essas ações,
eu e os demais denunciados, incluindo a deputada federal Thelma
de Oliveira (PSDB-MT), fomos absolvidos.
Antero Paes de Barros
Senador (PSDB-MT)
Brasília, DF
Informo que fui eu quem solicitou,
para maior rapidez no julgamento, o encaminhamento ao STF de um
processo contra mim, no qual o Ministério Público
denunciou que eu teria responsabilidade por exercer a função
de diretor operacional por supostas contas-correntes fictícias
abertas em uma instituição financeira no ano de 1989.
Meu nome foi arrolado no processo por equívoco do MP em relação
às datas, pois as supostas contas fictícias foram
abertas quando eu não exercia mais aquela função.
O Banco Central reconheceu tal fato e determinou o arquivamento
do processo administrativo que havia sido instaurado contra mim.
Essa decisão foi confirmada pelo Conselho de Recursos do
Sistema Financeiro Nacional.
Rodolpho Tourinho
Senador (PFL-BA)
Brasília, DF
Renan Calheiros
A propósito da nota "Presidente
investigado" (Radar, 26 de julho), obrigo-me a prestar as seguintes
informações: 1. É importante destacar que,
como ministro, eu não era ordenador de despesa, portanto
não assinei nota de empenho, ordem bancária ou autorizações
para pagamentos; 2. A pretensão publicada nesta semana por
VEJA não é novidade e já foi rechaçada
por unanimidade pelo Tribunal Regional Federal (1ª região)
em acórdão publicado em 6 de dezembro de 2005; 3.
Em 1998, no cargo de ministro da Justiça, celebramos um convênio
com o governo de Goiás. Procedimento rotineiro da pasta,
tanto que ministros que me sucederam no cargo assinaram termos aditivos
e deram prosseguimento ao mencionado convênio.
Renan Calheiros
Senador
Presidente do Senado Federal
Brasília, DF
Baderneiros do MLST
A baderna e o quebra-quebra no
Congresso promovidos pelo MLST, com apoio e financiamento do governo
do PT, foram eventos lastimáveis sob todos os aspectos. Mas
o mesmo governo promover a soltura dos marginais é um incentivo
à baderna e total falta de respeito para com todos os brasileiros
de bem. É também uma desmoralização
para a nossa Justiça, que libera criminosos com culpa comprovada
("É pau, é pedra...", 26 de julho).
Cláudio Holanda
Jaboatão dos Guararapes, PE
Agentes penitenciários
Gostaria de cumprimentar VEJA
pela forma magistral como descreveu a trágica situação
nos presídios brasileiros, principalmente no que diz respeito
aos agentes penitenciários ("Em perigo todas as horas do
dia", 26 de julho). Sempre julgamos essa categoria por seu envolvimento
com atos de corrupção, mas somos incapazes de perceber
quão difícil é não sucumbir vivendo
em um ambiente tão hostil e ameaçador.
Lucere Mendes
Belo Horizonte, MG
Roberto Pompeu de Toledo
Magnífico o Ensaio "Presidente
Heloísa Helena" (26 de julho), do senhor Roberto Pompeu de
Toledo. Concordo quando diz que a senadora tem excelentes qualidades,
mas que ele detestaria viver no país que ela tem em mente.
Agradeço a lucidez.
Giselle Nevesmoreira de Aguiar
Rio Pomba, MG
Por trás da ironia de
Roberto Pompeu de Toledo existe um fato verdadeiro: Heloísa
Helena, expulsa do PT como sendo radical, revela-se a verdadeira
essência do Partido dos Trabalhadores, juntamente com outros
companheiros expulsos. Eles são os únicos que se mantêm
firmes nos princípios do partido, socialista na sua origem
se ainda existe espaço para esse tipo de idéia,
isso é outra conversa. A gente não pode acusá-la
de ser traidora.
Eduardo Henrique Sampaio
Salvador, BA
Sexo na TV
Como juiz de vara de família,
convivo diariamente com os prejuízos que uma cultura de desagregação
dos valores familiares pode ocasionar. Como pai, constato, tristemente,
que fomos usurpados do direito de incutir em nossas crianças
os ideais que representam essa instituição que é
a família ("Abuso sexual", 26 de julho).
Elvo Pigari Júnior
Boa Vista, RR
Manoel Carlos poderia fazer novelas
no Afeganistão. Lá eles precisam quebrar tabus. Aqui
não precisamos mais. Já está tudo quebrado.
Marilia Santos
Vitória, ES
O estado do Acre e o extremo
oeste do Amazonas se situam na faixa do quarto fuso horário,
com duas horas a menos em relação ao horário
oficial brasileiro. Nesses estados, a situação se
agrava, expondo ainda mais nossas crianças à agressão
de que trata a matéria, pois os programas de TV são
exibidos em tempo real pelas emissoras afiliadas locais, ou seja,
a novela das 21 horas começa a ser exibida às 20 em
Rondônia e às 19 no Acre. Na vigência do horário
de verão a situação fica ainda mais desfavorável.
Tasso da Silva Rossi
Porto Velho, RO
Para combater o abuso na TV brasileira,
que tal desligar o maldito aparelho? Em vez de assistir a TV, leia!
Uma novela costuma ter, vá lá, uns 150, 200 capítulos.
São 150 horas. Dá para ler uns doze livros dos bons.
André Zelenkovas
Cambridge, Massachusetts, EUA
Diogo Mainardi
Diogo, eu o cumprimento pela
coragem e lucidez, e por ser uma das únicas vozes a se levantar
a favor de Israel, sempre o vilão da história. É
óbvio que o Irã está por trás disso
tudo, assim como a Síria e o Hamas, que querem todos os judeus
lançados ao mar. A memória das pessoas é curta,
pois quem é que se lembra do Hezbollah dançando nas
ruas de Beirute em comemoração à queda das
torres gêmeas de Nova York, naquele fatídico 11 de
Setembro ("Meu lado Sammy Davis Jr.", 26 de julho)?
Eloá Galpern Gruc
São Paulo, SP
Corajosa e muito feliz a colocação
de Mainardi frente à questão do Oriente Médio.
Em duas colunas conseguiu esclarecer as diferentes lacunas que se
perderam no passar do tempo e ficaram sem esclarecimentos maiores
na nossa mídia. O pequeno espaço de terra israelense
é pátria merecida e conquistada por um povo milenar
cuja ocupação infelizmente se faz defender pelo sangue.
Chaja Freida Finkelsztain
Rio de Janeiro, RJ
Será que se todas as pessoas
sapatearem e tocarem xilofone serão mais sensatas? Muito
obrigada pela sua lucidez. Paz para Israel!
Selma Fuks Benchimol
Rio de Janeiro, RJ
Oriente Médio
É de cortar o coração
de qualquer um a imagem do garoto com um curativo na testa na página
81 ("Por que não param", 26 de julho). Acredito que seja
impossível a existência de um ser humano neste mundo
incapaz de se sensibilizar com tal imagem.
Gustavo Pontello Silva
Araraquara, SP
Christopher Hitchens
Se a Madre Teresa de Calcutá
foi ou não instrumento de Deus à operação
de um milagre, não importa. Ela foi um milagre em vida, pelo
bem que espargiu por todo o mundo. Mais: a semente da caridade plantada
por ela germinou, produziu frutos incalculáveis e gerou outras
e outros semeadores, que dão continuidade à sua obra
transcendental (Amarelas, 26 de julho).
Ary de Christan
Curitiba, PR
Gustavo Ioschpe
O artigo de Gustavo Ioschpe ("Falência
da educação brasileira", 26 de julho) vem em um momento
oportuno. Antes que os futuros deputados, senadores e presidente
falem em investimentos na educação, é importante
que todos leiam o artigo e vejam que os problemas não envolvem
somente cifras, mas também estratégias inteligentes
que se perpetuem de um governo para outro, sem rupturas políticas.
É preciso repensar projetos como o Bolsa Escola e avaliar
o sistema de cotas nas universidades, que, além de não
projetarem resultados significativos, elencam uma série de
falhas monstruosas.
Paulo Inada
Professsor da Universidade Estadual de Maringá
Maringá, PR
Falta dizer que metade da culpa
por nossos alunos não conseguirem ler uma página de
VEJA e entendê-la é dos pais, que são cada vez
mais fracos, lenientes com a preguiça, a mediocridade, a
falta de leitura e as vontades dos filhos.
Geraldo C. Carvalho Jr.
São Luís, MA
Angeli
Já faz algum tempo que
Angeli é um ícone da indignação e do
inconformismo com a situação vigente no Brasil. Sua
sátira é um brinde ao público não só
pela sutileza e elegância, mas também pela profundidade
dos temas abordados. Espero que Angeli continue nesse ramo por muito
tempo, pois o Brasil precisa de pessoas como ele. E parabéns
a VEJA pela matéria, por nos mostrar que, apesar de tudo,
o país tem grandes talentos ("Contra o humor a favor", Perfil,
26 de julho).
Carolina Ferraz de Matos
Montes Claros, MG
Raul Cortez
Todas as vezes que uma pessoa,
pública ou não, morre vítima de câncer,
sinto um desespero, uma vontade de sumir, desaparecer. Poder ir
habitar outro corpo saudável e voltar a viver despreocupadamente.
Como eu gostaria que o Raul me visitasse nos meus sonhos e me dissesse
que não tenho nada a temer, que existe, sim, uma vida maravilhosa
depois da morte. Ah! Como eu gostaria! Vá em paz e que Deus
esteja com você ("O ator dos 100 personagens", Memória,
26 de julho)!
Paula Purchio Duarte Ponz
Campinas, SP
Gente
Na nota "Mente geminiana" (Gente,
26 de julho), pude deduzir o nome dos gêmeos que habitam a
mente geminiana de Letícia Spiller em suas considerações
sobre liberdade e ditadura: Tico e Teco. Lá estão
eles, solitários.
William Roberto Porto
São Paulo, SP
VEJA Especial Tecnologia
Quero cumprimentá-los
pelo Especial Tecnologia (julho de 2006), que trata de um
assunto interessante e ao mesmo tempo desafiador. Só senti
falta de um espaço maior que poderia ter sido dedicado às
influências que essas novas tecnologias podem exercer sobre
o jornalismo e a política. Nas recentes eleições
presidenciais mexicanas, por exemplo, um grande número de
internautas acompanhou, passo a passo, os movimentos dos candidatos
e os momentos da apuração por meio de blogs.
Paulo Rodrigo Ranieri
São Paulo, SP
Livros
Witold Gombrowicz teve editado
no Brasil seu livro de contos Bakakai em junho de 1968 pela
Editora Expressão e Cultura, do Rio de Janeiro, com tradução
de Álvaro Cabral e uma bela capa de Miguel Mascarenhas ("Um
homem sem pátria", 26 de julho).
Iêda Martins de Pádua
Belo Horizonte, MG
Veja essa
Apesar de ser sua fã,
achei muito indelicado o comentário da cantora Rita Lee,
na seção Veja essa (26 de julho). Parece que a cantora
não tem espelho em casa e esqueceu o Botox aplicado na cara.
Sorte dela, que, também "velhinha", continua fazendo sucesso
e podendo pagar seu geriatra.
Isanice Ferreira
São Paulo, SP
VEJA Lisboa
Recentemente estive em Lisboa
e gostaria de cumprimentá-los pelo suplemento VEJA Lisboa
O Melhor da Cidade (junho de 2006), que foi de grande
auxílio, com informações seguras e principalmente
precisas.
Ademar C. Guimarães Jr.
Fortaleza, CE
CORREÇÕES: O mapa
do Império Otomano, publicado na página 107 da edição
1 965 ("Desvario colonial", 19 de julho), não é o
de 1914, e sim o de 1877.
Sobre a reportagem "Era pior do que se pensava" (26 de julho), o
empresário Luiz Antônio Vedoin confessou ter pago propina
em junho de 2003 ao atual prefeito de Souza (PB), Salomão
Benevides Gadelha, e não ao ex-prefeito João Marques
E. da Silva. Vedoin também declarou ter pago suborno, em
2002, à prefeitura de Riachão das Neves (BA), cujo
titular na ocasião era Antônio Américo de Lima
Filho, e não Dorgival dos Santos, e à prefeitura de
Guajará-Mirim (RO), cujo prefeito era Claudio Pilon, e não
Francisco José de Oliveira (morto em 2000). Antonio Peres
Alves, prefeito de Saquarema, não é do PFL. Ele foi
eleito pelo PSDB e hoje está no PMDB. Amajari fica em Roraima
(RR), e não em Rondônia (RO).

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A DIOR VAI BEM NO
BRASIL
A
nota "Miserê na primeira classe" (Holofote, 12
de julho) afirmou que a filial brasileira da empresa
francesa LVMH, líder no mercado de consumo de
luxo, nunca teve um desempenho tão ruim quanto
neste ano e que as vendas de seus produtos, que incluem
marcas como Louis Vuitton e Dior, caíram 20%.
Rosangela N. Lyra, diretora da Dior para o Brasil, esclarece:
"Houve um equívoco pela omissão de a qual
segmento do grupo LVMH a nota se referia. A queda de
20% nas vendas se deu nos perfumes e cosméticos
do grupo LVMH, e não nas marcas mencionadas como
integrantes do grupo Louis Vuitton e Dior. A
Dior no Brasil tem vivido uma situação
diametralmente oposta: temos recebido as coleções
concomitantemente com os outros países. Nesta
semana recebemos a mesma coleção que está
nas prateleiras de Nova York e Paris".
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SALTO ALTO NA COPA
A leitora Cristina Hess,
que mora em Wetzlar, na Alemanha, há quatro anos,
conheceu de perto uma das causas do fracasso da nossa
seleção no Mundial deste ano: "Moro a
50 quilômetros de Königstein e estive lá
para participar de várias festas em homenagem
aos jogadores brasileiros. Todas as lojas estavam decoradas
com verde e amarelo, alguns moradores pintaram o chão
do jardim com a bandeira do Brasil. No dia 19 de junho
foi publicada na revista Focus meia página
em que o prefeito dessa cidade diz que gastou 600 000
euros para recepcionar nossos jogadores e ficou indignado
com a arrogância deles, pois eles não apareceram
uma única vez para dar um alô da janela
do hotel a milhares de pessoas que saíram de
sua casa, e até de outros países, para
ver nossas estrelas". Indignada, Cristina desabafa:
"Parabéns à Argentina, nota 10! Perdeu,
mas com dignidade. Suou a camisa, fez bonito, deu show
de bola!".
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BURACOS NA PISTA
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| Rodovia BR-070: a placa avisa
dos perigos |
O leitor Cristiano Bastos,
de Belo Horizonte, viajou pelo interior de Mato Grosso
e ficou indignado com a situação das rodovias
do estado. Ele documentou em fotos o trecho da BR-070
que liga as cidades de Cuiabá e Cáceres.
"Estrada ruim não é mais novidade para
nós, brasileiros. O duro é ver o governo
comemorar essa operação eleitoreira de
tapa-buracos", protesta. Os buracos são tantos
que há até placas sinalizando o perigo.
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