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Edição 1967 . 2 de agosto de 2006

Índice
Millôr
Stephen Kanitz
Diogo Mainardi
André Petry
Roberto Pompeu de Toledo
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
Radar
Holofote
Contexto
Datas
Gente
Veja.com
Veja essa
VEJA Recomenda
Os livros mais vendidos
 
 

Cartas

 
"A continuar assim, o Senado se
transformará no Pavilhão 1, e a
Câmara, no Pavilhão 2, e haverá
horário para visita e banho de
sol de suas excelências."

Oscar Roberto Jr.
São Paulo, SP

Sanguessugas

Tão acostumados ficamos a receber notícias de malversação de dinheiro público neste país que estamos desenvolvendo a incapacidade de enxergar os malefícios indiretos da corrupção. No caso das ambulâncias, é preciso que a nação se dê conta de que as práticas escabrosas, tão bem relatadas por VEJA, estão inviabilizando o maior projeto de saúde pública do mundo, que é o SUS ("Era pior do que se pensava", 26 de julho).
José Elias Aiex Neto
Médico
Foz do Iguaçu, PR

Senti que a sala de minha casa era como uma delegacia, onde eu olhava as fotos tentando identificar se algum daqueles marginais já me havia feito de vítima. O pior de tudo foi concluir que, ao longo dos anos, ao menos uma meia dúzia deles, por muitas vezes, me roubou a esperança e que só posso puni-los se todas as outras vítimas também o quiserem. Acorda, meu país!
Oséias Luiz Ferreira
Cuiabá, MT  

VEJA, em duas semanas, tornou-se retratista oficial dos modelos mais requisitados nas passarelas da safadeza. O Brasil Fashion Week Político mostrou, assim, as últimas tendências da moda da corrupção, com os modelitos que serão usados na pizzaria Brasil. Mais uma vez o brasileiro, louco por moda corrupta, pergunta: quanto tempo ainda resta de desfile e quando acontecerá o próximo?
Mauro Xavier Biazi
Guarapuava, PR

Enquanto o chefe do Poder Executivo legisla, por meio de medidas provisórias, os membros do Legislativo, que têm o dever institucional de legislar e fiscalizar, estão agenciando e gerenciando o fluxo de recursos orçamentários. Este realmente é o país das contradições!
Adalberto Alves de Matos
Barra do Garças, MT

Enfim, a esperança venceu o medo. A nova onda (espero que permanente) de investigações acompanhada de uma verdadeira caça a corruptos e corruptores se instalou no país, não por iniciativa do governo, mas de uma parcela cada vez maior de cidadãos e órgãos da imprensa, a exemplo de VEJA, que de maneira corajosa e imparcial vêm revelando as facetas de um governo corrupto e que, pelo menos a mim, nunca enganou.
Yuri Carvalho
Lauro de Freitas, BA

Vergonhoso é um adjetivo muito brando para essa corja de parlamentares desprezíveis, corruptos, indignos dos eleitores que neles confiaram e que infestam o Congresso Nacional "como cupins". VEJA foi muito feliz em empregar a analogia entre esses vis "representantes do povo" e um cupinzeiro subterrâneo, porque agem à sorrelfa. Lamentável é a "democracia" brasileira, com sua lei eleitoral que impõe pesadas penas aos cidadãos de bem que deixam de votar, porém trata com brandura e benevolência esses cupins profissionais, facilitando-lhes o registro de candidatura para novas falcatruas.
William de A. Bernardes
Campo Grande, MS

Que diferença têm esses caras que dizem defender o povo se comparados aos bandidos comuns? A diferença é que eles não vão para a cadeia, não são algemados e muito menos entram no camburão. Outra diferença é que a arma utilizada por eles, e que mata mais do que as escopetas, os revólveres, os AR-15, é o dinheiro público que poderia ser empregado em saúde, salvando crianças que estão morrendo por falta de atendimento e alimentação.
Romario Mendes Vargas
Brasília, DF

Olhando indignado para as fotos dos sanguessugas, cheguei à seguinte conclusão: este é o verdadeiro PCC, Partido dos Canalhas Corruptos. Que vergonha, hein? O PCC dos presídios já está muito preocupado com a concorrência.
Carlos Alberto Normando
Fortaleza, CE

Na edição de 26 de julho, meu nome foi incluído na reportagem "Máfia dos sanguessugas – A lista da vergonha" como um dos responsáveis pela indicação da senhora Maria da Penha Lino para o Ministério da Saúde, juntamente com o deputado José Divino, do PMDB do Rio de Janeiro. Ao contrário do que afirmou à Justiça o senhor Luiz Antônio Vedoin, jamais indiquei a senhora Maria da Penha Lino para qualquer posto, uma vez que somente a conheci, assim como todos os brasileiros, por meio dos veículos de comunicação, durante a divulgação da Operação Sanguessuga, realizada pela Polícia Federal em maio deste ano. Quem de fato indicou a senhora Maria da Penha Lino foi o deputado José Divino (PMDB-RJ) juntamente com a liderança da Câmara, como é de praxe.
Ney Suassuna
Senador
Brasília, DF

 

Cartas

Fui surpreendido pela reportagem "Era pior do que se pensava", envolvendo meu nome no período em que exerci mandato parlamentar na Câmara dos Deputados (de 1998 a 2002). Sem a possibilidade de defesa, pois o processo corre em sigilo de Justiça, quero desmentir qualquer intermediação com prefeitos em troca de benefícios ou negociações com a empresa citada. Eu me posicionarei tão logo tenha acesso às informações contidas no depoimento. Desde já quero dizer que estou com a consciência tranqüila de que a verdade sempre prevalecerá e não abrirei mão da luta em defesa da minha honra.
Emerson Kapaz
São Paulo, SP

 

Parlamentares investigados

Em razão da reportagem "Museu vivo do Código Penal" (12 de julho), esclareço que não existe no Supremo Tribunal Federal nenhum processo criminal contra mim. Existe um inquérito que é mera peça administrativa (pois não houve sequer denúncia do Ministério Público) e que trata rigorosamente do mesmo objeto e causa já julgados pela Justiça comum e na Justiça Eleitoral. Em todas essas ações, eu e os demais denunciados, incluindo a deputada federal Thelma de Oliveira (PSDB-MT), fomos absolvidos.
Antero Paes de Barros
Senador (PSDB-MT)
Brasília, DF

Informo que fui eu quem solicitou, para maior rapidez no julgamento, o encaminhamento ao STF de um processo contra mim, no qual o Ministério Público denunciou que eu teria responsabilidade – por exercer a função de diretor operacional – por supostas contas-correntes fictícias abertas em uma instituição financeira no ano de 1989. Meu nome foi arrolado no processo por equívoco do MP em relação às datas, pois as supostas contas fictícias foram abertas quando eu não exercia mais aquela função. O Banco Central reconheceu tal fato e determinou o arquivamento do processo administrativo que havia sido instaurado contra mim. Essa decisão foi confirmada pelo Conselho de Recursos do Sistema Financeiro Nacional.
Rodolpho Tourinho
Senador (PFL-BA)
Brasília, DF

 

Renan Calheiros

A propósito da nota "Presidente investigado" (Radar, 26 de julho), obrigo-me a prestar as seguintes informações: 1. É importante destacar que, como ministro, eu não era ordenador de despesa, portanto não assinei nota de empenho, ordem bancária ou autorizações para pagamentos; 2. A pretensão publicada nesta semana por VEJA não é novidade e já foi rechaçada por unanimidade pelo Tribunal Regional Federal (1ª região) em acórdão publicado em 6 de dezembro de 2005; 3. Em 1998, no cargo de ministro da Justiça, celebramos um convênio com o governo de Goiás. Procedimento rotineiro da pasta, tanto que ministros que me sucederam no cargo assinaram termos aditivos e deram prosseguimento ao mencionado convênio.
Renan Calheiros
Senador
Presidente do Senado Federal
Brasília, DF

 

Baderneiros do MLST

A baderna e o quebra-quebra no Congresso promovidos pelo MLST, com apoio e financiamento do governo do PT, foram eventos lastimáveis sob todos os aspectos. Mas o mesmo governo promover a soltura dos marginais é um incentivo à baderna e total falta de respeito para com todos os brasileiros de bem. É também uma desmoralização para a nossa Justiça, que libera criminosos com culpa comprovada ("É pau, é pedra...", 26 de julho).
Cláudio Holanda
Jaboatão dos Guararapes, PE

 

Agentes penitenciários

Gostaria de cumprimentar VEJA pela forma magistral como descreveu a trágica situação nos presídios brasileiros, principalmente no que diz respeito aos agentes penitenciários ("Em perigo todas as horas do dia", 26 de julho). Sempre julgamos essa categoria por seu envolvimento com atos de corrupção, mas somos incapazes de perceber quão difícil é não sucumbir vivendo em um ambiente tão hostil e ameaçador.
Lucere Mendes
Belo Horizonte, MG

 

Roberto Pompeu de Toledo

Magnífico o Ensaio "Presidente Heloísa Helena" (26 de julho), do senhor Roberto Pompeu de Toledo. Concordo quando diz que a senadora tem excelentes qualidades, mas que ele detestaria viver no país que ela tem em mente. Agradeço a lucidez.
Giselle Nevesmoreira de Aguiar
Rio Pomba, MG

Por trás da ironia de Roberto Pompeu de Toledo existe um fato verdadeiro: Heloísa Helena, expulsa do PT como sendo radical, revela-se a verdadeira essência do Partido dos Trabalhadores, juntamente com outros companheiros expulsos. Eles são os únicos que se mantêm firmes nos princípios do partido, socialista na sua origem – se ainda existe espaço para esse tipo de idéia, isso é outra conversa. A gente não pode acusá-la de ser traidora.
Eduardo Henrique Sampaio
Salvador, BA

 

Sexo na TV

Como juiz de vara de família, convivo diariamente com os prejuízos que uma cultura de desagregação dos valores familiares pode ocasionar. Como pai, constato, tristemente, que fomos usurpados do direito de incutir em nossas crianças os ideais que representam essa instituição que é a família ("Abuso sexual", 26 de julho).
Elvo Pigari Júnior
Boa Vista, RR

Manoel Carlos poderia fazer novelas no Afeganistão. Lá eles precisam quebrar tabus. Aqui não precisamos mais. Já está tudo quebrado.
Marilia Santos
Vitória, ES

O estado do Acre e o extremo oeste do Amazonas se situam na faixa do quarto fuso horário, com duas horas a menos em relação ao horário oficial brasileiro. Nesses estados, a situação se agrava, expondo ainda mais nossas crianças à agressão de que trata a matéria, pois os programas de TV são exibidos em tempo real pelas emissoras afiliadas locais, ou seja, a novela das 21 horas começa a ser exibida às 20 em Rondônia e às 19 no Acre. Na vigência do horário de verão a situação fica ainda mais desfavorável.
Tasso da Silva Rossi
Porto Velho, RO

Para combater o abuso na TV brasileira, que tal desligar o maldito aparelho? Em vez de assistir a TV, leia! Uma novela costuma ter, vá lá, uns 150, 200 capítulos. São 150 horas. Dá para ler uns doze livros dos bons.
André Zelenkovas
Cambridge, Massachusetts, EUA

 

Diogo Mainardi

Diogo, eu o cumprimento pela coragem e lucidez, e por ser uma das únicas vozes a se levantar a favor de Israel, sempre o vilão da história. É óbvio que o Irã está por trás disso tudo, assim como a Síria e o Hamas, que querem todos os judeus lançados ao mar. A memória das pessoas é curta, pois quem é que se lembra do Hezbollah dançando nas ruas de Beirute em comemoração à queda das torres gêmeas de Nova York, naquele fatídico 11 de Setembro ("Meu lado Sammy Davis Jr.", 26 de julho)?
Eloá Galpern Gruc
São Paulo, SP

Corajosa e muito feliz a colocação de Mainardi frente à questão do Oriente Médio. Em duas colunas conseguiu esclarecer as diferentes lacunas que se perderam no passar do tempo e ficaram sem esclarecimentos maiores na nossa mídia. O pequeno espaço de terra israelense é pátria merecida e conquistada por um povo milenar cuja ocupação infelizmente se faz defender pelo sangue.
Chaja Freida Finkelsztain
Rio de Janeiro, RJ

Será que se todas as pessoas sapatearem e tocarem xilofone serão mais sensatas? Muito obrigada pela sua lucidez. Paz para Israel!
Selma Fuks Benchimol
Rio de Janeiro, RJ

 

Oriente Médio

É de cortar o coração de qualquer um a imagem do garoto com um curativo na testa na página 81 ("Por que não param", 26 de julho). Acredito que seja impossível a existência de um ser humano neste mundo incapaz de se sensibilizar com tal imagem.
Gustavo Pontello Silva
Araraquara, SP

 

Christopher Hitchens

Se a Madre Teresa de Calcutá foi ou não instrumento de Deus à operação de um milagre, não importa. Ela foi um milagre em vida, pelo bem que espargiu por todo o mundo. Mais: a semente da caridade plantada por ela germinou, produziu frutos incalculáveis e gerou outras e outros semeadores, que dão continuidade à sua obra transcendental (Amarelas, 26 de julho).
Ary de Christan
Curitiba, PR

 

Gustavo Ioschpe

O artigo de Gustavo Ioschpe ("Falência da educação brasileira", 26 de julho) vem em um momento oportuno. Antes que os futuros deputados, senadores e presidente falem em investimentos na educação, é importante que todos leiam o artigo e vejam que os problemas não envolvem somente cifras, mas também estratégias inteligentes que se perpetuem de um governo para outro, sem rupturas políticas. É preciso repensar projetos como o Bolsa Escola e avaliar o sistema de cotas nas universidades, que, além de não projetarem resultados significativos, elencam uma série de falhas monstruosas.
Paulo Inada
Professsor da Universidade Estadual de Maringá
Maringá, PR

Falta dizer que metade da culpa por nossos alunos não conseguirem ler uma página de VEJA e entendê-la é dos pais, que são cada vez mais fracos, lenientes com a preguiça, a mediocridade, a falta de leitura e as vontades dos filhos.
Geraldo C. Carvalho Jr.
São Luís, MA

 

Angeli

Já faz algum tempo que Angeli é um ícone da indignação e do inconformismo com a situação vigente no Brasil. Sua sátira é um brinde ao público não só pela sutileza e elegância, mas também pela profundidade dos temas abordados. Espero que Angeli continue nesse ramo por muito tempo, pois o Brasil precisa de pessoas como ele. E parabéns a VEJA pela matéria, por nos mostrar que, apesar de tudo, o país tem grandes talentos ("Contra o humor a favor", Perfil, 26 de julho).
Carolina Ferraz de Matos
Montes Claros, MG

 

Raul Cortez

Todas as vezes que uma pessoa, pública ou não, morre vítima de câncer, sinto um desespero, uma vontade de sumir, desaparecer. Poder ir habitar outro corpo saudável e voltar a viver despreocupadamente. Como eu gostaria que o Raul me visitasse nos meus sonhos e me dissesse que não tenho nada a temer, que existe, sim, uma vida maravilhosa depois da morte. Ah! Como eu gostaria! Vá em paz e que Deus esteja com você ("O ator dos 100 personagens", Memória, 26 de julho)!
Paula Purchio Duarte Ponz
Campinas, SP

 

Gente

Na nota "Mente geminiana" (Gente, 26 de julho), pude deduzir o nome dos gêmeos que habitam a mente geminiana de Letícia Spiller em suas considerações sobre liberdade e ditadura: Tico e Teco. Lá estão eles, solitários.
William Roberto Porto
São Paulo, SP

 

VEJA Especial Tecnologia

Quero cumprimentá-los pelo Especial Tecnologia (julho de 2006), que trata de um assunto interessante e ao mesmo tempo desafiador. Só senti falta de um espaço maior que poderia ter sido dedicado às influências que essas novas tecnologias podem exercer sobre o jornalismo e a política. Nas recentes eleições presidenciais mexicanas, por exemplo, um grande número de internautas acompanhou, passo a passo, os movimentos dos candidatos e os momentos da apuração por meio de blogs.
Paulo Rodrigo Ranieri
São Paulo, SP

 

Livros

Witold Gombrowicz teve editado no Brasil seu livro de contos Bakakai em junho de 1968 pela Editora Expressão e Cultura, do Rio de Janeiro, com tradução de Álvaro Cabral e uma bela capa de Miguel Mascarenhas ("Um homem sem pátria", 26 de julho).
Iêda Martins de Pádua
Belo Horizonte, MG

 

Veja essa

Apesar de ser sua fã, achei muito indelicado o comentário da cantora Rita Lee, na seção Veja essa (26 de julho). Parece que a cantora não tem espelho em casa e esqueceu o Botox aplicado na cara. Sorte dela, que, também "velhinha", continua fazendo sucesso e podendo pagar seu geriatra.
Isanice Ferreira
São Paulo, SP

 

VEJA Lisboa

Recentemente estive em Lisboa e gostaria de cumprimentá-los pelo suplemento VEJA Lisboa – O Melhor da Cidade (junho de 2006), que foi de grande auxílio, com informações seguras e principalmente precisas.
Ademar C. Guimarães Jr.
Fortaleza, CE

 

CORREÇÕES: O mapa do Império Otomano, publicado na página 107 da edição 1 965 ("Desvario colonial", 19 de julho), não é o de 1914, e sim o de 1877. Sobre a reportagem "Era pior do que se pensava" (26 de julho), o empresário Luiz Antônio Vedoin confessou ter pago propina em junho de 2003 ao atual prefeito de Souza (PB), Salomão Benevides Gadelha, e não ao ex-prefeito João Marques E. da Silva. Vedoin também declarou ter pago suborno, em 2002, à prefeitura de Riachão das Neves (BA), cujo titular na ocasião era Antônio Américo de Lima Filho, e não Dorgival dos Santos, e à prefeitura de Guajará-Mirim (RO), cujo prefeito era Claudio Pilon, e não Francisco José de Oliveira (morto em 2000). Antonio Peres Alves, prefeito de Saquarema, não é do PFL. Ele foi eleito pelo PSDB e hoje está no PMDB. Amajari fica em Roraima (RR), e não em Rondônia (RO).

A DIOR VAI BEM NO BRASIL

A nota "Miserê na primeira classe" (Holofote, 12 de julho) afirmou que a filial brasileira da empresa francesa LVMH, líder no mercado de consumo de luxo, nunca teve um desempenho tão ruim quanto neste ano e que as vendas de seus produtos, que incluem marcas como Louis Vuitton e Dior, caíram 20%. Rosangela N. Lyra, diretora da Dior para o Brasil, esclarece: "Houve um equívoco pela omissão de a qual segmento do grupo LVMH a nota se referia. A queda de 20% nas vendas se deu nos perfumes e cosméticos do grupo LVMH, e não nas marcas mencionadas como integrantes do grupo – Louis Vuitton e Dior. A Dior no Brasil tem vivido uma situação diametralmente oposta: temos recebido as coleções concomitantemente com os outros países. Nesta semana recebemos a mesma coleção que está nas prateleiras de Nova York e Paris".

 

SALTO ALTO NA COPA

A leitora Cristina Hess, que mora em Wetzlar, na Alemanha, há quatro anos, conheceu de perto uma das causas do fracasso da nossa seleção no Mundial deste ano: "Moro a 50 quilômetros de Königstein e estive lá para participar de várias festas em homenagem aos jogadores brasileiros. Todas as lojas estavam decoradas com verde e amarelo, alguns moradores pintaram o chão do jardim com a bandeira do Brasil. No dia 19 de junho foi publicada na revista Focus meia página em que o prefeito dessa cidade diz que gastou 600 000 euros para recepcionar nossos jogadores e ficou indignado com a arrogância deles, pois eles não apareceram uma única vez para dar um alô da janela do hotel a milhares de pessoas que saíram de sua casa, e até de outros países, para ver nossas estrelas". Indignada, Cristina desabafa: "Parabéns à Argentina, nota 10! Perdeu, mas com dignidade. Suou a camisa, fez bonito, deu show de bola!".

 

BURACOS NA PISTA

Rodovia BR-070: a placa avisa dos perigos

O leitor Cristiano Bastos, de Belo Horizonte, viajou pelo interior de Mato Grosso e ficou indignado com a situação das rodovias do estado. Ele documentou em fotos o trecho da BR-070 que liga as cidades de Cuiabá e Cáceres. "Estrada ruim não é mais novidade para nós, brasileiros. O duro é ver o governo comemorar essa operação eleitoreira de tapa-buracos", protesta. Os buracos são tantos que há até placas sinalizando o perigo.

 

 
 
 
 
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