BUSCA

Busca avançada      
FALE CONOSCO
Escreva para VEJA
Para anunciar
Abril SAC
REVISTAS
VEJA
Edição 2067

2 de julho de 2008
ver capa
NESTA EDIÇÃO
Índice
COLUNAS
Diogo Mainardi
André Petry
Claudio de Moura Castro
Millôr
Roberto Pompeu de Toledo
SEÇÕES
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
VEJA.com
Holofote
Contexto
Radar
Veja essa
Gente
Memória
Datas
VEJA Recomenda
Os livros mais vendidos
 

Radar

Lauro Jardim
e-mail: ljardim@abril.com.br

El Salvador, aí vai ele


Fotos Ana Ottoni/Folha Imagem
Funes (no detalhe) e Santana: marqueteiro internacional

João Santana tem a chance de, em 2009, ser marqueteiro de dois presidentes. Além de trabalhar para Lula, Santana foi contratado pelo esquerdista Maurício Funes, candidato oposicionista à Presidência de El Salvador. A eleição será em março, mas uma equipe do brasileiro já desembarcou em San Salvador. Lá (mais ainda do que aqui), o processo eleitoral é uma jornada longa: Funes tem participado de cinco comícios por semana. Só em dezembro, bem depois de ter acabado a eleição municipal (na qual trabalha para Marta Suplicy), é que Santana cairá de cabeça na campanha do salvadorenho.

Brasil

Sugestão acatada
Zuleido Veras, o enrolado empreiteiro cuja agenda causa calafrios em muito político, trocou de advogado há dois meses. Quem o defende agora é Eduardo Ferrão, que recentemente teve Renan Calheiros como cliente. Por trás dessa troca está José Sarney. Foi uma discreta articulação de Sarney que levou Zuleido a achar que Ferrão o defenderia melhor.

 

Eleições 2008

Enquanto os tucanos brigavam...
As pesquisas que serão divulgadas nos próximos dias devem virar motivo de preocupação para Geraldo Alckmin e Gilberto Kassab. Nelas, aumenta a diferença entre Marta, que lidera, e Alckmin, que vem em segundo na disputa pela prefeitura de São Paulo. Pior (para tucanos e democratas): nas simulações para o segundo turno, a petista venceria se as eleições fossem hoje. Em resumo, enquanto os tucanos brigavam, Marta cresceu.

 

Governo

Será que caiu?
A propósito, a grande interrogação das próximas pesquisas de avaliação de Lula será quanto a renascida inflação atrapalhou o seu ibope. Em princípio, o aumento dos preços é incompatível com a manutenção de uma alta popularidade.

Promessa é dúvida
Hoje, o esporte preferido dos líderes do PMDB é mandar a borduna em cima de José Sergio Gabrielli, presidente da Petrobras. Os motivos são três: cargos, cargos e cargos, nessa ordem. Foram prometidos pelo governo e não foram entregues.

 

Economia

Nas duas pontas
A Previ botou a Paranapanema à venda. A candidata mais forte a comprá-la é a Vale, que tem como um de seus maiores acionistas justamente a Previ.

 

Comportamento

Lugar de malhação
Não será por falta de lugar que brasileiros e brasileiras deixarão de cuidar dos seus corpinhos: o Brasil é hoje o país com o segundo maior número de academias de ginástica do mundo. São 13 000. Só perde para os EUA, onde existem 29 000 academias.

 

Forças Armadas

O avanço evangélico
A expansão dos evangélicos e o conseqüente encolhimento dos católicos podem ser medidos pelo crescimento do número de capelães evangélicos nas Forças Armadas. Até o ano 2000, esse grupo de religiosos, contratado para dar assistência espiritual à tropa, era formado quase que exclusivamente por católicos – um total de 90, contra apenas cinco evangélicos. Hoje, dos 121 capelães de Marinha, Exército e Aeronáutica, 22 são pastores. Mais: de acordo com o Conselho Federal de Capelania Cristã do Brasil, outros 260 evangélicos trabalham de forma voluntária nas Forças Armadas. Segundo o pastor Mário Lima, presidente do conselho, os dois principais inimigos a ser combatidos no meio militar são o alcoolismo e a "decadência dos valores da família".

 

O palpite de Lula


Ricardo Stuckert/PR
Teixeira e Lula: sugestão de convocar apenas atletas que jogam no Brasil

Num almoço com Ricardo Teixeira, na quinta-feira passada, em Brasília, Lula, irritado com os péssimos resultados dos últimos jogos, sugeriu ao presidente da CBF: por que não escalar uma seleção brasileira só com atletas que jogam no Brasil e esquecer a turma que está nos times europeus? O argumento de Lula é o de muitos torcedores. Com a vida financeira arrumada, os que estão lá fora teriam menos gás e garra. Teixeira lembrou a Lula o exemplo de Falcão, quando foi técnico da seleção, entre 1990 e 1991. Falcão botou em prática essa idéia. Perdeu quatro jogos e voltou atrás.

Com Paulo Celso Pereira. Colaborou Marcelo Bortoloti

 



Publicidade
 
Publicidade

 
  VEJA | Veja São Paulo | Veja Rio | Expediente | Fale conosco | Anuncie | Newsletter |