Uma visão dessas
bastaria para provocar afogamentos em massa, mas CAROLINA
DIECKMANN, 29 anos, será um pouquinho menos
produzida na sua próxima novela, no papel de surfista,
do que aparece na capa da revista Nova. As "tatuagens"
saíram no banho e os 28 quilos ganhos na segunda
gravidez foram exterminados com muita força de
vontade. Para interpretar a surfista Suzana em Três
Irmãs, que estréia em setembro, Carolina
faz aulas há dois meses com o carioca Rico de Souza.
"Foi delicioso ficar em pé na prancha logo
na primeira aula", comenta. Souza também elogia
o equilíbrio da aluna, embora a dedicação
inicial tenha sido afetada pelo inverno. "Com o frio,
todos os artistas sumiram. Não é o lifestyle
deles", suspira o professor.
Valério
Trabanco/Nova
Madonna mia, é
a Lourdes
Toda cheia de estilo, unhas
pintadas de preto, faixa na testa, LOURDES, 11 anos,
quanto mais cresce, mais mostra ser filha de Madonna (e, provam
as sobrancelhas, do cubano-americano CARLOS LEÓN).
Pai e filha aproveitaram a presença dela em Nova York
para um passeio de mãos dadas, oportunidade que deve
se repetir. Alimentando a boataria de divórcio iminente,
Madonna instalou-se por tempo indeterminado na cidade, com os
filhos, enquanto o marido, Guy Ritchie, prepara novo filme em
Londres. Mais: contratou advogada Fiona Shackleton, a
mesma de Paul McCartney e tem data hipotética
para anunciar a separação: 29 de outubro, quando
encerra sua turnê.
Cinco meses e uma tatuagem
Claudio
Cunha/Encontro Imagens
Que mulher comete
a temeridade de tatuar o nome do namorado na pele? Mulher apaixonada,
como a designer gaúcha LETÍCIA WEBER, 29
anos, que gravou na sensibilíssima região atrás
da orelha as letras A e N, iniciais do governador mineiro AÉCIO
NEVES, 47. Ela tem motivos para estar confiante: para os
padrões de Aécio, o relacionamento bate numa marca
impressionante, nada menos que cinco meses. Letícia,
que mora em Florianópolis e agora vive viajando para
Belo Horizonte, tem acompanhado o governador em casamentos,
festas e solenidades, onde é apresentada como "minha
namorada". Bem, além disso, sempre existe o laser.
Simone Marinho/Ag.
Globo
O sotaque doce que ela tem
Tarimbada em musicais,
CLAUDIA RAIA, 41 anos, teve de aprender a soltar
a voz em outra direção: no papel de Donatela,
ex-integrante de dupla caipira que vira emergente na novela
A Favorita, cantou Beijinho Doce e Tristeza
do Jeca, com vibrato sertanejo ("firula",
na definição dela para aquele tremidinho
da voz). E muito bem, graças a um treinamento intensivo
com o professor de canto Marconi Araújo. "Ela
pegou o jeito em cinco horas de ensaio. Depois, gravou
no estúdio e dublou em cena", conta Araújo.
"Eu quase não respirava no meio da frase,
para ficar mais sofrido", diz Claudia. Já
o jeitinho doce de enrolar os erres do interior não
precisou de treino: "Recuperei o sotaque de Campinas,
de onde saí com 13 anos".
Editado por Lizia
Bydlowski
Colaboraram Bel Moherdaui, Marcelo Bortoloti e Sandra Brasil