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Home  »  Revistas  »  Edição 2167 / 2 de junho de 2010


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Gente


Editado por Lizia Bydlowski Colaborou Suzana Villaverde

Andre Schiliro/Nova

Geneticamente trabalhadora

Valeu a pena esperar, pois o resultado é fabuloso. Mas a data da sessão de fotos para a capa da próxima edição de NOVA teve de ser adiada quatro vezes – culpa da roda-viva em que vive a apresentadora SABRINA SATO, 29 anos, que trabalha de domingo a domingo, vai a festas quase todas as noites, dorme pouco, malha bastante e ainda namora (o deputado Fábio Faria). "Sou neta de imigrantes, então está no sangue: tenho de trabalhar o dia inteiro", brinca Sabrina, que mesmo assim se diz aberta a novas experiências: "Morro de vontade de fazer um filme. Já fui convidada, mas não acho tempo". E casar? "A gente conversa, claro. Mais para a frente, quem sabe."

 

Topa tudo por dinheiro

Seth Wenig/AP


Quando tudo vai mal para Sarah Ferguson, 50 anos, a desmiolada ex-mulher do príncipe Andrew, ela faz cara de vítima da perseguição dos tabloides malvados. Foi assim no patético dia seguinte à exibição de um vídeo em que negocia com um empresário árabe – na verdade, o repórter Mazher Mahmood, do implacável News of the World – o pagamento de 500 000 libras (quase 1,5 milhão de reais) em troca de acesso ao príncipe e suas excelentes conexões. "Eu abro qualquer porta", gaba-se, tolamente. A título de adiantamento, como se fosse uma deputada do Distrito Federal, põe na bolsa 40 000 dólares. Levada no bico por Mahmood, que já aplicou o mesmíssimo golpe em Sophie, mulher do príncipe Edward, Sarah chora as mágoas financeiras: não tem um tostão em seu nome, mora de favor na casa do ex, aceita dinheiro das filhas, usa um Bentley emprestado. Pode ser que se abra mais ainda na entrevista definitiva que aceitou dar para Oprah Winfrey.



Uma vantagem extra

Patrick Kovarik/aAFP
As irmãs Williams têm sempre duas táticas infalíveis para aparecer na quadra de tênis: um estilo atlético e matador e umas roupinhas que deixam o mundo inteiro comentando: pode ou não pode? VENUS WILLIAMS, 29, número 2 do mundo, chegou a Roland Garros sem pedir licença com uma espécie de minicombinação tipo dançarina de cancã, com babados bem esvoaçantes e, por baixo, um agarradíssimo shortinho cor da pele. Mais por baixo ainda, tanguinha fio-dental. "A graça está em criar a ilusão de pele nua", filosofou. Mas justo aquele pedaço de pele? "Não tem nada a ver com meu traseiro. Por acaso, ele é bem avantajado. Mas a culpa é da genética." Devido ao sucesso, se não de crítica, de público, Venus repetiu o modelinho.



Escorregando no lamê

Difícil, numa pré-estreia de Sex and the City, uma mulher conseguir ser mais comentada pelo traje do que as quatro chiquérrimas personagens do filme. Pois LIZA MINNELLI, 64, conseguiu. Numa era em que todas as artistas são vestidas de maneira exatamente igual por seus assessores de estilo, a veterana cantora reviveu as delícias de falar mal dos exageros alheios, tarefa facilitada pelo conjunto metálico-transparente, com porta-seios e botinha à mostra. Liza faz uma ponta no filme, emulando Beyoncé no clipe de Single Ladies – "Acabei de pôr um joelho novinho em folha e me mexi sem parar". E atenção: vai lançar uma linha de roupas, The Liza Collection. Quem viver verá.

Peter Kramer/AP


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