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Cartas
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"O
design de qualidade tem como referência todo o processo
industrial, que se inicia com uma profunda pesquisa sobre
as necessidades do homem."
Alexandre Morita
Itapeva, SP
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Design
Excelente
a reportagem "Design O poder do belo" (26 de maio), mostrando
a importância do tema não só para as indústrias,
mas também para o comércio, serviços e sociedade.
Design é um conceito, uma idéia que extrapola os limites
da linha e da forma. Quando procuramos um design, estamos à
procura de significados.
Ludson Moulin Zampirolli
Domingos Martins, ES
Um
tema aparentemente supérfluo e pouco interessante para o
grande público ganhou, na abrangência de VEJA, brilho
e estilo, sobressaindo em meio a uma semana quente de novas e enlameadas
denúncias vindas do Planalto. Viva o design nosso de cada
dia.
Myckon Wérico Freitas Macêdo
Jaboatão dos Guararapes, PE
Excelente
a reportagem, que dá uma visão muito clara do que
é o design hoje em dia e sua importância na economia
mundial. Apesar de o texto mencionar principalmente produtos e experiências
internacionais, também é muito importante ressaltar
o momento que vive o design no Brasil, onde enfim as indústrias
estão percebendo a necessidade de tornar seus produtos mais
interessantes e com maior valor agregado por meio do design.
Levi Girardi
São Paulo, SP
Reportagens
assim são importantes para conscientizar o público
e a indústria sobre o valor do design na economia e para
estimular futuros designers e engenheiros. Faltou dizer que o carrinho
de supermercado foi projetado e construído pela Ideo (www.ideo.com)
em apenas cinco dias, numa reportagem especial para o programa de
TV Nightline with Ted Koppel.
José Colucci
Lexington, Massachusetts, EUA
Ruth
Cardoso
Louvo
a feliz iniciativa da excelente entrevista com a antropóloga
Ruth Cardoso (Amarelas, 26 de maio). Cérebro privilegiado
e símbolo maior da moderna Mulher, com M maiúsculo,
dona Ruth caracterizou seu trabalho à frente do Comunidade
Solidária pela simplicidade, afabilidade e, acima de tudo,
competência, sem fazer alarde nem barulho, dignificando o
título de primeira-dama do país. O Brasil ainda hoje
sente os eflúvios positivos do trabalho dessa grande mulher.
Vânia Dutra Sousa
Horizonte, CE
Louvável
a entrevista com a senhora Ruth Cardoso. Exemplo de mulher, nos
brindou com seu caráter, inteligência e preocupação
real com os problemas sociais, orgulhando-nos também de tê-la
tido como primeira-dama. Aliás, uma dama de primeira!
Vanessa Nascimento Cardoso
Vitória da Conquista, BA
Dona
Ruth Cardoso, em oito anos, não se deixou envolver pelas
futilidades de que o título de primeira-dama está
cercado. Discreta e sensata, a antropóloga deixou uma marca
de trabalho, longe dos holofotes e sem precisar de "sala". Adorei
a entrevista de Alexandre Oltramari. O repórter conseguiu
tirar da ex-primeira-dama críticas ao PT no maior estilo
dona Ruth: com elegância.
Izabela Ferreira
Belo Horizonte, MG
Extraordinária
lição de civilidade, ética e cidadania foi
a entrevista da ex-primeira-dama Ruth Cardoso. Ela demonstrou que
a mulher para se destacar não precisa perder suas qualidades
femininas, de esposa competente e de simplicidade. A senhora Ruth
Cardoso representa o verdadeiro perfil de uma primeira-dama e de
uma profissional altamente equilibrada, cujo significativo trabalho
à frente do programa Comunidade Solidária lhe garantiu
um honroso destaque na história contemporânea brasileira.
Jaime de Moura Ferreira
Lauro de Freitas, BA
Governo
Indignação,
essa é a palavra que define o sentimento que eu, petista
por anos a fio e que sonhei com a chegada do PT ao poder, senti
ao ler a reportagem "Quem precisa de inimigos?" (26 de maio), sobre
a ONG Ágora, comandada pela "fina flor do partido dos trabalhadores".
Sou diretora de escola pública e faz parte de minha realidade
prestar contas dos recursos recebidos, e é com imensa lisura
e preocupação que conduzo esse processo na nossa escola.
Assim, é inadmissível que pessoas desviem dinheiro
público destinado à educação para suas
contas bancárias. A vontade ao terminar de ler a reportagem
foi gritar para que todos pudessem escutar: "Como pude ser tão
idiota?".
Vivian Cristina de Menezes
Eugenio Kauling
Indaiatuba, SP
Agora
é Ágora? O que mais o partido dos "enganadores" nos
reserva nesse tempo nebuloso que ainda lhe resta no poder? É
rezar e esperar.
Roberto A.B. Oliveira
São Paulo, SP
Quero
manifestar repúdio ao texto "Quem precisa de inimigos?",
publicado pela revista VEJA, devido à tentativa de envolver
o meu nome com as questões que eu desconhecia e considero
graves se confirmadas, ocorridas na Ágora (Associação
para Projetos de Combate à Fome). Trata-se de uma ilação
da revista dizer que o caso "envolve o principal auxiliar" da Casa
Civil. Fui um dos integrantes da Ágora e ocupei uma das sete
vagas de conselheiro no período de abril de 2001 a janeiro
de 2003. A propósito, uma rápida leitura é
suficiente para localizar a verdadeira intenção da
matéria, que, dentre tantos outros conselheiros da entidade,
cita apenas a minha pessoa, em nítida tentativa de atingir
a mim e ao governo federal. Nessa entidade, associei-me a uma luta
histórica de personalidades como dom Mauro Morelli, Cristovam
Buarque, Mauro Dutra, Sigmaringa Seixas, Maria José Jaime,
Flávio Valente, Augusto de Franco, Milton Selligman e Agop
Kayayan, entre outros, o que muito me orgulha. Aproveito para reiterar
que as questões divulgadas na imprensa no último fim
de semana se referem à ordenação de despesas
e à contabilidade da ONG Ágora e, portanto, devem
ser dirigidas à diretoria executiva da organização.
Swedenberger Barbosa
Brasília, DF
A
reportagem citou o nome Publicata no oitavo tópico do quadro
"A fábrica de notas frias". Esclarecemos que nossa denominação
social é Publicata Comunicações, desde 1998,
em São Paulo, capital, legalmente constituída e registrada,
inclusive como marca de serviços no Instituto Nacional da
Propriedade Industrial (Inpi). Por sua vez, a desconhecida "empresa"
citada na matéria confunde-se com a marca de nossa propriedade,
sendo seu uso indevido em todo o território brasileiro. Por
essa razão, vimos de público, em respeito a esta conceituada
revista e seus leitores, e ao mercado em geral, esclarecer que a
Publicata Comunicações nada tem a ver com o episódio-tema
de reportagem.
Armando Stelluto Jr. e
Cristina
Cassiano Stelluto, diretores
São Paulo, SP
Distrito
Federal
A
Câmara Legislativa de Brasília é a prova cabal
de que no Brasil, infelizmente, ainda temos entidades públicas
que não sabem por que existem. A Casa não sabe o que
quer, para onde vai e para o que serve. Nunca deveria ter existido,
já que só serve para ratificar as sandices do governador
de plantão, e vice-versa. Devem-se ressalvar, no entanto,
os parlamentares sérios que lá se encontram. Embora
poucos, muito poucos, eles mesmos sabem quem são e foram
a inspiração do processo de autonomia política
do DF, que, embora filosoficamente correto, foi um desastre para
Brasília e todo o DF. Vale destacar, no entanto, a incrível
coincidência na matéria "A casa do espanto" (26 de
maio) de VEJA, não relatada por seu autor: todos os senhores
deputados mencionados no artigo são da base de apoio ao governador
Joaquim Roriz.
Ary Braga Pacheco Filho
Brasília, DF
É
duro e vergonhoso para nós, cidadãos brasileiros,
que pagamos muitos e escorchantes impostos, sofremos com baixos
salários, desemprego, desigualdades sociais, violência,
sistema de saúde precário, fome de parcela significativa
de nosso povo, ver pessoas que ocupam cargos importantes, que têm
posições privilegiadas e bem remuneradas ser desmascaradas
por meio de denúncias tão bem divulgadas por VEJA.
Essas pessoas são selecionadas por concurso público,
indicadas, escolhidas, eleitas para, "teoricamente", cumprir funções
de legítimos representantes do povo brasileiro. Mas o que,
perplexos, vemos é o Brasil sendo administrado por empresários,
funcionários públicos e políticos inescrupulosos,
corruptos, estelionatários, homicidas e ladrões.
Paulo Antonio dos Santos
Anápolis, GO
Infelizmente
o brasileiro não sabe votar. A casa do espanto está
espalhada pelo país. A eleição e a permanência
no poder dessas figuras da reportagem são um prêmio
de incitamento ao crime. Parece até que estamos condenados
a conviver com esse terror, pois os próprios eleitores justificam
seus votos com a máxima: "Ah, todos roubam mesmo!". Quando
eleitos, estufam o peito: a vontade do povo deve ser respeitada.
Votar em figuras como as da reportagem não é exercer
a democracia, e sim incoerência, e também merece repúdio.
Bezaleel Gonçalves Guimarães
Boa Vista, RR
Que
realidade sórdida! Tenho a esperança de que, com o
amadurecimento da democracia e do voto consciente, a população
possa se livrar dessa gente.
Fábio Araújo
Salvador, BA
Máfia
da saúde
É
com imensa tristeza que recebo mais essa notícia envolvendo
a máquina administrativa ("Vampiros da saúde", 26
de maio). Tenho a honra de ser funcionária pública
há quase vinte anos e nunca vi um quadro tão deplorável
como o atual. No que tange ao artigo, temos a informar que o pregão,
seja ele presencial ou eletrônico, constitui uma das modalidades
de licitação, assim como o convite, a tomada de preço,
a concorrência, o concurso e o leilão. O pregão,
mormente o eletrônico, tem sido eficaz e eficiente nas compras
da Administração. Essa é uma das nossas experiências
do dia-a-dia no exercício das nossas atividades. No mais,
vocês estão de parabéns pelas reportagens a
nós apresentadas.
Maria Cristina Rubinger de Queiroz
Procuradora federal
Belo Horizonte, MG
Sobre
a utilização do pregão nas licitações
públicas, informo que a administração pública
municipal de Blumenau utiliza essa modalidade há cerca de
um ano, obtendo ganhos médios de 35% sobre os preços
previamente pesquisados, especialmente no modo eletrônico.
Sem contar as vantagens como agilidade, transparência e até
qualidade nos produtos adquiridos, graças à universalização
dos fornecedores. Adquirimos desde equipamentos e suprimentos para
informática, equipamentos e veículos, móveis
e eletrodomésticos, até serviços simples, como
a limpeza e a higienização dos prédios públicos.
A lamentar, por enquanto, que nem todas as licitações
possam ser feitas por meio do pregão eletrônico.
Edward Duwe
Pregoeiro municipal de Blumenau (SC)
pregao@blumenau.sc.gov.br
Tales
Alvarenga
Achei
muito interessante o artigo "A grande conspiração"
(26 de maio). A história da vaia é do barítono,
e não do tenor, na ópera Pagliacci, de Leoncavallo.
Depois de cantar o prólogo, o barítono Tonio, ao ser
vaiado, falou ao público: "Aspetatte il tenore!".
O tenor é Canio, o palhaço que canta a famosa ária
"Ridi pagliaccio". Mutatis mutandis, o vaiado seria o vice-presidente,
mais pior que ele, o Lula.
Professor doutor Jorge Michalany
São Paulo, SP
Claudio
de Moura Castro
O Ponto de vista de Claudio de Moura Castro ("A maquiagem do monstro",
26 de maio) encantou-me. Disse a verdade. Fui professora por 33
anos nestes meus 77 de vida. Sou do tempo em que estar à
frente de uma classe de ensino fundamental era sacerdócio.
O ensino fundamental sempre foi o alicerce na construção
de uma vida cultural. Sem ele, qualquer obra desmorona.
Maria Helena de Aben-Athár
Curitiba, PR
Em 1971, a Lei nº 5692 extinguiu a vergonha do exame de admissão
ao ginásio, estabelecendo o 1º grau, de oito anos, hoje
ensino fundamental. Com a chegada dos alunos pobres às escolas
públicas, a classe média, que tinha tradição
escolar, migrou para as particulares e hoje paga por isso alto preço.
A escola pública ficou sem massa crítica que cobrasse
qualidade e apodreceu. O estabelecimento de cotas para alunos da
escola pública e a perda de qualidade do que há de
melhor no ensino universitário brasileiro certamente gerarão
fenômeno idêntico. Escolas particulares elitistas aparecerão.
Por que não se estabelece um programa de bolsas de estudo
para qualquer aluno da escola pública aprovado em pé
de igualdade em qualquer escola superior do país, em vez
de sacrificar as melhores universidades do Brasil?
Alírio Fernando Barbosa de Souza
Presidente da Academia Baiana de Educação
Salvador, BA
Educação
Muito interessante a reportagem "A receita dos bons alunos" (26
de maio), provando que o projeto de cotas que o governo enviou ao
Congresso para as universidades federais só vai piorar a
qualidade do ensino, que é garantida até hoje não
pela prioridade do governo para a educação, mas pela
garra de professores e alunos. Que o Victor Manuel seja exemplo
para muitos, inclusive para nossos governantes.
Ednilza Machado
Ipatinga, MG
Cemitério Père Lachaise
Na reportagem "Quem vai querer?" (26 de maio), está relacionada
entre os mortos célebres do cemitério Père
Lachaise, em Paris, a cantora lírica Maria Callas, como se
ela ainda ali estivesse enterrada. Na verdade, após seu falecimento,
ocorrido em 16 de setembro de 1977, lá ficou sepultada até
seus restos serem cremados e as cinzas jogadas ao mar.
José Rubens Rezek
Juiz de Fora, MG
Distrito
Federal 2
Sobre a reportagem "A casa do espanto" (26 de maio), esclareço
que minha prisão foi julgada ilegal pelo Superior Tribunal
de Justiça, pois decorreu de articulação promovida
pelos deputados Wigberto Tartuce ("Vigão") e Eurídes
Brito, visando a aniquilar politicamente este deputado. Esclareço
ainda que, no processo judicial correspondente, junto ao Tribunal
Regional Federal 1ª Região, ainda não
foi acatada a denúncia formulada pelo Ministério Público.
Acredito que esse fato se deva à ausência de provas
concretas contra este parlamentar, que até o momento nem
sequer teve acesso aos autos completos, inclusive às provas.
José Edmar Cordeiro
Deputado distrital
Brasília, DF
O presidente da Soka Gakkai Internacional, Daisaku Ikeda, citado
na matéria "A casa do espanto", não é tão
desconhecido assim. O título de cidadão honorário
de Brasília veio se somar a 53 outros títulos de cidadão
honorário que ele já recebeu no Brasil e a outros
157 títulos de doutor honoris causa que a ele foram entregues
por universidades do mundo inteiro. E essas homenagens não
têm sido por acaso: Daisaku Ikeda é um líder
mundial que tem proferido palestras em várias partes do mundo
e estabelecido diálogos com inúmeras personalidades
políticas pela paz mundial. A Soka Gakkai, organização
não governamental, filiada à ONU, que ele preside,
é hoje a maior do mundo, estabelecida em 187 países,
com 12 milhões de filiados, 200.000
só no Brasil. Fundada no Japão em 1930 e no Brasil
em 1960, a Soka Gakkai é também a mais antiga organização
de leigos. Nesses 44 anos de existência, exposições,
palestras, festivais culturais e convênios com universidades
e museus vêm marcando a atuação da SGI no Brasil
e no mundo.
Getulino Kiyoshi Nakajima
Vice-presidente da Soka Gakkai Internacional do Brasil
São Paulo, SP
Música
A revista VEJA, edição 1 855, em sua página
122, publica matéria intitulada "Silêncio na rede"
(26 de maio), atribuindo a mim a seguinte frase: "Todo mundo está
aguardando para ver o que acontece". Esclareço que respondi,
por e-mail, que o sucesso comercial do I-Tunes e de outros serviços
legalizados nos Estados Unidos é relativamente recente (pouco
mais de um ano), e que para que aumente no mercado brasileiro o
número de serviços semelhantes, que disponibilizem
conteúdo musical em quantidade e variedade, com justa remuneração
aos titulares de direito, é necessário o incremento
do número de usuários de banda larga e parceiros com
grande poder de alavancagem promocional dispostos a investir na
distribuição legítima de música on-line.
Paulo Rosa
Diretor-geral da Associação Brasileira dos Produtores
de Discos (ABPD)
Rio de Janeiro, RJ
Diogo Mainardi
Senhor presidente Lula, que tal responder às perguntas do
senhor Mainardi ("Minha entrevista com Lula", 26 de maio)? Não
consulte seus assessores, pois ultimamente seu staff anda pior que
seu time de coração, o Corinthians.
Fernando Sugayama Campanella
Florianópolis, SC
Desta vez o Mainardi se superou. Quanto mais leio sua coluna, mais
fico seu fã. Lula deveria pedir perdão ao ex-presidente
FHC por ter prejudicado seu governo com críticas vazias e
eleitoreiras. Também cabe um pedido de desculpas ao povo
brasileiro, por ter tido a cara-de-pau de mentir na TV, prometendo
que criaria 10 milhões de empregos. Diogo Mainardi para presidente,
já!
Luiz Sergio Medrado Munguba
Boca Raton, Flórida, EUA
Turismo
Gostaria de cumprimentar VEJA pela reportagem "O chique do sertão"
(26 de maio) e fazer algumas correções. A reportagem
diz que o Museu do Cangaço fica na cidade de Serra Talhada,
mas ele fica mesmo na cidade de Triunfo, na qual também se
situa o Pico do Papagaio, o ponto mais alto do Estado de Pernambuco.
Triunfo fica a 32 quilômetros de Serra Talhada e é
uma cidade de clima serrano e aconchegante. Também não
especifica a localização do Vale do Catimbau, este
abrangendo uma área que engloba os municípios de Buíque,
Tupanatinga, Inajá e Ibimirim, no sertão do Moxotó.
Erilson Regis Gomes de Sá
Serra Talhada, PE
Seymour Hersh
Hersh é um esquerdista de longa data, que trabalhou na campanha
de Gene McCarthy em 1968, sendo por extensão um "pacifista"
de carteirinha e mais um dos milhões de idiotas úteis
usados pelo movimento "pacifista" internacional contra o capitalismo
e a democracia (basta lembrar que Stálin criou o movimento
"pacifista", pedindo a Picasso para desenhar a pomba da "paz").
Não é de admirar que Sy sempre tenha atacado notórios
anticomunistas como Kennedy, Nixon e, agora, Bush. Mas quem melhor
define Hersh é Hersh mesmo: "Se o padrão para ser
demitido (de um emprego) é estar equivocado em uma
história, eu deveria ter sido demitido há muito tempo"
("Viagra do jornalismo", 26 de maio).
Moises Dias
Davie, Flórida, EUA
Roberto Pompeu de Toledo
No Ensaio "As supostas vidas de Ernesto Guevara" (26 de maio), Pompeu
cita o filme Diários de Motocicleta e os possíveis
desdobramentos que poderiam ter ocorrido se Guevara não tivesse
sido morto de modo tão trágico e prematuro. As hipóteses
por ele citadas são infelizmente bastante verossímeis,
mas prefiro pensar que nada disso teria acontecido. A ternura e
a compaixão que percebi no ser humano que nos é mostrado
são comoventes ao extremo, tanto que pode parecer pieguice,
mas gostaria que nunca fossem congeladas, nem naquela época
nem agora.
Francisca A.G. Dall Oca
Campo Grande, MS
Pedro Neschling
A coluna Veja essa (19 de maio) destacou uma declaração
minha em que afirmo me considerar mais importante para a Globo do
que a Globo para mim. Ao dizer aquela frase, eu estava explicando
que quando fui chamado para fazer o teste para a novela Da Cor
do Pecado já era sucesso no teatro com a peça
Sem-Vergonhas e que fui para a seleção tranqüilo,
consciente de que se não passasse não seria o fim
do mundo, pois sem falsa modéstia sei que tenho talento.
Nunca quis dizer que não preciso ou não quero a Globo.
Pelo amor de Deus! Jamais teria tal pretensão. O problema
é que, por ingenuidade, escolhi as palavras erradas na hora
da conversa e foram justamente essas palavras que foram publicadas.
Batalhei muito para entrar na Globo, estou orgulhoso de hoje fazer
parte do seu quadro de atores e espero de verdade me estabelecer
lá simplesmente pelo meu trabalho.
Pedro Neschling
Rio de Janeiro, RJ
CORREÇÕES: O empresário Mauro
Farias Dutra tem 53 anos, e não 43, como informou a reportagem
"Quem precisa de inimigos?" (26 de maio).
Na edição regional VEJA Viver Melhor Curitiba
(16 de maio), na reportagem "Longe de casa é que é
legal", foi grafado incorretamente o nome do Acampamento Taba-Poranga,
cujo endereço na internet é www.tabaporanga.com.br.
| GOOGLE
NÃO É VERBO! |
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VEJA fez uma reportagem falando do sucesso do portal
de pesquisa na internet Google ("Os bilhões do
Google", 5 de maio). Como indicador desse sucesso, a
revista citou o fato de que expressões como "fazer
um Google" ou "googar" como sinônimos de pesquisar
se tornaram comuns. Representante legal do Google no
Brasil, o escritório Montaury Pimenta, Machado
e Lioce advertiu que dizer que aquelas expressões
são usadas como sinônimo de pesquisa é
uma afirmação "perigosa e incorreta, uma
vez que contribui para o enfraquecimento e a diluição
do poder atrativo da marca registrada Google". VEJA
apenas registrou um fenômeno. Reportagens anteriores
da revista já contaram histórias de marcas
cujo sucesso estrondoso em todo o mundo as transformou
em sinônimo de um gênero de produtos. Nenhuma
das empresas responsáveis por essas marcas reclamou,
pois se tratava de fatos. É o lado careta do
Google. Difícil será convencer os milhões
de internautas em todo o mundo a não usar mais
as expressões no seu cotidiano.
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| O
DESIGN DO LEITOR |
Leitor
e assinante de VEJA, Marcos de Paula Albino, designer
de produtos em São Paulo, leu a reportagem de
capa da semana passada ("O poder da forma") e gostou:
"Cabe ao profissional da área mostrar quanto
beleza, criatividade e funcionalidade podem mudar e
melhorar o mundo", escreveu. Albino formou-se em design
industrial na Faap e enviou para a redação
o projeto de carro (acima) que fez parte do seu
trabalho de conclusão de curso. "Com ousadia
e eficácia podemos fazer com que as pessoas tenham
acesso e usufruam produtos que lhes facilitem a vida",
diz Albino.
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| A
MOÇA DA CAPA |
Pedro Rubens
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"Lindíssima!", "Belíssima!", "Capa de Playboy!",
"Miss Brasil!"... Não faltaram elogios para a modelo
que ilustrou a capa da edição 1 855 de VEJA.
As formas de Roberta Melv este é o nome
dela despertaram interesse em dezenas de leitores
que comentaram a reportagem "Design O poder do
belo" (26 de maio). Alguns queriam apenas saber seu nome,
caso do leitor Edvaldo Filho, de Salvador. Outros queriam
mais: "A modelo da capa é linda, dá até
para se candidatar a miss Brasil", disse Herick S. Faro,
de Aracaju. "Com todo o respeito, sugiram à redação
da Playboy que faça um ensaio com ela. Ela
merece", escreveu o leitor Marcelo Braz. Roberta tem 20
anos de idade, nasceu no Estado do Tocantins e integra
os quadros da agência Success Model. |
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