Publicidade
buscas
cidades PROGRAME-SE
Edição 1 698 - 2 de maio de 2001
Carta ao leitor

estasemana
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Sumário
Brasil
Internacional
Geral
Economia e Negócios
Guia
Artes e Espetáculos

colunas

(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Luiz Felipe de Alencastro
Sérgio Abranches
Diogo Mainardi
Roberto Pompeu de Toledo

seções
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Carta ao leitor
Entrevista

Cartas
VEJA on-line
Radar
Contexto
Holofote
Veja essa
Arc
Hipertexto
Notas internacionais
Gente
Datas

Para usar
VEJA Recomenda
Os mais vendidos

arquivoVEJA
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Busca detalhada
Arquivo 1997-2001
Busca somente texto 96|97|98|99|00|01


Crie seu grupo




 

Um esforço coletivo

Divulgação
Fábrica de automóveis no Paraná: modernidade

Um retrato comparativo do Brasil divulgado na semana passada pelo Instituto Internacional de Administração (IMD), da Suíça, registra um esforço hercúleo da sociedade brasileira. O Brasil aparece em 31º lugar no campeonato internacional de 49 participantes. É a mesma posição que o país ocupava no ranking no ano passado. À primeira vista, o estudo, que mede o desempenho da economia, do governo e da sociedade, mostra um país que nada avançou. Essa é uma apreciação correta mas que dá conta de apenas parte da realidade. Manter-se relevante, em comparação com os demais países, no mundo atual é um desafio cuja complexidade o estudo dos suíços mostra com clareza. Em uma década, o poderoso Japão, vanguarda da modernidade na segunda metade do século passado, caiu de sétimo colocado para 26º. Na globalização, bobeou, o cachimbo cai.

Foi um feito para o Brasil manter sua posição no ranking. É quase um paradoxo que tenha conseguido isso num mundo que cobra desempenho financeiro impecável dos governos das nações emergentes, ao mesmo tempo que exige delas investimentos gigantescos em educação, saúde e infra-estrutura. O IMD mostra que o Estado brasileiro é um dos mais vorazes cobradores de impostos entre os países pesquisados. Ao mesmo tempo, o Brasil só perdeu em números absolutos para os Estados Unidos na produção de superávit, ou seja, o que sobra da arrecadação antes do pagamento dos juros da dívida. Os dois dados acima são a prova de que o esforço foi de todos os brasileiros. Para se sair bem naqueles quesitos, o governo teve de tirar dinheiro da sociedade para, reconheça-se, em alguns casos fazer muito com pouco. O caso da educação é exemplar. Em 45º lugar, o Brasil é um dos últimos colocados, em gastos com educação, em proporção ao PIB. Apesar disso, essa é uma área em que registrou-se um salto de qualidade nos últimos anos. Veja reportagem.

 
 
   
  voltar
   
  NOTÍCIAS DIÁRIAS