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Guia Cada
perfil, um curso Divulgação
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Existem
diferentes categorias de pós-graduação em negócios.
Os especialistas ajudam a definir as três principais e dão uma boa
notícia: em alguns casos, vale a pena, sim, fazer o curso no Brasil
Especialização
em áreas como finanças e marketing Para
quem é mais indicado: profissionais com pressa em aprofundar-se num
tema específico que lhes faça falta no dia-a-dia. Muita gente no
Brasil se refere a esses cursos como MBAs um equívoco, uma vez que
a maioria não oferece a visão mais ampla sobre negócios,
fator decisivo para defini-los como tal Pré-requisito: alguns
exigem experiência profissional Duração: de nove
meses a um ano Preço médio (em reais)*:
20 000 (no Brasil) e 35 000 (no exterior) Retorno esperado*: valoriza
o currículo, mas, em geral, não resulta em aumento imediato de salário
nem em promoção Vale a pena fazer o curso no Brasil? Sim.
Há cursos de bom nível aqui, e eles custam quase a metade do valor
cobrado no exterior. A outra vantagem é não precisar abandonar o
emprego MBA clássico Para
quem é mais indicado: jovens com pouca experiência de trabalho
cujo objetivo seja encurtar etapas em carreiras ligadas ao mercado financeiro
ou a grandes empresas e que consigam sobreviver por um tempo sem emprego
Pré-requisitos: ter trabalhado em qualquer área por pelo
menos três anos e obter pontuação alta em dois exames internacionais
o Toefl (de inglês) e o Gmat (de matemática) Duração:
de um a três anos, com dedicação parcial ou exclusiva Preço
médio (em reais): 170 000 Retorno esperado:
aumento de 125% no salário, tendo feito o curso numa boa escola Vale
a pena fazer o curso no Brasil? Não, por uma razão simples:
até agora, o mais próximo desse tipo de curso no país são
os mestrados em administração. O primeiro curso do gênero
no Brasil será oferecido neste ano, na FIA-USP MBA
executivo Para quem é mais indicado:
executivos mais experientes em busca de aprimoramento nas qualidades de chefia
e sem tempo para dedicar-se exclusivamente a isso. Os cursos são
em módulos, em geral distribuídos por algumas semanas do ano Pré-requisitos:
já ser chefe ou estar prestes a ocupar um cargo de chefia e ter experiência
profissional de pelo menos dez anos Duração: de um ano
e meio a dois anos, com dedicação parcial Preço médio
(em reais): 35 000 (no Brasil) e 135 000 (no exterior) Retorno esperado:
aumento de 25% no salário, com um MBA feito no Brasil, e de 60%, com
o curso no exterior Vale a pena fazer o curso no Brasil? Sim. Já
existem escolas de MBA executivo reconhecidas no cenário internacional.
Embora o impacto desses cursos no salário seja menor, eles custam um quarto
do preço e não pressupõem o abandono do emprego *
Nas melhores escolas
| Roberto Setton
 | Com
dois filhos e um emprego no qual pretendia permanecer, a diretora de marketing
Maria Isabel Tarsitano, 39 anos, decidiu fazer seu MBA executivo no Brasil:
"O curso é de alto nível e estou construindo uma rede de
contatos que, no meu caso, será mais útil do que a que faria no
exterior" | O
Brasil nos rankings Cinco escolas brasileiras
de negócios têm algum destaque em rankings produzidos pelo jornal
inglês Financial Times Coppead
(Rio de Janeiro) Situação nos rankings: é
a única da América Latina que já apareceu por três
anos consecutivos entre as 100 melhores do mundo. Em 2008, deixou a lista
Fundação
Dom Cabral (Belo Horizonte) Situação
nos rankings: destaca-se em duas listas na de educação
executiva (sem o status de pós-graduação), em que está
na 17ª posição, e na de cursos para empresas, em que aparece
em 27º lugar Fundação
Getulio Vargas (São Paulo) Situação nos
rankings: o curso One MBA Global, oferecido em parceria com quatro escolas de
negócios do mundo, é o 32º na lista de MBAs executivos
Fundação
Instituto de Administração
(São Paulo) Situação nos rankings: o
MBA executivo internacional é o 55º melhor do mundo nessa modalidade
Lia
Lubambo
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Ibmec
(São Paulo) Situação nos rankings: está
em 42º lugar na lista dos melhores cursos de educação executiva
para empresas
Especialistas
consultados: Claudio Silveira (da Quorum Brasil consultoria), James
Wright (da FIA-USP), Marcelo Ramos e Vivianne Wright (da escola MBA
House) e Osvino de Souza (da Fundação Dom Cabral) Com
reportagem de Camila Pereira
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