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A
gentil invasão holandesa
Ricardo Stuckert
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Helvio Romero/AE
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Beatrix
e família no Brasil: choque de
saias em Brasília,
flores em leilão
e na estampa em
São Paulo
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AFP
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| Billy
Joe e Máxima: simpatia em espanhol |
Foi uma série de estréias: em sua primeira visita ao Brasil,
a rainha Beatrix, da Holanda, pela primeira vez viajando com Máxima,
a mulher argentina do príncipe herdeiro Willem-Alexander,
inaugurou a agenda de recepções formais do governo Lula
a um chefe de Estado. A quem estranhou o contraste entre a roupa de sua
alteza e o vestido curto da primeira-dama, um esclarecimento: pode ter
havido uma declaração petista de princípios contra
roupas muito elaboradas, mas Marisa estava adequada (meio simples
demais, mas adequada) ao traje solicitado. "O passeio completo pede um
look refinado, mas a saia pode ser até acima do joelho", explica
a consultora de estilo Christiana Francini. Na visita a uma instituição
de menores do Rio de Janeiro, um menino de nome criativo Billy
Joe Silva, 10 anos furou o protocolo e tascou um abraço
na rainha e outro na loira de chapelão que lhe falou em espanhol.
"Ela foi muito simpática", elogiou. Em São Paulo, os nobres
visitantes participaram de um leilão de flores rainha, príncipe
e princesa, vestindo um conjunto ornamentado com tulipas, deram um lance
de 6 200 reais cada um em arranjos de antúrios batizados com o
nome de Máxima.
Agora,
só trabalho
Nana Moraes
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| Wanessa
emplumada: vida dura depois da farra |
Assim, toda exuberante, com um corpete de plumas emoldurando a silhueta
enxuta, a cantora Wanessa Camargo aparecerá na revista Nova
Beleza do próximo mês. O segredo da manutenção
do corpinho é a disciplina. Depois de se acabar no Carnaval e em
outras festas e trocar beijos com o galã Erik Marmo (foi coisa
de "uma noite só"), tem malhado pelo menos uma hora, três
vezes por semana. Mais cinco horas diárias de ensaio para o novo
show. Como ninguém é de ferro, a dieta tem sofrido: "Estou
comendo um pouco mais de frutas. E de outras coisas também". Nem
parece.
Os caprichos do dono da bola
Marcio Fernandes/AE
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| Kaká
e Kadafi: sorrisos, só em campo |
Será que, numa hora dessas, ele veio ao Brasil só para bater
uma bolinha? Dono de time, capitão da seleção e presidente
da Federação Líbia de Futebol, Al-Saadi Kadafi,
29 anos, filho do ditador líbio Muamar Kadafi, ligou em dezembro
para Marco Aurélio Cunha, gerente do São Paulo Futebol Clube,
a quem havia conhecido na Europa. "Ele avisou que estava trazendo o time
para um treino no Morumbi", conta o surpreso Cunha. Dito e feito. Cercado
de seguranças, com cara de poucos amigos, passou rapidamente pelo
Rio de Janeiro, mal ficou num animadíssimo jantar oferecido por
outro conhecido da Europa, o playboy Mário Bernardo Garnero, e
só se abriu em sorrisos em dois momentos: no treino, com reservas
do São Paulo (empate de 1 a 1), e ao conhecer o craque Kaká.
Na
trilha de Jacqueline
John Kennedy Museum
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Reuters
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| Jackie,
em 1967, e Jennifer: ajustes |
Por
causa da guerra, e para tristeza de muitos, as estrelas de Hollywood deixaram
neste ano os excessos no armário. Resultado: até Jennifer
Lopez, que sempre erra em alguma coisa, acertou no Oscar 2003, usando
um Valentino vintage de passado glorioso. Jennifer viu o modelo nos arquivos
do costureiro italiano e caiu de paixão. Mas não podia comprá-lo:
o vestido de crepe de seda verde-água havia sido usado por Jacqueline
Kennedy, já viúva, que o tomara emprestado para uma recepção
no Camboja, em 1967. "Disseram que não estava à venda. Aí,
também pedi emprestado", contou. Pedido feito, pedido aceito
com significativos ajustes para acomodar sua mais portentosa figura.
Editado
por Lizia Bydlowski.
Colaboraram Anna Paula Buchalla,
Bel Moherdaui e Silvia Rogar
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