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Holofote Felipe
Patury • SEGURE SUA CADEIRA
Rafael
Neddermeyer/AE
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O
presidente do Banco Popular, Ivan Guimarães, rebola há três
meses para não ser atingido pelo tiroteio de seus colegas do PT, que disputam
seu cargo. Manteve-se no posto por bom desempenho. O Banco Popular, que pertence
ao Banco do Brasil, ultrapassou as metas de captação de clientes,
o número de operações e o volume de empréstimos. Guimarães
também contou com o socorro da cúpula do PT. Em especial, do tesoureiro
Delúbio Soares.
• AGORA, ELE É PENETRA
Rafael
Jacinto/Valor
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O
presidente do conselho da Câmara Americana de Comércio, Sérgio
Haberfeld, vendeu em dezembro a Dixie-Toga, do setor de embalagens, por 250
milhões de dólares. Desde então, recebe olhares atravessados
de seus colegas. Alguns querem até proibi-lo de participar das reuniões
do comitê de negócios da câmara. Dizem que o grupo é
reservado a executivos e Haberfeld, agora, é um "sem-empresa". O gelo é
um lance da disputa pela chefia da instituição.
•
UMA FOLGA NO ARROCHA Os assessores do governo da Bahia
ganharam alforria do paletó e da gravata até o fim de fevereiro.
A decisão foi tomada pelo governador Paulo Souto, que apareceu um
dia à paisana no gabinete e mandou avisar que a turma estava liberada até
março. A flexibilização tem limite. A moda Paulo Souto não
admite mangas curtas, jeans nem tênis. O modelito é calça
de sarja com camisa de mangas compridas. • BEM
LONGE DA ESPLANADA
Dida
Sampaio/AE
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O
Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) contratou
a socióloga Ana Fonseca para implantar programas de transferências
de renda ao redor do mundo. Ana foi secretária executiva do Ministério
do Desenvolvimento Social até novembro. Implantou o Bolsa-Família,
mas acabou demitida por se desentender com o ministro Patrus Ananias. Uruguai,
Paraguai e Haiti já requisitaram seus serviços.
Com reportagem de Camila Antunes, Heloisa
Joly e Juliana Linhares |