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Cartas  | "Perfeita
a chamada de capa da edição passada de VEJA. Eu só tiraria
o ponto de interrogação." Susana
Lopes de Alexandria Osasco, SP |
Governo
A reportagem "O grande salto para trás" (26 de janeiro) é nada menos
que histórica. Não resta dúvida que a revista presta monumental
serviço à sociedade, ao próprio governo e ao PT, ao apontar
as gritantes falhas, de forma insofismável e sem paixões ideológicas.
Já em relação às megaoperações da Polícia
Federal, são em sua imensa maioria verdadeiras farsas pirotécnicas
em que se fulminam a lei e a Constituição, especialmente as garantias
individuais, com pré-julgamento gritante e banalização da
prisão cautelar, que deveria ser exceção, com base em monitoramento
telefônico, sempre abusivo, e interpretação subjetiva pela
polícia. Attila João Sipos São
Paulo, SP VEJA surpreende,
mais uma vez, com uma reportagem extremamente analítica e contundente,
mostrando como "pequenas" falhas juntas podem denegrir um governo cuja trajetória
se dirige no rumo certo. Gilton Lyra, professor Recife,
PE Por preconceito, ignorância
e quem sabe falta de conhecimentos para ler e se comunicar em inglês, no
Brasil não se analisa em grande profundidade e detalhe técnico o
que tem sido feito nos Estados Unidos para a ascensão dos negros. O sistema
de cotas nas universidades brasileiras, sem acompanhamento, sem bolsas, sem moradia
no campus e sem bibliotecas de alto nível, é pura demagogia. Isso
sem falar no estado deplorável de nossas escolas públicas, bem como
no próprio currículo do ensino médio, que obriga todos os
alunos a seguir uma enormidade de disciplinas sem poder optar entre exatas e humanas. Carmen
Lícia Palazzo, professora e historiadora Brasília,
DF A matéria contribui com
elementos preciosos para o debate sobre a reforma universitária, que é
meta permanente, pois acompanha as mudanças sociais em todos os países.
Todavia, não faz justiça ao ministro Tarso Genro, jurista criativo
e respeitado por sua produção intelectual. A necessidade social
de criação de novos cursos superiores, comprovada mediante critérios
objetivos, não pode ser desqualificada como "termo vago", tendo sempre
fundamentado a luta histórica da OAB e do meio acadêmico contra a
proliferação descontrolada de cursos jurídicos, ao lado dos
padrões mínimos de qualidade. Paulo
Luiz Netto Lôbo Ex-presidente da
Associação Brasileira de Ensino do Direito (Abedi) Maceió,
AL Como candidata ao Itamaraty,
aprovada duas vezes nas duas primeiras etapas da seleção (inclusive
em inglês), gostaria de salientar o seguinte: os TPS (testes de pré-seleção)
aplicados após o advento do governo Lula foram muito mais bem elaborados
do que os aplicados nos governos anteriores. Houve uma clara mudança na
abordagem dos temas, que passaram a exigir do candidato mais análise e
interpretação dos fatos no lugar de decoreba de fatos irrelevantes.
Com relação à prova de inglês, é importante
dizer que uma coisa é conhecer inglês, outra é verter Euclides
da Cunha sem o auxílio de dicionário durante uma prova que incluía
diversas outras questões. Muitos candidatos excelentes em outras áreas,
mas com inglês mediano, foram alijados do processo de seleção
desde logo. Ao que parece, o Itamaraty só está tentando corrigir
certos disparates cometidos anteriormente. Andréa
P. Gaspar, professora de inglês e bacharel
em direito Rio de Janeiro, RJ Na
reportagem "O grande salto para trás" (26 de janeiro), não entendi
a afirmação de Fernando Henrique Cardoso de que "só não
se comparam com o início do governo Sarney, quando houve um butim
(sic) do estado com a desculpa de isolar quem serviu ao regime militar". Se tivesse
havido esse butim, a pilhagem seria das lideranças da Aliança Democrática.
Apenas cumpri os compromissos de Tancredo, e os nomeados constavam de relação
que ele deixou, em documento pessoal que me foi entregue, inclusive com indicados
e indicantes, até hoje em meu poder. E o ex-presidente Fernando Henrique
era líder do governo. Mas na verdade não houve butim, palavra imprópria
e ofensiva, nem caça às bruxas do regime militar, o que eu não
consentiria, pois também era herança de Tancredo não haver
"revanchismo". A respeito da outra nota, "A família Sarney ataca" (Radar,
26 de janeiro), quero dizer que não me meti na eleição da
Assembléia do Maranhão, assunto interno daquela Casa, nem jamais
passou pela minha cabeça envolver-me em qualquer processo de impeachment
contra o governo do Maranhão. Senador
José Sarney Ex-presidente da República Brasília,
DF Os ministros respondem
A reportagem publicada na edição
datada de 26 de janeiro sob o título "O risco da involução"
traz distorções que não condizem com o porte e o alcance
de VEJA. O anteprojeto de Reforma da Educação Superior tem proposta
objetiva: estabelece procedimentos para que a Educação Superior
cumpra sua missão e exerça as responsabilidades que lhes são
atribuídas pela Constituição. Tem por finalidade fortalecer
a universidade pública. A liberalização do ensino superior,
a partir da década de 90, levou a uma expansão das universidades
privadas, transformando o Brasil em um dos países com a maior participação
privada no ensino superior: 67,4% das vagas, restando 32,6% para as públicas.
Tal liberalização foi combinada com uma redução de
recursos financeiros lenta, gradual e sistemática de um orçamento
de 6,69 bilhões de reais em 1995 para 4,96 bilhões em 2001 destinados
à educação superior pública. Em 2004, em contraste
a esse histórico recente, o investimento na educação superior
pública foi de 9,130 bilhões de reais e em 2005 prevê-se sua
elevação para 11,341 bilhões de reais.
Ao contrário do que ressalta a reportagem, outra disposição
inequívoca do anteprojeto é a de respeitar a iniciativa privada
no ensino, desde que seja exercida em razão e nos limites da função
social da educação superior. Quando a Constituição
declara expressamente "ser livre à iniciativa privada o ensino", em seu
Artigo 209, o faz por ser a educação um serviço público,
ainda que prestado pelo setor privado. Ao exercer uma função pública
delegada, o setor privado deve buscar a qualidade como centro de sua ação.
O que queremos é assegurar a educação como bem público,
regulando-a para a qualidade, a fim de evitar sua mercantilização.
Mais um ponto que merece um esclarecimento
diz respeito à criação do conselho comunitário social,
que será constituído com a finalidade de assegurar a participação
da sociedade em assuntos relativos ao ensino, à pesquisa, à extensão,
à administração e ao planejamento da universidade. As prerrogativas
do conselho são explicitadas no Artigo 20 do anteprojeto e em momento algum
evidencia-se delegação de plenos poderes aos conselheiros para "mudar
currículos" ou "barrar decisões de negócios das escolas",
como afirma erroneamente a revista. O conselho é o avanço da participação
da sociedade civil, o que se opõe à "orientação soviética"
referida no texto. O modelo soviético é exatamente o contrário:
não permite a participação da sociedade nem qualquer relacionamento
entre a burocracia estatal e a sociedade. O modelo soviético nesse aspecto
é mais parecido com o neoliberalismo.
No que diz respeito às políticas afirmativas, é preciso ratificar
que não há contradição entre a qualidade e a reserva
de vagas especial. As políticas de cotas não opõem, antes
complementam as ações de qualificação do ensino no
país: não se opõem, porque não dispersam energias
administrativas e, muito menos, recursos; complementam, porque a valorização
da escola pública e a criação de vagas públicas em
escolas privadas impulsionam a agenda política da sociedade para cobrar
do Estado políticas mais fortes de qualificação destes espaços
republicanos. Complementam, ainda, porque ajudam a "transição molecular"
de baixo para cima na sociedade civil, democratizando a criação
de elites intelectuais. A revista
afirma ainda que "o obscurantismo oficial condena o inglês" e cita o Itamaraty
como "o exemplo mais acabrunhante do nivelamento por baixo que, pelas mais diversas
deformações ideológicas, vem sendo aplicado pelos chefes
petistas na educação e na cultura". Esses comentários, motivados
por mudanças nas provas de ingresso no Instituto Rio Branco, revelam total
desconhecimento dos fatos, senão má-fé.
Os candidatos ao concurso do instituto continuarão a fazer obrigatoriamente
prova de inglês, que, no entanto, não mais será eliminatória.
A medida não reflete nenhum antiamericanismo, de resto inexistente na política
externa brasileira. A medida valoriza ainda a capacidade em outras áreas
igualmente importantes para o trabalho do diplomata, como história, geografia,
política internacional, direito e economia, cujas provas são também
classificatórias no concurso do Instituto Rio Branco. Deverá, assim,
encorajar o maior número de candidatos de bom nível à carreira
e tornar o exame mais equilibrado, abrangente e democrático. Os aprovados
estudarão inglês e outras línguas no instituto de forma intensa
e de acordo com seu nível de preparo escrito e oral, durante os dois anos
do curso que é realizado em período integral e tem nível
de pós-graduação. Se necessário, farão estudos
complementares antes de serem removidos para o exterior.
Ao abordar a questão do anteprojeto de criação da Ancinav,
a reportagem comete um equívoco fundamental: as formulações
citadas pela revista referem-se tão-somente a uma minuta apresentada pelo
Ministério da Cultura para discussão com a sociedade, e não
"pairou como uma ameaça sobre a cultura brasileira". Como se tratava de
um texto em que se convidava à reflexão, não caberia considerá-lo
como definitivo e fechado, tornando desnecessárias as referências
da matéria ao projeto original. A proposta original tem sido debatida de
modo amplo e democrático na mídia, nas reuniões do Conselho
Superior de Cinema, em seminários e na consulta pública, que recebeu
mais de 400 contribuições.
As divergências em relação ao texto e atuação
da futura Agência foram e são consideradas normais pelo governo e
fazem parte do processo democrático. O resultado final será aquele
que a sociedade entender ser a melhor proposta para que o Brasil possa competir
em igualdade de condições com outros países, elevar o potencial
interno de geração de emprego e renda do setor e ampliar o acesso
da população aos diversos conteúdos audiovisuais produzidos
no país. Celso Amorim, Ministro das Relações
Exteriores Tarso
Genro,Ministro da Educação Gilberto Gil, Ministro da Cultura
Brasília, DF
NOTA DA REDAÇÃO: Como ressaltam os ministros signatários
da carta a VEJA, faz parte do processo democrático discutir e divergir
de projetos do governo. Ao expor os grandes temas de interesse da sociedade, analisá-los
e opinar sobre eles, a imprensa contribui para oxigenar e ampliar o debate. Muitas
vezes, a reação a medidas oficiais pode ser mais crítica,
veemente ou eloqüente do que os governantes gostariam. É necessário
lembrar, no entanto, que um dos ônus do servidor público é
estar disposto a ouvir críticas, mesmo (e principalmente) quando não
concorda com elas, tentando tirar daí o melhor ensinamento possível.
É saudável e louvável
que os governos façam ampla divulgação de seus planos, dando
chance à sociedade de discuti-los antes que o Congresso os transforme em
leis. O governo agiu assim no caso da Agência Nacional do Audiovisual (Ancinav)
e do Projeto de Reforma do Ensino Superior. No
caso do anteprojeto das escolas superiores, as críticas de VEJA
e de dezenas de especialistas consultados pela revista dirigem-se muito mais às
implicações e conseqüências das propostas do que ao espírito
da lei. Numa primeira análise
do projeto de reforma das universidades, percebe-se que ele contém elementos
que minam um princípio básico e salutar do ensino e da formação
de profissionais: o mérito. O caminho trilhado por nações
que enfrentaram com sucesso o problema da educação foi empenhar-se
em elevar o nível dos estudantes secundários pobres a ponto de deixá-los
em condições de disputar uma vaga no ensino superior. Dessa forma,
busca-se aplainar as desigualdades antes da chegada à universidade. Uma
vez às suas portas, quem entra e quem segue em frente é definido
apenas pelos critérios meritocráticos. O governo brasileiro tomou
a contramão em seu anteprojeto. As escolas superiores públicas seriam
levadas a reduzir seu grau de exigência de modo a acomodar as deficiências
escolares dos candidatos que, pelas mais diversas razões, não conseguiram
obter uma formação escolar suficiente para seguir uma vida acadêmica
produtiva. Eles entrariam na universidade pelo mecanismo de cotas. Através
dessa escolha, as universidades oficiais passariam a ser usadas como instrumentos
de política social. Esse é apenas um dos erros, não o maior,
do anteprojeto criticado pela revista. Outro
erro é prever um modelo de gestão "democrático e colegiado"
para as universidades públicas. Elas seriam livres para escolher pelo voto
direto seus reitores, não apenas entre professores titulados como se exige
hoje, mas entre alunos e funcionários também. Aqui, retorna-se à
desvalorização do mérito acadêmico. Ao mesmo tempo,
as universidades oficiais seriam desobrigadas de prestar contas do dinheiro público
que recebem e sobre elas não recairia nenhuma exigência de desempenho
acadêmico. Acreditamos
que as propostas apresentadas no projeto para as universidades privadas também
têm distorções que exigem debate e correção.
Em vez de fiscalizar com rigor a qualidade do ensino que essas instituições
oferecem, a solução apresentada é uma espécie de expropriação
da escola privada. Professores, alunos, funcionários e "representantes
da comunidade" ficariam com 70% do poder de decisão curricular e negocial
das escolas privadas. Os controladores, que investiram e ergueram o empreendimento,
teriam apenas os restantes 30%. Isso se choca com o espírito da Constituição
brasileira, que considera o ensino privado perfeitamente legítimo e não
o condiciona a nenhuma interferência externa, a não ser quando o
Estado age como fiscalizador da qualidade acadêmica fornecida pelo curso.
Diante dessas questões apresentadas
acima, VEJA considerou que era seu dever esclarecer os detalhes dos projetos
governamentais bem como dar sua contribuição para o debate crítico
desses temas, como sempre se empenhou em fazer desde sua criação,
há 36 anos, com todos os grandes assuntos nacionais. Esperamos que nossos
leitores tenham se beneficiado com as exposições que fizemos. Da
mesma forma, gostaríamos de pensar que contribuímos com as autoridades
públicas no sentido de debater democraticamente suas iniciativas, criticando
e ao mesmo tempo fornecendo subsídios para o aperfeiçoamento das
instituições nacionais.
Música Ao ler a matéria
"Toques de Midas" (19 de janeiro), fui surpreendida com a seguinte informação
"Cada vez que se comprou uma dessas campainhas no período, 24 centavos
pingaram nos cofres do Ecad, o que significa algo em torno de 20 milhões
de reais". O Escritório Central de Arrecadação e Distribuição
de Direitos Autorais (Ecad) ainda não realiza tal cobrança. Se não
há cobrança, não há arrecadação. Os
direitos aos quais a matéria se refere são os direitos autorais
de fixação da obra no suporte "celular", que são pagos às
editoras musicais e gravadoras, como forma de autorizar a utilização
das músicas cujos direitos estão sob sua administração.
O Ecad só é responsável pela cobrança e distribuição
dos direitos autorais de execução pública. Glória
Braga Superintendente
do Ecad Rio
de Janeiro, RJ
Luis Fernando Verissimo A matéria
"Pagos para elogiar" (26 de janeiro) contém um erro a meu respeito. Não
cobro para escrever prefácios ou orelhas de livro. Luis
Fernando Verissimo Porto
Alegre, RS
Aviação A matéria
"A aposta no super-Jumbo" (26 de janeiro) menciona que apenas uma empresa aérea
americana (UPS) comprou o A380. Informo que a FedEx (concorrente da UPS) também
encomendou dez aeronaves (tendo mais dez opções de compra) da versão
cargueira (A380-800F), com previsão de entrada em serviço para 2008.
Danny Siekierski Cotia,
SP Tecnologia
Sobre a matéria "O Mac para
as massas" (19 de janeiro), é preciso dizer que o iPod Shuffle tem preço
mais acessível justamente por não utilizar um disco rígido,
como seus irmãos mais velhos e caros, e sim memória flash, além
de não ter um visor de cristal líquido como seus concorrentes na
mesma faixa de preço. Erik
Menezes Barreto Neves
Brasília, DF
Robert Atkins A respeito da morte
do Dr. Robert Atkins ("Declínio da dieta Atkins", 5 de janeiro), esclareço
que após uma grave queda nas calçadas cobertas de gelo de Nova York,
em 8 de abril de 2003, Atkins foi submetido a uma cirurgia para conter sangramento
intracraniano. O Dr. Atkins deixou a mesa de operação em coma. Enquanto
na UTI e em coma, passou de 88,42 quilos para 117,02 quilos, devido à retenção
de líquido provocada pelas grandes doses de fluidos ministradas com o objetivo
de controlar sua pressão sanguínea, o que o deixou muito inchado
e praticamente irreconhecível nos últimos dias de vida morreu
no hospital, nove dias após a queda. Cerca de três anos antes do
acidente, o Dr. Atkins soube que sofria de cardiomiopatia causada por infecção
viral, sobre a qual sempre falou abertamente. Sua morte não teve nenhuma
relação com problemas cardiológicos e o ganho de peso decorreu
das razões mencionadas acima. Brian
Poeschel
Diretor da Atkins Nutritionals, Inc. para a América Latina
Flórida, Miami, EUA
CORREÇÕES: O nome do engenheiro florestal que estudou as reservas
ambientais particulares na América Latina citado na reportagem "Donos da
natureza" (26 de janeiro) é Carlos Alberto Mesquita, e não Roberto
Mesquita.
A pessoa em quem Jeffrey Jah (Gente, 26/1/2005) disse que quase bateu
em uma festa não foi o rapper Jay-Z, e sim o ex-sócio dele, Damon
Dash. 
O AUXÍLIO-RECLUSÃO
É FEDERAL! Sobre
a nota "Auxílio-reclusão" (Radar, 19 de janeiro), o leitor Lucas
Gomes Palhares, de Ponte Nova, Minas Gerais, escreveu: "Na realidade, a solidariedade
com o mundo do crime não é invenção do município
de Duque de Caxias. Acredite se quiser: o auxílio-reclusão está
previsto no Artigo 229 da Lei nº 8 112, de 11 de dezembro de 1990 (Regime
Jurídico dos Servidores Públicos da União)". "Essa 'solidariedade'
é uma extensão daquela que já existe para os familiares de
servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações
públicas federais", diz José Teixeira Gomes Ferreira Júnior,
de Brasília. "Trata-se de uma herança do ex-presidente Fernando
Collor de Mello. O referido artigo também é bem minucioso ao descrever
as hipóteses para a concessão da benesse", escreveu Carlos Henrique
Moura, também do Distrito Federal. | | |