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"A arrogância
e o excesso de
confiança demonstrados por
esse senador só
podem ter uma explicação: a certeza
da impunidade."
José
Ewerton Santos Filho
Salvador,
BA
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Luiz Estevão
É
de deixar qualquer leitor doente. Isso é o que se pode
dizer da reportagem sobre o senador. O que diria o pobre,
que ganha o salário mínimo, se conhecesse a
matéria de VEJA? Ainda bem que a população
brasileira não mais depende só da justiça
divina ("Tubarão na rede", 24 de novembro).
Tarcisio Teixeira
de Araujo
Fortaleza,
CE
Um
tempo atrás, a opinião pública foi solidária
com um senador que viveu o drama de ter uma filha seqüestrada.
Agora, se o que dizem é verdade, se depender da opinião
pública, nós queremos que esse mesmo senador
seja cassado e depois julgado com o mesmo rigor da lei que
julgou os seqüestradores daquela menina. Estaremos atentos
à atuação dos demais senadores na resolução
desse caso.
Carlos Alberto Alves
Meira
Gostaria
de agradecer a VEJA pela capa com Luiz Estevão. Já
que sabemos que pessoas do calibre do senador jamais irão
para a cadeia, independentemente das falcatruas cometidas,
temos no mínimo a satisfação de saber
que ele passou ao menos pelo constrangimento de ter seu rosto
estampado na capa da revista mais importante do país
por suspeita de corrupção. Essa talvez seja
a única punição a que ele será
exposto.
Katalinsk Fernandes
São
Paulo, SP
Segundo
Boécio, "o homem quando abandona a honestidade deixa
a razão e passa para a irracionalidade". Talvez por
isso as bestas têm-se multiplicado tanto nos três
poderes.
Maria do Céu
Gomes de Oliveira
Salvador,
BA
Investigar
sim. Linchar não. O senador Luiz Estevão paga
caro o preço de ser amigo de Collor e de ter derrotado
o PT nas eleições em Brasília.
Vicente Limongi Netto
Brasília,
DF
Os
podres do senhor Luiz Estevão, uma relíquia
macabra do desgoverno collorido, onde fez fama e fortuna,
em boa hora viram matéria de capa de VEJA, que, com
coragem, denunciou mais um esquema sórdido de corrupção
envolvendo o Erário. Trata-se de um crime sem perdão.
Luiz Estevão merece ser cassado, e já vai tarde.
Gustavo Henrique
de Brito Alves Freire
Recife, PE
Livros
Esclareço
que os fatos relatados no livro 72
Horas com P.C. Farias implicaram
um depoimento prestado por mim à Polícia Federal
de Alagoas. Durante doze horas, em dois dias consecutivos,
estive diante do promotor Luiz Guimarães, dos delegados
Antônio Carlos Lessa e Alcides Andrade, num hotel
da Rua Aurora, em São Paulo, em outubro deste ano,
fato amplamente divulgado pela imprensa ("A morcegona",
17 de novembro).
Amira Lépore
Rio
de Janeiro, RJ
Petrobras
Sobre
a nota publicada na coluna Radar ("O petróleo é
nosso", 3 de novembro), informo que, instaurado o Inquérito
Civil Público, serão coletados dados que
podem levar à formação do convencimento
do Ministério Público Federal sobre se há
ou não processo de privatização em
andamento na Petrobras, aliás este foi um questionamento
feito nos ofícios expedidos para a colheita de
informações. Em nenhum momento o MPF se
antecipou ao conhecimento dos fatos, nem poderia fazê-lo,
tanto assim que, antes de propor qualquer ação
judicial, instaurou procedimento investigatório.
Osório
Barbosa
Procurador
da República
Manaus, AM
Jipes
A respeito
da reportagem "Teste no Saara" (17 de novembro), queremos
informar que a JPX do Brasil produz jipes e picapes
há seis anos. Neste ano, produzimos vinte unidades/mês
regularmente até abril. A partir de maio, atendemos
uma média de dez unidades, devido às nossas
novas necessidades de adequação da linha
de montagem, que passará, em janeiro/fevereiro
de 2000, a fabricar 150 unidades/mês, parte dessa
produção destinada às exportações.
Outras atividades que estamos desenvolvendo são:
lançamento do novo JPX com motor intercooler,
no Brasil, para março de 2000; treinamento de
mecânicos em geral; ampliação de
nossa rede de assistência técnica; desenvolvimento
de veículos especiais e de competição.
Hélio
Luiz Ronzani
Gerente
operacional
Vestibular
A reportagem
"O mais concorrido" (10 de novembro) demonstra certa
ironia para com as ciências da terra, ao afirmar
que "... não parece, mas é curso universitário".
Os cientistas e profissionais das ciências da
terra, que incluem entre outras a geologia, a geofísica,
a oceanografia e a meteorologia, são de grande
importância para a sociedade em que vivemos, pois
cuidam da busca e do manejo dos recursos minerais e
energéticos, do gerenciamento dos recursos hídricos
e da qualidade da água potável, da utilização
dos solos aráveis, do estudo e monitoramento
dos fenômenos atmosféricos e da mitigação
dos desastres naturais.
Adilson Carvalho
Diretor
do Instituto de Geociências da USP
São
Paulo, SP
Luiz Estevão 2
A
reportagem "Tubarão na rede" (24 de novembro) afirma:
"O curioso: o DNER, órgão do Ministério
dos Transportes, liberou às empresas do senador
uma dívida que tinha com a Ikal (...)". O Banco
OK de Investimentos não é parte integrante
do contrato que existia entre o DNER e a empresa Ikal.
Os pagamentos efetuados pelo DNER referem-se a parcelas
devidas à Ikal pelos serviços realizados
até a suspensão do contrato com a citada
empresa. O pagamento dessas parcelas foi efetuado ao Banco
OK pelo fato de esta instituição ter-se
apresentado como procuradora da Ikal, por intermédio
de documento outorgado por instrumento público,
devidamente conferido pelo DNER, com base na legislação
que regula o assunto.
Marcos B. Guedes
Assessor
de comunicação social
do DNER
Brasília,
DF
Drogas
A
reportagem "A volta por cima" (24 de novembro) cita o
resultado de uma pesquisa informal realizada em 1989 em
que dos 5.000 membros de Narcóticos
Anônimos ouvidos 64% eram homens e 36% mulheres.
Nenhuma constatação foi feita de que existam
mais homens com problemas com drogas, mas sim que a porcentagem
de homens que procuram o NA é maior. Podemos notar,
entretanto, que cada vez mais mulheres buscam sua recuperação
em Narcóticos Anônimos. Afinal, somos uma
irmandade de homens e mulheres para os quais as drogas
se tornaram um problema maior, em que o único requisito
para ser membro é o desejo de parar de usar. Para
outras informações, visite nosso site em
www.na.org.br, onde consta o texto da pesquisa Fatos sobre
Narcóticos Anônimos na íntegra.
A.F.V.
Narcóticos
Anônimos
Rio
de Janeiro, RJ
Carvoarias
Brilhante
a reportagem sobre a vida dos carvoeiros que desde meninos
trabalham em condições precárias
na fabricação do carvão vegetal para
alimentar os fornos das siderúrgicas brasileiras.
Esclarecemos que o chamado "bem-sucedido programa Bolsa-Escola"
em Ribas do Rio Pardo (MS) é, na realidade, o Programa
de Erradicação do Trabalho Infantil, Peti,
financiado pela Secretaria de Estado de Assistência
Social do Ministério da Previdência e Assistência
Social, que já tirou do trabalho penoso mais de
150.000 crianças em
quinze Estados brasileiros. O projeto piloto do programa
teve início em 1996 nas carvoarias de Mato Grosso
do Sul e conta não só com a parceria da
Secretaria Estadual de Ação Social e do
Unicef como com diversas outras entidades ("A vida na
fornalha", 17 de novembro).
Marcelo Garcia
Secretaria
de Estado de Assistência
Social
Brasília,
DF
É
fundamental que esta prestigiada revista continue a denunciar
essas relações de semi-escravidão
e devastação ambiental. Sendo engenheiro
metalurgista, não pude deixar de reparar, logo
no início da reportagem, a menção
de que o ferro-gusa é um metal puro. Ao contrário,
o ferro-gusa, o primeiro produto siderúrgico obtido
no processamento do minério de ferro, é
"sujo", com altos teores de carbono e de impurezas diversas.
Não tem maiores utilidades práticas; do
seu refino obtêm-se vários tipos de aço
e ferros fundidos, que são ligas (ou produtos siderúrgicos)
de amplo emprego. A título ilustrativo, o termo
inglês para ferro-gusa é pig
iron,
ou seja, "ferro porco".
Fábio
J.C. Moreau
São
Paulo, SP
Radar
Na
nota "Abuso de poder" (Radar, 24 de novembro) há
um erro: o senhor José María Aznar não
é presidente da Espanha, como afirmado, ele é
primeiro-ministro.
Omar Ribeiro
da Costa
CORREÇÕES:
Na
reportagem "Cidade limpa" (3 de novembro), o autor dos
estudos que resultaram nos cálculos da economia
que se faz reciclando o lixo é o doutor Sabetai
Calderoni.
A
fisioterapeuta que aparece na reportagem "O mais concorrido"
(10 de novembro) é a doutora Elaine Jasinkevicius
(foto abaixo).
O
exílio da família real espanhola não
foi imposto por Francisco Franco, mas pela Revolução
Republicana de 1931 ("A coroa sobrevive", 17 de novembro).
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