Edição 1882 . 1° de dezembro de 2004

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Gente

O segredo são os banhos


J.R. Duran
Luciana Gimenez, na revista Estilo, sobre sua dica de beleza: "A gente sai mais leve"


Deslumbrante do alto de seu 1,81 metro de curvas, a apresentadora Luciana Gimenez, capa da Estilo de dezembro, acaba de adicionar dois novos adornos ao corpo: um piercing na orelha e uma tatuagem de estrela no pulso. "Fui fazer depois de velha, pode? Agora o Lucas diz que quer fazer um dragão bem grande no braço. Mas já avisei que só depois dos 18 anos", ri. Na revista, Luciana conta um de seus segredos para manter o corpão: vários banhos ao dia – acredite se quiser. "Sabe que eu acho que emagrece? A gente sempre sai mais leve do banho", diz ela, que por via das dúvidas também se garante com ioga, musculação, aeróbica e drenagem linfática.

 

Gostou, mas não liberou


Marcelo Carnaval/Ag. O Globo
Vladimir Putin: provou cachaça, jogou bola e enfiou o pé no cupim

Enquanto a Ucrânia pegava fogo, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, fez maldadezinhas na visita ao Brasil: mesmo se deleitando com a carne nativa, não liberou o embargo ao produto. No Rio de Janeiro, depois de conhecer o Maracanã, passou ao assunto que realmente interessa aos estrangeiros: duas horas de rodízio numa churrascaria carioca, onde o grupo de 32 pessoas detonou 13 quilos de carne e 28 garrafas de vinho tinto (português, de 700 reais a unidade, e chileno, de 400 reais). Na cozinha, o médico oficial vigiava tudo. Depois de devorar 600 gramas de carne – repetiu duas vezes cupim! –, e pagar a conta, em torno de 20.000 reais, Putin fez a digestão numa caminhada noturna pelas areias de Copacabana.

 

O príncipe encantado – de verdade – de Adriana

Peter Iliccieu
A modelo e Wenzeslaus: mas pode chamar de Vince


O que uma garota que já tem tudo – beleza, fama, fortuna – pode querer mais na vida? Um namorado loiro e lindo, claro. Se o gato ainda por cima é príncipe, daí parece até um pouco demais. Não, porém, para a modelo Adriana Lima. Em passagem zás-trás pelo Rio, a baianinha finalmente desencantou o tesouro que andava guardando. Empresário da área financeira, Wenzeslaus (ou só "Vince", para simplificar) é da família real do pequeno e milionário Liechtenstein. Já arranha um pouco do português que aprendeu em quase dois anos de namoro entre Paris (onde mora) e Nova York (onde ela vive). Na quadra da Mangueira, até arriscou inibidos passinhos de samba.

 

Um B que sai, um outro B que entra

Separados há cerca de um mês, os atores Danielle Winits e Bruno Gagliasso não perderam tempo com choramingos. Ela já arranjou outro namorado – o colega Cássio Reis – e tratou de transformar o B que tinha tatuado na perna, em homenagem ao ex-noivo, na palavra "believe" (acreditar). "Não posso me arrepender de algo que faz parte da minha vida. Mas hoje acho que engrandeci seu significado", filosofa. Bruno, também em ataque-relâmpago, arranjou outra que carregue sua marca. "Na primeira vez em que ficamos juntos, ele me pediu para tatuar um B no braço. Achei engraçado. Aos poucos fomos amadurecendo a idéia e resolvi fazer de surpresa para ele", conta a bela carioca Joana Balaguer (1,79 metro de altura, 55 quilos e 92 centímetros de busto, recém-recheado com 195 mililitros de silicone). Em troca da prova de amor (nas costas), a modelo ganhou um J na cintura do namorado. Que sejam eternos enquanto durem.

 

Farrista disléxico

O cantor Robbie Williams, que esteve no Brasil na semana passada, tem alguns objetivos nobres na vida: vender zilhões de CDs, conquistar mulheres bonitas e divertir a plebe com o humor autodepreciativo dos ingleses. Uma amostra:

VEJA – Como descobriu seu jeito para o mundo artístico?
Williams – Está no sangue. Meu pai era comediante. Também comecei a ter aulas de canto e dança por causa da dislexia.

VEJA – Quando foi diagnosticada?
Williams – Meus pais perceberam que eu era cretino demais até para o padrão da minha família. Não sabia escrever, tinha dificuldades de aprendizado. Viram que meu nível de burrice não podia ser normal. Até que me dei bem, hein?

VEJA – Inclusive com a Nicole Kidman?
Williams – Não a conheci biblicamente. No máximo estudamos passagens do Velho Testamento.

VEJA – E as outras?
Williams – Caio na farra em países onde tenho certa fama. Aliás, as mulheres brasileiras são um ótimo motivo para estourar por aqui. Preciso ficar mais conhecido. Estive num programa chamado Altas Horas e o apresentador passou o tempo inteiro me chamando de "Robin". Só não corrigi porque ele é um tiozinho e eu respeito os mais velhos.

 

Editado por Bel Moherdaui.
Colaboraram Marcelo Marthe e Sandra Brasil

 
 
 
 
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