Radar

Esta semana
Sumário
Brasil
Internacional
Geral
Economia e Negócios
Guia
Artes e Espetáculos

Colunas
Diogo Mainardi
Luiz Felipe de Alencastro
Sérgio Abranches
Roberto Pompeu de Toledo

Seções
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
Radar
Contexto
Holofote
Veja essa
Arc
Hipertexto
Gente
Datas
Cotações
Para usar
VEJA Recomenda
Os mais vendidos

Arquivos VEJA
Para pesquisar nos arquivos da revista, digite uma ou mais palavras

Busca detalhada
Arquivo 1997-2000
Busca somente texto 96|97|98|99
Os mais vendidos
 

Lauro Jardim

GOVERNO

A solução do salário mínimo

Está no colo da Receita Federal o seguinte abacaxi a ser descascado: a forma de financiamento do salário mínimo de 180 reais, via alteração no imposto de renda. A solução é parecida com a que foi divulgada na semana passada pelo presidente Fernando Henrique Cardoso. Mas há diferenças capitais ainda não reveladas.  

Fogo alto

Nas últimas semanas tem subido a temperatura das divergências na cúpula do Banco do Brasil.

 

CIGARROS

Apagando a fumaça

Ninguém pareceu perceber, mas o recrudescimento da luta contra o cigarro no mundo já tem o Brasil como um dos comandantes. Primeiro, o embaixador Celso Amorim foi eleito para presidir o órgão que negociará toda a Convenção para o Controle do Tabaco, da Organização Mundial de Saúde (OMS). Agora, a diretora do Instituto Nacional do Câncer, Vera Costa e Silva, foi escolhida para chefiar o departamento de luta antitabagista da OMS. Pela primeira vez na história dos organismos internacionais, os dois postos mais importantes de um mesmo tema são entregues a personalidades de um único país.

 

 

Cofres fechados

Ana Araujo

Malan: ministros de cara amarrada


O prestígio de Pedro Malan com FHC continua alto. Mas é prudente Malan não se aproximar muito de boa parte de seus colegas de ministério. Eles andam uma arara com o ministro. O motivo não poderia ser outro: dinheiro. Malan não liberou a suplementação orçamentária de diversos ministérios – uma verba que já tivera o o.k. de FHC e a aprovação do Congresso. Com isso, ministros garantem que diversos órgãos do governo já estariam a ponto de paralisar suas atividades. Para o Ministério do Meio Ambiente, que teria direito a uma suplementação de 100 milhões de reais, falta pingar ainda muito dinheiro. Na Justiça e na Saúde, a situação é parecida. Nesta semana, os ouvidos de FHC vão ficar inchados de tanto ouvir reclamação de seus ministros.

 

ECONOMIA

Dois destinos I

O Bradesco acaba de mandar para casa toda a diretoria do recém-comprado Banco Boavista. Neste bolo, foi destituído também Ricardo Espírito Santo. Ele integra a família dona de um banco que ainda é acionista forte do Boavista – o português Espírito Santo. Curiosa foi a explicação para a demissão, dada a ele por um alto diretor do Bradesco, numa reunião relâmpago: "Este é um banco de bancários, e você é banqueiro. É melhor sair, porque nós nem saberíamos como tratá-lo aqui".

Dois destinos II

Já Roberto do Valle, que deixou a presidência do Boavista, no qual ficou apenas um ano, botou no bolso 2 milhões de reais, a título de indenização.

Início de namoro

O suíço UBS Warburg e o banco Fator estão conversando.

Passivo oculto

O Bradesco vai entrar com garras e dentes afiados no leilão do Banespa – é uma questão de mercado. Mas, assim como o Itaú, está morto de medo dos esqueletos que repousam nos armários do banco estadual paulista.

 

FUTEBOL

Concentração de luxo

Angra dos Reis sempre foi o paraíso de banqueiros, socialites e endinheirados em geral. Agora, quem anda se esbaldando no balneário é a turma do futebol. Só no condomínio Caieirinha, quatro estrelas que giram em torno do mundo da bola ergueram suas casas: a dupla Alexandre Martins e Reinaldo Pitta, empresários do craque Ronaldinho, o técnico Carlos Alberto Parreira e o deputado-cartola Eurico Miranda.

Contas abertas

Está praticamente certo: nesta semana a CPI do Futebol quebrará os sigilos bancário, fiscal e telefônico do presidente da CBF, Ricardo Teixeira, o cartola número 1 do Brasil.

 

SOCIEDADE

A dor de cabeça do casamento

Sempre se disse que o casamento é uma eterna dor de cabeça. Por incrível que pareça, uma pesquisa acaba de comprovar essa percepção. Um levantamento nacional do Ibope/Kantar sobre os hábitos de consumo no Brasil revela que o número de consumidores de remédios para dor de cabeça entre os casados é, proporcionalmente, nove vezes maior que o dos separados. Será que se descobriu, enfim, a solução para o fim da enxaqueca?

A capital da enxaqueca

A mesma pesquisa reforça um lugar-comum sobre os males das metrópoles. O paulistano toma, proporcionalmente, sete vezes mais remédio para dor de cabeça do que quem vive em Salvador. Mas não se pense que praia, mar e brisa são o bastante: o carioca consome cinco vezes mais esse tipo de medicamento que o salvadorense.

 

 

Mais confusões no horizonte

Regis Filho

Wagner Canhedo: novo inquérito à vista


Quanto mais se penetra nas entranhas da Vasp, mais se descobrem coisas do arco-da-velha. Todas com um pé na irregularidade. O Ministério Público Federal apurou que os uniformes dos tripulantes da empresa de Wagner Canhedo são fabricados – a preços de grife chique – pela Polifábrica, uma empresa de.... (adivinhe?) Wagner Canhedo e seus dois filhos. Estaria tudo perfeito se a Vasp não fosse uma companhia aberta e, portanto, sujeita às regras das sociedades anônimas. Por causa dessa relação muito especial entre a Vasp e a Polifábrica, Canhedo é passível de inquérito administrativo na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) sob a acusação de abuso de poder de controle.

 

MEIO AMBIENTE

Apontar, atirar... fogo!

O Ibama estuda a liberação da caça ao jacaré na Amazônia. Antes que alguma sociedade protetora dos animais levante seus megafones, um aviso: há jacarés em excesso na região, causando desequilíbrio na fauna.

 

CASSINOS

Índio quer roleta?

Os caciques Aritana e Afukaka, representantes de tribos do Alto Xingu, deram uma circulada neste mês pelos Estados Unidos. Foram fazer contatos com as comunidades indígenas de lá. Até aí, nada de mais. Mas o que dizer da dupla de silvícolas fazendo uma fezinha no pano verde? Sim, um dos lugares que mais encheram os olhos dos visitantes foi, quem diria, o Foxwoods, um cassino explorado por índios americanos. Pelo visto, espera-se para breve a adesão dos grupos indígenas brasileiros à campanha para a liberação do jogo.

 

INTERNET

Com um pedaço maior

A Telemar está negociando um aumento de sua participação no iG, que hoje é de 17%. O negócio deve ser anunciado em novembro.

 




 

Copyright 2000
Editora Abril S.A.
  VEJA on-line | Veja São Paulo | Veja Rio | Veja Recife | Guias Regionais
Edições Especiais | Site Olímpico | Especiais on-line
Arquivos | Downloads | Próxima VEJA | Fale conosco