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Edição 2080

1º de outubro de 2008
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Assuntos mais comentados
Bezerra de Menezes — 203
Crise global (capa) — 24
Fim da dor no parto — 23
Claudio de Moura Castro — 17
Machado de Assis — 13

Crise global

Cumprimento VEJA pela reportagem de capa, principalmente pelo ótimo gráfico que mostra o PIB do mundo real e a bolha da especulação. Perfeito! Espero ver em breve algo sobre o absurdo das bolsas de Mercadorias & Futuros, indexando por pura especulação os alimentos. Totalmente absurdo e improdutivo para o mundo real dos simples mortais consumidores como eu, que no fundo é o que realmente interessa ("A cavalaria salvou o dia", 24 de setembro).
Didu Russo
Cotia, SP

Um dos pilares do capitalismo moderno, o liberalismo econômico, teorizado pelo iluminista Adam Smith, defende a não-intervenção do estado nos assuntos econômicos. Entretanto, o que vimos nos últimos dias se opõe completamente a essa fundamental característica de nosso sistema. Ao injetarem um pacote de recursos para evitar a falência de instituições, visando a manter o equilíbrio das bolsas de valores, os Estados Unidos levaram por terra as idéias apresentadas pelo autor de A Riqueza das Nações.
Marcelo Montenegro
Curitiba, PR

O governo americano foi negligente com as operações financeiras dos bancos de seu país, e boa parte do mundo tem de pagar a conta. Por mim, a frase seria: "Eu ferrei você!"
Fabio Basaglia
Joinville, SC

 

Bezerra de Menezes

Vocês podem imaginar nosso contentamento ao ler o comentário sobre o filme Bezerra de Menezes – O Diário de um Espírito ("Sessão espírita", 24 de setembro). Tivemos notícias, por outras fontes, sobre o sucesso de bilheteria, mas, quando vimos o comentário de VEJA, sentimos grande alegria e emoção, não podendo deixar de expressar aqui nossa admiração e respeito pela melhor revista do Brasil.
Norma Guimarães
Presidente do Allan Kardec Spiritist Center
Nova York, NY, EUA

É importante, neste momento em que vivemos mais um processo eleitoral, ter o exemplo de um cidadão brasileiro que foi médico e político sem perder de vista os valores humanos e cristãos. Pena que aqueles que pretendem ser os representantes do povo não "tenham tempo" para ler reportagem de tão grande vulto. Certamente o cinema nacional ganhou mais uma medalha por essa produção. Bons exemplos devem ser divulgados.
Maria Herminia Domingues
Goiânia, GO

Concordo que a pesquisa devesse ganhar mais profundidade no que diz respeito à sua atuação no movimento espírita. Todavia, o filme resgata algo que entendo ser fundamental: mostra-nos que homens públicos, como o foi o protagonista, não precisam abrir mão de seus valores morais e religiosos para exercer as funções para as quais são eleitos pela sociedade.
Maria de Nazaré
Belém, PA

 

Parto sem dor

Adorei a reportagem "A pior dor do mundo? Esqueça" (24 de setembro). Há oito meses passei por essa experiência. Quando cheguei ao hospital, estava com apenas 2 centímetros de dilatação e me aplicaram a anestesia peridural. Foi um sucesso. Ajudou bastante na dilatação e realmente foi um alívio porque não senti mais nenhuma dor e fiquei mais tranqüila. Recomendo essa anestesia a todas as mulheres que quiserem ter o parto normal.
Sarah Kênnia Silva Almeida Gomes
Brasília, DF

O alívio da dor é uma premissa básica da anestesiologia. Mas isso nem sempre é possível, apesar de existirem há anos métodos, drogas e dispositivos que agem com eficácia no controle da dor. Com freqüência esbarramos no medo de pacientes, familiares, em opiniões distorcidas, aspectos culturais, religiosos e falsos tabus. Além disso, não é incomum nossa própria classe médica atrasar ou evitar que a dor seja tratada nas mais diversas situações, como no pós-operatório, dor oncológica e trabalho de parto. A anestesiologia carrega consigo um fardo, ainda pesado demais, no qual o temor suplanta todo o vasto conhecimento científico adquirido ao longo dos anos.
Giuliano Parreira de Oliveira
Sociedade da Anestesiologia de Minas Gerais
Belo Horizonte, MG

 

Claudio de Moura Castro

O artigo "Quem entendeu a nova avaliação do ensino?" (24 de setembro) consegue resumir alguns dos principais vícios da mais nova fórmula de avaliação do ensino superior do MEC. O ranking compara, na mesma escala, instituições absolutamente diferentes, o que distorce conclusões e provoca injustiças muitas vezes irreparáveis. É como se o Ministério da Saúde divulgasse um ranking dos hospitais brasileiros com base no índice de mortalidade, colocando em "ordem de excelência" hospitais, maternidades, postos de saúde e clínicas, desconsiderando o fato de que algumas dessas instituições fazem transplantes cardíacos e outras apenas operações de miopia e, pior, sem esclarecer isso.
Fabio Monaco
São Paulo, SP

 

Machado de Assis

Maravilhosa a reportagem de Jerônimo Teixeira a respeito do maior representante da literatura brasileira ("Machado. Um verdadeiro imortal", 24 de setembro). VEJA provou mais uma vez sua seriedade ao abordar fatos importantes como é o centenário da morte de Machado de Assis. Ele foi e continuará sendo o maior escritor brasileiro. 
Zósima Leal
Professora
Osasco, SP

 

Profissões

Dados adicionais da pesquisa encomendada pelo Semesp, que deu origem à reportagem "Voltadas para o mercado" (14 de setembro), mostram que as empresas recrutaram seus funcionários em 252 instituições particulares de ensino superior – universo maior do que os 5% das faculdades privadas mencionadas na matéria.
Hermes Ferreira Figueiredo  
Presidente do Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior do Estado de São Paulo
São Paulo, SP

 

VEJA 40 ANOS Saulo Chaves (quarto da esquerda para a direita) e amigos: a coleção de VEJA guardada com carinho

"Transformamos nosso guarda-roupa em relicário, pois ele abriga um precioso acervo cultural que soma os 2 078 exemplares de VEJA mais 100 edições especiais. Comemoramos os 40 anos de VEJA com um churrasco gaudério, bolo de aniversário e champanhe."
Saulo Chaves Almeida e Patrícia Salles Coimbra
Viamão,RS

 

 

Itaú e VEJA 40 anos

Fiquei maravilhada e me senti muito importante quando recebi a edição especial dos 40 anos de VEJA. A homenagem era para mim, pois VEJA e eu temos a mesma idade, como todos os que tiveram a felicidade de nascer em 1968. Quando abrimos a revista e vemos nosso nome impresso sete vezes na capa e na contracapa, sentimo-nos como se realmente o Banco Itaú estivesse falando com cada um de nós. Essa parceria foi genial. Obrigada, VEJA.
Maura Siqueira de Carvalho
Por e-mail

 

Para se corresponder com a redação de VEJA: as cartas para VEJA devem trazer a assinatura, o endereço, o número da cédula de identidade e o telefone do autor. Enviar para: Diretor de Redação, VEJA – Caixa Postal 11079 – CEP 05422-970 – São Paulo – SP;
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Por motivos de espaço ou clareza, as cartas poderão ser publicadas resumidamente. Só poderão ser publicadas na edição imediatamente seguinte as cartas que chegarem à redação até a quarta-feira de cada semana.



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