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Cartas
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"4h41
da manhã (segunda 22). Acabo de ler a maravilhosa reportagem
sobre insônia. Obrigada, VEJA, pela companhia em mais
uma noite em claro."
Dazilia Maria Ribeiro
Vitória, ES
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Insônia
A reportagem "Não perca o sono" (24 de setembro) aliviou
o coração e fez fechar os olhos, para uma boa noite
de sono, de todos aqueles que, como eu, sofrem as conseqüências
da tão agitada e corrida vida moderna. Agora posso fechar
os olhos e dormir noites mais tranqüilas ao saber que a medicina
dá tanta atenção a essa patologia do sono.
Nunca fiz uso de medicamento para dormir. Peno todas as noites em
busca de meus quinze minutos de sono, pois não consigo me
desligar do dia de trabalho nem dos estudos. Ainda assim, não
acho necessário atropelar o mecanismo natural do organismo
para apertar a chave que desliga os sentidos. Fico com a velha receita
de minha avó: conto carneirinhos!
Daniel Manzoni
daniel.manzoni@bol.com.br
A
reportagem sobre insônia estava detalhada e bem estruturada,
mas dizer que "os benzodiazepínicos viciam em poucas semanas"
complica muito nosso trabalho. É inquestionável que
esses medicamentos causam dependência, mas é uma dependência
que na grande maioria dos pacientes não traz conseqüências
e é facilmente tratável. Os benefícios que
eles proporcionam superam em muito o risco de dependência.
Lauro Guirlanda, residente de psiquiatria
Belo
Horizonte, MG
Excelente a matéria sobre insônia, problema de saúde
pública que afeta a qualidade de vida das pessoas, independentemente
de idade, credo, etnia e cultura. Apenas acrescento que ela está
presente também, em menor intensidade, nas populações
indígenas e nas comunidades rurais isoladas, como temos constatado
em nossas pesquisas sobre a prevalência desse distúrbio
nesses segmentos, nos Estados de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso.
Professor-doutor
José Carlos Souza
Coordenador
do Grupo de Pesquisa do CNPq
"Sono, sonhos e seus distúrbios"
Campo Grande, MS
Nunca
fui dependente de tranqüilizantes, muito pelo contrário.
Minha maior preocupação, quando entrevistada, foi
mostrar ao leitor que existem maneiras naturais e eficientes para
combater a insônia. Tentei deixar bem claro que preferia passar
noites em claro a começar a tomar qualquer tipo de remédio
para dormir; que há três anos busquei alternativas
como chás, homeopatia, massagens, mudança nos hábitos
alimentares e na rotina de vida. Nesse período em que resolvi
cuidar melhor de meu sono, eu vivia uma ascensão profissional
(tinha me tornado VJ da MTV) e nunca encarei esse como um momento
complicado, mas, sim, agitado.
Sarah Oliveira
São Paulo, SP
Milene
Domingues
Show de bola a entrevista com Milene (Amarelas, 24 de setembro).
Comprova que as mulheres amadurecem mais cedo que os homens. Ela
deu de 10 a zero na imprensa e nas atitudes de Ronaldo. Ele deveria
ir para a "prorrogação" com ela. Vale a pena!
Ana
Cristina Oliver Santos
Salvador, BA
Apesar
de ser ainda muito jovem, Milene demonstra sua força de vontade
em superar as "pedras no caminho", fazendo o que gosta: jogar futebol.
Além disso, revela maturidade e não esconde o jogo
do leitor, mostrando com clareza suas dificuldades na vida pessoal.
Mesmo assim, não desanima, deixando claro que está
decidida e que tem um longo caminho pela frente. Parabéns
pelo exemplo, Milene!
José
Maurício Roriz de Paiva
Goiânia, GO
A
beleza, a simpatia e a sinceridade fazem parte dessa menina-mulher,
que diz claramente que o fator financeiro não se sobrepõe
ao amor. Magnífica a entrevista das páginas amarelas
com Milene Domingues. Cada resposta a mostra como uma mulher madura,
apesar de ter apenas 24 anos. Ela trata o casamento e a separação
de forma real, sem entrelinhas, revelando que o mais importante
é o filho, Ronald. Bola pra frente, Milene!
Kleber
Montoril Rocha
Manaus, AM
Parabéns,
Milene Domingues, pela entrevista concedida às páginas
amarelas. Fica claro o sinal de amadurecimento, aos 24 anos de idade,
após tantas críticas e acusações de
se mover pelo interesse financeiro quando engravidou do fenômeno
Ronaldo.
Alessandro
Mazzo
Itapuí, SP
Especial
VEJA 35 Anos
Incrível,
fantástico, extraordinário! VEJA comemora seus 35
anos de vida, mas seus leitores foram privilegiados com o melhor
presente (Especial VEJA 35 anos, setembro de 2003). Professores,
estudantes, intelectuais e todo cidadão comprometido com
a História Universal não podem ficar sem seu exemplar,
para futuras consultas. Parabéns pelo alto nível de
profissionalismo da equipe da revista.
Rufino Almeida
Belém, PA
Tenho
orgulho de ter em minha biblioteca a coleção completa
da extraordinária VEJA, toda encadernada, de seis em seis
exemplares, totalizando 304 volumes, além das antigas edições
extras e encartes. É um dos tesouros que deixarei para meus
descendentes.
José Ribamar Soares Afonso
Manaus, AM
Gente,
gosto sempre de minha revista VEJA, mas desta vez vocês se
superaram! A idéia de colocar 1.823
capas na menina dos olhos foi de uma criatividade fora do comum.
É por isso que VEJA é a minha menina dos olhos (desculpem
o trocadilho, mas não resisti). Gostei também do anúncio
personalizado do Itaú. Um luxo! Orgulho-me de ser assinante.
Noemi Carvalho Neves
Fortaleza, CE
Senti,
como muitos assinantes devem ter sentido, certo arrepio ao ver meu
nome impresso em três páginas da Edição
Especial VEJA 35 anos. Trata-se de um comercial, mas é
também o resultado de uma tecnologia avançada que
poucos dominam e um bom motivo para guardar o magnífico exemplar.
Benhur Luiz Maieron
Brasília, DF
Surpreso
e envaidecido com a personalização da edição
comemorativa dos 35 anos de VEJA, louvo sua maneira criativa de
comunicar-se com os assinantes. A valorização do cliente
poucas vezes foi tão completa em encantamento. Marketing
perfeito. Realmente me sinto surpreendido por tal iniciativa.
Walmir Leite Pontes
Quixeramobim, CE
Recebi
a revista VEJA no domingo passado, 21 de setembro, exatamente no
dia em que fiz 35 anos. E, com os meus amigos e familiares em casa,
o assunto não foi outro a tarde inteira. Parecia que a revista
tinha sido feita sob encomenda, ainda mais com a capa de dentro
e as últimas páginas com a propaganda personalizada
do Itaú, dizendo "Silmara...!". Vi nas reportagens marcos
que foram também na minha vida. Parabéns a todos nós!
Silmara de Oliveira
São Paulo, SP
CORREÇÃO:
O jogador Kaká, do Milan, nasceu em Brasília (DF).
Não é, portanto, paulista, como informou a reportagem
"Jovem e milionário" (10 de setembro).
| A
Constituição |
A
reportagem "Para
tirar a fera da sala" (3 de setembro) informou
que a Constituição brasileira tem 245 artigos.
O leitor Claudionor R. Bernardino, de Brasília,
escreveu para dizer que "na verdade, a Constituição
contém 251 artigos de 1 a 250 e o Artigo
29A, incluído pela emenda constitucional nº
25, de fevereiro de 2000". Oacir Silva Mascarenhas, acadêmico
de direito da Universidade Católica de Salvador,
fez observação similar. A versão
on-line da Constituição da República
Federativa do Brasil, hoje com 251 artigos, pode ser consultada
nos sites do Senado Federal (http://www.senado.gov.br)
e da Câmara dos Deputados (http://www.camara.gov.br).
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| O
Acre, o satélite e o desmatamento |
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Na
semana passada, o governador Jorge Viana, do Acre, pediu
e obteve a instalação de uma
auditoria para revisar as estimativas de desmatamento
na Amazônia dos últimos quinze anos, baseadas
em imagens de satélite processadas pelo Instituto
de Pesquisas Espaciais (Inpe). Depois da publicação
da reportagem "O crime da motosserra", na última
edição de VEJA, tratando do aumento da área
desmatada verificado a partir de dados coletados pelo
Inpe, Viana iniciou uma batalha para corrigir informações
que contradizem a política que afirma desenvolver
em seu governo. "Nossos números mostram o contrário
do que foi publicado", diz o governador. Os valores de
desmatamento registrados por VEJA resultam da soma de
três imagens críticas do sensoriamento. Duas
cobrem também áreas que vão além
das divisas do Acre. Por isso, o total publicado, de 1.208
quilômetros quadrados desmatados em 2002, não
corresponde ao que aconteceu dentro do Estado. Analisando,
porém, apenas a terceira imagem, encontra-se uma
evolução de área desmatada ainda
mais surpreendente, em termos porcentuais. Pelos dados
do Inpe, só nessa região, o ritmo do desflorestamento
teria aumentado 600% em um ano. O próprio instituto
enviou carta à redação admitindo
"indicativos de uma superestimativa" em seus cálculos.
Agora, o Inpe vai comparar sua metodologia com a da organização
não-governamental Imazon, para um ajuste nesses
dados.
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