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Cartas
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"Se
as pessoas aprenderem
a não
valorizar futilidades e despertarem para
a importância da busca pela paz interior,
entenderão a essência da vida."
Izolda
Maria Rosas Lages
Recife,
PE
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Poder interior
Nos tempos
em que estamos vivendo, cada vez mais agitados e estressantes, buscar
uma paz interior por meio da meditação é revigorante,
natural, prático e acessível a todos. O incentivo
à leitura também é digno de aplausos ("Os donos
de si", 25 de agosto).
Christian
Moreira da Silva
São
Paulo, SP
Conheço
bem a janela aberta que ilumina a testa da moça da capa de
VEJA. Eu a experimento! A leitura é um dos meus prazeres.
A meditação, a corrida na pista de cooper, a ioga,
a boa música, a natureza, o convívio saudável.
Costumo dizer que não tenho religião, e sim religiosidade
sinto Deus em mim e em todas as coisas que acima citei. Banho-me
em espiritualidade numa simples visão de pôr-do-sol.
Felicidade existe, sim. Para quem sabe vê-la. Grata pela matéria
iluminada.
Karla Celene Campos
Montes
Claros, MG
Sócrates,
500 a.C., já disse: "Não há nenhuma doença
do corpo que esteja separada da mente". Saúde e qualidade
de vida são resultado de paz interior, conquistada através
do amor à prática de tudo o que leva ao autoconhecimento
a que se refere VEJA. Porém, a busca é pessoal. Parabéns
pela reportagem.
Guilherme Carmezini
Ribeirão
Bonito, SP
Garry Kasparov
Parabéns
a VEJA pela brilhante entrevista com o russo Garry Kasparov (Amarelas,
25 de agosto). Na Rússia o xadrez é disciplina obrigatória
nas escolas, o que acaba fazendo com que as crianças desenvolvam
desde cedo habilidades relacionadas a desafios, vitórias
e derrotas que elas vão encontrar durante toda a vida. Sou
professor de educação física e confesso que
não me animei muito quando meu filho, aos 7 anos, escolheu
o xadrez como "esporte". Hoje, passado um ano, posso atestar como
ele cresceu emocionalmente depois do xadrez. Como o xadrez, a vida
é um jogo, e vence nela aquele que está mais preparado.
Renato
Bahia
Natal,
RN
Na entrevista
com Garry Kasparov, a repórter Monica Weinberg foi tão
genial quanto o campeão de xadrez ao elaborar uma seqüência
de perguntas a partir das respostas não tão convincentes
da celebridade russa. Assim como no jogo de xadrez, VEJA conseguiu
enxergar os movimentos do mestre Kasparov.
Kazuaki Ishizaki
Hikari,
Japão
Tales Alvarenga
Genial
a comparação que Tales Alvarenga faz entre as baleias
e o presidente Lula ("Baleia no Planalto", 25 de agosto). Só
que os cetáceos são mais fáceis de desencalhar
que o Brasil. Nós estamos encalhados há mais de 500
anos; será que ninguém tem compaixão de nós?
Alcino C. Ribeiro
São
Paulo, SP
André Petry
O arquivamento
do caso do jovem Edison Tsung Chi Hsueh, sem que nada tenha sido
devidamente esclarecido, é lamentável ("Quem matou
Edison?", 25 de agosto). Como repórter da extinta Folha
da Tarde, tive a oportunidade de cobrir a morte do calouro.
Naquela ocasião, o silêncio dos estudantes da USP sobre
o fato era de causar náuseas. Durante o enterro, como se
não bastasse, nós, jornalistas, ainda fomos chamados
de "urubus" pela turma do "ninguém sabe, ninguém viu".
Tal qual a morte de Edison, a omissão e o desrespeito daqueles
alunos de medicina também continuam difíceis de esquecer.
Marcos de Andrade Silva
São
Paulo, SP
Carta ao leitor
Não
sei quem classificou VEJA como "a quarta maior revista semanal de
informação do mundo, depois de Time, Newsweek
e U.S. News" (Carta ao leitor, 25 de agosto). Eu me sinto
muito mais bem e objetivamente informado sobre o mundo (e o Brasil,
claro) lendo VEJA toda semana, em vez das três revistas do
meu país de origem.
Bill Williamson
Itaguaí,
RJ
Lya Luft
Num tempo
em que a hipocrisia e a mídia, de mãos dadas, ditam
nosso modo de agir e pensar, fico muito feliz ao ler o último
artigo de Lya Luft ("Baleias não me emocionam", Ponto de
vista, 25 de agosto). Nós nos sensibilizamos com aquilo que
não nos causa esforço. Como nos sensibilizar com um
mendigo na calçada quando poderíamos tê-lo auxiliado?
Melhor pensar nas baleias, coitadinhas. Como também são
coitadinhos aqueles que passam fome na África, nunca os famintos
de nossas ruas. Passo, a partir de hoje, a ler seus textos com outros
olhos. A senhora ganhou meu respeito e minha admiração.
Gilberto Carlos Nunes
Brasília,
DF
Estou
decepcionada com o Ponto de vista escrito por Lya Luft. Não
esperava um texto tão frio de uma escritora que havia demonstrado
tanta sensibilidade anteriormente. Sou defensora dos animais e acredito
que os seres humanos têm uma idéia terrivelmente equivocada
de que são prioridade na Terra. Somos apenas elementos que
compõem a vida no planeta. Acredito que a humanidade é
responsável pelas maiores tragédias do nosso planeta,
desde baleias encalhadas até a miséria brasileira
de todos os dias.
Frida Frick
Cascais,
Portugal
É
interessante como certos "intelectuais" brasileiros gastam seu tempo
em criticar os defensores de animais. E é sempre o mesmo
argumento: a vida da espécie humana é mais importante
que a vida de qualquer outra espécie animal. Esse tipo de
pensamento Peter Singer definiu como "specisism". Em vez de criticar
os que fazem, da próxima vez que uma criança faminta
aparecer na janela do seu carrão com ar-condicionado, faça
como os protetores de animais: pegue esse ser e leve para sua casa,
dê de comer e trate-o com amor e carinho.
Lane Azevedo Clayton
Austin,
Texas, EUA
Quando
Lya Luft propõe que só voltemos nossa atenção
para os direitos animais depois que tivermos resolvido os problemas
humanos, ela propõe a negligência perpétua dos
animais. Isso porque nunca chegará o dia em que todos os
problemas humanos estarão resolvidos.
Regina Rheda
Gainesville,
Flórida, EUA
Um estudo
feito nos EUA mostra uma relação entre crueldade com
seres humanos e com animais muitos serial killers começaram
matando animais. Os adolescentes responsáveis pelos recentes
tiroteios em colégios americanos têm em comum um passado
de violência contra animais.
Cristina Nishida
Nagano,
Japão
Caso
Ibsen Pinheiro
VEJA é
a revista de maior credibilidade do Brasil. VEJA não "vende"
reportagens e por isso tem uma coisa que só veículos
de comunicação que durante décadas fazem um
jornalismo imparcial e democrático podem conquistar: credibilidade.
VEJA é sinônimo de democracia, coerência, independência,
dinamismo, coragem, competência e patriotismo, mas não
ufanismo, e sim compromisso com os cidadãos brasileiros ("Uma
farsa chamada IstoÉ", 25 de agosto).
Karlos
Eduardo G. Gomes
Fortaleza,
CE
A revista
VEJA não saiu com a imagem arranhada. Saiu, sim, gozando
de muito mais admiração. Muitas podem tentar destruir,
mas o maior patrimônio de VEJA poucas vão ter o privilégio
de ter: a credibilidade e o respeito do cidadão.
Renato Silva de Almeida
Manaus,
AM
VEJA conseguiu, uma vez mais,
expor o verdadeiro jornalismo: coerente, imparcial e, acima de tudo,
crível. VEJA superou as incredulidades e desconfianças
e mostrou que é uma revista competente, ao desvendar o nefasto
esquema de difamação empreendido por seus algozes.
Estimo que continue sempre assim, expondo os fatos como eles realmente
são, sem distorções e fundamentados na verdade.
Jonny Lucas Farias da Silva, 16 anos
Arapiraca, AL
Sugiro ao atual governo que leia a reportagem
para ver que não é necessário controle sobre
os jornalistas. O controle quem faz é o leitor, quando dá
crédito a publicações do nível da revista
VEJA. Eu sei que, como todos, VEJA também é passível
de erro. Porém, checa muito antes de a informação
chegar a nossa casa. Se por acaso comete alguma falha, logo na edição
seguinte se retrata. VEJA não precisa de sensacionalismo
para sobreviver, aliás ela sobrevive há tanto tempo
por não ser sensacionalista.
Maria Clara Rubira Garbin
São Caetano do Sul, SP
Diogo Mainardi
O texto "A irmandade chavista" (25 de agosto)
me fez despertar. Eu que fui um aguerrido militante do movimento
estudantil, que me rendeu uma ficha de quase quatro laudas no antigo
SNI, e tinha como ídolos Trotsky, Chico Buarque e Geraldo
Vandré, entre outros; e hoje, advogado, quatro filhos, na
lida do mercado de trabalho, sinto-me amadurecido para dizer que
tudo o que vivi valeu a pena. Especialmente para compreender que
a democracia e o livre mercado são as únicas formas
de liberar as energias do homem em busca de sua realização
plena. É pena que alguns intelectuais, a exemplo dos citados
por Mainardi, e idolatrados por toda uma juventude, mumificaram-se,
a ponto de na atualidade constituírem entulhos para a democracia.
Valdecir Carlos Trindade
Londrina, PR
Roberto Pompeu de Toledo
Quero deixar meu apoio em concordância
a Roberto Pompeu de Toledo no Ensaio da edição 1 868
("Resposta ao direito", 25 de agosto). O senhor Paulo Maluf não
deveria nunca ter ganho no TRE o direito de resposta, pois o articulista
de VEJA em nenhum momento faltou com a verdade. O relator Pacheco
di Franco deveria ser mais sensível nesses julgamentos, pois
a população pode acabar sendo influenciada com direitos
de resposta infundados. As pessoas têm de saber a verdade.
E no caso em questão o senhor Roberto Pompeu de Toledo está
com toda a verdade possível.
Gerson Talhateli
Ibiporã, PR
VEJA Especial Homem
Fico feliz com a edição especial
de agosto (VEJA Homem), pois segui algumas dicas das "15
coisas que ela gostaria que você soubesse" e me saí
bem. Minha namorada e algumas meninas (nas quais eu fiz uns testes)
tiveram uma reação agradável e positiva. Obrigado
não só por essa informação mas por todo
o conteúdo da revista. Um beijo especial na Karina, Giuliana,
Andreia, Paula e Juliana, que criaram esse mundo de informações.
Vocês são lindas!
Jurandir Barbosa
Itabuna, BA
CORREÇÕES: O preço
médio da moto Harley-Davidson Heritage Classic, citada em
VEJA Homem, é de 50.000
reais, e não dólares.
As ruínas descobertas há pouco na selva peruana pertenceram
provavelmente aos chachapoyas, que antecederam os incas na região
(Datas, 25 de agosto).
Na reportagem "Adeus à tradição" (25 de agosto),
onde se lê 4 e 12 mililitros, o correto é 4 e 12 centilitros.
A peça identificada como máquina de sorvete na reportagem
"...e que cozinha!" (VEJA Homem) é a batedeira da
KitchenAid, distribuída no Brasil pela Brastemp.
A foto identificada como sendo do cavaleiro Álvaro Affonso
de Miranda Neto, o Doda (Gente, 25 de agosto), é na verdade
de seu colega de seleção brasileira de hipismo Rodrigo
Pessoa. A foto de Doda é a que publicamos abaixo.
Ricardo Correa
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| Miranda Neto, o Doda |
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OUTRA
COPA
Ag. O Globo
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| Torres
divide a Taça
Jules Rimet com Médici: Copa do Mundo de
1970 |
A foto que ilustra a reportagem sobre a participação
dos jogadores do Brasil no esforço de reconstrução
política do Haiti ("Um gol de placa", 25 de agosto)
mostra o presidente Médici faturando um naco
da popularidade da Seleção Brasileira
de Futebol que acabara de conquistar a Taça Independência,
em 1972 (foto menor), e não a Copa do Mundo de
1970, como foi publicado (foto maior, que registra
o momento em que Médici divide a Taça
Jules Rimet com o capitão da seleção,
Carlos Alberto Torres, em 1970).
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O
PROJETO JÁ EXISTE
A
nota "Mercadante e os bancos" (Radar, 18 de agosto)
anunciou que o senador Aloizio Mercadante apresentaria
"nos próximos dias" um projeto de lei que possibilitaria
aos empregados escolher o banco em que gostariam de
receber seu salário. O senador Romeu Tuma reivindica
a paternidade da idéia. Na semana passada ele
encaminhou à redação de VEJA cópia
do projeto de lei nº 176, de 2004, de sua autoria,
que pretende disciplinar o assunto. O projeto do senador
Tuma foi apresentado no dia 3 de junho último
e publicado na edição do Diário
do Senado Federal do dia seguinte. A matéria
encontra-se com a relatoria, na Comissão de Constituição,
Justiça e Cidadania, distribuída ao Senador
Leomar Quintanilha, que deverá emitir relatório.
A íntegra do projeto está disponível
no endereço http://www2.senado.gov.br.
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OS
VÁRIOS TIPOS DE AZEITE
Para
fazer o quadro Sabor com Tradição, da
seção Guia de VEJA 1 867 (18 de agosto),
a revista baseou-se em cinco reportagens anteriores
sobre o assunto publicadas em diversos veículos
e consultou dois especialistas, que avalizaram as informações.
Apesar desse cuidado, a nota "Os tipos de azeite" descreveu
um processo de classificação da qualidade
do produto praticamente extinto. "Hoje em dia todos
os azeites virgens e extravirgens passam apenas por
uma prensagem", explicou o leitor Artur António
Rabaçal Aragão, de São Paulo. No
processo moderno de produção, a classificação
do azeite em extravirgem, virgem e refinado relaciona-se
basicamente com o grau de acidez do produto.
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A DEFESA DE SENNA
A
coluna "Ayrton Senna, o banal" (Diogo Mainardi, 18 de
agosto) rendeu 95 comentários, o que faz dela
um dos artigos que mais mexeram com os leitores de VEJA
nos últimos anos. Foi também uma das recordistas
em críticas. Setenta e seis leitores escreveram
incomodados com o humor de Mainardi, que listou uma
série de declarações de Senna classificadas
de banais pelo articulista. Inspirado em Bernard Shaw,
Mainardi aconselhou os ricos a se preocupar apenas em
ganhar dinheiro, deixando a assistência social
por conta do governo. "Concordo, em parte, com George
Bernard Shaw, para quem as ações sociais
privadas desobrigam o governo de cumprir sua função
social. Porém, esperar de braços cruzados
não resolverá tais problemas, muito pelo
contrário", escreveu Alex Cardoso de Melo, diretor-presidente
da ONG Projetos Sociais Meu Sonho Não Tem Fim.
Viviane Senna, irmã do piloto e presidente do
Instituto Ayrton Senna, também escreveu para
informar que a ONG "em dez anos de atividades já
transformou a realidade de 4 milhões de crianças
e jovens". Para ela, "os empresários socialmente
responsáveis não dão esmolas, mas
investem em saídas concretas para os problemas
que temos de vencer se desejarmos deixar às novas
gerações um país melhor, menos
desigual".
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